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Tuberculose na Infância Natália Diniz Micheloni. Epidemiologia Brasil um dos quatro países com maior número absoluto de quadros de Tuberculose (TB) Incidência.

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1 Tuberculose na Infância Natália Diniz Micheloni

2 Epidemiologia Brasil um dos quatro países com maior número absoluto de quadros de Tuberculose (TB) Incidência 60,68 por hab. 11,26 em menores de 5 anos 5,77 entre 5 e 9 anos 25,78 entre 10 e 19 anos Crianças menores de 2 anos 2 X mais adoecimento TB em menores de 15 anos 15% da incidência total( predomínio da forma pulmonar 75%)

3 Patogenia Transmissão via respiratória Adultos bacilíferos gotículas com bacilos desidratam núcleos secos (Wells) porções terminais da árvore respiratória Primo infecção: 1. Controle: Complexo primário foco pulmonar+ foco ganglionar (Compelo primário de Ranke) 2. Tuberculose Primária em crianças imunossupremidas (infecções graves recentes, drogas imunossupressoras)- 5% dos casos Reativação endógena TB pós primária Reinfecção exógena

4 Diagnóstico QC Febre com tosse, adinamia, expectoração, emagrecimentos por mais 2 sem Assintomático Infecção resp. com melhora com ou sem ATB Radiol. Adenomegalia hilar ou padrão miliar – Condensação ou infiltrado (com ou sem escavação) inalterado por mais de 2 semanas – Condensação ou infiltrado (com ou sem escavação) por mais de 2 semanas, evoluindo com piora ou sem melhora com antibióticos para gérmens comuns Condensação ou infiltrado por menos de 2 sem RX nl Contato com TB Próximo nos últ. 2 anos Ocasional ou negativo +10 0

5 Diagnóstico PPD e BCG Vacinados há mais de 2 anos Menor de 5mm 5mm a 9mm 10mm a 14mm 15mm ou mais Vacinados há menos de 2 anos Menor de 10mm 10mm a 14mm 15mm ou mais Não vacinados Menor de 5mm 5mm a 9mm 10mm ou mais Estado Nutricional Desnutrição grave, peso abaixo percentil 10 Peso igual ou maior que p

6 Diagnóstico Interpretação: > 40 pontos: TB muito provável 30 a 35 pontos: TB possível < 25 pontos: TB pouco provável Comprovação: isolamento do M. tuberculosis TB em crianças geralmente abacilíferas e não capazes de expectorar, portanto, diagnóstico bacteriológico é difícil Lavado gástrico é uma alternativa Outros métodos diagnósticos: broncoscopia (lavado), punções e biópsia, biologia molecular ( ELISA, PCR)

7 Tratamento As drogas utilizadas nos esquemas padronizados pelo Ministério de Saúde são: Isoniazida– H; Rifampicina – R; Pirazinamida – Z; Estreptomicina – S; Etambutol – E; Etionamida– Et Esquema I: 1 fase RHZ- 2 meses; 2 fase RH- 4 meses casos novos de todas as formas de TB pulmonar e extrapulmonar Esquema IR: esquema básico+ etambutol casos de recidiva após cura ou retorno após abandono do esquema I Esquema II: 1 fase RHZ- 2 meses; 2 fase RH- 7 meses esquema para TB meningoencefálica Esquema III: 1 fase SZEEt- 3 meses; 2 fase EEt- 9 meses casos de falência do IR

8 Quimioprofilaxia Administração de isoniazida em pessoas infectadas pelo bacilo (quimioprofilaxia secundária) ou não (quimioprofilaxia primária) na dosagem de 10mg/kg/dia (até 300mg), diariamente, por 6 meses Indicação: Contactantes de bacilífero, menores de 15 anos, não vacinados com BCG, reatores à prova tuberculínica, com 10mm ou mais, com exame radiológico normal e sem sintomatologia clínica compatível com tuberculose Recém-nascidos coabitantes de foco bacilífero – administra-se a quimioprofi laxia por três meses e, após esse período, faz-se a prova tuberculínica na criança. Se reatora, mantém- se a isoniazida até completar 6 meses; se não reatora, suspende-se a droga e aplica-se a vacina BCG Indivíduos com viragem tuberculínica recente (até 12 meses), isto é, que tiveram um aumento na resposta tuberculínica de, no mínimo, 10mm

9 BCG (Bacilo Calmette-Guérin) Preparada a partir M. bovis atenuada por sucessivas passagens em meio de cultura Confere cerca de 50% de proteção para todas as formas de tuberculose 64% para a meningoencefalite 78% para a disseminada Indicada para crianças de 0 a 4 anos, obrigatória para as menores de um ano

10 BCG (Bacilo Calmette-Guérin) Revacinação foi recomendada para crianças aos 6 anos, porém foi suspensa em 2006 Indicações: RN com peso maior ou igual a 2Kg, crianças filhas de mães HIV+ ou soropositivas sem SIDA CI absoluta: imunodeficiência CI relativa: peso < 2Kg, hipogamaglobulinemia, desnutrição grave, tto com corticóides, doença aguda febril, piodermite generalizada, doenças crônicas

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