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Papel de C oordenadores e Técnicos na Execução das Ações no PBSM.

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Apresentação em tema: "Papel de C oordenadores e Técnicos na Execução das Ações no PBSM."— Transcrição da apresentação:

1 Papel de C oordenadores e Técnicos na Execução das Ações no PBSM.

2 O que os técnicos de ATER do PBSM vão fazer? Orientar as famílias de agricultores familiares em situação de extrema pobreza, para ajudá-las a superar essa condição por meio da inclusão produtiva e social. Inclusão produtiva: Auxiliar as famílias para desenvolverem atividades que ampliem a segurança alimentar e gerem renda, contemplando a participação de jovens e mulheres. Inclusão social: Levantar demandas de todos os integrantes das famílias sobre políticas públicas universais (educação, saúde, água, esgoto) e políticas de transferência de renda (Bolsa Família, BPC, Aposentadoria Rural); Mobilizar e informar as famílias para acessarem as políticas.

3 Quais as atividades específicas que os técnicos vão executar diretamente? Diagnóstico das famílias Elaboração do projeto de estruturação produtiva, em conjunto com a família Orientações técnicas para implantação do projeto Visitas e laudos de acompanhamento Atividades coletivas com grupos de famílias Preenchimento do sistema

4 O que o técnico faz, além do diagnóstico, de ajudar a elaborar o projeto e orientar sua implantação? Identifica gargalos tecnológicos para os sistemas de produção e encaminha questões para o coordenador Sistematiza dados sobre os excedentes de produção e discute alternativas de comercialização com o coordenador e colegas de equipe Apoia a organização das famílias e comunidades (associativismo), em conjunto com coordenador e colegas de equipe Mobiliza para o acesso às políticas públicas (saúde, educação, documentação, transferência de renda etc.)

5 Os coordenadores atuam para apoiar o trabalho dos técnicos São a referência dos técnicos na relação com a entidade contratada, as prefeituras e a delegacia do MDA, por exemplo; Ajudam na reorganização da lista de beneficiários; Organizam equipes; Planejam e organizam reuniões e estratégias para orientação e troca de informações; Sistematizam demandas dos técnicos e das famílias atendidas por seus técnicos para dar os encaminhamentos necessários.

6 Os coordenadores atuam para apoiar o trabalho dos técnicos Dão suporte técnico e buscam apoio de forma articulada com os outros coordenadores, a entidade contratada e outras entidades da rede de assistência técnica e tecnológica; Pensam/pesquisam/articulam oportunidades coletivas e estratégias mais gerais para as famílias atendidas por seus técnicos – comercialização, organização associativa, projetos coletivos etc. Supervisionam a quantidade, o ritmo e a qualidade do trabalho dos técnicos, inclusive as informações inseridas no sistema; Monitoram a distribuição das sementes.

7 Quando e onde começa o trabalho? A partir da realização do curso: – organização das equipes; – planejamento das atividades e primeiros contatos nos municípios; – agrupamento da lista de beneficiários em comunidades próximas. * O MDA vai encaminhar a lista inicial.

8 - Envio, pelos coordenadores, da lista reorganizada, para o MDA; - Primeiro contato com as famílias e agendamento das visitas; -Início das visitas de diagnóstico; -Elaboração do projeto de inclusão produtiva.

9 Quais os próximos passos, depois do diagnóstico? Reunião das famílias para apresentar as principais ações do PBSM e as atividades previstas na chamada pública de Ater Planejamento e início das visitas para elaboração do projeto de estruturação produtiva das famílias que já possuem diagnóstico pronto. Encaminhamento das demandas por políticas públicas apuradas nos primeiros diagnósticos aos órgãos responsáveis


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