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Beatriz S. Câmara Mattos - Priscila Galzo Marafon* Elcio Ricardo Myiashita PRÓTESE ÓCULOPALPEBRAL ESTABILIDADE DIMENSIONAL PROPORCIONADA.

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1 Beatriz S. Câmara Mattos - Priscila Galzo Marafon* Elcio Ricardo Myiashita PRÓTESE ÓCULOPALPEBRAL ESTABILIDADE DIMENSIONAL PROPORCIONADA PELO SISTEMA CAD/CAM PRÓTESE ÓCULOPALPEBRAL ESTABILIDADE DIMENSIONAL PROPORCIONADA PELO SISTEMA CAD/CAM

2 TC Helicoidal – software InVesalius® 1.0

3 Software InVesalius Software Magics CAD: Software Rhinoceros® + Software Solid Works Software Magics

4 Sinterização seletiva a laser Pó de poliamida

5

6 medidas de profundidade E DCGF ex os os’ ps ex os os’ en g – ponto zero ex os os’ ps en sn n g Linha média g – glabela n – nasio sn – subnasal Região orbitária en – canto interno ex – canto externo os – orbital superior ps – palpebral superior os’ – orbital inferior MATERIAL e MÉTODOS pontos antropométricos – 31 medidas lineares MATERIAL e MÉTODOS pontos antropométricos – 31 medidas lineares

7 G MATERIAL e MÉTODOS 31 medidas lineares MATERIAL e MÉTODOS 31 medidas lineares Grupo A - subnasal (sn) Grupo A - subnasal (sn) A1 - sn-en; A2 – sn-ex; A3 – sn-os; A4 – sn-os’; A5 – sn-os Grupo B - nasal (n) Grupo B - nasal (n) B6 - n-en; B7 – n-ex; B8 – n-os; B9 – n-os’; B10 – n-ps B6 - n-en; B7 – n-ex; B8 – n-os; B9 – n-os’; B10 – n-ps Grupo C - glabela (g) Grupo C - glabela (g) C11 - g-en; C12 - g-ex; C13 - g-os; C14 - g-os; C15 - g-os’ C11 - g-en; C12 - g-ex; C13 - g-os; C14 - g-os; C15 - g-os’ Grupo D - canto interno (en) Grupo D - canto interno (en) D16 - en-ex; D17 – en-os; D18 – en-os’; D19 – en-os D16 - en-ex; D17 – en-os; D18 – en-os’; D19 – en-os Grupo E - canto externo (ex) Grupo E - canto externo (ex) E20 - ex-en; E21 – ex-os; E22 – ex-os’; E23 – ex-os E20 - ex-en; E21 – ex-os; E22 – ex-os’; E23 – ex-os Grupo F – vertical Grupo F – vertical F24 - os-ps; F25 – os-os’; F26 - ps-os’ F24 - os-ps; F25 – os-os’; F26 - ps-os’ Grupo G - profundidade: Grupo G - profundidade: G27 - en; G28 - os; G29 - os’; G30 - ps; G31 – ex

8

9 paquímetro digital CD - “6” CX relógio COMO digital - 25 mm

10 lesão óculo-palpebral diâmetro -3 cm adaptação do protótipo Silicone MDX4 – 4210

11 Avaliação do conjunto (31) de medidas lineares

12

13 Variação intra-examinador Teste Alfa de Cronback (p≤0,05) – n. sig. Reprodutibilidade da técnica de moldagem facial Reprodutibilidade da técnica de moldagem facial Teste Alfa de Cronback (p≤0,05)- n. sig. Teste Alfa de Cronback (p≤0,05)- n. sig. Avaliação da simetria facial Avaliação da simetria facial Teste dos Postos Sinalizados de Wilcoxon (p≤0,05) - 10/30 sig. Teste dos Postos Sinalizados de Wilcoxon (p≤0,05) - 10/30 sig. Avaliação individual dos grupos de medidas lineares A,B,C,D,E,F Teste de Mann-Whitney ( p≤0,05) – n. sig. Avaliação individual dos grupos de medidas lineares A,B,C,D,E,F Teste de Mann-Whitney ( p≤0,05) – n. sig. Avaliação do conjunto de medidas lineares Avaliação do conjunto de medidas lineares Teste dos Postos Sinalizados de Wilcoxon (p≤0,05) - 3/30 (10%) - n. sig. (magnitude das diferenças – décimos de milímetro) Variação intra-examinador Teste Alfa de Cronback (p≤0,05) – n. sig. Reprodutibilidade da técnica de moldagem facial Reprodutibilidade da técnica de moldagem facial Teste Alfa de Cronback (p≤0,05)- n. sig. Teste Alfa de Cronback (p≤0,05)- n. sig. Avaliação da simetria facial Avaliação da simetria facial Teste dos Postos Sinalizados de Wilcoxon (p≤0,05) - 10/30 sig. Teste dos Postos Sinalizados de Wilcoxon (p≤0,05) - 10/30 sig. Avaliação individual dos grupos de medidas lineares A,B,C,D,E,F Teste de Mann-Whitney ( p≤0,05) – n. sig. Avaliação individual dos grupos de medidas lineares A,B,C,D,E,F Teste de Mann-Whitney ( p≤0,05) – n. sig. Avaliação do conjunto de medidas lineares Avaliação do conjunto de medidas lineares Teste dos Postos Sinalizados de Wilcoxon (p≤0,05) - 3/30 (10%) - n. sig. (magnitude das diferenças – décimos de milímetro)

14 A prótese óculo-palpebral não apresenta alteração de suas dimensões vertical, transversal e oblíqua. Não ocorre alteração da profundidade da prótese óculo-palpebral nos modelos da face. A prótese óculo-palpebral não sofre deslocamento espacial na face nos sentidos transversal e oblíquo. A prótese óculo-palpebral não sofre deslocamento espacial na face nos sentidos transversal e oblíquo. A prótese óculo-palpebral não apresenta alteração de suas dimensões vertical, transversal e oblíqua. Não ocorre alteração da profundidade da prótese óculo-palpebral nos modelos da face. A prótese óculo-palpebral não sofre deslocamento espacial na face nos sentidos transversal e oblíquo. A prótese óculo-palpebral não sofre deslocamento espacial na face nos sentidos transversal e oblíquo.

15 O conjunto das mensurações relativas ao lado da prótese óculo- palpebral não é estável em relação ao conjunto do lado contra-lateral de origem desta prótese. A estabilidade dimensional da prótese óculo palpebral é compatível com a utilização em clínica do sistema CAD/CAM avaliado nesta pesquisa. A estabilidade dimensional da prótese óculo palpebral é compatível com a utilização em clínica do sistema CAD/CAM avaliado nesta pesquisa. O conjunto das mensurações relativas ao lado da prótese óculo- palpebral não é estável em relação ao conjunto do lado contra-lateral de origem desta prótese. A estabilidade dimensional da prótese óculo palpebral é compatível com a utilização em clínica do sistema CAD/CAM avaliado nesta pesquisa. A estabilidade dimensional da prótese óculo palpebral é compatível com a utilização em clínica do sistema CAD/CAM avaliado nesta pesquisa.


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