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VLAN – Padrão 802.1Q Grupo: Gabriel, Wagner, Vicente e Filipe.

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1 VLAN – Padrão 802.1Q Grupo: Gabriel, Wagner, Vicente e Filipe

2 REDES VIRTUAIS As VLAN’s permitem que os administradores de rede segmentem logicamente uma LAN em diferentes domínios de Broadcast. Por se tratar de uma segmentação lógica, e não física, diferentemente dos roteadores, que fazem uma segmentação física, as estações não precisam estar fisicamente no mesmo local, nem mesmo conectadas ao mesmo switch. Usuários de diferentes andares de um prédio, ou mesmo de diferentes prédios, podem agora pertencer a uma mesma LAN.

3 REDES VIRTUAIS Implementação de rede sem VLan (esquerda) e com VLan (direita)

4 APLICAÇÕES DAS REDES VIRTUAIS Resolução de problemas de gargalo. Flexibilizar a configuração da rede. Implementação de medidas de segurança. Otimizar o acesso aos servidores. Simplificar o gerenciamento da rede.

5 CARACTERÍSTICAS DAS VLANS Controle de Broadcast Segurança e Gerenciamento de Redes Desempenho Alto desempenho e redução da latência de rede Custo

6 O PADRÃO 802.1Q O padrão IEEE 802.1Q foi desenvolvido para resolver problemas como de endereços com altas taxas de dados sejam transformadas em pequenas partes assim tanto para o trafego de Broadcast quanto o de Multicast usem somente o necessário da largura de banda. Esse padrão também auxilia na segurança entre todos os segmentos da rede

7 VLAN’s baseadas em portas (camada 1)

8 VLAN’s baseadas em endereços MAC (camada 2) A identidade de um pacote neste caso é determinada pelo seu endereço MAC de origem ou de destino. Cada switch contém uma tabela de endereços MAC e suas identidades correspondentes.

9 VLAN’s baseadas em protocolos (camada 3) Por este método, a identidade VLAN de um pacote é baseada em protocolos de rede, roteáveis ou não (IP, IPX, AppleTalk...) ou endereços de camada 3. Este tipo de configuração é mais flexível e fornece um agrupamento de usuários mais lógico, permitindo adotar uma estratégia de VLAN baseada em aplicação.

10 VLAN’s baseadas em IP multicast As VLAN’s definidas por este método são dinâmicas, muito flexíveis e sensíveis a aplicações. As VLAN’s definidas através de grupos de multicast IP são capazes de estender as conexões através de roteadores e WAN’s.

11 VLAN’s baseadas em informações de camada 4 Por este método os grupos são formados de acordo com os protocolos ou serviços utilizados (como por exemplo, o FTP, WWW, etc). A configuração nestes casos é sempre dinâmica, podendo uma porta do switch fazer parte de mais de uma VLAN ao mesmo tempo, dependendo das aplicações que a estação correspondente está executando.

12 Combinando VLAN’s atribuídas por diferentes métodos Diversos fabricantes, objetivando alcançar o máximo grau de flexibilização, combinam dois ou mais métodos em seus produtos.

13 CLASSIFICAÇÃO DAS VLAN’s QUANTO AO MÉTODO DE IDENTIFICAÇÃO Método Implícito: (Filtragem de Pacotes) Método Explícito: (Identificação de Pacotes)

14 Configuração Estática A configuração estática é indicada para redes cujas mudanças e deslocamentos são controlados e bem administrados. É essencial que exista um software de gerência adequadamente robusto, proporcional ao tamanho da rede, para configurar as portas. A configuração estática é indicada para redes cujas mudanças e deslocamentos são controlados e bem administrados. É essencial que exista um software de gerência adequadamente robusto, proporcional ao tamanho da rede, para configurar as portas.

15 Configuração Semi Estática São métodos mistos, onde a configuração inicial é automatizada e as mudanças subsequentes são realizadas manualmente, ou vice-versa.

16 Configuração Dinâmica As estações associam-se dinamicamente às VLAN’s, dependendo da aplicação, user id ou outro critério ou política pré definida pelo administrador da rede.

17 CLASSIFICAÇÃO DOS TIPOS DE FRAMES RELACIONADOS ÁS VLAN’s Existem três tipos de frames relacionados às Virtual LAN’s, quais sejam: Untagged Frames; Priority Tagged Frames; VLAN-Tagged Frames

18 Colocação dos cabeçalhos em frames de VLAN’s Os cabeçalhos (tag-headers), em VLAN’s, são colocados imediatamente após o campo de endereço MAC de origem do frame a ser transmitido. Se os métodos de acesso ao meio diferem do destinatário e do remetente, colocar cabeçalho no frame pode envolver a tradução ou o encapsulamento do resto do frame. Deve ser realizada a recomputação do Frame Check Sequence (FCS).

19 Colocação dos cabeçalhos em frames de VLAN’s Tagged Frame Type Interpretation: é um campo de 2 bytes, que no caso de redes Ethernet, para indicar que é um quadro do tipo Tagged. Priority: este campo é utilizado para a definição de classes de serviço (QoS - IEEE 802.1p). CFI – Canonical Format Indicator: possui somente 1 bit, setado para “0”, indicando que toda a informação sobre o endereçamento MAC está no formato canônico. VLAN Identifier: possui tamanho de 12 bits e identifica a VLAN a qual o frame pertence.

20 Formato do Tag Header (TCI)


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