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PEDRO LABOURÉ Pai de Santa Catarina MADALENA GONTARD GONTARD Mãe de SantaCatarina.

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4 PEDRO LABOURÉ Pai de Santa Catarina MADALENA GONTARD GONTARD Mãe de SantaCatarina

5 2 Quando tinha apenas nove anos, Catarina perdeu a mãe. Após o funeral, a menina subiu a uma cadeira no seu quarto, tirou uma imagem de Nossa Senhora da parede, beijou-a e pediu-lhe que Ela a partir daquele momento fosse a sua mãe.

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8 A partir de então, a menina passou a levantar- se todos os dias às quatro horas da manhã, para participar na Eucaristia e rezar na igreja da aldeia mais próxima. Apesar dos inúmeros afazeres, não descuidava da sua vida espiritual.

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12 Porém, assustada, Catarina retirou-se do recinto sagrado e foi visitar um doente.

13 “Minha filha, é bom visitar os doentes; você, um dia, me procurará. Deus tem seus desígnios sobre você. Não O esqueça!”

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16 Mas Pedro Labouré pai de Catarina não queria ouvir falar disso.

17 Já bastava ter dado uma filha a Deus, e ele tinha muito amor a Catarina. Para distraí-la dessa ideia, mandou-a para Paris, para ajudar o irmão que tinha lá uma pensão. Foi uma provação para ela ver-se no meio dos rudes clientes do estabelecimento, o que a fez redobrar a oração para manter a pureza de coração e o fervor de espírito.

18 Uma cunhada – convidou-a para ir para sua casa, em Chatillon, onde mantinha uma escola para moças. Ali, Catarina podia ir frequentemente à casa das Filhas da Caridade, que ficava perto. E foi nessa casa religiosa que ela entrou a 22 de Janeiro de 1830, quando seu pai lhe deu finalmente a autorização para o fazer. Catarina tinha então 24 anos de idade.

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20 Depois de passar pelo postulantado em Chatillon, Catarina foi mandada para o noviciado na Casa-mãe das Filhas da Caridade, na Rue du Bac, em Paris.

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22 Nesses dias, a comunidade fazia uma novena preparatória para a trasladação das relíquias de São Vicente de Paulo.

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26 Na véspera da festa de São Vicente, ainda em 1830, a Mestra de Noviças tinha feito uma palestra sobre a devoção aos santos, e especialmente a Nossa Senhora. Isso despertou no coração da Irmã Catarina o desejo de ver a Mãe de Deus.

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28 Quando foi deitar-se, pegou um pedacinho de uma sobrepeliz de São Vicente, que a Mestra tinha dado como relíquia às noviças, e engoliu-o, julgando assim que São Vicente poderia alcançar- lhe essa graça.

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30 •Quando tudo estava tranquilo e todas dormiam, às onze e meia da noite, a Irmã Catarina ouviu uma voz de criança que a chamava.

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32 “Vem à capela. A Santíssima Virgem espera-te”. Abriu o cortinado do leito e viu um menino de uns cinco anos de idade, que lhe disse: “Vem à capela. A Santíssima Virgem espera-te”. Catarina vestiu- se rapidamente e seguiu a criança até à capela, que estava iluminada como para a Missa de Natal.

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34 •O menino, que era o Anjo da Guarda de Catarina, conduziu- a ao presbitério, para junto da cadeira do Padre Diretor.

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36 Aí, ela ajoelhou-se.

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38 •Depois de um tempo que lhe pareceu longo, ouviu o ruído do roçagar de um vestido de seda, e a Santíssima Virgem veio sentar-se na cadeira. Conta-nos Catarina: “Ela disse-me como eu devia proceder para com o meu diretor, como devia proceder nas horas de sofrimento e muitas outras coisas que não posso revelar”.

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40 •Essas coisas que ela não podia contar em 1830, revelou-as depois: “Várias desgraças vão cair sobre a França; o trono será derrubado; o mundo inteiro será assolado por desgraças de toda sorte.

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42 Referiu-se, em seguida, a outros acontecimentos que ocorreriam num futuro mais distante, prevendo com 40 anos de antecedência as agitações da Comuna de Paris e o assassinato do Arcebispo; Maria prometeu uma proteção especial, nessas horas trágicas, para os filhos e as filhas de São Vicente de Paulo.

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44 REVELAÇÃO DA MEDALHA MILAGROSA.

45 No dia 27 de Novembro de 1830, Catarina tinha acabado de fazer a leitura da meditação, na capela, quando ouviu o característico roçagar de um vestido de seda.

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47 Olhou para o lado, e viu Nossa Senhora vestida de branco, sobre um meio globo. Tinha nas mãos um globo dourado, e olhava para o Céu.

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49 “De repente — narra Catarina — vi anéis nos seus dedos, cobertos de pedras preciosas, umas maiores e mais belas do que as outras, das quais saíam raios que eram, também, uns mais belos que os outros”. Nossa Senhora explicou-lhe que tais raios simbolizavam as graças que derramava sobre as pessoas que as pediam.

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51 Continua Catarina: “Formou-se um quadro em torno da Santíssima Virgem, de forma oval, no alto do qual estavam escritas, com letras de ouro, estas palavras....

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53 Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!”

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55 Ao mesmo tempo, uma voz disse- lhe para mandar cunhar uma medalha conforme aquele modelo, com a promessa de que as pessoas que a trouxessem ao pescoço receberiam muitas graças, “principalmente as que a trouxessem com inteira confiança”. Instantes depois, o quadro girou sobre si mesmo, e Catarina viu o reverso da medalha.

56 Catarina perguntou a Nossa Senhora a quem recorrer para cunhar a medalha. A Mãe de Deus respondeu-lhe que deveria procurar o seu confessor, o Pe. João Maria Aladel: “Ele é meu servo”.

57 Padre Aladel

58 No início, o Pe. Aladel não acreditou no que Catarina dizia; mas, após dois anos de insistência, ele procurou o Arcebispo, que ordenou em 20 de Junho de 1832 que fossem cunhadas duas mil medalhas.

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60 O modo como se difundiram as medalhas foi tão prodigioso, juntamente com um grande número de graças operadas, que a medalha passou a ser conhecida como Medalha Milagrosa.

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62 No fim de Junho, as primeiras medalhas ficaram prontas e começaram a ser distribuídas entre os doentes atingidos por este flagelo A partir desse momento a peste começou a abrandar, e tiveram início, em série, os prodígios que em poucos anos tornariam a Medalha Milagrosa mundialmente célebre.

63 Enquanto isso, Catarina Labouré levava sua vida normalmente.

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65 Cuidava da horta, do galinheiro e de seus afazeres cotidianos.

66 VISITAVA OS POBRES E DOENTES...

67 Mas a missão de Catarina Labouré estava quase cumprida.

68 Aos 46 anos que lhe restaram de vida, passou- os como uma humilde Irmã, da qual praticamente nada havia para dizer.

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70 Só quando se aproximou a sua morte, em 1876, a sua superiora soube que fora ela a Irmã privilegiada que recebera aquela sublime missão.

71 Irmã Catarina morre no dia 31 de Dezembro de 1876.

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73 Cinquenta e seis anos após sua morte, o corpo de Catarina foi encontrado inteiramente incorrupto, e ainda se encontra hoje na capela das Filhas da Caridade, na Rue du Bac, em Paris.

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77 Ela foi beatificada pelo Papa Pio XI em 1933

78 Reconhecida Santa por Pio XII no dia 27 de julho de 1947

79 Ó MARIA CONCEBIDA SEM PECADO, ROGAI POR NÓS QUE RECORREMOS A VÓS!


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