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REVOLUÇÃO INDUSTRIAL O maior movimento da história da humanidade 19/6/20141www.nilson.pro.br.

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1 REVOLUÇÃO INDUSTRIAL O maior movimento da história da humanidade 19/6/20141www.nilson.pro.br

2 Histórico  O artesanato, surgiu no fim da Idade Média com o renascimento comercial e urbano e definia-se pela produção independente; o produtor possuía os meios de produção: instalações, ferramentas e matéria-prima.O artesão realizava todas as etapas da produção.  A manufatura resultou da ampliação do consumo, que levou o artesão a aumentar a produção e o comerciante a dedicar-se à produção industrial. O manufatureiro distribuía a matéria-prima e o artesão trabalhava em casa, recebendo pagamento combinado.  Esse comerciante passou a produzir. Primeiro, contratou artesãos para dar acabamento aos tecidos; depois, tingir; e tecer; e finalmente fiar.  Surgiram fábricas, com assalariados, sem controle sobre o produto de seu trabalho. A produtividade aumentou por causa da divisão social, isto é, cada trabalhador realizava uma etapa da produção.  Na maquinofatura, o trabalhador estava sub­metido ao regime de funcionamento da máquina e à gerência direta do empresário. Foi nesta etapa que se consolidou a Revolução Industrial. 19/6/2014 2www.nilson.pro.br

3  Esse comerciante passou a produzir. Primeiro, contratou artesãos para dar acabamento aos tecidos; depois, tingir; e tecer; e finalmente fiar.  Surgiram fábricas, com assalariados, sem controle sobre o produto de seu trabalho. A produtividade aumentou por causa da divisão social, isto é, cada trabalhador realizava uma etapa da produção. 19/6/2014 3www.nilson.pro.br

4 “todos os dias o apito pungente da fábrica cortava o ar esfumaçado e pegajoso que envolvia o bairro operário e obedientes ao chamado, seres sombrios, de músculos ainda cansados, deixavam seus casebres acanhados e escuros, feito baratas assustadas.Sob o frio amanhecer, seguiam pelas ruas esburacadas em direção às enormes jaulas de pedras da fábrica que os aguardava desdenhosa. Vozes sonolentas emitiam roucas saudações, palavrões dilaceravam, raivosamente o ar.Mas eram diferente os sons que acolhiam os operários: pesadas máquinas em funcionamento, o resfolegar do vapor... O dia consumia-se na fábrica, suas máquinas sugavam de seus músculos toda energia de que necessitavam.Mais um dia irremediavelmente riscado de suas vidas;o homem dera mais um passo em direção ao túmulo;mas ele antevia, apenas, o gozo imediato do descanso, as alegrias do bar repleto de fumaça e sentia-se satisfeito.” 19/6/20144

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6 A mais valia  Foi Karl Marx, um dos mais influentes pensadores alemães do século passado, quem desvendou o mecanismo da exploração capitalista, que é a essência do lucro, chamando-o de mais-valia.  A toda jornada de trabalho corresponde a uma remuneração, que permitirá a subsistência do trabalhador.  No entanto, o trabalhador produz um valor maior do que aquele que recebe na forma de salário, e essa fatia de trabalho não-pago é apropriada pelos donos das fábricas, das fazendas, das minas, etc. 19/6/2014 6www.nilson.pro.br

7 O que foi a revolução industrial  Processo de transformação global que marcou, em medos do séc.XVIII, o estabelecimento do sistema capitalista como modo de produção predominante.  Essa transformações, atingindo todos os níveis da sociedade, teve no nível econômico sua concretização na Revolução Industrial. 19/6/2014 7www.nilson.pro.br

8 As transformações:  Na agricultura:adoção de uma série de novos métodos e técnicas de cultivo criação;  Envolvendo o uso de máquinas, novos cultivos, alterações no regime de exploração da terra, promovendo uma verdadeira revolução agrícola.  Nos transportes, bancos, comércio, comunicações, em toda a sociedade capitalista. 19/6/2014 8www.nilson.pro.br

9 TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS  Divisão social em duas classes básicas: a burguesia-proprietária dos meios de produção. o proletariado-classe assalariada e que, para subsistir, vende o único bem que possui, a sua força de trabalho. 19/6/2014 9www.nilson.pro.br

10 EUROPA:BERÇO DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL. 19/6/ www.nilson.pro.br

11 Pioneirismo Inglês  Foi a Inglaterra o país que saiu na frente no processo de Revolução Industrial do século XVIII.  Fatores:possuía grandes reservas de carvão mineral no subsolo, ou seja, a principal fonte de energia para movimentar as máquinas e as locomotivas à vapor.  Possuíam grandes reservas de minério de ferro, a principal matéria-prima utilizada neste período. 19/6/ www.nilson.pro.br

12 Pioneirismo ingles.  A mão-de-obra disponível em abundância (desde a Lei dos Cercamentos de Terras ).  A burguesia inglesa tinha capital suficiente para financiar as fábricas, comprar matéria- prima e máquinas e contratar empregados.  O mercado consumidor inglês também pode ser destacado como importante fator que contribuiu para o pioneirismo inglês. 19/6/ www.nilson.pro.br

13 PRINCIPAIS AVANÇOS DA MAQUINOFATURA Em 1733, John Kay inventa a lançadeira volante. Em 1767 James Hargreaves inventa a "spinning janny", que permitia a um só artesão fiar 80 fios de uma única vez. Em 1768 James Watt inventa a máquina a vapor. Em 1769 Richard Arkwright inventa a "water frame". Em 1779 Samuel Crompton inventa a "mule", uma combinação da "water frame" com a "spinning jenny" com fios finos e resistentes. Em 1785 Edmond Cartwright inventa o tear mecânico. 19/6/ www.nilson.pro.br

14 PRÉ CONDIÇÕES DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL  ACUMULAÇÃO DE CAPITAIS:CONCENTRAÇÃO DOS MEIOS DE PRODUÇÃO E DE GRANDES SOMAS NAS MÃOS DE UMA MINORIA.  LIBERAÇÃO DA MÃO DE OBRA  APERFEIÇOAMENTO DAS TÉCNICAS  AMPLIAÇÃO DOS MERCADOS. 19/6/ www.nilson.pro.br

15 O CAPITALISMO SISTEMA ECONÔMICO PREDOMINANTE FASES: 1)capitalismo industrial e liberal ou concorrêncial. indústria comandava as demais atividades econômicas e funcionava baseada na livre concorrência 2)capitalista monopolista, onde quem fala mais alto são os financistas, os bancos.A chave do poder é a concentração intensiva e geral de capitais. 2)capitalista monopolista, onde quem fala mais alto são os financistas, os bancos.A chave do poder é a concentração intensiva e geral de capitais. 19/6/

16 CLASSIFICAÇÃO DAS INDÚSTRIAS  QUANTO AO GRAU DE ACABAMENTO  1.BASE: CIMENTO, SIDERURGIA, PETROQUÍMICA.  2.DERIVADOS OU CONSUMO: duráveis não duráveis 19/6/ www.nilson.pro.br

17 Classificação das indústrias Quanto a matéria prima empregada: 1) Leve: alimentos, calçados, jornais, tecidos... 2) Pesada:siderurgia, metalurgia, naval, imóveis, petroquímica... 19/6/ www.nilson.pro.br

18 Classificação mais atual ► Bens de consumo:duráveis e não duráveis ► Bens de Produção ou bens de capital: Base Base Máquinas e ferramentas Máquinas e ferramentas Energia Energia Tecnologia Tecnologia 19/6/201418www.nilson.pro.br

19  Aumento da produção=lucro=aumento da exploração do trabalhador  TAYLORISMO:trabalhadores deveriam ser organizados de forma hierarquizada e sistematizada, ou seja, cada trabalhador desenvolveria uma atividade específica no sistema produtivo da indústria (especialização do trabalho). O trabalhador é monitorado segundo o tempo de produção, cada indivíduo deve cumprir sua tarefa no menor tempo possível, sendo premiados aqueles que se sobressaem. atividade 19/6/201419www.nilson.pro.br

20 E continua a exploração...  A essência do fordismo é baseada na produção em massa, mas para isso é preciso que haja consumo em massa, outra ideologia particular é quanto aos trabalhadores que deveriam ganhar melhor para consumir mais.   Henry Ford: inspirado no Taylorismo.   Na década de 1920, pôs em prática os princípios de   racionalização do trabalho emanados do taylorismo   e lhes associou o trabalho em seqüência contínua   ou trabalho em cadeia. 19/6/201420www.nilson.pro.br

21 E na era da globalização...  TOYOTISMO:flexibilização da produção.  Ao contrário do modelo fordista, que produzia muito e estocava essa produção, no toyotismo só se produzia o necessário, reduzindo ao máximo os estoques.  Essa flexibilização tinha como objetivo a produção de um bem exatamente no momento em que ele fosse demandado, no chamado Just in Time.  Dessa forma, ao trabalhar com pequenos lotes, pretende-se que a qualidade dos produtos seja a máxima possível. Essa é outra característica do modelo japonês: a Qualidade Total. 19/6/201421www.nilson.pro.br

22 Distribuição espacial das indústrias durante o fordismo FATORES DE CONCENTRAÇÃO ESPACIAL : MATÉRIAS PRIMAS; TRANSPORTE;ENERGIA; MÃO DE OBRA; MERCADO CONSUMIDOR. 19/6/

23 A TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL-pós 2ªguerra Novas tecnologias para fabricação de armamentos, redirecionadas para uso pacífico. Investimentos em pesquisas tecnológicas e modelos de administração mais flexíveis. Nova distribuição espacial:a fábrica global. 19/6/

24 A fábrica global Ex: A produção de celulares-linha de montagem no México, baterias produzidas na Índia,teclados nos Tigres Asiáticos e funcionarão graças às antenas produzidas na Europa. 19/6/

25 TENDÊNCIA ATUAL ► DESCONCENTRAÇÃO ou DESAGLOMERAÇÃO INDUSTRIAL. Entre países e dentro dos países. 19/6/201425www.nilson.pro.br

26  Alemanha e o vale do RHUR-RENO  Maior concentração industrial da Europa.  Sec.XIX=grandes reservas de carvão  Hidrovia=Reno porto de Roterdã. 19/6/201426www.nilson.pro.br

27 Inglaterra  A Bacia de Londres é um dos mais tradicionais centros manufatureiros do mundo em função das reservas de carvão e ferro.  Londres:maior conurbação européia  Hidrovia:Tâmisa 19/6/201427www.nilson.pro.br

28 França:  Paris, região Nordeste e Lyon  Carvão Mineral  Navegabilidade do rio Sena  Abundância de Mão de Obra e mercado Consumidor. 19/6/201428www.nilson.pro.br

29  ITÁLIA:diferenças entre o norte e o sul Norte industrializado:Vale do rio Pó  Sul agrário.  Energia:Gás natural e hidroeletricidade  Milão, Turim e Gênova 19/6/ www.nilson.pro.br

30 BENELUX 19/6/ www.nilson.pro.br

31 BENELUX  CARVÃO E SIDERURGIA  ALTO IDH  PROTOS DE ROTRDÃ E ANTUÉRPIA- O RIO RENO 19/6/ www.nilson.pro.br

32 Países Nórdicos:a Escandinávia  Suécia, Noruega, Finlândia.  Grande parque industrial, baseado na exploração das ricas reservas de ferro e do potencial hidráulico e madeira.  Destaque para mecânica pesada, a navegação e a petroquímica. 19/6/ www.nilson.pro.br

33 A Europa Oriental  Rep Tcheca e Eslováquia=crescimento recente.  Federação Russa:região de Moscou e montes Urais.Vale do Volga.  As repúblicas Bálticas:Estônia, Letônia e Lituânia. 19/6/201433www.nilson.pro.br

34 EUA 19/6/

35 Manufacturing belt 19/6/

36 O Sun Belt: novas áreas 19/6/

37 O Japão 19/6/

38 JAPÃO  Era Meiji (1868): - Início da industrialização - Desenvolvimento tecnológico educação - Condições para montar as indústrias - Zaibatsus - dona das indústrias- grupo econômico familiares - Provocou a 2º Guerra Mundial educaçãoMundialeducaçãoMundial  Depois da guerra os EUA vencem e ajudam o Japão a recuperar, ajudando o Zaibatsus para retornarem o crescimento industrial.  O Japão não podia ter forças armadas, gasta o dinheiro destinado a este para o desenvolvimento econômico. 19/6/

39   DESENVOLVIMENTO DO PÓS-GUERA.  avançado estágio de industrialização, suprida por um poderoso fluxo de informação e uma rede de transportes altamente desenvolvida.  importante contribuição da indústria e da prestação de serviços, tais como o transporte, do comércio por atacado e a varejo e dos bancos ao produto interno líquido do país, no qual os setores primários, como a agricultura e a pesca, têm hoje em dia uma quota menor.  IMPORTÂNCIA do comércio internacional na economia japonesa. O Japão é um país insular, pouco dotado de recursos naturais e que sustenta uma população de mais de 120 milhões de habitantes em uma área relativamente pequena.  19/6/

40  CAUSAS DA INDUSTRIALIZAÇÃO PÓS GUERRA  1. Créditos concedidos pelos EUA.  2. Ressurgimento dos grandes monopólios empresariais ( os zaibatsu).  3. A não existência de gastos militares - exigência dos aliados após o término da guerra.  4. Grande oferta e abundância de mão de obra.  5. Disciplina do povo japonês.  6. Produção em larga escala, objetivando o mercado externo.  7. Investimento em pesquisas científicas e tecnológicas.  8. Grande mercado interno e alto poder aquisitivo.  19/6/

41  As principais indústrias japonesas encontram-se próximas aos portos e desembocadura de rios, pois desta forma facilita-se a importação como a exportação.  - Principais centros industriais: Tóquio, Nagóia, Osaka e Fukuoka.  A grande concentração de indústrias causou sérios problemas de poluição ambiental. O governo japonês, por sua vez, estabeleceu leis bastante rígidas o que provocou alterações na política industrial japonesa:  1. Instalação e desenvolvimento de indústrias eletro-eletrônicas.  2. Transferência de indústrias para outros países com leis menos rígidas.É o caso dos tigres asiáticos e de países latino americanos caso do Brasil.  3. Necessidade de buscar mão de obra mais barata. Este também foi um dos motivos do estabelecimento de indústrias japonesas em países como os tigres asiáticos. 19/6/201441www.nilson.pro.br

42  As taxas de dois dígitos de crescimento econômico real que o Japão manteve durante os anos 60 e o início da década de 1970 terminaram com a primeira crise do petróleo em e, desde a segunda crise do petróleo ( ), têm sido comuns as taxas de crescimento de menos de 4%.  A indústria japonesa, que enfrentou aumentos dramáticos tanto nos custos de energia como nos de mão-de-obra resultantes das crises do petróleo, fez esforços desesperados para reduzir as necessidades de energia e mão-de-obra e para introduzir uma nova tecnologia. Esses esforços colocaram, realmente, o Japão em uma posição de competitividade no plano internacional mais forte do que antes das crises do petróleo. 19/6/201442www.nilson.pro.br

43 CHINA 19/6/ www.nilson.pro.br

44 Zonas econômicas especiais 19/6/201444www.nilson.pro.br

45 Tigres Asiáticos:plataformas 19/6/201445www.nilson.pro.br

46  Início da década de 60, os governos dos Tigres Asiáticos estabeleceram um modelo de desenvolvimento econômico, embasado na industrialização e conquista de mercados externos. 19/6/201446www.nilson.pro.br

47 Plataformas de exportação  -Incentivos fiscais.  - Mão de obra barata.  - Leis menos rígidas anti-poluição.  - Determinação governamental de promover a industrialização.  - Ajuda maciça dos EUA ( cerca de 19 bilhões de dólares)., principalmente para Taiwan e Coréia do Sul.  - Providências no sentido de maior distribuição de renda aumentado desta maneira o mercado consumidor.  - Intensa militarização no trabalho, o que impõe uma rígida disciplina com vistas ao aumento da produtividade. 19/6/201447www.nilson.pro.br

48 India  Bangalore:Centro TecnológicoOu Vale do Silício Indiano. A Índia tem uma grande quantidade de técnicos e engenheiros formados em inglês por um sistema educacional herdado dos britânicos. É uma superpotência em software. 19/6/ www.nilson.pro.br

49 América Latina  Brasil  México  Argentina 19/6/ www.nilson.pro.br

50 América Latina:histórico  Industrialização tardia- pós 1950  Tipo substitutiva-substituição das importações dependentes de tecnologias importadas.(Multinacionais)  Empresas estatais em setores estratégicos:energia, siderurgia, petroquímica.  Empréstimos internacionais e o FMI 19/6/ www.nilson.pro.br

51 América Latina: a globalização  Capitais transnacionais.  Ampla política de privatizações.  Abertura do mercado interno às privatizações.  Subordinação aos interesses internacionais.  Economias expostas às instabilidades internacionais.  Desemprego estrutural. 19/6/ www.nilson.pro.br

52 BRASIL:LOCALIZAÇÃO 19/6/ www.nilson.pro.br

53 Industrialização brasileira  Brasil Império D.Pedro II:Lei Alves Branco Lei Eusébio de Queirós :Era Mauá Brasil República 1ª Guerra Mundial:leve surto industrial 2ª Guerra e Getúlio Vargas:as indústrias de base-Companhia Siderúrgica Nacional de Volta Redonda, Cia Vale do rio Doce... 19/6/ www.nilson.pro.br

54 República populista:Vargas  Inicio da estruturação do parque industrial  Desenvolvimento nacionalista e o estado investindo na indústria de Base  1931-Ministério do Trabalho  1941-Volta Redonda  1942-Vale do Rio Doce  1943-promulgação da CLT  política nacionalista de Vargas  3 de outubro de 1953, criação da Petrobrás  Monopólio estatal  Estado intervencionista. 19/6/ www.nilson.pro.br

55 OS ANOS J.K 50 anos em cinco Associação com o capital estrangeiro Isenção de impostos para as multinacionais São Paulo:maior parque industrial da América Latina Indústrias de bens de consumo duráveis Indústria automobilística 19/6/

56 Anos J.K •O plano de Metas : investimento em áreas prioritárias para o desenvolvimento econômico, principalmente, infra-estrutura (rodovias, hidrelétricas, aeroportos) e indústria. Abertura da economia para o capital internacional, atraiu o investimento de grandes empresas. • Entraram no país grandes montadoras de automóveis como, por exemplo, Ford, Volkswagen, Willys e GM (General Motors). 19/6/201456www.nilson.pro.br

57 •Estas indústrias instalaram suas filiais na região sudeste do Brasil, principalmente, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e ABC (Santo André, São Caetano e São Bernardo). As oportunidades de empregos aumentaram muito nesta região, atraindo trabalhadores de todo Brasil. •Este fato fez aumentar o êxodo rural (saída do homem do campo para as cidades) e a migração de nordestinos e nortistas de suas regiões para as grandes cidades do Sudeste. Além do desenvolvimento do Sudeste, a região Centro-Oeste também cresceu e atraiu um grande número de migrantes nordestinos. •A grande obra de JK foi a construção de Brasília, a nova capital do Brasil inaugurada em 21 de abril de 1960 • 19/6/201457www.nilson.pro.br

58 Os anos dourados •A política econômica desenvolvimentista de Juscelino apresentou pontos positivos e negativos para o nosso país. •A entrada de multinacionais gerou empregos, porém, deixou nosso país mais dependente do capital externo. • O investimento na industrialização deixou de lado a zona rural, prejudicando o trabalhador do campo e a produção agrícola. •Nova capital. •A migração e o êxodo rural descontrolados fez aumentar a pobreza, a miséria e a violência nas grandes capitais do sudeste do país. 19/6/201458www.nilson.pro.br

59 Os militares  Desenvolvimento da indústria de Base estatal  Endividamento externo  Multinacionais responsáveis pelos bens de consumo duráveis  O FMI e o BIRD 19/6/201459www.nilson.pro.br

60 •CASTELO BRANCO:O INÍCIO DO TORMENTO •a nacionalização do setor petrolífero, a proibição da desapropriação de terras, •a cassação dos direitos políticos de alguns parlamentares e ex- presidentes, o rompimento das relações com Cuba e a investigação contra os opositores ao governo. •Os movimentos estudantis e a União Nacional dos Estudantes (vistos como uma ameaça ao regime militar) foram colocados na ilegalidade. Os trabalhadores também sofreram grande pressão do governo de Castello Branco com a intervenção militar em diversos sindicatos. •Na zona rural, a ascendente Liga Camponesa, liderada por Francisco Julião, foi colocada na ilegalidade. 19/6/201460www.nilson.pro.br

61 •COSTA E SILVA:O PESADELO CONTINUA •Foi presidente de 15 de março de 1967 a 31 de agosto de •Adotou uma política econômico-financeira menos rígida que a do governo anterior, com a abertura de créditos a empresas, taxa flexível de câmbio para estimular o comércio exterior e reexame da política salarial.empresas •Plano Nacional de Comunicações modernizou essa área, e a política de transportes •Em seu mandato o setor da educação foi fonte de inquietação estudantil.educação •A situação política agravou-se o governo tomou uma série de medidas restritivas, que culminaram com a outorga, a 13 de dezembro de 1968, do Ato Institucional no 5, que colocou o Congresso em recesso e atribuiu ao executivo poderes mais amplos, entre eles o de governar mediante decretos. • A 26 de agosto, o marechal manifestou os primeiros sintomas de uma trombose cerebral, uma junta militar assume o poder que foi depois entregue ao general Emílio Garrastazu Médici. 19/6/201461www.nilson.pro.br

62 •Médice :o carniceiro da • ditadura • auge da ação dos •instrumentos de repressão e tortura instalados a partir de •Os famosos “porões da ditadura” ganhavam o aval do Estado para promover a tortura e o assassinato no interior de delegacias e presídios. • A guerrilha, que usou de violência contra o regime, foi seriamente abalada com o assassinato de Carlos Lamarca e Carlos Marighella. A Guerrilha do Araguaia, findada em 1975, foi uma das poucas atividades de oposição clandestina a resistir. 19/6/201462www.nilson.pro.br

63 •“milagre econômico” :realização de grandes obras da iniciativa pública. a rodovia Transamazônica, a ponte Rio-Niterói e Usina Hidrelétrica de Itaipu passavam a impressão de um país que se modernizava a passos largos. •A participação do Estado na economia ampliou-se significativamente com a criação de aproximadamente trezentas empresas estatais entre os anos de 1974 e •O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), o Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL) e o Plano de Integração Social (PIS) formavam alguns dos “braços” da ação política dos militares. A expansão do setor industrial, viabilizada por meio da expansão do crédito, a manutenção dos índices salariais e a repressão política, incitou uma explosão consumista entre os setores médios da população. •. No ano de 1973, uma crise internacional do petróleo escancarou as fraquezas da nossa economia dando fim a toda empolgação. Em pouco tempo, a dívida externa e a onda inflacionária acabou com os sucessos do regime. 19/6/201463www.nilson.pro.br

64 •GEISEL •Em 1974, o ciclo de prosperidade da economia brasileira chegou ao fim. O grande salto desenvolvimentista e o crescimento industrial e produtivo (o chamado "milagre econômico") duraram enquanto as condições internacionais eram favoráveis. Este ciclo se encerrou quando os empréstimos estrangeiros se tornaram mais escassos e quando o preço do petróleo aumentou significativamente. A crise agravou-se. •Setores da burguesia industrial começaram a discordar dos rumos da política econômica. Em 1974, industriais paulistas lideraram a campanha pela desestatização da economia a fim de que os recursos que o governo destinava as empresas estatais fossem transferidos para o setor privado. Neste contexto, o descontentamento dos trabalhadores foi se acumulando até que em 1978, os operários metalúrgicos da região do ACBD paulista, desencadearam o maior ciclo grevista da história do país. Não havia mais possibilidade de o governo conter as reivindicações dos trabalhadores e as exigências dos industriais. 19/6/201464www.nilson.pro.br

65 •Em 14 de Novembro de 1975 o decreto n° O cria o Pró-Álcool. •Em 1975, o governo, em face da demanda energética, firmou com a Alemanha um acordo que buscava não só a construção de oito usinas nucleares, mas também a transferência da tecnologia completa do ciclo do combustível nuclear e de projeto, engenharia e fabricação de componentes de centrais nucleares. •Esse programa sofreu atrasos na sua implantação, o que impediu que se atingissem os objetivos previstos originalmente. 19/6/201465www.nilson.pro.br

66 Figueiredo ( ) •A ditadura militar perdeu legitimidade social e sofreu desgaste político. •A crise econômica e o novo movimento sindical •. O terrorismo de Estado e o atentado do Riocentro •A construção de Tucuruí e o projeto Carajás • “Diretas Já”. 19/6/201466www.nilson.pro.br

67 Brasil:um país urbano industrial  Década de 80-a década perdida  Tancredo  Sarney e os planos Cruzado, Bresser e Verão-como domar a inflação  1989-Nova Constituição  Eleições e a eleição de Collor de Melo 19/6/201467www.nilson.pro.br

68 Década de 90:a década desperdiçada Collor e o Neoliberalismo Políticas de privatizações:CSN no governo Itamar Plano Real:paridade 1US=1Real.Déficit na balança comercial Governo FHC:Vale do Rio Doce no governo Fernando Henrique. Governo Lula 19/6/

69 Estados mais industrializados São Paulo e o ABCD...paulista A Grande BH O Grande Rio A Grande Porto Alegre Paraná Bahia e a região metropolitana de Salvador. 19/6/

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