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LER 244 – RECURSOS ENERGÉTICOS E AMBIENTE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA RURAL EDIÇÃO: 2.006 Prof. Tomaz Caetano Cannavam Ripoli.

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2 LER 244 – RECURSOS ENERGÉTICOS E AMBIENTE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA RURAL EDIÇÃO: Prof. Tomaz Caetano Cannavam Ripoli

3 1. MOTORES EÓLICOS PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO. O QUE É VENTO? “MASSA DE AR EM MOVIMENTO” E SUA ENERGIA CINÉTICA (e V ) É EXPRESSA POR: e V = m. V 2 / 2 (MASSA DE AR. VELOCIDADE) (1) UMA MASSA DE AR QUE PASSA NUMA ÁREA “A”, NA UNIDADE DE TEMPO, SERÁ: m = d. A. V (2) ONDE d = DENSIDADE DO AR (1290 g/m 3 ) LER MECÂNICA E MÁQUINAS MOTORAS TÓPICO: FONTES ALTERNATIVAS DE POTÊNCIA: MOTORES EÓLICOS, MOTORES HIDRÁULICOS e ENERGIA DE BIOMASSA PROF. CAETANO RIPOLI _____________________________________________________________________________

4 Pe = k. A. V 3 EQUAÇÃO GERAL DA POTÊNCIA TOTAL DISPONÍVEL PARA DIFERENTES UNIDADES DE POTÊNCIA, ÁREA E VELOCIDADE A POTÊNCIA EÓLICA (Pe) É OBTIDA SUBSTITUINDO-SE (2) EM (1): Pe = d. A. V 3 / 2 (EMPÍRICA)

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7 Pe = k. A. V 3 VALORES DE k A SEREM EMPREGADOS NO CÁLCULO DA POTÊNCIA DISPONÍVEL NO VENTO UNIDADES DE POTÊNCIA ÁREA VELOCIDADE VALOR DE k CV m 2 m/s 0, kW m 2 m/s 0, kW m 2 km/h 0, hp pé 2 m.p.h. 0, kW pé 2 m.p.h. 0, Adaptado de Golding(1955) APENAS UMA FRAÇÃO DO POTENCIAL DISPONÍVEL SE TRANSFORMA EM TRABALHO ÚTIL. SEGUNDO BETZ(1922): APENAS UMA FRAÇÃO DO POTENCIAL DISPONÍVEL SE TRANSFORMA EM TRABALHO ÚTIL. PERDAS OCORREM DEVIDO A : PERDAS OCORREM DEVIDO A : POTÊNCIA DE ATRITO, VARIAÇÃO DA VELOCIDADE, TIPO DE ROTOR E POR QUESTÕES ERODINÂMICAS. A ESSA FRAÇÃO DEU-SE O NOME DE COEFICIENTE DE EFICIÊNCIA MÁXIMA - Cp (VARIA DE 0,3 A 0,4) (VARIA DE 0,3 A 0,4)

8 OUTROS ESTUDOS EM AEROMOTORES DE ÁRVORES HORIZONTAIS E DE PÁS DEMONSTRARAM QUE HÁ LIMITES NAS RELAÇÕES ENTRE: VELOCIDADE ANGULAR (  ), RAIO DO ROTOR (R) E VELOCIDADE DO VENTO V VELOCIDADE DO VENTO V A RELAÇÃO ÓTIMA ENTRE ESSAS VARIÁVEIS É : . R / V = 0,9 ASSIM, A EQUAÇÃO DE POTÊNCIA MECÂNICA- Pm OBTIDA É EXPRESSA POR: Pm = Cp. k. A. V 3 Pm = Cp. k. A. V 3

9 EXEMPLO APLICATIVO: AVALIAR O POTENCIAL EÓLICO(Pe) EM cv, A POTÊNCIA MECÂNICA OBTIDA (Pm), EM cv; A VELOCIDADE DO ROTOR, EM rpm; E O TORQUE(T), EM mkgf DESENVOLVIDOS POR UM AEROMOTOR TIPO BETZ NO.2, CUJO COEFICIENTE DE POTÊNCIA MÁXIMA (Cp) = 0,35; PARA UMA VELOCIDADE NOMINAL DO VENTO (V) = 5,9 m/s E COM UM DIÂMETRO UM AEROMOTOR TIPO BETZ NO.2, CUJO COEFICIENTE DE POTÊNCIA MÁXIMA (Cp) = 0,35; PARA UMA VELOCIDADE NOMINAL DO VENTO (V) = 5,9 m/s E COM UM DIÂMETRO DA RODA-DE-PÁS(D)= 3,95 m. DA RODA-DE-PÁS(D)= 3,95 m. 1. CÁCULO DA ÁREA DA RODA-DE-PÁS(A): A = PI. D 2 / 4 = 3, ,60 / 4 = 12,25 m 2 A = PI. D 2 / 4 = 3, ,60 / 4 = 12,25 m 2 2. CÁLCULO DO POTÊNCIAL EÓLICO (Pe) EM cv: Pe = k. A. V 3 k = 0, (tabela) Pe = k. A. V 3 k = 0, (tabela) Pe = 0, ,25 m ,38 m/s Pe = 0, ,25 m ,38 m/s Pe = 2,20 cv Pe = 2,20 cv

10 3. CÁCULO DA POTÊNCIA MECÂNICA OBTIDA (Pm): Pm = Cp. Pe Pm = Cp. Pe Pm = 0,35. 2,20 cv = 0,77 cv Pm = 0,35. 2,20 cv = 0,77 cv 4. CÁLCULO DA VELOCIDADE DO ROTOR (N): Para rotor tipo Betz no.2, tem-se que : Para rotor tipo Betz no.2, tem-se que : . R = 0,9. V . R = 0,9. V  = 2. . n (rps)  = 2. . n (rps)ASSIM: 2. . n. R = 0,9. V 2. . n. R = 0,9. VPORTANTO: n = 0,9. V / 2. . R n = 0,9. V / 2. . R

11 MAS O PROBLEMA PEDE A ROTAÇÃO EM rpm! PORTANTO: N(rpm) = n(rps). 60 N(rpm) = (0,9. V / 2. . R). 60 PORTANTO: PORTANTO: N = (0,9. 5,9 m/s / 2. 3, ,975). 60 N = 25,67 rpm N = 25,67 rpm 5. CÁLCULO DO TORQUE (mkgf): QUAL É A EQUAÇÀO BÁSICA DE POTÊNCIA MECÂNICA, QUAL É A EQUAÇÀO BÁSICA DE POTÊNCIA MECÂNICA, (em cv)? (em cv)?  P = (2. . N. T) / (75. 60) PORTANTO:  T = (P ) / (2. . N) ASSIM: T = (0, ) / 2. 3, ,67) T = 21,48 mkgf

12 EXEMPLO: NUM CERTO LOCAL OBTEVE-SE OS SEGUINTES VALORES DE VELOCIDADES MÉDIAS DOS VENTOS: V (MILHAS/h) t (horas) POTENCIAL ENERGÉTICO EÓLICO ANUAL (V 3. t) , ,85 x ,00 x ,00 x 10 6 (máximo) ,00 x ,50 x ,92 x PARA UTILIZAÇÃO DE AEROMOTORES DEVE-SE OBSERVAR ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DOS VENTOS: - ALTITUDE ; m - A VARIAÇÀO DA VELOCIDADE, POR HORA DURANTE O ANO - VELOC. MÉDIA ANUAL:24 h/dia.365 dias/ano=8760 VALORES

13 PARA SELECIONAR UM AEROMOTOR, DEVE-SE ANALISAR: - POTENCIAL EÓLICO DO LOCAL: ALTITUTE; VARIAÇÃO DA VELOCIDADE, NO ANO; VELOC. MÉDIA PARA VÁRIOS NÍVEIS DE TEMPO E VELOCIDADE MÁXIMA INSTANTÂNEA. - CARACTERÍSTICAS DO AEROMOTOR: COEFICIENTE DE EFICIÊNCIA MÁXIMA; ÁREA DAS PÁS; VELOCIDADES DE ABERTURA E FECHAMENTO E RELAÇÃO W. R/ V Todos aeromotores de árvore horizontal, apresentam, velocidades como uma de suas especificações, as velocidades de ABERTURAFECHAMENTO. ABERTURA e de FECHAMENTO.

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16 S I S T E M A ? “É UM CONJUNTO DE PARTES COORDENADAS ENTRE SI, DE FORMA QUE CONCORRAM PARA UM CERTO RESULTADO” (LIMA & BARROSO, 1943) PROCESSO ? “É UMA SÉRIE DE FENÔMENOS QUE SE SUCEDEM E SÃO LIGADOS POR RELAÇÕES DE CAUSA E EFEITO; SÃO DIVERSOS PERÍODOS DA EVOLUÇÃO DE UM SISTEMA”. (LIMA & BARROSO, 1943) OS SISTEMAS ESTABELECIDOS SÃO RESPONSÁVEIS PELOS PROCESSOS. OS SISTEMAS ESTABELECIDOS SÃO RESPONSÁVEIS PELOS PROCESSOS. A RECÍPROCA NÃO É VERDADEIRA!

17 -PROCESSO DE SEMEADURA EM UM SISTEMA - MECANIZADO -PROCESSO DE COZIMENTO DE FEIJÃO EM PANELA - DE PRESSÃO EXEMPLOS: 1 - SISTEMA DIGESTIVO APRESENTA MUITAS PARTES DISPOSTAS DE FORMA ORGANIZADA. É O LOCAL DISPOSTAS DE FORMA ORGANIZADA. É O LOCAL PROVEDOR DE CONDIÇÕES PARA QUE OCORRAM OS PROVEDOR DE CONDIÇÕES PARA QUE OCORRAM OS PROCESSOS DIGESTIVOS COM OBJETIVOS PROCESSOS DIGESTIVOS COM OBJETIVOS METABÓLICOS ESPECÍFICOS. 2 - MICROCOMPUTADOR É UM SISTEMA ELETRÔNICO DESENVOLVIDO PARA RESOLVER CERTOS PROBLEMAS. DESENVOLVIDO PARA RESOLVER CERTOS PROBLEMAS. O OPERADOR É O RESPONSÁVEL PELOS PROCESSOS DE O OPERADOR É O RESPONSÁVEL PELOS PROCESSOS DERESOLUÇÃO.

18 BIBLIOGRAFIA BÁSICA GERAL: Mialhe, L.G. Máquinas motoras na agricultura. v.1. EPU. São Paulo. 289 p Hinrichs, R.A. Energy. Cap. 8. Sauders College Publishing. New York. 540 p


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