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O que é Mediunidade?. 2 Tópicos  O que é Mediunidade?  O que são Médiuns?  Sinais da Mediunidade  Tipos de Mediunidade  Influência Moral do Médium.

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Apresentação em tema: "O que é Mediunidade?. 2 Tópicos  O que é Mediunidade?  O que são Médiuns?  Sinais da Mediunidade  Tipos de Mediunidade  Influência Moral do Médium."— Transcrição da apresentação:

1 O que é Mediunidade?

2 2 Tópicos  O que é Mediunidade?  O que são Médiuns?  Sinais da Mediunidade  Tipos de Mediunidade  Influência Moral do Médium  Mediunidade e Animismo  Riscos da Mediunidade  Identificação dos Espíritos  O que é ser um bom Médium?

3 3 O que é Mediunidade? “Mediunidade é a faculdade pela qual se estabelece relações entre os homens e os espíritos.”  Permite a comunicação entre os encarnados e os desencarnados.  Não é privilégio do Espiritismo!  Há diversos relatos de mediunidade no velho testamento e em documentos de civilizações antigas.  O Espiritismo orienta a prática e explica os mecanismos.

4 4 O que são Médiuns? “Toda pessoa que sente a influência dos Espíritos, em qualquer grau de intensidade, é médium. Essa faculdade é inerente ao homem.” (Livro dos médiuns Cap XIV)  Geralmente são conhecidos como médiuns aqueles que a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada.  Considerações Importantes:  A faculdade mediúnica pode ser retirada por mau uso do médium, como prova ou, ainda pior, o médium pode ser usado pelos espíritos;  A mediunidade é dada a imensa maioria dos médiuns como uma forma de resgatar dívidas (“Mediunidade de prova”).  Permite a ascensão espiritual daquele que se dedica com abnegação e devotamento.

5 5 Sinais da Mediunidade  Tremores, Arrepios, Palpitações  Sensação de presenças invisíveis  Sono profundo  Idéias estranhas  Desmaios inexplicáveis  Mudanças injustificáveis de humor  Adormecimento ou formigamento  Sensação de inchar as mãos, pés, corpo  Dores no corpo sem causa orgânica  Pesadelos

6 6 Tipos de Mediunidade  Médiuns sensitivos ou impressionáveis: são capazes de sentir os Espíritos por uma vaga impressão, uma espécie de arrepio geral que elas mesmas não sabem o que seja.  Médiuns de efeitos físicos: permitem a produção de fenômenos materiais como movimentos dos corpos inertes, ruídos, etc. Podem ser conscientes ou inconscientes.  Médiuns audientes: são capazes de ouvir a voz dos Espíritos.  Médiuns falantes: emprestam suas cordas vocais para os espíritos ou recebem intuição do que estão dizendo.  Médiuns videntes: são capazes de ver os espíritos. Alguns podem ver espíritos mesmo acordados enquanto outros só podem ver em estado próximo ao sonambulismo.

7 7 Tipos de Mediunidade  Médiuns sonâmbulos: são capazes de ver, ouvir e conversar com espíritos durante seu estado sonambúlico.  Médiuns curadores: capacidade de curar por simples toques, pelo olhar ou mesmo por um gesto, sem nenhuma medicação.  Médiuns pneumatógrafos: capazes de obter a escrita direta.  Médiuns escreventes ou psicógrafos: capazes de escrever os pensamentos dos espíritos.  Médiuns mecânicos: o espírito age diretamente sobre a mão do médium, independente da vontade do médium.  Médiuns semi-mecânicos: o espiríto age parcialmente sobre a mão e alma do médium.  Médiuns intuitivos: o espírito age sobre a alma do médium fazendo este escrever.

8 8 Influência Moral do Médium  Para haver comunicação de um espírito por meio de um médium é preciso que haja afinidade entre os dois. Dessa forma, as qualidades morais do médium exercem influência sobre os espíritos que por ele se comunicam.  Os bons espíritos são atraídos pela bondade, benevolência, simplicidade do coração, o amor ao próximo, o desprendimento das coisas materiais.  Os espíritos imperfeitos são atraídos por todas as imperfeições terrenas, mas principalmente pelo orgulho, porque é geralmente a imperfeição que o médium menos confessa a si mesmo.  Os médiuns imperfeitos sentem orgulho de receber boas comunicações enquanto os médiuns bons as aceita como uma graça e sentem-se endividados por receberem tais favores.

9 9 Médiuns Imperfeitos  Médiuns obsedados  Médiuns fascinados  Médiuns subjugados  Médiuns levianos  Médiuns indiferentes  Médiuns presunçosos  Médiuns orgulhosos  Médiuns sucetíveis  Médiuns mercenários  Médiuns ambiciosos  Médiuns de má fé  Médiuns egoistas  Médiuns ciumentos

10 10 Bons Médiuns “Qual o médium que se poderia qualificar de perfeito?” “Perfeito, ah! Bem sabes que a perfeição não existe na Terra, sem o que não estaríeis nela. Dize, portanto, bom médium, e já é muito, por isso que eles são raros. Médium perfeito seria aquele contra o qual os maus Espíritos jamais ousariam uma tentativa de enganá-lo. O melhor é aquele que, simpatizando somente com bons Espíritos, tem sido o menos enganado”. Bons Médiuns  Médiuns sérios  Médiuns modestos  Médiuns devotados  Médiuns seguros

11 11 Mediunidade e Animismo  Animismo significa a intervenção da própria personalidade do médium nas comunicações dos espíritos desencarnados. As vezes a interferência é tão sútil que o médium é incapaz de perceber quando seu pensamento intervém na comunicação.  Animismo não é “mistificação”. Mistificação tem a intenção de enganar. O médium anímico não tem intenção de interferir na comunicação.  Só existe uma maneira para o médium se livrar ou minimizar o animismo: Estudar incessantemente e buscar com seu próprio esforço o aperfeiçoamento moral e a auto-disciplina. Quanto mais próximo dos espíritos, menor a influência material na comunicação. “Quais as condições necessárias para que a palavra dos Espíritos superiores nos chegue isenta de qualquer alteração? Querer o bem; repulsar o egoísmo e o orgulho. Ambas essas coisas são necessárias”. (Cap. XX - 226)”

12 12 Riscos da Mediunidade  O que é Obsessão?  Domínio que alguns espíritos exercem sobre os médiuns. Sempre exercido por espíritos inferiores.  Os espíritos controlam o médium como se faz a uma criança.  A obsessão pode ser separada em três tipos:  Obsessão Simples  Fascinação  Subjugação  Obsessão Simples: quando um espírito se intromete contra a vontade do médium nas comunicações, impedindo que o médium se comunique com os outros espíritos, substituindo os que são evocados.  A obsessão acontece quando o espírito persiste por um longo tempo e quando o médium não consegue afastar o espírito.

13 13 Riscos da Mediunidade  Fascinação: Ilusão criada pelo espírito no pensamento do médium.  O médium possui uma confiança cega no espírito, não se sente enganado.  O espírito paralisa a capacidade do médium de julgar, fazendo o médium acreditar nas mais absurdas teorias.  Os espíritos usam palavras como caridade, amor e humildade nas comunicações mas acabam mostrando sua inferioridade.  Os espíritos então tentam afastar o médium das pessoas que querem lhe mostrar a verdade.  Subjugação (“Possessão”): Produz a paralização da vontade do médium fazendo-o agir contra sua vontade. Pode ser moral ou corpórea:  Subjugação moral: espécie de fascinação onde o médium é levado a tomar decisões absurdas e comprometedoras.  Subjugação corpórea: produz movimentos involuntários, tiques nervosos.

14 14 Identificação dos Espíritos “Amados não creiais a todo o Espírito, mas provai se os Espíritos são de Deus” (João).  Não se deixar levar pelo nome ou aparência do espírito comunicante:  O espírito pode utilizar qualquer nome ou aparência que desejar.  Deve-se analisar rigorosamente o teor dos ensinos que nos transmitem.  Analisar a linguagem utilizada:  “Os bons Espíritos só dizem o que sabem; calam-se ou confessam a sua ignorância sobre o que não sabem”.  “Reconhecem-se os Espíritos levianos pela facilidade em que predizem o futuro e precisam fatos materiais que não nos é dado ter conhecimento.“  “Máxima nenhuma, nenhum conselho que se não conforme estritamente com a pura caridade evangélica pode ser obra de bons Espíritos.“  Analisar as sensações que os espíritos nos trazem:  “O bom é calmo, tranquilo.”, “O mau está constantemente agitado.”

15 15 Repelir 10 verdades a aceitar uma falsidade  “Desde que uma opinião nova venha a ser expedida, por pouco que vos pareça duvidosa, fazei-a passar pelo crivo da razão e da lógica e rejeitai desassombradamente o que a razão e o bom senso reprovarem. É melhor repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea. Efetivamente, sobre essa teoria podereis edificar um sistema completo, que desmoronaria ao primeiro sopro da verdade, como um monumento edificado sobre a areia movediça, ao passo que, se rejeitardes hoje algumas verdades, porque não vos são demonstradas claras e logicamente, mais tarde um fato brutal ou uma demonstração irrefutável virá afirmar-vos a sua autenticidade.” (O Livro dos Médiuns, Cap. XX)

16 16 O que é ser um bom Médium?  O bom médium deve ser também um bom espírita. "Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para domar suas más inclinações".  Está sempre atento as sensações e procura sempre a paz e a quietação emocional.  Sabe que não é infalível e que pode ser enganado pelos espíritos. Por isso, procura sempre estudar e avaliar criteriosamente as mensagens recebidas.  Procura evoluir intelectualmente e moralmente para que possa realizar comunicações com espíritos mais elevados e para que possa ser enganado menos vezes pelos espíritos inferiores.  É disciplinado. Não desanima diante das provações.

17 17 Referências  Livro dos Médiuns  Portal do Espírito (www.espirito.org.br)www.espirito.org.br  Grupo Espírita Apóstolo Paulo  Centro Espírita Fraternidade Allan Kardec (www.cefak.org.br)www.cefak.org.br


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