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DISCIPLINA 101.014 – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS.

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1 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS

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4 Quando a alvenaria não é dimensionada para resistir cargas verticais além de seu peso próprio é denominada Alvenaria de vedação.

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18 Tijolos de barro cozido Tijolo comum (maciço, caipira) dimensões mais comuns: 21x10x5 peso: 2,50kg resistência do tijolo: 20kgf/cm² quantidades por m²: parede de 1/2 tijolo: 77un parede de 1 tijolo: 148un

19 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Tijolos de barro cozido Tijolo furado (baiano) dimensões: 9x19x19cm quantidade por m²: parede de 1/2 tijolo: 22un parede de 1 tijolo: 42un peso 3,0kg resistência do tijolo espelho: 30kgf/cm² e um tijolo: 10kgf/cm² resistência da parede 45kgf/cm²

20 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Tijolos de barro cozido Tijolo laminado (21 furos) dimensões: 23x11x5,5cm quantidade por m²: parede de 1/2 tijolo: 70un parede de 1 tijolo: 140un peso aproximado 2,70kg resistência do tijolo 35kgf/cm² resistência da parede: 200 a 260kgf/cm²

21 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Tijolos de barro cozido

22 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Tijolos de solo cimento dimensões: 20x10x4,5cm quantidade: a mesma do tijolo maciço de barro cozido resistência a compressão: 30kgf/cm

23 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Blocos de concreto Peças regulares e retangulares, fabricadas com cimento, areia, pedrisco, pó de pedra e água. O equipamento para a execução dos blocos é a presa hidráulica. O bloco é obtido através da dosagem racional dos componentes, e dependendo do equipamento é possível obter peças de grande regularidade e com faces e arestas de bom acabamento. Em relação ao acabamento os blocas de concreto podem ser para revestimento (mais rústico) ou aparentes.

24 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Blocos de concreto

25 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Blocos de concreto

26 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS ELEVAÇÃO DA ALVENARIA Paredes de tijolos maciços Depois de, no mínimo, um dia da impermeabilização, serão erguidas as paredes conforme o projeto de arquitetura. O serviço é iniciado pêlos cantos após o destacamento das paredes (assentamento da primeira fiada), obedecendo o prumo de pedreiro para o alinhamento vertical e o escantilhão no sentido horizontal. Os cantos são levantados primeiro porque, desta forma, o restante da parede será erguida sem preocupações de prumo e horizontalidade, pois estica-se uma linha entre os dois cantos já levantados, fiada por fiada. A argamassa de assentamento utilizada é de cimento, cal e areia no traço 1:2:8.

27 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS ELEVAÇÃO DA ALVENARIA

28 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS ELEVAÇÃO DA ALVENARIA

29 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Os elementos de alvenaria devem ser assentados com as juntas desencontradas, para garantir uma maior resistência e estabilidade dos painéis. Podendo ser: Amarração dos tijolos maciços

30 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Amarração dos tijolos maciços

31 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Amarração dos tijolos maciços

32 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Amarração dos tijolos maciços

33 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Formação dos cantos de paredes É de grande importância que os cantos sejam executados corretamente, pois como já visto, as paredes iniciam-se pêlos cantos. Nas Figuras mostram a execução de diversos cantos de parede nas diversas modalidades de ajustes.

34 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Amarração dos tijolos maciços

35 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Amarração dos tijolos maciços

36 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Amarração dos tijolos maciços

37 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Pilares de tijolos maciços São utilizados em locais onde a carga é pequena (varandas, muros etc...). Podem ser executados somente de alvenaria ou e alvenaria e o centro preenchido por concreto.

38 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Pilares de tijolos maciços

39 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Empilhamento de tijolos maciços Para conferir na obra a quantidade de tijolos maciços recebidos, é comum empilhar os tijolos de maneira como mostra a figura. São 15 camadas, contendo cada 16 tijolos, resultando 240. Como coroamento, arrumam-se mais 10 tijolos, perfazendo uma pilha de 250 tijolos. Costuma-se, também, pintar ou borrifar com água de cal as pilhas, após cada descarga do caminhão, para não haver confusão com as pilhas anteriores

40 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Empilhamento de tijolos maciços

41 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Cortes em tijolos maciços O tijolo maciço permite que seja dividido em diversos tamanhos, o que facilita no momento da execução. Podemos dividi-lo pela metade ou em 1/4 e 3/4 de acordo com a necessidade.

42 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Paredes com bloco de concreto São paredes executadas com blocos de concreto vibrado. Com o desenvolvimento dos artigos pré-moldados, se estendem rapidamente em nossas obras. O processo de assentamento é semelhante ao já descrito para a alvenaria de tijolos maciços. As paredes iniciam-se pêlos cantos utilizando o escantilhão para o nível da fiada e o prumo.

43 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Paredes com bloco de concreto

44 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Paredes com bloco de concreto

45 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Parede de tijolos furados As paredes de tijolo furado são utilizadas com a finalidade de diminuir o peso das estruturas e economia, não oferecem grande resistência e portanto, só devem ser aplicados com a única função de vedarem um painel na estrutura de concreto.

46 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Parede de tijolos furados

47 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS VÃOS EM PAREDES DE ALVENARIA Na execução das paredes são deixados os vãos de portas e janelas. No caso das portas os vãos já são destacados na primeira fiada da alvenaria e das janelas na altura do peitoril determinado no projeto. Para que isso ocorra devemos considerar o tipo de batente a ser utilizado pois a medida do mesmo deverá ser acrescido ao vão livre da esquadria

48 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS VÃOS EM PAREDES DE ALVENARIA

49 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS VÃOS EM PAREDES DE ALVENARIA

50 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS VÃOS EM PAREDES DE ALVENARIA

51 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS VÃOS EM PAREDES DE ALVENARIA esquadrias de madeira: porta = acrescentar 10 cm na largura e 5cm na altura, devido aos batentes. janela = acrescentar 10cm na largura e 10cm na altura. esquadrias de ferro: como o batente é a própria esquadria, os acréscimos serão de 3cm tanto na largura como na altura.

52 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS VÃOS EM PAREDES DE ALVENARIA Sobre o vão das portas e sobre e sob os vãos das janelas devem ser construídas vergas. Quando trabalha sobre o vão, a sua função é evitar as cargas nas esquadrias e quando trabalha sob o vão, tem a finalidade de distribuir as cargas concentradas uniformemente pela alvenaria inferior:

53 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS VÃOS EM PAREDES DE ALVENARIA As vergas podem ser pré-moldadas ou moldadas no local, e devem exceder ao vão no mínimo 30cm ou 1/5 do vão. No caso de janelas sucessivas, executa-se uma só verga. As Figuras exemplificam as vergas nas paredes de alvenaria executadas com tijolos maciços para: Vergas em alvenaria de tijolo maciço para vãos até 1,00m

54 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS VÃOS EM PAREDES DE ALVENARIA Vergas em alvenaria de tijolo maciço para vãos entre 1,00m e 2,00m OBS: Caso o vão exceda a 2,00m, deve-se calcular uma viga armada.

55 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS VÃOS EM PAREDES DE ALVENARIA As Figuras exemplificam as vergas nas paredes de alvenaria executadas com blocos de concreto para vãos até 1,00m e entre 1,00m e 1,50m

56 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS VÃOS EM PAREDES DE ALVENARIA As Figuras exemplificam as vergas nas paredes de alvenaria executadas com blocos de concreto para vãos acima de 1,50 e 2,00m.

57 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS VÃOS EM PAREDES DE ALVENARIA A Figura exemplifica as vergas nas paredes de alvenaria executadas com tijolos furados para vãos até 1,00m e entre 1,00m e 2,00m.

58 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS OUTROS TIPOS DE REFORÇOS EM PAREDES DE ALVENARIA Quando uma viga, de pequena carga, proveniente principalmente das coberturas, descarrega sobre a alvenaria, para evitar a carga concentrada e consequentemente o cisalhamento nos tijolos, fazem-se coxins de concreto.

59 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS OUTROS TIPOS DE REFORÇOS EM PAREDES DE ALVENARIA

60 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS OUTROS TIPOS DE REFORÇOS EM PAREDES DE ALVENARIA

61 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Ligações com estruturas de concreto Ligação da parede com pilares de concreto - junto às faces das peças de concreto que terão ligação com a alvenaria, após limpeza do desmoldante, deverá ser aplicado chapisco (traço 1:3 de cimento e areia). Nas ligações com pilares, poderão ser melhoradas com a colocação de ferros de espera (ferro-cabelo) chumbados durante a própria concretagem do pilar (dobrados e encostados na face interna da forma), ou com ferros de 6 mm embutidos em furos de 10 a 12 cm, executados com broca vídea de 8 mm e colados com resina epóxi (Compound da SIKA), após a desforma, com espaçamento médio de 50 cm e transpasse de 50 cm.

62 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Ligações com estruturas de concreto

63 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Ligações com estruturas de concreto Nos encontros de paredes, onde não haja amarração, tratar a junta com selante flexível (mastique garantindo acabamento e estanqueidade) e o embutimento de tela de estuque na argamassa de revestimento (20 cm para cada lado da junta) para evitar o destacamento do mesmo.

64 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Ligações com estruturas de concreto

65 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Ligações com estruturas de concreto

66 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS MUROS Os fechamentos para divisas podem ser executados em alvenaria de bloco de concreto (14 x 19 x 39), tijolo maciço ou tijolo furado. Tudo vai depender de um estudo econômico e também técnico para a escolha do melhor elemento.

67 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS MUROS Fechamento de divisas em bloco de concreto

68 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS MUROS

69 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS MUROS Fechamento de divisas em tijolo maciço ou baiano

70 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS MUROS Preparo da argamassa para assentamento de alvenaria de vedação A argamassa de assentamento deve ser preparada com materiais selecionados, granulometria adequada e com um traço de acordo com o tipo de elemento de alvenaria adotado. Podem ser preparadas:

71 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS MUROS Manualmente Preparo da argamassa para assentamento de alvenaria de vedação

72 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS MUROS Com betoneira Preparo da argamassa para assentamento de alvenaria de vedação

73 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS MUROS

74 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS MUROS Aplicação Tradicional: onde o pedreiro espalha a argamassa com a colher e depois pressiona o tijolo ou bloco conferindo o alinhamento e o prumo.

75 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS MUROS Aplicação Cordão: onde o pedreiro forma dois cordões de argamassa, melhorando o desempenho da parede em relação a penetração de água de chuva, ideal para paredes em alvenaria aparente.

76 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Juntas de argamassa Assentamento com juntas desencontradas

77 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Juntas de argamassa

78 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Juntas de argamassa Quando a alvenaria for utilizada aparente, pode-se frisar a junta de argamassa, que deve ser comprimida e nunca arrancada, conferindo mais resistência além de um efeito estético. Tipos de frisos Os frisos a,b,c são os mais aconselháveis para painéis externos pois evita o acúmulo de água.

79 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Juntas de argamassa

80 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Parede Drywall A Parede Drywall é formada pelo aparafusamento de uma ou mais Chapas em perfis de aço galvanizado. O espaço interno propicia a passagem de instalações elétricas e hidráulicas. Divisórias

81 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Divisórias Sua utilização na obra garante: Flexibilidade para projetos arquitetônicos personalizados; Alívio de carga na estrutural; Limpeza no canteiro de obras; Pouco desperdício; Rapidez na execução; Acabamento sem trincas; Conforto térmico e acústico; Facilidade de acesso às instalações elétricas e hidráulicas; Otimização do cronograma físico-financeiro da obra. Parede Drywall

82 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Além disso, as paredes podem receber qualquer tipo de esquadria e têm isolamento acústico, no mínimo, idêntico ao da alvenaria tradicional. Os Sistemas de Paredes aceitam qualquer tipo de revestimento (azulejos, revestimento melamínico, papel de parede, pintura, etc.). Sua superfície perfeitamente lisa proporciona excelente acabamento. Com a utilização das Paredes, a execução do trabalho é cerca de 3 vezes mais rápida em comparação aos sistemas convencionais de alvenaria. Além disso, numa obra feita em alvenaria, o índice de desperdício de materiais chega a 30%, enquanto no Sistema, não passa de 5%. Tudo isso proporciona uma redução significativa nos custos totais da obra. Divisórias Parede Drywall

83 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Divisórias Parede Drywall

84 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Divisórias Parede Drywall

85 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Divisórias Ganho de área útil Com espessuras menores do que as paredes convencionais, as paredes de gesso acartonado trazem um ganho considerável de área útil por unidade. Em 100 m² de área pode-se chegar a 4% de ganho de área útil. Estética Com planos lisos e sem juntas aparentes, as paredes de gesso acartonado podem ser retas ou curvas e ainda receber qualquer tipo de acabamento: pintura, papel de parede, azulejo, mármore ou fórmica. PAREDES DE GESSO ACARTONADO

86 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Divisórias Resistência mecânica As paredes de gesso acartonado são adaptáveis a qualquer tipo de estrutura: madeira, concreto ou aço e podem atender a qualquer pé direito. Aceitam a fixação de qualquer tipo de objeto. Isolamento térmico O espaço interno das paredes de gesso acartonado permitem a colocação de lã de vidro ou lã de rocha reforçando a isolação térmica a fim de evitar desperdício de calor. PAREDES DE GESSO ACARTONADO

87 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Divisórias Isolamento acústico O desempenho acústico das paredes de gesso acartonado atendem as mais exigentes especificações, podendo ser melhorado, acrescentando-se mais placas ou lã de vidro ou lã de rocha no seu interior. Resistência ao fogo Com a característica das placas de gesso acartonado (20% de seu peso é água), as paredes tem excelente desempenho quanto a resistência a fogo. Instalação As paredes de gesso acartonado são de fácil montagem e permitem instalações elétricas e hidráulicas. PAREDES DE GESSO ACARTONADO

88 DISCIPLINA – TECNOLOGIA DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOS UNILINS – AULA 8 – ALVENARIAS E DIVISÓRIAS Divisórias PAREDES DE GESSO ACARTONADO


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