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1 2 3 4 5 6 s Graus para o Inferno..... Se Quatro Anos para um Futuro Próspero ou.

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2 s Graus para o Inferno..... Se

3 Quatro Anos para um Futuro Próspero ou

4 Laboratório de Engenharia Ecológica e Informática Aplicada Universidade Estadual de Campinas UNICAMP Faculdade de Engenharia de Alimentos E. Ortega A. N. R. Costa 1712 – 2012 Capitalism Model based perpetual growth, oppression and untruth. Victim of its own pollution and global warming. After that the humanity can live with: Harmony, responsibility, renewable consumption and healthy relationship with nature.

5 Progresso da Ciência Ciência Antiga Mitos Religião Grécia Roma Bizâncio Islã Idade Média Iluminismo Revolução Industrial Cultura Moderna China Crescente Fértil Egito Do Mundo Fechado Ao Universo Infinito Astronomia e Matemática Ptolomeu Newton Einstein Galileu Kepler Capitalismo (ciência utilitária) “O quê ocorre após a noite cair? Está escrito pelo destino que devemos correr para o fim?“ Píndaro, Poeta Lírico Grego (c AC) Índia América Ciência sistêmica com compromisso com a verdade

6 Revolução Científica Século XVII Progresso da Ciência Física Teoria dos Sistemas Astronomia Matemática QuímicaBiologia O Infinitamente Grande O Infinitamente Pequeno O Infinitamente Complexo Geologia Climatologia Paleoclimatologia Ecologia Arqueologia Ciência Moderna Dinâmica dos Sistemas Sistemas Complexos Sistemas Abertos Modelos de Mundo Ciência Antiga Críticas aos Sistemas do Mundo

7 A Expansão do Capitalismo Modelo Mental

8 Nação Central Países periféricos Conexões fortes entre os setores de Ideologia e as Empresas Multinacionais do Centro e da Periferia $ Economia atual: Ampliação da Pirâmide Energia fóssil e matérias primas Governo Governos Operários Agricultores Ideologia e Cultura Força Militar Companhias Multinacionais Pequenas empresas Classes médias Pessoas desempregadas

9 Modelo mental do Capitalismo O crescimento da produção total (PIB) maximiza o bem- estar humano Quando um recurso se esgota se substitui por outro. O crescimento econômico é a maior prioridade para manter os lucros das empresas. As forças de mercado alocam os recursos e as pessoas para o seu melhor uso. Suposições básicas Os recursos do meio ambiente são ilimitados e absorvem os impactos produzidos. A expansão a procura de lucros altos e rápidos destrói sistemas que são sustentáveis em todas partes do mundo. A vantagem competitiva e a economia de escala são possíveis porque os impactos sócio-ambientais (perda de serviços ambientais e externalidades negativas) não são penalizados. O critério do crescimento do PIB leva a destruição dos ativos ambientais da Biosfera e coloca em risco o futuro da humanidade. Hoje o Capitalismo destrói o Cerrado e a Amazônia. A economia de mercado gera êxodo para favelas e promove o consumo suntuoso e insustentável dos ricos. Não há substituição possível para a espécies extintas incluso o homem. Os problemas não podem ser resolvidos nos limites da mentalidade que os criou Albert Einstein

10 O Amadurecimento é um Estágio Garantido em uma Revolução Industrial ?

11 Revolução Industrial Efeitos da Revolução Industrial

12 Revolução Industrial Efeitos da Revolução Industrial População Mundial em Bilhões Concentração de CO 2 em ppm 6,5 bilhões, bilhões, 2050 Corporações Multinacionais Era da Informação Revolução Industrial Agricultura química Iluminismo População e Concentração de CO Anos

13 Total Petróleo Carvão Gás Natural Produção de Cimento Emissões Globais de CO2 por Combustíveis Fósseis Toneladas Métricas de Carbono/Ano A Expansão do Capitalismo O Forte Braço do Combustível

14 Revolução Industrial A mudança climática esta vinculada a industrialização Efeitos da Revolução Industrial

15 * Não Existe Naturalmente e é Gerado pelo Homem Gás EstufaFórmula Química Concentração Pré-Industrial Concentração em 1994 (% Aumento) Concentração Atual (% Aumento) Fonte Humana Dióxido de Carbono CO ppm358 ppm (30%) 377,3 Queima de Combustível Fóssil Alteração no Uso da Terra Produção de Cimento Metano CH ppb1721 ppm (240%) Combustíveis Fósseis Rice Paddies Aterros Sanitários Óxido Nitroso N2ON2O 275 ppb811 ppb (150%) - Fertilizantes Processos Industriais Queima de Combustível Fóssil Hexafluoreto de Enxofre SF 6 * 00,032 ppb- Fluido Dielétrico Efeitos da Revolução Industrial

16 Quem e o Quê Regula o Clima? Lições do Passado Alteração na Temperatures (ºC) Milhares de Anos Antes de Hoje Pequena Era do Gelo Máximo do Holoceno Causas Tectônicas –Distribuição dos Continentes Deslocamentos Continentais –Atividade Vulcânica Submarina Espalhamento do Fundo do Mar Causas Astronômicas –Órbita Elíptica da Terra Ciclo de 21,000 Anos – Precessão dos Equinócios –Variação na Órbita da Terra Ciclo de 41,000 Anos: +/- 1,5% –Variação na Energia Solar Ciclo de 100,000 Anos Causas Atmosféricas –Retenção de Calor Efeito Estufa –Refletividade Solar Nuvens, Poeira Vulcânica, Capas de Gelo Polares

17 Lições do Passado: Gráfico de Al Gore A condição atual é de anomalia grave! Ciclos de anos

18 Dados dos Núcleos de Gelo de Vostok National Geophysical Data Center Anos Antes de Hoje (x 1000) Temperatura (ºC +/- Normal) Dióxido de Carbono (partes por milhão) Existe uma correlação entre CO 2 e temperatura! O Quê e Quem Faz o Clima? Lições do Passado

19 Nos continentes e nos oceanos as observações científicas realizadas desde 1970 mostram que os sistemas naturais estão sendo afetados pelas mudanças climáticas (principalmente a temperatura). Principais Conclusões do IPCC Uma adaptação muito rápida é necessária para reduzir a vulnerabilidade à mudança climática. Há barreiras, limites e custos que ainda não conhecidos. A vulnerabilidade à mudança climática pode ser exacerbada por outros fatores de estresse. Um portfólio com medidas de adaptação e mitigação pode diminuir os riscos associados à mudança climática.

20 C 1999 Addison Wesley Longman Inc. O Impacto Atual Fenômeno biológico NAm %92% AL % 100% EUR ,115 94%89% AFR % Asia % 100% A & NZ % - TER ,586 94%90% RP* % 100% MAD** % 99% Global ,671 94%90% Milhões de Anos Passados Precambriano Cambriano Ordoviciano Siluriano Devoniano Carbonífero Permiano Triássico Jurássico Cretáceo Terciário Paleozóico Mesozóico Ceno- zóio Taxa de Extinção Extinções do Permiano Número de Famílias Extinções do Cretáceo Taxa de Extinção (% of Famílias que Desapareceram ( ) Fenômeno físico Percentagem de Alterações Significativas Observadas Consistentes com Aquecimento Número de Alterações Significativas Observadas Percentagem de Alterações Significativas Observadas Consistentes com Aquecimento Qual é o Consenso Atual do IPCC? *RP – Regiões Polares **MAD Mares e Água Doce Número de Famílias ( ) Extinções do Antropoceno

21 Informação específica em relação à natureza dos impactos futuros está disponível para uma grande variedade de sistemas, incluindo temas não cobertos nas avaliações prévias. Principais constatações do IPCC Estão ocorrendo mudanças na intensidade e na freqüência de fenômenos climáticos extremos. Eventos de grande escala podem causar impactos intensos ao final do século XXI. Os impactos da mudança climática variarão regionalmente, eles imporão custos anuais crescentes durante o processo de aumento das temperaturas globais. O Desenvolvimento Sustentável pode reduzir a vulnerabilidade à mudança climática, e a mudança climática pode prejudicar a habilidade das nações em encontrar o caminho em direção ao desenvolvimento sustentável.

22 Um pouquinho mais quente... ou muito mais quente!? Se no passado o aquecimento de 6 graus causou extermínio, o novo aquecimento pode ter um efeito similar?

23 PALEOZÓICO CENOZÓICO Milhões de Anos Passados © 1999 Addison Wesly London, Inc. MEZOZÓICO Temperatura (ºC) Anos Passados x x10 3 1x De Volta para o Futuro x10 6 1x x10 3 1x x10 6 1x10 570

24 EOCENO (Antropóides) [CO 2 ] = 210 ppmv [CO 2 ] = 340 ppmv 2050 ppmv CENOZÓICOMEZOZÓICO TRIÁSSICO JURÁSSICO CRETÁCEO TERCIÁRIO QUATERNÁRIO PALEOCENO OLIGOCENO MIOCENO PLIOCENO (Hominídeos) PLEISTCCENO HOLOCCENO (Eve) ESCALA DO TEMPO GEOLÓGICO E DENSIDADE DE DIÓXIDO DE CARBONO ERA PERÍODO EPOCA HOJE Milhões de Anos antes do Presente 4, > 5000 ppmv [CO 2 ] = 350 ppmv > 2000 ppmv [CO 2 ] 378 ppmv 280 ppmv PALEOZÓICO PRECAMBRIANO CAMBRIANO ORDOVICIANO SILURIANO DEVONIANO CARBONÍFERO PERMIANO MISSISSIPIANO PENSILVANIIANO

25 Iniciando o Aquecimento 1ºC O deserto adormecido retorna Monções umedecem a África Central Começa o degelo no Ártico Perigo nos Alpes Furacões no Atlântico Sul Atóis Submersos

26 O Calor Sobe 2ºC Cidades sedentas A temperatura mata na Europa O Mediterrâneo vira deserto Os corais somem no mar ácido As capas de gelo desaparecem junto com o último urso polar Alimentando oito bilhões com menos terras Verão silencioso (sem biodiversidade)

27 Realimentando o Inferno 3ºC O Ponto sem Retorno? O perigo do Plioceno se repetir Um Niño mais forte A morte da Amazônia Um Novo Ártico Sem geleiras o Rio Indo deixa de correr Nova Iorque inundada As tempestades se concentram na Europa Doenças se espalham Produzindo alimentos na estufa

28 Dentro do Inferno 4ºC Morte do Nilo e seus dependentes A fragmentação da Antártica As areias tomam a Europa Migração para os Pólos A Roleta Siberiana: o degelo intenso do permafrost

29 Revivido no Inferno 5ºC Um Novo Mundo (sem vida) Explosões dos hidratos de metano (como no passado) junto com Tsunamis Um cenário difícil para a sobrevivência da Humanidade

30 Extinção em Massa do Antropoceno 6ºC Condições do Cretáceo (sem condições para a vida como hoje a conhecemos) Algo parecido ao que ocorreu ao final do Permiano (a grande extinção)

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32 1712 – 2012 Capitalism Model based on perpetual growth, oppression and untruth Victim of Its Own Pollution and Global Warming Now the humanity can live with: Harmony, responsibility, renewable consumption, healthy relationship with nature

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34 Estratégias locais para mudanças globais Todos os Lugares Todos os Níveis Auto-mobilização: a parte interessada inicia a avaliação e o controle do processo, contratando assistência de terceiros quando necessário. Parcerias: as partes interessadas atuam igualmente como parceiras no processo, contribuindo com recursos e tendo a propriedade dos resultados. Participação: as partes interessadas colaboram no processo conduzido por um terceiro e são dependentes de recursos externos, mas pode agir a fim de assegurar processo e resultados relevantes. Consulta: os participantes são consultados pelos pesquisadores para fornecer informações que depois será utilizada para adequar o processo de avaliação. Informação: as partes interessadas são envolvidas em entrevistas ou questionários, mas não têm qualquer influência sobre o processo. Catalisando Mudanças: as partes interessadas usam sua experiência para influenciar outras interessados e avaliações posteriores.

35 A Perspectiva Cósmica? Sistemas Abertos A Condição Atual Impõe uma Visão Diferente e Urgente

36 Mostrando o Futuro Ombros de Gigantes? Odum Lovelock Forrester Cohen LynasFlannery IPCC Gunther Comunidade Científica

37 Há uma Política para o Clima? DEGREE CHANGE TEMPERATURA EM CELSIUS AÇÃO NECESSÁRIAMETA PARA CO 2 Um Grau ºCProvável Incapacidade de Evitar a Mudança 350 ppm (*) Dois Graus1.1 – 2.0ºCPico Global de Emissão em ppm Limiar para a Realimentação do Ciclo do Carbono? Três Graus2.1 – 3.0ºCPico Global de Emissão em ppm Limiar para Realimentação do Metano da Sibéria? Quatro Graus3.1 – 4.0ºCPico Global de Emissão em ppm Cinco Graus4.1 – 5.0ºCPermitido o Aumento Constante de Emissões 650 ppm Seis Graus5.1 – 6.0ºCAltos Níveis de Emissão Permitidos 800 ppm (*) O Nível Atual é 380 ppm

38 Rumo ao declínio de forma prospera Mudança Contemporânea Pico econômico por causa do esgotamento da Biosfera A Redução já Ocorre: Podemos Agir ou Deixar que as Leis Causais dos Sistemas Ajam Início de um Longo Processo de Reorganização que Levará a uma Economia Menor Baseada em Recursos Renováveis

39 Livros Contraditórios sobre o Futuro: Colapso x Boom Perpétuo Parte dos recursos da Terra em declínio Realidade Presente Não está claro que o Pico tenha chegado Flutuações de curto prazo podem mascarar a tendência de longo prazo O Dinheiro Circula Mais Rapidamente pelo Mercado de Capitais, sem Produzir Riqueza Real Surto em Computadores e Comunicação junto com Desperdício Patológico

40 Educação falha ao focar o Curto Prazo. Formadores de Opinião encorajam a Política de Crescimento estabelecida Tendências Autores que conhecem a conexão causal entre Energia Fóssil, Materiais e Crescimento esperam o Declínio...mas Quando? Quanta Energia Fóssil e Minerais ainda jazem no Subsolo? Necessidade de Grupos de Trabalho em Todos os Níveis para Planejar a Transição Pregar o Não Crescimento Parece Suicídio Político O Paradigma do Crescimento é uma atitude global compartilhada. Como mudá-la?

41 Percepção Pública A Crise do Petróleo nos Anos 1970, deu uma idéia momentânea de um Futuro com Recursos Limitados Diminuir de tamanho antes da necessidade é contrário aos Princípios Fundamentais da Energia Poucas pessoas entendem as mudanças individuais que são necessárias devido as mudanças em larga escala Poucos acreditam que outros princípios além daquele do Livre Mercado controlam a Economia Global O Tecido Social está sendo desgarrado pelas diferenças que se acentuam devido a maior Individualismo e Competição Maior – e não menor – Coordenação por parte do Governo é necessária para adaptar a Sociedade para os Novos Estágios que seguirão

42 Percepção Pública Muitas pessoas não estão satisfeitas e estão ficando mais abertas à compreensão das raízes do problema e da mudança necessária Em geral não se acredita que os Seres Humanos, a Economia e o Ambiente atuem sob Princípios Gerais Uma qualidade de nossa espécie é a capacidade de reprogramar seus Ideais e Objetivos quando se torna aparente para a maioria que isso é necessário A Crença na Liberdade de Escolha, a Fé no Livre Mercado e o Passado Recente reforçam a idéia de que o Crescimento é o caminho para o Futuro Já se reconhecem como Novos Ideais: a Complexidade, a Cooperação, a Diversidade e a Adaptação Ambiental

43 Percepção Pública A Mudança Social é estabelecida por Eventos que ocorrem no Ciclo Recursos-Civilização O Mecanismo de Acumulação de Estoques de Materiais, Energia e Informação seguido de um Pulso de Consumo (Crescimento) se aplica também à Opinião Pública A consciência da necessidade de mudança se acumula pouco a pouco até atingir um Limiar em que o Grupo Muda de Atitude Estamos agora em uma Fase de Acumulação de novas atitudes em relação à Reversão e ao Declínio? Os Movimentos Sociais assumem que a Mudança depende de uma Escolha da Humanidade, ou será o contrário?

44 Produtores Consumidores Crescimento Clímax Tempo Princípios SistêmicosPulsos e Ciclos Tempo Ativos Estágio 1 Crescimento Estágio 3 Declínio Estágio 4 Recupera- ção em Baixa Energia Estágio 2 Clímax e Transição Visão clássica de clímax e sustentabilidade, onde o crescimento é seguido de um regime permanente Ciclo Típico onde o pulso de ativos do consumidor se alterna com a restauração produtiva de recursos Reservas de Recursos Ativos Paradigma do Pulso

45 Estágio 1 Crescimento Competição por Recursos Seleção: Poucos Prevalecem sobre seus Competidores Crescimento Rápido de Todo o Sistema Cada Estágio do Ciclo Tem Uma Política Adequada

46 Consumo dos Recursos Assim que Disponibilizados Máximo Desempenho x Máxima Eficiência – Maturidade Organização Hierárquica Reforço da Retro-Alimentação dos Processos Produtivos Diversidade e Complexidade Aumentam Cooperação e não Competição Grande Concentração de Informação Estágio 2 Clímax e Transição Cada Estágio do Ciclo Tem Uma Política Adequada

47 Estágio 3 Declínio Ativos Diminuem Estoques Disponíveis Menores, ou Surto de Destruição por Pulsos de Larga Escala A Queda pode ser Gradual ou Catastrófica Período de Baixa Energia: Diversidade e Informação devem ser Armazenadas para diminuir perdas Prioridade para Necessidades de Longo Prazo Maximização do Desempenho Cada Estágio do Ciclo Tem Uma Política Adequada

48  Produção do Ambiente maior que o Consumo  Aumento Líquido do Estoque: População Deve Diminuir  Atitudes de Crescimento Mínimo e Consumo Limitado  Reposicionamento da Crença Cultural sobre Crescimento  Pequenas Comunidades Dispersas  Uso Primário de Energia de Fontes Renováveis ou Lentamente Renováveis Estágio 4 Recuperação em Baixa Energia Cada Estágio do Ciclo Tem Uma Política Adequada

49 Hierarquia no Declínio Visão de Surto da Civilização Tempo Ativos Uso Baixo de Energia Clímax Hierarquia de Energia no Clímax Hierarquia de Energia com Menos Energia Transformidade Fluxo de Energia Grandes Realizações Perda de Funções

50 Capacidade de Suporte da População São necessários muitos anos para se obter o equilíbrio entre produção fotossintética das plantas, os solos e os organismos consumidores em um sistema fechado Biosfera 2 É essencial uma relação simbiótica entre o ecossistema que suporta à vida incluindo a população local Busca de um regime permanente para a população humana na Terra: Capacidade de Suporte Seria o tamanho da população de uma espécie (selvagem) que pode ser sustentada por área de um ecossistema que a suporta... para seres humanos é o número de pessoas que pode ser suportado pela área MAIS o suporte oferecido pelos recursos que são trazidos de outros lugares, geralmente por compra Biosfera 2

51 Sustentando Pessoas Políticas para a Transição Aumento da riqueza pela Redução do Consumo supérfluo Produção Trabalho Recursos locais Exportação Vendas Recursos importados $ $ $ $ Produção Trabalho Recursos locais Exportação Vendas Recursos importados $ Bens de Luxo $ $ $ $

52 Políticas para o Declínio Iniciando o Declínio O aprendizado em viver com menos energia e em uma economia menor já se iniciou Não há experiência moderna em declínio que possa ser seguida Ciclos Princípios Sistêmicos Registros Civilizações Passadas Analogia com Ecossistemas Inovações Contínuas Sinais de Inversão Limites de Recursos Colapso Energético Em lugar da negação Planejar um mundo melhor Onde se usa menos

53 Iniciando o Declínio Conotação Negativa Mudando a Cadência Habilidade Psico-social Homo Sapiens é capaz da mudança Cultural? As mudanças diárias de consenso sugerem que SIM È necessário o reposicionamento pela Comunicação Global A reversão de Atitude deve ocorrer em uma Geração Lembrar do que funciona com Recursos Escassos? Declínio não é Voltar aos Modos do Passado Educação – Liderança Política - Visionários Incentivar a Mudança de Atitude Evitar a Ineficiência da Tentativa e Erro Conhecimento compartilhado do Declínio Adotar Padrões de Sucesso Crescimento é bom Declínio é ruim

54 Políticas para o Declínio Iniciando o Declínio Reduzindo a População Manutenção do Padrão de Vida Oposição religiosa aos programas de controle da natalidade Estímulo cultural à formação de famílias grandes -> Crescimento Fatores limitantes: Recursos Mais recursos da Economia para atender necessidades básicas A população deve ajustar-se a taxa de Potência Mais gente: maior potência (ou produção) Fonte de Recursos População Processo Produtivo Potência emergética Retornos Decrescentes População Produção (Potência) Diagramas da produção de ativos pela população a partir de recursos: (a) Processo de produção; (b) Potência versus tamanho da população Menos recursos da Economia para o setor produtivo: Produção, Pesquisa e Inovação

55 Guia para o Declínio Ordenado 1.Fazer do Declínio Benéfico o propósito coletivo deste século. 2.Dedicar ao tema Aventuras sobre o Declínio programas de TV e trabalhos de literatura e arte. 3.Aceitar uma Pequena Redução Anual no uso da potência energética. 4.Manter um Uso Estável de Emergia por Pessoa através da Redução da População de forma humanitária. 5.Remover os Incentivos e Dogmas para a reprodução humana sem limites. 6.Reduzir Salários e Honorários o necessário para manter o Pleno Emprego. 7.Manter a relação Emergia-Dinheiro estável através do ajuste do dinheiro em circulação.

56 Guia para o Declínio Ordenado 8.Emprestar menos e Reduzir Expectativas de Lucro dos Mercados de Ações. 9.Criar Incentivos Econômicos para Redução do Consumo. 10.Desencorajar o Uso Improdutivo de Recursos através da Opinião Pública, Leis e Taxas. 11.Incentivar a recuperação do Ambiente. 12.Gerar e consolidar o conhecimento para preservação social e ambiental no longo prazo. 13.Priorizar o Respeito Internacional, a Cooperação Global e o Intercâmbio Justo.

57 Diagrama do Sistema da Terra: Ciclo Biogeoquímico e Papel da Economia Tecnológica Energia Usada Luz Solar Calor da Terra Marés Reciclagem e Dispersão de Materiais Economia Tecnológica Perdas, Resíduos Emissões Vulcânicas, Erosão Crosta Terrestre, Oceanos e Vegetação Montanhas Combustíveis, Minerais, Água TERRA A Rede Global Políticas para a Transição DDas Cidades-Estado às Nações DDas Nações aos Blocos AA Sociedade como um Sistema Único SSistemas Globais de Comércio, Previsão de Tempo IInterdependência Global AAumento da Eficiência – Evolução da Cooperação Estresse Ambiental Global EExcessos nos Lugares Errados CConexão Economia - Degradação FFalta consciência sobre Impactos AAlta Transformidade de Substâncias Tóxicas EEstudo sobre Emergia dos Resíduos PPurificação: Atmosfera/Oceanos/Vegetação

58 A Rede Global Políticas para a Transição Informação Global e Economia IInformação Pode Controlar a Economia mais do que a Economia Controla a Informação RRestrição de Informação: Inibição da Empotência Global – Sucesso Contínuo não é Possível DDinheiro para Produção da Informação deve ser menos Inibidor AAlta Transformidade e Flexibilidade Impedem a Regulação da Informação Organização do Mundo Padrão Homogêneo Inicial Hierarquia Emergente na Auto-Organização Predição com o Princípio da Hierarquia Compartilhamento da Informação Pluralismo Global e Migração

59 Balanço da Riqueza Comercializada Avaliado com Emergia* PaísEmergia Interna (%) Emergia Recebida Emergia Exportada Holanda234,3 Alemanha Ocidental104,2 Japão314,2 Suíça193,2 Espanha242,3 Estados Unidos772,2 Taiwan241,89 Índia881,45 Brasil910,98 República Dominicana690,84 Nova Zelândia600,76 Polônia660,65 Austrália920,39 China980,28 União Soviética970,23 Libéria920,151 Equador940,119 * Valores de diferentes anos da década de 1980 A Rede Global Políticas para a Transição Emergia e Intercâmbio Eqüitativo SSistema Global Maximiza Desempenho com Intercâmbio Eqüitativo CComércio Aumenta Produtividade - Cooperação BBenefícios da Emergia: Supera a Emergia do Transporte e Rearranjo IIntercâmbio de Riqueza Real com Base na Emergia Japão Estados Unidos Comércio $ 1 $ Fluxo de Emergia = 1,7 Fluxo de Emergia = 7,6 $ Comércio Não Eqüitativo Política Nacional de Exportação UUsar Matérias Primas e Commodities no País EEvitar Perda do Capital Natural Necessário para Sustentar a Produção Agricultura Industrial e Migração da População Rural para as Cidades AAgricultura Diversificada – Maior Consumo Interno – Mais Trabalho no Campo

60 Políticas para o Declínio Reorganizando Cidades Centro Antigo Principais Artérias Públicas de Transporte População Próxima aos Centros de Trabalho Centro Secundário (Nova Cidade) Centro Secundário (Nova Cidade) Anel Viário Áreas Verdes

61 Fontes Base Ambiental População e a Economia Centros de Informação Surto de Informação ao Fim do Milênio Transmitindo Conhecimento Convergindo, Concentrando Divergindo, Reforçando Área Intensidade energética

62 Informação Genética e Biodiversidade Suportado por uma Larga Base de Fluxo de Energia Muitas Transformações Diversidade e Informação

63 Nação Central Países periféricos Transformação necessária Governo Governos Operários Agricultores Ideologia e Cultura Força Militar Companhias Multinacionais Pequenas empresas Classes médias Pessoas desempregadas Países Sustentáveis

64 Obrigado !!!


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