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 Calcula-se que existam, em Portugal, entre 150 e 250 exemplares desta tímida ave, o que faz dela, uma das mais raras, no País. Mas as perspectivas são.

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2  Calcula-se que existam, em Portugal, entre 150 e 250 exemplares desta tímida ave, o que faz dela, uma das mais raras, no País. Mas as perspectivas são óptimas: temos sido um dos destinos preferidos de imigração da cegonha - preta, o que já levou o seu estatuto a descer um nível de preocupação. A sua prima, a cegonha - branca, foi um dos mais notáveis casos de sucesso, na área da conservação, no nosso país; nos anos 1980, quase desapareceu; no último censo, em 2004, já se contaram mais de 8 mil ninhos. Podemos observá- la num Parque Natural - Tejo Internacional.

3  Avestruz voadora, um clássico da conservação em Portugal. É considerado o mais pesado animal voador do mundo (até 21 kg). Para esta ave “animal em perigo” surgiu uma ambiciosa medida de protecção iniciada nas últimas décadas que tem dado resultados animadores: em1993, a Liga para a Protecção da Natureza comprou hectares de terreno, junto de Castro Verde, com o propósito principal de salvar esta ave; só nessa herdade, entre 1997 e 2005, o número de indivíduos triplicou. O pior é mesmo o que se passa fora dessa área.

4  Esta ave é considerada a maior ave de rapina do mundo (pode ultrapassar os três metros de envergadura) é a mais rara em Portugal, batendo mesmo a águia – imperial. Cálculos optimistas avançam para meia dúzia de animais residentes, e nenhum casal a nidificar, com várias tentativas falhadas, nos últimos anos. Apesar disso, há esperança vinda do lado de lá da fronteira: as medidas de conservação espanholas estenderam a população de abutres, aumentando o número de animais que nos visitam, no Tejo Internacional. Podemos observá-lo em Barrancos.

5  A mais simbólica de todas as aves de rapina tem visto crescer a sua diáspora, em Portugal, nos últimos 30 anos. Mas o facto de ser um animal que exige territórios imensos não é compatível com o tamanho e a densidade populacional do nosso país. Actualmente, cerca de 60 casais residem por cá (a maior parte no Alto Douro e Nordeste Transmontano), com a sua sobrevivência ainda longe de estar assegurada. O desaparecimento do coelho bravo, o abandono da agro-pecuária tradicional, os parques eólicos e a histórica insensibilidade de muitos caçadores continuam a ser ameaças graves. Mesmo assim, a águia - real tem perspectivas bem melhores do que a sua prima, a águia-imperial: esta espécie endémica da Península conta com menos de dez representantes em Portugal, embora com tendência para aumentar de número. Podemos observá-la no Parque Natural do Douro.

6  O carismático mamífero aquático é a estrela do Oceanário de Lisboa, mas pouca gente sabe que a lontra tem em Portugal um dos seus santuários naturais mais importantes da Europa. Em continuado declínio desde a década de 1960 no Velho Continente, o nosso território é dos poucos que mantêm uma população constante, perfeitamente estável e espalhada pelos cursos de água de todo o País. Podemos observá-la no Parque Natural de Montesinho.

7  Um terço das espécies europeias de mamíferos voadores vivem entre nós. O mais emblemático é, talvez, o morcego de ferradura grande, fácil de reconhecer pela sua envergadura (atinge 40cm), que se encontra em acentuado declínio em Inglaterra e que, no nosso país, não passa de alguns milhares de indivíduos. Os morcegos são animais particularmente frágeis e sensíveis a pequenas mudanças no seu ecossistema. O uso de pesticidas (que matam os insectos de que se alimentam) é um dos seus maiores inimigos. E o facto de voarem baixo também não ajuda: muitos morrem atropelados. Podemos observá-los na Serra de Candeeiros – Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros.

8  A mais portuguesa das espécies (pelo nome) representa um peso suplementar nos nossos ombros, no que respeita à sua sobrevivência: não só é endémica – vive apenas no Centro – Norte de Portugal e na Galiza – como é mesmo única no seu género, chioglossa, em todo o mundo. Mas as perspectivas não são as melhores. Apesar de se calcular existirem ainda mais de 10 mil animais, a pressão humana – agricultura intensiva e poluição das linhas de água de que depende – está a destruir o habitat da salamandra – lusitânica. Ainda por cima, estes anfíbios estão entre os mais ameaçados pelas alterações climáticas nesta região. Podemos encontrá-la na Serra da Lousã.

9  Este vistoso lagarto endémico da Península Ibérica é muito mais abundante em Portugal do que em Espanha, tendo em conta a dimensão dos dois países-45% dos animais vivem do lado de cá da fronteira, a maioria a norte do Tejo, em regiões húmidas, perto de ribeiras. Aliás, os nossos vizinhos dão-lhe o estatuto de “quase ameaçado”. Mas, ao contrário da tendência geral da fauna portuguesa, o lagarto - de -água está em constante regressão. Entre as maiores ameaças encontram-se a construção de barragens, as descargas de efluentes, a perda de habitat para o Homem e os fogos florestais. Actualmente, a espécie é alvo de várias acções de conservação - com o endemismo, aumenta a responsabilidade. É relativamente fácil ver e reconhecer o lagarto – de - água: a sua cabeça azul, o corpo verde e a longa cauda são inconfundíveis.  Podemos ver este animal no Gerês Parque Nacional da Peneda – Gerês.


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