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PARA USO INTERNO Alteração na Lei das S.A. Alterações promovidas na lei 6.404 Junho 2009.

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1 PARA USO INTERNO Alteração na Lei das S.A. Alterações promovidas na lei Junho 2009

2 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 1 Agenda Mudanças nas Normas Contábeis Brasileiras Lei nº Alterações na Lei no CPCs - Comitê de Pronunciamentos Contábeis – Principais mudanças

3 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 2 Lei nº (Lei das S.A.)  Defasagem em relação ao novo mundo contábil  Contabilidade geralmente refletida a custo  Mercado de capitais mais evoluído  Analistas que entendem o mundo contábil e não entendem o Brasil  Agências de Rating  Tendência de um único GAAP mundial

4 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 3 Adoção IFRS

5 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 4 Lei nº /07  Quem está sujeito a adoção da Lei nº /07?  As definições da Lei nº /07 e da MP nº 449/08 devem ser observadas por todas as empresas obrigadas a seguir à Lei das S.A., compreendendo não só as sociedades por ações, mas também as demais empresas, inclusive as constituídas sob a forma de limitadas.  As demais entidades, sem fins lucrativos, devem observar a legislação aplicável e as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBCs específicas).

6 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 5 Aplicabilidade Alterações na Legislação Societária Demonstrações financeiras As normas da Lei n° 6.404/76, para fins de escrituração e elaboração das demonstrações financeiras, além da obrigatoriedade de auditoria independente, passam a ser aplicáveis também as: Sociedades de “Grande Porte”, ainda que não constituídas sob a forma de sociedades por ações. São consideradas Empresas de “Grande Porte” as sociedades ou conjunto de sociedades sob controle comum que tiver, no exercício social anterior, ativo total superior a R$ ,00 ou receita bruta anual superior a R$ ,00.

7 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 6 Lei nº /07 Vantagens  Processo transitório para a linguagem contábil internacional  Transição diluída em 3 anos  Essência sobre a forma - maior necessidade de documentar as decisões  Maior inclusão da Alta Administração em discussões contábeis  Processo de implementação levado a sério  Redução de barreiras de comunicação e transparência  Estar “à frente” - BRIC  Adoção nos USA não é mais uma questão de “se” e sim quando  Essência sobre a forma com maior julgamento da administração e maior necessidade de formalização das decisões

8 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 7 Lei nº /07 e MP nº 449/08 (cont.) Desafios  Investimento relativamente alto em pessoas, processos e sistemas  Possíveis erros não identificáveis em empresas menos diligentes  Timing entre órgãos reguladores  Essência sobre a forma para um país que sempre foi orientado pelo direito romano (rule oriented) dificulta o exercício do julgamento.

9 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 8 Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC  Tem por objetivo estudar, preparar e emitir pronunciamentos técnicos sobre procedimentos de contabilidade e divulgar informações dessa natureza, visando permitir a emissão de normas uniformes pelas entidades membro, levando sempre em consideração o processo de convergência às normas internacionais

10 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 9 Principais alterações na lei  Classificação do Ativo e do Passivo em “Circulante”e “Não Circulante”  Extinção do Grupo Ativo Permanente  Extinção do “Ativo Diferido” (CPC 04)  Criação do subgrupo “Intangível” (CPC 04)  Proibição da prática de reavaliação espontânea de ativos  Requerimento para realização de testes de impairment no mínimo anualmente (CPC 01)  Registro, em contas de ativo e passivo, dos contratos de arrendamento mercantil financeiro – leasing (CPC 06)  Extinção do grupo Resultados de Exercícios Futuros

11 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 10 Principais alterações na lei  Criação da conta “Ajustes de Avaliação Patrimonial” no Patrimônio Líquido  Destinação do saldo de Lucros Acumulados  Alteração da contabilização de prêmio na emissão de debêntures (CPC 07)  Extinção da classificação das Receitas de Despesas em Operacionais e Não-Operacionais  Substituição da DOAR pela DFC (CPC 03)  Elaboração do DVA (CPC 09)  Criação do RTT - Regime Tributário de Transição  Implantação da apuração do Ajuste a Valor Presente de elementos do ativo e do passivo (CPC 12)

12 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 11 CPC – Estrutura conceitual para elaboração e apresentação das Demonstrações Financeiras  Maior foco nas características qualitativas das demonstrações financeiras.  Primazia da essência sobre a forma - Transações e eventos devem ser contabilizados e apresentados de acordo com a sua substância e realidade econômica, e não meramente sua forma legal.  Maior participação da administração no registro das operações e maior necessidade de julgamento profissional.

13 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 12 CPC 1 – Redução ao valor recuperável dos ativos  Saldo do ativo contábil não deve estar registrado por um valor menor que seu valor recuperável, de realização.  Análise de possibilidade (indicadores) é feita anualmente.  Teste de recuperabilidade (impairment) feito anualmente para ágio e intangível de vida últil indefinida.  Perda por desvalorização é reconhecida diretamente no resultado.

14 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 13 CPC 2 – Efeito nas mudanças das taxas de câmbio e conversão das demonstrações  Definição de moeda funcional - ambiente econômico no qual a entidade opera - moeda que influencia preços e serviços - ambiente das forças competitivas - moeda que mais influencia mão de obras, aquisição de materiais, etc - moeda na qual a entidade obtém e acumula recursos  Filiais, agências, sucursais e dependências no exterior sem autonomia resulta em moeda funcional da investida igual a moeda funcional da controladoras.

15 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 14 CPC 2 – Efeito nas mudanças das taxas de câmbio e conversão das demonstrações  Conversão demonstrações financeiras - Ativos e passivos: Taxa de fechamento - Patrimônio líquido: Taxa da transação - Receitas e despesas: Taxa da transação ou taxa média

16 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 15 CPC 3 – Demonstração do fluxo de caixa  Informações sobre alterações no caixa e equivalentes de caixa.  Classificação dos fluxos de atividades entre: a)Operacionais b)Investimentos c)Financiamentos

17 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 16 CPC 4 – Ativos intangíveis  Ativo separável ou gerado por direitos contratuais e direitos legais.  Ativo intangível em aquisição no contexto de uma combinação de negócios: - Mais valia de ativos - Intangível - Ágio rentabilidade futura  Intangível gerado internamente: Reconhecido somente na fase de desenvolvimento.  Ágio gerado internamente não deve ser reconhecido

18 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 17 CPC 4 – Ativos intangíveis  Diferido e Despesas Pré-operacionais: Identificar se poderia ser alocado para outro ativo, em caso negativos baixar contra lucros acumulados ou manter. A partir de 2009 não pode haver mais contabilização de Diferido.

19 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 18 CPC 5 – Partes relacionadas  Divulgação de partes relacionadas e respectivas transações (ativos, passivos e resultado).  Análise da substância do relacionamento e não, meramente, sua forma legal.  Divulgação de remuneração de administradores.

20 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 19 CPC 6 – Operações de arrendamento mercantil  Classificação do arrendamento mercantil entre financeiro e operacional.  Arrendamento mercantil financeiro - Transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade de um ativo. O título de propriedade pode ou não vir a ser transferido.  Registro arrendamento mercantil operacional: Despesas de aluguel em contrapartida a contas a pagar por regime de caixa.  Registro do arrendamento mercantil financeiro: - Registro do ativo fixo e do contas a pagar pelo valor justo. - Mensalmente registro da depreciação do ativo e dos encargos financeiros referente ao passivo (dívida).

21 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 20 CPC 6 – Operações de arrendamento mercantil  Exemplos de situações que levam a arrendamento mercantil financeiro: - transfere propriedade para o arrendatário no final do contrato. - arrendatário tem opção de compra no final por valor muito inferior. - prazo do arrendamento é maior parte da vida útil do ativo. - o valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento mercantil atinge pelo menos substancialmente todo o valor justo do ativo arrendado - natureza especializada.

22 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 21 CPC 7 – Subvenção e assistências governamentais  Será registrado no resultado do exercício (em 2007 o registro era em reserva).  Reconhecimento da receita ocorre quando a entidade cumpre com todas as condições relacionadas a subvenção e quando esta é recebida.  Registro da receita de subvenção deve seguir a conta que gerou a despesas que deu origem a esta subvenção. (exemplo: incentivo de IR e CS – receita reconhecida no conta de despesa de IR e CS).

23 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 22 CPC 8 – Custos de transação e prêmios na emissão de títulos e valores mobiliários  O custo é registrado em conta de despesa antecipada enquanto não ocorrer a captação.  Emissão de títulos patrimoniais – Custo reconhecido em conta redutora do patrimônio líquido.  Captação de recursos de terceiros – Custo da transação é adicionado ao valor justo do instrumento de dívida.  Captação de recursos de terceiros – Prêmio recebido na emissão de debêntures não é mais registrado em reserva de capital. Devem ser deduzido do valor justo do instrumento de dívida.

24 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 23 CPC 9 – Demonstração do valor adicionado  Finalidade de evidenciar a riqueza criada e sua distribuição.  Está fundamentada em conceitos macro econômicos.  Demonstra a parcela de distribuição que a entidade tem na formação do PIB.

25 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 24 CPC 10 – Pagamento baseado em ações  Pagamento baseado em ações na compra de bens, contratação de serviços, inclusive remuneração de funcionários da entidade  Pagamento pode ser em dinheiro ou por meio de entrega de instrumento de capital.  O reconhecimento é feito pelo valor justo (geralmente valor justo do instrumento) com contrapartida no resultado.  Reconhecimento do passivo no caso dos pagamentos em dinheiro e de um item de patrimônio no caso de entrega de instrumentos de capital.  Tanto o aumento do capital como do passivo devem ocorrer a medida que a transação for realizada.

26 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 25 CPC 11 – Contratos de seguros  Especificar o reconhecimento contábil para contratos de seguros por parte de qualquer entidade que emita tais contratos (seguradora)  Esse Pronunciamento determina: a) melhorias na contabilização de contratos de seguros pelas seguradoras; b) divulgação que identifique e explique os valores resultantes de contratos de seguros nas demonstrações contábeis de uma seguradora e que ajude os usuários dessas demonstrações a compreender o valor, a tempestividade e a incerteza de fluxos de caixa futuros originados de contratos de seguros.

27 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 26 CPC 12 – Ajuste a valor presente  Ativos e passivos sujeitos a ajuste a valor presente: - Aqueles com liquidação financeira - Aqueles que empregam método de alocação de desconto - Aqueles que tem um conjunto particular de fluxos de caixa estimados.  Mensuração - Aplicação no reconhecimento inicial - Taxa de desconto do contrato ou implícita  Não se aplica AVP a impostos em geral e adiantamentos.

28 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 27 CPC 13 – Adoção inicial da lei e MP 449  Aplicável a partir de 1º de janeiro de 2008 (Aplicação Retroativa).  Segundo as disposições da Lei nº /07, se enquadram como mudança de prática e não mudança de estimativa.  Desobrigadas de reapresentação do comparativo do ano anterior (no entanto, encorajadas, principalmente quando adotaram, no ano anterior, IFRS).

29 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 28 CPC 14 – Instrumentos financeiros – principais aspectos Objetivo  Estabelecer os principais conceitos para identificação e mensuração dos instrumentos financeiros.  Determinar critérios para contabilização do valor justo destes instrumentos.  Estipular de que forma eles passam a afetar o resultado da empresa naquele exercício, ou o PL.

30 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 29 CPC 14 – Instrumentos financeiros – principais aspectos Instrumento financeiro Qualquer contrato que origine um ativo ou passivo financeiro para uma entidade.  Ativos e Passivos Financeiros Caixa, título patrimonial de outra entidade, direito contratual, obrigação contratual e derivativos.

31 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 30 CPC 14 – Instrumentos financeiros – principais aspectos Categorias de instrumento financeiro e mensuração para fins contábeis  ativos financeiros mensurados ao valor justo através do resultado (inclui todos os derivativos);  investimentos mantidos até o vencimento (Curva)  empréstimos e recebíveis (custo amortizado); e  ativos financeiros disponíveis para venda (valor justo com reconhecimento no PL).

32 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 31 CPC 14 – Instrumentos financeiros – principais aspectos Hedge accounting ou contabilidade de operação de hedge  É uma metodologia de reconhecimento contábil para o valor justo dos derivativos (e alguns instrumentos não derivativos) utilizados como instrumentos de hedge, para que sejam reconhecidos em resultado de acordo com o reconhecimento do item objeto de hedge.  Tipos de hedge accounting:  Hedge de valor justo  Hedge de fluxo de caixa  Hedge de investimento no exterior  Necessário extensa documentação como suporte.

33 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 32 Agenda conjunta de regulamentação CVM / CPC para os Pronunciamentos em 2009 Assuntos para os quais ainda serão emitidos CPCs  Eventos subseqüentes;  Práticas contábeis, mudanças de estimativas contábeis e erros;  Apresentação das demonstrações contábeis;  Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes;  Imposto de Renda;  Ativo Imobilizado;  Benefícios a Empregados;  Demonstrações contábeis em economias hiperinflacionárias;  Agricultura;  Coligadas;  Contratos de Construção;

34 © 2009 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. (KDMS ). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 33 Agenda conjunta de regulamentação CVM / CPC para os Pronunciamentos em 2009 Assuntos para os quais ainda serão emitidos CPCs  Consolidação e Balanço da Controladora;  Custos de Empréstimos;  Estoques;  Exploração e avaliação de recursos minerais;  Joint Ventures;  Operações descontinuadas;  Propriedades para Investimento;  Resultado por Ação;  Relatórios Intermediários;  Relatório por Segmento;  Receitas.


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