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CONSED – AULA N.º 14 PINTURA E ACABAMENTOS FINAIS.

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1 CONSED – AULA N.º 14 PINTURA E ACABAMENTOS FINAIS

2 1.PINTURAS  Tecnicamente, a designação revestimento final é mais adequada que pintura, pois, embora haja a finalidade estética deste serviço de acabamento da construção, sua principal função é a impermeabilização e proteção dos revestimentos.  É preciso ter em consideração que concreto, assentamento de alvenaria, revestimentos das paredes, pisos e forros com argamassas, são serviços que pressupõem o uso intensivo de água. Portanto, após o término da construção, deve-se esperar que a total evaporação da água nos interstícios das argamassas só ocorra depois de 3 a 4 anos. Consequentemente, o primeiro revestimento, ou pintura, da construção, tem alta probabilidade de apresentar manchas ou desuniformidades durante esse período.  A indústria de tintas e vernizes oferece ampla gama de produtos, com as mais diversas composições e características. O exame cuidadoso dos catálogos deve ser objeto da atenção do engenheiro, de modo a bem definir o desempenho esperado para as pinturas.  Para paredes e forros, as pinturas convencionais são: - Superfícies internas: cal, têmpera (cal+cola), óleo e látex - Superfícies externas: cal, produtos sintéticos impermeáveis  Para esquadrias de ferro: grafite e óleo  Para esquadrias de madeira: óleo, esmalte, verniz e cera.

3  Observar que todas as superfícies porosas devem ser revestidas com pintura final. Exceção para superfícies de azulejos, pastilhas, cerâmicas esmaltadas.  Características da caiação: produto comprado em condições de uso imediato, ou de preparo em obra: mistura do pó de cal com pouca água (“queima”); peneiramento da pasta em malha fina (“leite de cal”); adição de água para diluição; adição de óleo de linhaça à razão de 0,5 % em volume. Necessárias 3 demãos, ou mais, para um acabamento uniforme. A caiação não veda a evaporação da umidade das argamassas das paredes e forros.  Características da têmpera: trata-se de um trabalho complementar à caiação, em que a terceira demão de pintura se faz com a têmpera (mistura de 50% de cal e gesso, mais cola de carpintaria derretida à razão de 3% em peso). A aplicação pode ser com superfície rugosa, “batida” com a brocha, ou lisa, arrematada com espátula.  Características de pintura a óleo sem massa plástica: acabamento mais rústico, seguindo o aspecto da argamassa de revestimento da superfície; uma demão de caiação simples; uma demão de selante compatível com óleo; uma ou duas demãos de tinta a óleo.  Características de pintura com massa plástica: aplicação inicial de caiação, seguida de aplicação de massa plástica [gesso (50%) + alvaiade (50%), misturada com um pouco de mistura de óleo de linhaça + água raz em partes iguais, com adição de secante para endurecimento rápido]  Tintas à base de látex: fornecidas em condições de aplicação imediata, com ótima aceitação no meio técnico e custo bastante razoável.

4  Pintura de esquadrias de ferro - Tinta grafite (lixamento cuidadoso, zarcão, primeira demão de grafite, vidraçaria, demão final de grafite) - Tinta a óleo (lixamento cuidadoso, 2 demãos de zarcão, primeira demão de tinta a óleo, vidraçaria, duas demãos finais de tinta a óleo)  Pinturas de esquadrias de madeira: - Óleo simples (lixamento e preparo da superfície; primeira mão de selante; massa grossa para obturações de cavidades; lixamento de acabamento; uma demão de tinta a óleo fosca; demão final de tinta a óleo brilhante). - Meio-esmalte (lixamento e preparo da superfície; primeira mão de selante; massa grossa para obturações de cavidades; lixamento de acabamento; aplicação de massa corrida; uma demão de tinta a óleo fosca; demão final de tinta a óleo meio brilhante). - Esmalte polido: idêntico ao serviço de meio esmalte, porém com cuidados redobrados, tais como realização das pinturas em ambiente fechado sem poeira, sobre peças desmontadas e uso de pincéis de cerdas muito macias. - Verniz (lixamento e preparo da superfície; primeira demão de verniz misturado com água raz em proporção igual; segunda demão de verniz a 90% com água raz a 10%; terceira demão de verniz com água raz em partes iguais. Extrato de nogueira escurece a madeira, se desejável. Pintura não indicada para ambiente externo. - Cera: serviço especializado, realizado por “lustradores”, com aspecto de revestimento de mobília. Aplicação da cera em várias demãos com “boneca” de tecido macio, seguidas de lustração com flanela.

5  Considerações finais sobre os serviços de pintura: 1) Iniciar com a obra já limpa, deixando a limpeza “fina” para após a pintura, de modo a evitar poeira sobre as tintas frescas. 2) Alguns serviços das fases de pintura podem ser executados antecipamente, como p.ex. limpeza de esquadrias e zarcão. 3) Evitar pagamentos por preços unitários, porém especificar minuciosamente a qualidade requerida para cada pintura.

6 2. LIMPEZA GERAL  Serviços especializados que exigem cuidados e esmero: evitar danificar revestimentos e pinturas.  Raspagem de tacos e assoalhos de madeira: utilizando máquinas elétricas específicas e operadores experientes para obter superfície uniforme e plana, seguido de raspagem manual de cantos e reentrâncias.  Problema da madeira ainda verde: movimentação e necessidade de calafetagem.  Aplicação final de vernizes sintéticos de rápida secagem e endurecimento intenso.  Limpeza geral de superfícies duras com ácido muriático em ladrilhos cerâmicos: 1) varrer; 2) lavar; 3) aplicar ácido muriático e passar o rodo; 4) limpeza de respingos com espátula; 5) lavar novamente; 6) enxugar com pano limpo.  Limpeza geral de azulejos: 1) limpeza com pano seco e limpo; 2) lavação com água pura; 3) limpeza de respingos com espátula; 4) enxugar com pano limpo.  Limpeza de vidros: 1) limpeza com pano seco e limpo; 2) lavação com água pura; 3) limpeza de respingos com espátula; 4) não há necessidade de enxugar.  Limpeza de granilite ou caco de mármore: via de regra feita pelos próprios aplicadores, com uso de lixa fina.  Limpeza de pedras em geral: lavação com água pura; limpeza final com ácido muriático muito


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