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HISTÓRICO A criação da AHPCE, em 1997, se relaciona com a história da criação da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo - RBCV, decretada.

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2 HISTÓRICO A criação da AHPCE, em 1997, se relaciona com a história da criação da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo - RBCV, decretada pela UNESCO em 1993 e do Programa de Jovens - Meio Ambiente e Integração Social – PJ-MAIS, para o qual a AHPCE desenvolveu a metodologia pedagógica aliando a necessidade de conservação ambiental desta região com a formação integral de jovens e sua inserção no ecomercado de trabalho. Este trabalho mereceu o prêmio Development Market Place do Banco Mundial. Desde então, há 15 anos a AHPCE vem implementando projetos de Educação Integral, Conservação Ambiental, Economia Solidária e Agroecologia Urbana, visando a promoção do desenvolvimento sustentável e a formação do ser humano integral. Clique aqui Clique aqui e conheça um pouco mais a nossa história.

3 PRINCIPAIS PROJETOS E PROGRAMAS

4 AVALIAÇÃO ECOSSISTÊMICA SUBGLOBAL Solicitada pelo Secretário-Geral das Nações Unidas no ano 2000, a maior pesquisa sobre a saúde dos ecossistemas, chamada Avaliação Ecossistêmica do Milênio, é preparada por 95 países e envolve cientistas de todo o mundo, além de órgãos da ONU, empresas, universidades e organizações não governamentais. No Brasil, a AHPCE em parceria com o Instituto Florestal realiza a Avaliação Ecossistêmica Subglobal que é um amplo processo científico e político para a sistematização do conhecimento sobre o metabolismo urbano e os serviços ambientais da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo – RBCV, decretada pela UNESCO em Seu principal objetivo é orientar a sociedade e tomadores de decisão, quanto a função dos ecossistemas do cinturão verde para a qualidade de vida da população e aos vetores de impacto para que possam ser revertidos, contribuindo com a gestão sustentável das cidades. RESULTADOS • Realização do livro “Serviços Ecossistêmicos e Bem-estar Humano na Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo”, produzido pela AHPCE em parceria com quatro universidades, seis institutos de pesquisa e 25 cientistas; • A publicação é um instrumento para tomadas de decisão do poder público na implantação de políticas públicas que tenham em vista a conservação dos recursos naturais e a diminuição dos impactos ambiental e social já provocados; • Abertura de novos campos para a pesquisa na comunidade científica; • Orientação à iniciativa privada na forma de investir em tecnologia e utilização dos serviços e recursos ecossistêmicos; • Envolvimento do terceiro setor com a causa. PRINCIPAIS PARCEIROS: Instituto Florestal (Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo), Faculdade de Medicina da USP, Universidade de Guarulhos, Instituto de Botânica e Instituto de Economia Agrícola (Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo).

5 PROGRAMA DE JOVENS MEIO AMBIENTE E INTEGRAÇÃO SOCIAL – PJ-MAIS PRINCIPAIS PARCEIROS: Prefeituras de Cajamar, Embu-Guaçu, Santo André, Salesópolis, Mairinque, Anna Lapini, FEMA-SP, H&H Fauser, Petrobras, Ecoficina, Parque Jussara, CEPEMA – USP, Associação Chico Mendes, Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo – RBCV, Instituto Florestal (Secretaria do Verde e Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo), UNESCO, Banco Mundial. Há 15 anos a AHPCE, em parceria com o Instituto Florestal e com o apoio da UNESCO e Banco Mundial, promove a formação integral e ecoprofissional de jovens entre 15 a 21 anos de idade, estudantes do ensino fundamental II e médio da rede pública de ensino, moradores de zonas periurbanas e entorno de áreas protegidas da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo (RBCV). São oferecidas, no período de 2 anos de formação, no contraturno escolar, seis oficinas práticas e reflexivas: Produção e Manejo Agrícola Florestal Sustentável; Agroindústria Artesanal; Consumo, Lixo e Arte; Turismo Sustentável; Formação Integral; e Iniciação Científica. O Programa trabalha o jovem em sua inteireza, encorajando-o a pensar, a refletir, a tomar decisões e a praticar a ética e a cidadania. A proposta é adequada ao conceito de reserva da biosfera, integrando a necessidade de sustentabilidade econômica de jovens em situação desfavorável com a preservação e recuperação ambiental. Já foram formados mais de jovens de 20 núcleos em 15 municípios, que ingressaram com sucesso no ecomercado de trabalho, atuando com tecnologias socioambientais, prestando serviços ou empreendendo, contribuindo desta forma com o desenvolvimento econômico e sustentável local. RESULTADOS • Mais de 15 municípios e 20 Núcleos de Educação Ecoprofissional atuando em Rede; • Apoio da UNESCO para desenvolvimento metodológico • Prêmio “Development Marketplace” do Banco Mundial; • Inserção de jovens na monitoria do Polo Ecoturístico Caminhos do Mar, maior unidade de conservação de mata atlântica do país; • Composição da Associação de Monitores Ambientais de Paranapiacaba; • Formação e coordenação das ONGs Ecoficina e Associação Chico Mendes, de Guarulhos; • Plantio de mais de seis mil mudas para neutralização de 600 toneladas de CO2 e reflorestamento do Parque da Várzea e entorno, no Embu-Guaçu, em parceria com mais de 30 empresas.

6 ROTA GASTRONÔMICA DO CAMBUCI PRINCIPAIS PARCEIROS: Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo – RBCV, Instituto Florestal (Secretaria do Verde e Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo), Incubadora de Projetos Sociais da prefeitura de São Paulo, Prefeituras de Rio Grande da Serra, Mogi das Cruzes, Paraibuna, Salesópolis, Santo André, São Paulo, Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Caraguatatuba. A Rota Gastronômica do Cambuci tem como objetivo resgatar e fomentar o cultivo e o consumo desta fruta nativa da Mata Atlântica de forma sustentável, abrangendo aspectos gastronômicos, históricos, culturais, ambientais, econômicos e turísticos, como estratégia de conservação ambiental e geração de renda. Desde 2008, a Rota Gastronômica do Cambuci realiza anualmente um circuito de Festivais Gastronômicos e um Arranjo Produtivo Regional nas cidades de São Paulo, Rio Grande da Serra, Santo André - Paranapiacaba, Mogi das Cruzes, Salesópolis, Caraguatatuba e Paraibuna, sob a coordenação da AHPCE e com a participação ativa das prefeituras e produtores locais. Desde 2010 o Programa está inserindo no Plano de Metas da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo – RBCV. Tradicional na cultura popular regional, rico em vitamina C e antioxidantes, já era utilizado pelos bandeirantes e tropeiros na cachaça e xarope, doces e outros produtos. Hoje, com os festivais, o cambuci vem conquistando o público com suas mais variadas receitas. • 5º ano consecutivo de realização do festival gastronômico Rota Gastronômica do Cambuci; • Articulação de mais de 80 produtores para promoção do Cambuci, fruto endêmico da Serra do Mar Paulista, e outras frutas nativas como estratégia de ecomercado para conservação da Mata Atlântica; • Publicação do Livro “Cambuci - O Fruto, O Bairro, A Rota” em parceria com o Ministério da Cultura; • Publicação do Livro Cambuci de Receitas em parceria com a prefeitura de São Paulo; • Incorporação de receitas a base do fruto por chefs da alta gastronomia. RESULTADOS

7 AGROECOLOGIA URBANA PRINCIPAIS PARCEIROS: Prefeitura de Osasco, Sociedade Santos Mártires e FEHIDRO. Por meio da Agroecologia Urbana, espaços livres nos perímetros urbanos e periurbanos são aproveitados para implementação de hortas e cultivo de frutas, verduras, legumes e ervas medicinais, utilizando técnicas agroecológicas para o consumo e comercialização local, viabilizando a geração de renda, segurança alimentar e desenvolvimento local. Desta forma, as famílias envolvidas com as práticas da Agroecologia Urbana, ampliam a visão e relação com o seu meio ambiente, com o valor do trabalho coletivo e a prosperidade, promovendo uma prática econômica e social sustentável, ecológica e justa. Através de educação e treinamento realizados por técnicos especializados, os conhecimentos em sistemas agroecológicos de plantio são transmitidos às famílias atendidas, respeitando o seu conhecimento prévio, valorizando suas experiências espontâneas e apoiando a organização local. Todo o processo ocorre de forma participativa. • Mais de 500 pessoas capacitadas em Agroecologia Urbana e mais de 10 grupos constituídos desde 2005 nos municípios de São Paulo e Osasco; • Aumento na renda familiar; • Melhora na saúde nutricional da família; • Aumento no nível de consciência agroecológica; • Maior qualidade ambiental local, com conservação das áreas verdes, recuperação de áreas degradadas e requalificação da paisagem; • Participação dos agricultores na construção e realização das políticas públicas de Agricultura Urbana. RESULTADOS

8 PROJETO ESCOLINHA DO FUTURO PRINCIPAIS PARCEIROS: Sociedade Santos Mártires, Instituto Camargo Correa, FEHIDRO e FEMA-SP. O Projeto Escolinha do Futuro tem como objetivo contribuir para desenvolvimento educacional integral de crianças matriculadas no ensino fundamental da rede municipal de Osasco (SP) por meio de atividades no contraturno escolar. Desde 2008, em parceria com a Secretaria de Educação de Osasco, a AHPCE atende em média 15 mil crianças por ano, em 56 unidades escolares do município. São oferecidas atividades educacionais artístico-culturais como Teatro e Dança, Música, Circo e Capoeira, atividades de Apoio Pedagógico e Xadrez (APX) como Meio Ambiente, Cidadania desde a Infância, Educação para o Trânsito, Jogos Cooperativos e Xadrez; e atividades motoras de tipificação esportiva como o Judô, Karatê, Futebol de Campo, Futsal, Basquete e Vôlei. Os Educadores de Modalidades e de APX trabalham em conjunto as diversas temáticas transversais propostas, que integram o desenvolvimento corporal das modalidades esportivas e artístico-culturais com o desenvolvimento mental, cognitivo e emocional do processo de aprendizado humano em suas múltiplas relações: consigo mesmo, com seu próximo, com seu meio social e com seu meio natural. O projeto promove o envolvimento da família e a integração de suas atividades ao Plano Eco Político Pedagógico das Unidades Educacionais da rede municipal de Osasco, por meio de ações singulares ecomplementares, realizadas pelos educadores do projeto, em diálogo com os professores e gestores da rede pública municipal. RESULTADOS • 97% dos pais avaliam como bom e ótimo o impacto do projeto no rendimento escolar de seu filho(a); • 87% dos professores das escolas percebem o impacto do projeto no desenvolvimento educacional dos alunos. • 89% dos educadores do projeto percebem o impacto positivo no desenvolvimento social das crianças atendidas; • 85% dos gestores das escolas consideram que as ações das modalidades estão integradas de forma positiva com as atividades de apoio pedagógico;

9 NOSSOS CONTATOS

10 AHPCE - Associação Holística de Participação Comunitária Ecológica CNPJ: / | OSCIP: / | IE: Rua Henry Ford, 494, Altos - Presidente Altino - Osasco - CEP Tel /


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