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PERDÃO DAS OFENSAS Bem-Aventurados os Misericordiosos Evangelho Segundo o Espiritismo.

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Apresentação em tema: "PERDÃO DAS OFENSAS Bem-Aventurados os Misericordiosos Evangelho Segundo o Espiritismo."— Transcrição da apresentação:

1 PERDÃO DAS OFENSAS Bem-Aventurados os Misericordiosos Evangelho Segundo o Espiritismo

2 “Se perdoardes aos homens as faltas que cometeram contra vós, também vosso Pai Celestial vos perdoará os pecados, mas se não perdoardes aos homens quando vos tenham ofendido, tampouco vosso Pai Celestial vos perdoará os pecados”

3 “Pedro, embainha a tua espada, pois quem mata pela espada, pela espada perecerá”

4 Um pouco de História...

5 Porque Pedro usou a expressão “até sete vezes”? Porque usou Jesus a expressão “setenta vezes sete” perdoar? A História conta que Caim era tão malvado que, quando alguém lhe fazia algum mal, ele não se vingava uma vez, mas sete vezes. (Gêneses 4,15)

6 Os mestres judeus costumavam discutir o número de vezes que uma pessoa tinha que perdoar. E os doutores da lei tinham chegado à conclusão de que um homem devia perdoar ao seu irmão até três vezes.

7 Porque Deus nas Escrituras perdoava sempre até três vezes, e à quarta vez, Deus castigava. No livro do profeta Amós anuncia-se que Deus castigou vários povos pelo quarto pecado cometido

8 Os israelitas entendiam que, se o perdão de Deus se limitava a três ofensas, não havia que pedir a um homem que fosse mais misericordioso que Deus. Por isso não existia a obrigação de perdoar mais de três vezes.

9 “Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes perdoar”

10 Instruções dos Espíritos Perdão das Ofensas Simeon Bordeaux, 862

11 Perdão é remissão de uma falta ou ofensa. Perdão não significa a libertação da culpa, mas a oportunidade, concedida pela Misericórdia Divina, para ressarcir, reparar, reabilitar-se. Céu e Inferno

12 Ofensa - Palavra, ação que fere alguém na sua dignidade; injúria, calúnia, agravo, desconsideração, difamação. Ação contrária as leis divinas, que prescrevem ao homem o amor ao semelhante.

13 Jesus, o justo por excelência, responde a Pedro: Perdoarás, mas sem limites, perdoarás cada ofensa, tantas vezes quantas ela vos for feita;

14 Ensinarás a teus irmãos esse esquecimento de si mesmo, que nos torna invulneráveis às agressões, aos maus tratos e às injúrias, serás doce e humilde de coração, não medindo jamais a mansuetude

15 E farás, enfim, para com os outros, o que desejas que o Pai Celeste faça por ti.

16 Não tem Ele de te perdoar sempre, e acaso conta o número de vezes que o seu perdão vem apagar as tuas faltas?

17 Indulgência é facilidade em perdoar os erros dos outros. Clemência - tolerância pródigo refere-se àquele que esbanja; não poupa

18 Perdoai, usai a indulgência, sede caridosos, generosos, e até mesmo pródigos no vosso amor.

19 Perdoai, pois, os vossos irmãos, como tendes necessidade de ser perdoado.

20 O mérito do perdão é proporcional à gravidade do mal, e não haveria nenhum em passar por alto os erros de vossos irmãos, se estes apenas vos incomodassem de leve.

21 Espíritas, não vos olvideis de que, tanto em palavras como em atos, o perdão das injúrias nunca deve reduzir-se a uma expressão vazia

22 Perdoo,mas que nunca mais apareça na minha frente! Ah! Deixa prá lá! Deus é Pai! Deus tarda mas não falha! Está perdoado! Mas... aqui se faz aqui se paga!

23 Esquecei o mal que vos tenham feito, e pensai apenas no bem que possais fazer.

24 Rancor é ressentimento, grande aversão, malquerença

25 Fazei que os seus pensamentos sejam desprovidos de qualquer sentimento de rancor Deus sabe o que existe no fundo do coração de cada um. Deus sabe o que existe no fundo do coração de cada um.

26 Feliz aquele que pode dizer cada noite ao dormir: nada tenho contra o meu próximo.

27 ...compreendamos que o esquecimento dos males que nos assediem é defesa de nosso próprio equilíbrio, e que, nos dias em que a injúria nos bata em rosto, o perdão, muito mais que uma bênção para os nossos supostos ofensores, é e será sempre o melhor para nós. Emmanuel

28 “Se um homem mau te ofende, perdoa-lhe, para que não haja dois homens maus.” Santo Agostinho i i

29 “Perdoa-nos as nossas ofensas, assim como perdoamos aqueles que nos ofendem”

30 “Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”

31

32 “Quando ofendemos essa ou aquela criatura, lesamos primeiramente a nossa própria alma, de vez que rebaixamos a nossa dignidade de espíritos eternos, retardando em nós sagradas oportunidades de crescimento” Entre a Terra e o Céu


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