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Avaliação e Intervenção do Serviço Social Cristiana Ferreira Assis Xavier Assistente Social Especialista em Gerontologia.

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1 Avaliação e Intervenção do Serviço Social Cristiana Ferreira Assis Xavier Assistente Social Especialista em Gerontologia

2 ENVELHECIMENTO SOCIAL

3 “ Eu não tinha essas mãos paradas, frias e mortas; Eu não tinha esse coração que nem se mostra; eu não dei por essa mudança tão certa, tão simples, tão fácil; Em que espelho ficou perdido minha face? ” (Cecília Meireles)

4 Envelhecimento Social É um processo freqüentemente lento que leva à progressiva perda de contatos sociais gratificantes. É um processo que se inicia em algum momento da vida de um dado ser humano, acentua-se em diferentes ocasiões e, através de avanços e recuos nem sempre muito precisos, pode levar à chamada “morte social”.

5 INDICADORES São os chamados “sinais”ou “sintomas” do envelhecimento social, vejamos os principais:

6 v Progressiva diminuição dos contatos sociais; v Distanciamento social; v Progressiva perda do poder de decisão; v Progressivo esvaziamento dos papéis sociais; v Gradativa perda da autonomia e independência; v Alterações nos processos de comunicação; v Crescente importância do passado.

7 QUAIS AS PRINCIPAIS CAUSAS QUE PODEM ACELERAR ESSE PROCESSO?

8 A fragilidade do próprio idoso; Perda do poder econômico do idoso; Perda da autoridade;

9 Dentre os fatores que contribuem para o envelhecimento social, convém destacar: * O Meio Ambiente * Degenerescências Físicas

10 Para qualquer idade, o ambiente exerce influência sobre os seus habitantes. O modo pelo qual cada indivíduo se sente em relação ao mesmo está diretamente relacionado aos seguintes aspectos:

11  A composição demográfica do meio ambiente;  Expectativas da sociedade;  Equipamentos sociais;  Condições de moradia.

12 Quanto ao 2º fator, as mudanças que ocorrem ao longo do processo de envelhecimento, destacamos: Progressivo “enfeamento” é um processo lento e sutil, produto direto de transformações, deformações e perdas; Perdas sensoriais são as perdas ou diminuição da visão, audição, etc; Declínio da memória pode resultar no afastamento total dos membros da família.

13 Assistência Social X Idoso De acordo com a Lei Orgânica de Assistência Social - LOAS nº 8.742, 7 de dezembro de 1993, que regulamenta a Constituição de 88 (artigos 203 e 204): ARTIGO 1º “A Assistência Social, direito do cidadão e dever do Estado, é política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações, de iniciativa pública e da sociedade,para garantir o atendimento às necessidades básicas.” SUAS – SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL /CRAS

14 1. O Profissional : O assistente social é aquele profissional que atua na elaboração, junto ao paciente e seu entorno social, de estratégias de inclusão destes no usufruto de seus direitos e de mobilização para seu protagonismo e empoderamento. 2. A Intervenção : A intervenção do assistente social se dá a partir do conhecimento aprofundado do contexto sócio-econômico, cultural e familiar do cliente/família com a finalidade de possibilitar a elaboração do diagnóstico social, tendo em vista um plano de ação.

15 A intervenção do Serviço Social remete a reflexões e tomadas de decisão sobre os diversos aspectos que envolvem a saúde do idoso, acesso ao tratamento e garantia de seus direitos na participação desse processo.

16 Objetivo da Intervenção “Prestar assistência às situações problema, mas também promover a prevenção de problemas sociais, a reabilitação e a reinserção social de pessoas, grupos ou comunidades.” Queiroz e Lemos

17 Algumas variáveis relevantes a respeito da realidade do idoso: Meio Rural ou Urbano Classe Social/ O Poder Econômico e político O Grupo Profissional A Cultura A Ideologia Dominante

18 Procedimentos Metodológicos - Instrumentais: Entrevistas de avaliação e orientação com a pessoa idosa e familiares/representantes legais Acompanhamento e estudo interdisciplinar de caso Encaminhamentos – inserção na rede de suporte social Visita técnicas domiciliares e institucionais Trabalho com grupos: pessoas idosas, familiares, cuidadores

19 Avaliação Sócio-Familiar O Protocolo de Avaliação Sócio-familiar é um instrumental que possibilita ao profissional, dimensionar a demanda, a realidade e os recursos e estratégias já existentes. Na avaliação para intervenção sócio-familiar são considerados os seguintes aspectos sobre a realidade do paciente: Dados de identificação pessoal da pessoa idosa; Quadro clínico e história de vida; Identificação da demanda e solicitante; Ambiente físico/ Situação habitacional; Composição e dinâmica familiar; Situação financeira, previdenciária e assistencial do paciente e da família (residente e não residente);

20 Nível de autonomia e independência da pessoa idosa; Necessidades e recursos para assistência à pessoa idosa; Dados sobre o cuidador; Riscos sociais; Identificação do técnico, local e data da entrevista, observações gerais sobre o processo da entrevista; Parecer técnico.

21 IDOSO A Família Relações Sociais prévias e atuais O meio em que vive Situação sócio-econômica História Laboral e a Aposentadoria IDOSO A Família O meio em que vive Situação sócio-econômica A Família

22 4. Encaminhamento a recursos e à Rede de Serviços Para o alcance aos serviços e recursos já existentes, o profissional deve facilitar o acesso e garantir a acolhida da demanda pelos serviços- “encaminhamento responsável”. Para tanto deve conhecer a rede sócio-assistencial do município e recursos disponíveis, aliando o nível de complexidade da necessidade à modalidade do serviço ou recurso dentro de uma perspectiva de rede e sistema intersetorial e descentralizado

23 Deve-se buscar uma intervenção que compreenda os indivíduos inseridos em seus contextos sócio-familiares; Contribuir para a divisão de responsabilidades entre o idoso, a família, o Poder Público

24 Garantias legais e órgãos de defesa de direitos: Promotorias, Delegacia, Conselho, Defensoria ou Serviços Jurídicos. Em termos de marcos legais, a legislação mais atual e fundamental utilizada é a Política Nacional do Idoso e o Estatuto do Idoso. Nessa legislação, para a intervenção do Serviço Social, podem ser destacados como principais bases para o trabalho, os seguintes pontos: Preservação dos vínculos familiares; Responsabilização das famílias; Direitos garantidos: fundamentais e de proteção; Qualidade e disponibilidade de recursos; Existência e articulação da rede assistencial: pública, privada, ONGs, famílias, rede solidária.

25 “Todas as ações em saúde do idoso, como o previsto na referida Política, devem objetivar ao máximo manter o idoso na comunidade, junto à sua família, da forma mais digna e confortável possível. Seu deslocamento para um serviço de longa permanência, seja ele um hospital de longa permanência, asilo,casa de repouso ou similar, pode ser considerada uma alternativa, somente quando falharem todos os esforços anteriores (Galinsky, 1993).”


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