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Fausto David Pereira Instrutor de Manutenção Automotiva GEOMETRIA DA DIREÇÃO Sistema de Alinhamento Veicular Automotivo Escola SENAI Catalão - GO.

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2 Fausto David Pereira Instrutor de Manutenção Automotiva GEOMETRIA DA DIREÇÃO Sistema de Alinhamento Veicular Automotivo Escola SENAI Catalão - GO

3 2 Escola SENAI Catalão - GO SUMÁRIO Histórico Pontos de orientação espacial Conceituação da Geometria Veicular Especificação de ângulos (Ângulo da Geometria) Tipos de suspensão Definições sobre alinhamento de direção Condições básicas e ideais para alinhamento de direção Ângulos que compõe a geometria da direção

4 3 Escola SENAI Catalão - GO SUMÁRIO Camber, KPI, Raio de Rolagem Direcional, Cáster, Convergência, Divergência Ângulo de Impulso, Quadrilátero de Ackermann, Set Back Centragem da Caixa de Direção Centragem do Volante de Direção Causa das falhas e panes mais comuns que tendenciam o veículo puxar a direção Problemas e causas de Vibrações, Instabilidade Direcional e Desgaste dos Pneus Lógica do procedimento de Alinhamento Dianteiro e Traseiro

5 4 Escola SENAI Catalão - GO O Alinhamento da DIREÇÃO tem a função de aferir a geometria do automóvel, através da medição dos ângulos padrões existentes, cuja finalidade são de estabilizar, sustentar e manter a segurança e funcionalidade da direção independente do regime de funcionamento da suspensão. Quando a direção apresenta problemas mais graves e não se consegue o alinhamento dentro dos padrões de tolerância de cada modelo de veículo, são necessários ajustes mecânicos de desempeno ou troca de componentes, para que os parâmetros sejam atingidos. Este procedimento de conferência e ajuste preventivo, é recomendado pela grande maioria dos fabricantes de componentes e montadoras de veículos, que sejam realizados a cada km, independente da condição do veículo e de apresentar algum sintoma.

6 5 Escola SENAI Catalão - GO Orienta-se pela geometria clássica os pontos de orientação espacial, sob o conceito de pontos, retas e planos Tendo como conceito o conjunto dos diversos ângulos, formados pelas rodas e outros componentes da suspensão, no sentido longitudinal, transversal e vertical

7 6 ESPECIFICAÇÃO DOS ÂNGULOS Ao especificar esses ângulos, no projeto original do veículo, o fabricante busca o correto contato dos pneus com o solo, a adequada distribuição de carga nas rodas e o trabalho suave dos sistemas de direção e suspensão, visando: Segurança Estabilidade direcional Dirigibilidade com maior conforto Menor resistência possível ao rolamento Evitar os atritos desnecessários dos pneus com o solo, que causam: - Desgastes irregulares nos pneus e demais componentes da suspensão - Consumo excessivo de combustível Escola SENAI Catalão - GO

8 7 Escola SENAI Catalão - GO ÂNGULO Teve origem quando se pensava que o Sol girava em torno da Terra numa órbita circular que levava trezentos e sessenta dias para dar uma volta completa. Assim, a cada dia o Sol percorria parte da circunferência, transcrevendo um arco que ocupava 1/360 dias.

9 8 Escola SENAI Catalão - GO Às extremidades desse arco e seu vértice denominou-se ângulo. E cada unidade de medida de ângulo passou a ser denominada de grau. Assim a circunferência passou a ter 360° (trezentos e sessenta graus).

10 9 Escola SENAI Catalão - GO ÂNGULO PODEM SER ESPECIFICADOS NA FORMA SEXAGESIMAL CENTESIMAL FRACIONÁRIO

11 10 Escola SENAI Catalão - GO Equivalência de unidades de medidas entre ÂNGULO Sendo medido em mm/m e minutos (`)

12 11 Escola SENAI Catalão - GO

13 12 Escola SENAI Catalão - GO TIPOS DE SUSPENSÃO Existem variados e diversos tipos e modelos de suspensão, com diferenças específicas de tipos e de construção. Os mais comumente aplicados são: Suspensão DEPENDENTE (com ou sem Feixe de Molas e |Mola Helicoidal) Suspensão INDEPENDENTE Suspensão SEMI-INDEPENDENTE (Barra ou Feixe de Torção) Suspensão PNEUMÁTICA Suspensão HIDROPNEUMÁTICA Suspensão EIXO ARTICULADO ou McPherson Suspensão com BRAÇO LONGITUDINAL (simples, Duplo ou Poli-Braços) Suspensão de BRAÇO LONGITUDINAL COM DUPLO BRAÇO TRANSVERSAL Suspensão com BRAÇO OSCILANTE (um ou mais) Suspensão com BRAÇO OSCILANTE OBLÍQUO

14 13 Escola SENAI Catalão - GO SUSPENSÃO DEPENDENTE Tem como característica principal um eixo rígido que liga uma roda à outra, compartilhando as deformidades e vibrações do solo. Sua construção permite a divisão do peso, portanto, largamente aplicada em veículo utilitários e de carga na traseira e eventualmente em conjunto na dianteira. De fácil e econômica manutenção, se torna desconfortavelmente barulhenta e de grande peso em veículos leves de passeio e esportivos.

15 14 Escola SENAI Catalão - GO SUSPENSÃO DEPENDENTE Eixo Rígido

16 15 Escola SENAI Catalão - GO SUSPENSÃO INDEPENDENTE Tem como característica principal possuir um conjunto individual e independente por roda, sendo articulado com a função de absorver as deformidades e vibrações do solo sem transferência de vibração ao necessidade de qualquer ligação da outra roda. Sua construção permite a centralização do peso na coluna da suspensão, portanto, largamente aplicada. De fácil e econômica manutenção, se torna confortavelmente bem usada em veículos leves de passeio e esportivos e utilitários leves, sendo muito comum seu uso na dianteira e em projetos esporádicos na traseira.

17 16 Escola SENAI Catalão - GO TIPOS DE SUSPENSÃO Sistema de suspensão McPherson independente, com molas e amortecedores conjugados Sistema independente com Braços Superiores e Inferiores oscilantes, com molas helicoidais Sistema de suspensão semidependente com Feixe de molas de torção, transversal

18 17 Escola SENAI Catalão - GO

19 18 Escola SENAI Catalão - GO DEFINIÇÃO O alinhamento de direção, é a atividade que envolve leitura e o respectivo ajuste mecânico, caso necessário, dos diversos ângulos da geometria, seguindo as especificações dos fabricantes dos veículos, utilizando-se equipamentos específicos. ALINHAMENTO DE DIREÇÃO

20 19 Escola SENAI Catalão - GO CONDIÇÕES BÁSICAS PARA O ALINHAMENTO - Verificar e eliminar folgas nos vários componentes da suspensão envolvidos - Verificar e eliminar folgas no sistema de freio caso existam - Verificar estado de conservação das rodas e pneus, tais como desgastes, empenos, trincas, ovalização, excentricidades e demais anomalias físicas - Calibrar os pneus com a pressão ideal e especificada pelo fabricante conforme peso e carga de acordo com o veículo (passeio ou utilitário) - Verificar o nivelamento dos eixos em relação ao solo, à carcaça e entre sí - Verificar o nivelamento do piso, no sentido longitudinal, transversal e horizontal (plano) - Utilizar equipamentos de alinhamento adequados, devidamente aferidos e com especificações adequadas ao tipo de veículo proposto

21 20 Escola SENAI Catalão - GO ÂNGULOS DA GEOMETRIA VEICULAR RODAS DO EIXO DIANTEIRO Camber KPI Cáster Convergência Set-back Divergência em curvas Ângulo máximo de esterçamento RODAS DE EIXOS TRASEIROS Camber Ângulo de Impulso Convergência

22 21 Escola SENAI Catalão - GO POSIÇÃO RETA-FRENTE Com os projetores de medição fixados nas rodas dianteiras, o raio laser longitudinal dos projetores deverão apontar dois números iguais nas escalas referenciais fixadas nas rodas traseiras. Esta operação deve ser executada antes de fazer a leitura de qualquer ângulo do veículo. No exemplo ao lado, os dois raios laser estão incidindo sobre os números 90 de cada escala.

23 22 Escola SENAI Catalão - GO LINHA CENTRAL DE REFERÊNCIA – LCR Nos alinhadores a laser, onde um eixo é alinhado tomando outro como referência, esta linha é definida pelo centro dos dois eixos em alinhamento, conforme mostra figura abaixo:

24 23 Escola SENAI Catalão - GO

25 24 Escola SENAI Catalão - GO CAMBER É o ângulo da roda, em relação à uma linha perpendicular ao plano de apoio do veículo (ponto zero).

26 25 Escola SENAI Catalão - GO NEGATIVOPOSITIVO CAMBER É o ângulo da roda, em relação à uma linha perpendicular ao plano de apoio do veículo (ponto zero). Convencionalmente, há 3 possibilidades: NULO

27 26 Escola SENAI Catalão - GO NEGATIVOPOSITIVO CAMBER É o ângulo da roda, em relação à uma linha perpendicular ao plano de apoio do veículo (ponto zero). Convencionalmente, há 3 possibilidades: NULO

28 27 Escola SENAI Catalão - GO NEGATIVOPOSITIVO CAMBER É o ângulo da roda, em relação à uma linha perpendicular ao plano de apoio do veículo (ponto zero). Convencionalmente, há 3 possibilidades: NULO

29 28 Escola SENAI Catalão - GO SOB CARGACARGA EXCESSIVA As especificações do Camber levam em conta a flexibilidade do eixo. CAMBER SEM CARGA

30 29 Escola SENAI Catalão - GO SOB CARGACARGA EXCESSIVA As especificações do Camber levam em conta a flexibilidade do eixo. CAMBER SEM CARGA

31 30 Escola SENAI Catalão - GO SOB CARGACARGA EXCESSIVA As especificações do Camber levam em conta a flexibilidade do eixo. CAMBER SEM CARGA

32 31 Escola SENAI Catalão - GO CAMBER INFLUÊNCIA DA CAMBAGEM NA TRAJETÓRIA DO VEÍCULO

33 32 Escola SENAI Catalão - GO CAMBER Exemplo de desgaste tipo “cônico” ocasionado por Camber fora dos limites especificados.

34 33 Escola SENAI Catalão - GO Correção do CAMBER no eixo direcional Quando existir Camber fora das especificações em rodas do eixo dianteiro, em veículos com suspensão independente, aconselha-se a substituição da peça defeituosa. Em alguns casos, onde a suspensão permite regulagens, o ajuste deve ser feito afrouxando os parafusos da suspensão e reposicionando-a, utilizando calços se necessário, até conseguir o ângulo desejado.

35 34 Escola SENAI Catalão - GO Correção do CAMBER no eixo direcional Quando existir Camber fora das especificações em rodas do eixo traseiro, em veículos com suspensão independente ou semidependente, aconselha-se a substituição da peça defeituosa. Em alguns casos, onde a suspensão permite regulagens, o ajuste deve ser feito semelhante ao eixo dianteiro, afrouxando os parafusos da suspensão e reposicionando-a, utilizando calços se necessário, até conseguir o ângulo desejado.

36 Escola SENAI Catalão - GO Correção do CAMBER no eixo direcional (PICK-UP, VAN e UTILITÁRIOS) O ajuste de Camber do eixo, em veículos com suspensão dependente, deve ser feito utilizando o gabarito específico do eixo ou do conjunto, com desempeno a frio até alcançar o ângulo padrão desejado. ANTESAPARELHOCORREÇÃODEPOIS

37 Escola SENAI Catalão - GO Correção do CAMBER no eixo direcional (PICK-UP, VAN e UTILITÁRIOS) O ajuste de Camber do eixo, em veículos com suspensão dependente, deve ser feito utilizando o gabarito específico do eixo ou do conjunto, com desempeno a frio até alcançar o ângulo padrão desejado. ANTES APARELHO CORREÇÃODEPOIS

38 Escola SENAI Catalão - GO Correção do CAMBER no eixo direcional (PICK-UP, VAN e UTILITÁRIOS) O ajuste de Camber do eixo, em veículos com suspensão dependente, deve ser feito utilizando o gabarito específico do eixo ou do conjunto, com desempeno a frio até alcançar o ângulo padrão desejado. ANTESAPARELHO CORREÇÃO DEPOIS

39 Escola SENAI Catalão - GO Correção do CAMBER no eixo direcional (PICK-UP, VAN e UTILITÁRIOS) O ajuste de Camber do eixo, em veículos com suspensão dependente, deve ser feito utilizando o gabarito específico do eixo ou do conjunto, com desempeno a frio até alcançar o ângulo padrão desejado. ANTESAPARELHOCORREÇÃODEPOIS

40 Escola SENAI Catalão - GO Correção do CAMBER no eixo direcional (PICK-UP, VAN e UTILITÁRIOS) O ajuste de Camber do eixo, em veículos com suspensão dependente, deve ser feito utilizando o gabarito específico do eixo ou do conjunto, com desempeno a frio até alcançar o ângulo padrão desejado. ANTESAPARELHOCORREÇÃODEPOIS

41 Escola SENAI Catalão - GO Correção do CAMBER no eixo direcional (PICK-UP, VAN e UTILITÁRIOS) O ajuste de Camber do eixo, em veículos com suspensão dependente, deve ser feito utilizando o gabarito específico do eixo ou do conjunto, com desempeno a frio até alcançar o ângulo padrão desejado. ANTES APARELHO CORREÇÃODEPOIS

42 Escola SENAI Catalão - GO Correção do CAMBER no eixo direcional (PICK-UP, VAN e UTILITÁRIOS) O ajuste de Camber do eixo, em veículos com suspensão dependente, deve ser feito utilizando o gabarito específico do eixo ou do conjunto, com desempeno a frio até alcançar o ângulo padrão desejado. ANTESAPARELHO CORREÇÃO DEPOIS

43 Escola SENAI Catalão - GO Correção do CAMBER no eixo direcional (PICK-UP, VAN e UTILITÁRIOS) O ajuste de Camber do eixo, em veículos com suspensão dependente, deve ser feito utilizando o gabarito específico do eixo ou do conjunto, com desempeno a frio até alcançar o ângulo padrão desejado. ANTESAPARELHOCORREÇÃODEPOIS

44 43 Escola SENAI Catalão - GO

45 Escola SENAI Catalão - GO KPI É o ângulo transversal, do Pino Mestre, em relação ao plano de apoio do veículo

46 Escola SENAI Catalão - GO ÂNGULO INCLUÍDO KPI É a soma do ângulo do Camber mais o ângulo do KPI ÂNGULO INCLUÍDO (AIN) = KPI + CAMBER

47 Escola SENAI Catalão - GO RAIO DE ROLAGEM DIRECIONAL Quanto mais negativo for o raio de rolagem, maior é a estabilidade direcional nas frenagens, para os casos onde uma das rodas dianteiras frear com mais intensidade em relação a outra NEGATIVO POSITIVO NULO

48 Escola SENAI Catalão - GO Quanto mais negativo for o raio de rolagem, maior é a estabilidade direcional nas frenagens, para os casos onde uma das rodas dianteiras frear com mais intensidade em relação a outra NEGATIVO POSITIVO NULO RAIO DE ROLAGEM DIRECIONAL

49 Escola SENAI Catalão - GO Quanto mais negativo for o raio de rolagem, maior é a estabilidade direcional nas frenagens, para os casos onde uma das rodas dianteiras frear com mais intensidade em relação a outra NEGATIVO POSITIVO NULO RAIO DE ROLAGEM DIRECIONAL

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51 Escola SENAI Catalão - GO CÁSTER A função do Cáster é proporcionar estabilidade direcional ao veículo, pois, através do seu mecanismo, cria um esforço para a manutenção das rodas dianteiras em linha reta bem como o retorno das rodas à posição reta a frente, após a realização de curvas POSITIVONULONEGATIVO

52 Escola SENAI Catalão - GO CÁSTER É o ângulo longitudinal do Pino Mestre em relação ao plano de apoio do veículo, está diretamente relacionado à centralização do eixo da roda em relação ao pino mestre. O ângulo do Cáster em relação à medida, pode ser: POSITIVONULONEGATIVO

53 Escola SENAI Catalão - GO CÁSTER Um bom exemplo de Cáster POSITIVO são os eixos da bicicleta. O centro de apoio está bem deslocado para frente do mancal do garfo, INTERFERINDO POSITIVAMENTE NO CENTRO DE GRAVIDADE. POSITIVONULONEGATIVO

54 Escola SENAI Catalão - GO CÁSTER A função do Cáster é proporcionar estabilidade direcional ao veículo, pois, através do seu mecanismo, cria um esforço para a manutenção das rodas dianteiras em linha reta bem como o retorno das rodas à posição reta a frente, após a realização de curvas POSITIVONULONEGATIVO

55 Escola SENAI Catalão - GO CÁSTER É o ângulo longitudinal do Pino Mestre em relação ao plano de apoio do veículo, está diretamente relacionado à centralização do eixo da roda em relação ao pino mestre. O ângulo do Cáster em relação à medida, pode ser: POSITIVONULONEGATIVO

56 Escola SENAI Catalão - GO CÁSTER Já um carrinho de supermercado é um bom exemplo de Cáster NEGATIVO, INTERFERINDO DESFAVORÁVELMENTE NO CENTRO DE GRAVIDADE, CRIANDO INSTABILIDADE, POR CONSEQÜÊNCIA. POSITIVONULONEGATIVO

57 Escola SENAI Catalão - GO CÁSTER A função do Cáster é proporcionar estabilidade direcional ao veículo, pois, através do seu mecanismo, cria um esforço para a manutenção das rodas dianteiras em linha reta bem como o retorno das rodas à posição reta a frente, após a realização de curvas POSITIVONULONEGATIVO

58 Escola SENAI Catalão - GO CÁSTER É o ângulo longitudinal do Pino Mestre em relação ao plano de apoio do veículo, está diretamente relacionado à centralização do eixo da roda em relação ao pino mestre. O ângulo do Cáster em relação à medida, pode ser: POSITIVONULONEGATIVO

59 Escola SENAI Catalão - GO Correção do Cáster (linha leve) Quando existir Cáster fora das especificações em rodas do eixo dianteiro, em veículos com suspensão independente, aconselha-se a substituição do conjunto defeituoso Em alguns casos, onde a suspensão permite regulagens, o ajuste deve ser feito afrouxando os parafusos da suspensão e reposicionando-a, utilizando calços se necessário, até conseguir o ângulo desejado.

60 Escola SENAI Catalão - GO EXEMPLO DE DESGASTES CAUSADO POR CASTER FORA DAS ESPECIFICAÇÕES Desgastes irregulares causados por apoio irregular no solo

61 Escola SENAI Catalão - GO Estes desgastes, além do Cáster fora de especificação, também podem ter como origem a flutuação das rodas devido a: - Folgas nos componentes de suspenção e/ou direção; - Excentricidade lateral dos conjuntos rodantes; - Montagem incorreta; - Casamento incorreto de geminados; - Anomalias no funcionamento do sistema de frenagem; - Balanço importante devido ao tipo de carga e altura do centro de gravidade; - Pressão muito baixas ou desequilíbrio de pressão entre os pneus geminados; - Amortecedores e/ou molas em fadiga; - Rolamentos de cubo desregulados ou desgastados, etc.

62 61 Escola SENAI Catalão - GO

63 Escola SENAI Catalão - GO Convergência É a abertura ou fechamento das rodas em sua parte dianteira. Por convenção, denomina-se convergência negativa (ângulo divergente) e convergência positiva (ângulo convergente), no sentido de marcha a frente do veículo, ou posição do condutor

64 Escola SENAI Catalão - GO Convergência NEGATIVA = A>B Veículos com tração DIANTEIRA, normalmente utilizam a convergência NEGATIVA na dianteira

65 Escola SENAI Catalão - GO Convergência NEGATIVA = A

66 Escola SENAI Catalão - GO CONVERGÊNCIA TOTAL DE RODAS DIANTEIRAS A convergência total dianteira é especificada pelo fabricante levando-se em consideração a flexibilidade das peças envolvidas, as quais reagem ao esforço do rolamento ou ao esforço de tração. Convergência negativa sob a influência da força de tração dianteira. VEÍCULO PARADO VEÍCULO EM MOVIMENTO

67 Escola SENAI Catalão - GO CONVERGÊNCIA TOTAL DE RODAS DIANTEIRAS VEÍCULO PARADO VEÍCULO EM MOVIMENTO

68 Escola SENAI Catalão - GO CONVERGÊNCIA TOTAL DE RODAS DIANTEIRAS VEÍCULO PARADO VEÍCULO EM MOVIMENTO

69 Escola SENAI Catalão - GO CONVERGÊNCIA TOTAL DE RODAS DIANTEIRAS Convergência positiva sob a influência do esforço de rolamento em tração traseira. VEÍCULO PARADO VEÍCULO EM MOVIMENTO

70 Escola SENAI Catalão - GO CONVERGÊNCIA TOTAL DE RODAS DIANTEIRAS Encontramos veículos no mercado com especificação da convergência em mm/m, mm/ff e em graus (na forma sexagesimal, fracionário ou centesimal). Quando a convergência é especificada em mm, esse valor é absoluto e refere- se à diferença entre a distância (B – A), medida de flange a flange. A B

71 CT = 1641,2 – 1638,8 = 2,4 mm ÷ 0,6 m = 4 mm/m 0,6 m = Distância entre flanges (Distância flange/flange) Da mesma forma, esse ângulo ou valor de convergência, tomado em uma distância de 1000 mm (1m), nos dará um valor representativo igual a 4 mm/m, como nos mostra a figura abaixo: 4 mm ÷ 1 m = 4 mm/m 4 x 3,43’ = 13,7’ ângulo A = 13,7’ Escola SENAI Catalão - GO ESPECIFICAÇÃO DA CONVERGÊNCIA

72 Escola SENAI Catalão - GO IDENTIFICAÇÃO DO TIPO DE DESALINHAMENTO ATRAVÉS DO TATO Exemplo de desgaste tipo “dente de serra transversal” ocasionado por convergência fora dos limites especificados.

73 Escola SENAI Catalão - GO CORREÇÃO DA CONVERGÊNCIA DO EIXO DIRECIONAL O ajuste da Convergência Total do eixo direcional, tanto em suspensões independente como em dependentes, em grande maioria dos casos, será ajustada diretamente na regulagem da barra de direção, até que o ângulo se encontre na faixa de valores especificado pelo fabricante do veículo.

74 Escola SENAI Catalão - GO CORREÇÃO DA CONVERGÊNCIA DO EIXO TRASEIRO Quando a Convergência Total do eixo traseiro estiver fora do especificado, em veículos com suspensão independente ou semidependente, substitui-se a peça danificada. Em alguns casos, onde a suspensão permite regulagens, o ajuste deve ser feito afrouxando os parafusos da suspensão e reposicionando-a, utilizando calços se necessário, até conseguir o ângulo desejado.

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76 Escola SENAI Catalão - GO DIVERGÊNCIA EM CURVAS A Divergência em Curvas é obtida pela posição angular dos braços de direção em relação ao eixo longitudinal do veículo, e lida através das escalas graduadas das plataformas orbitais. Esse mecanismo confere um ângulo maior na roda do lado interno da curva em relação à roda do lado externo, na proporção em que são esterçadas. No exemplo, a Divergência em Curvas (DC) é a seguinte: DC = 20° - 18° = 2°

77 Escola SENAI Catalão - GO DIVERGÊNCIA EM CURVAS – QUADRILÁTERO DE ACKERMANN Ao manobrar, as rodas do veículo seguem um caminho que é parte de uma circunferência, cujo centro estará algures na linha que se estende a partir do eixo fixo. Este centro denomina-se centro próprio de viragem (ângulo de escorregamento) e depende de quão viradas estão as rodas. As rodas viradas têm que estar com um ângulo tal que façam ambas um ângulo de 90º com uma linha que una o centro próprio de viragem com o centro da roda.

78 Escola SENAI Catalão - GO DIVERGÊNCIA EM CURVAS – QUADRILÁTERO DE ACKERMANN Como a roda exterior à curva vai percorrer uma circunferência maior que a roda interior à curva, as rodas têm que estar dispostas em ângulos diferentes uma em relação à outra. A geometria de Ackermann faz esta disposição automaticamente inclinando os pivôs de direção para dentro de modo a que se prolongássemos linhas a partir deles, estas se cruzassem no eixo traseiro quando a direção está neutra. Os pivôs de direção são unidos por uma barra rígida (tie rod em inglês) que faz também parte do mecanismo de direção.

79 Escola SENAI Catalão - GO DIVERGÊNCIA EM CURVAS – QUADRILÁTERO DE ACKERMANN Este engenho garante que qualquer que seja o ângulo da direção, todas as rodas vão traçar circunferências concêntricas.

80 Escola SENAI Catalão - GO DIVERGÊNCIA EM CURVAS – QUADRILÁTERO DE ACKERMANN

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82 Escola SENAI Catalão - GO ÂNGULO DE IMPULSO É a média aritmética da diferença entre as duas convergências individuais, considerando os seus respectivos sinais, conforme mostra na ilustração ao lado.

83 Escola SENAI Catalão - GO ÂNGULO DE IMPLUSO Quando o Ângulo de Impulso estiver fora das especificações, em veículos com suspensão independente, aconselha-se a substituição da peça defeituosa. Em alguns casos, onde a suspensão permite regulagens, o ajuste deve ser feito afrouxando os parafusos da suspensão e reposicionando-a, utilizando calços se necessário, até conseguir o ângulo desejado.

84 Escola SENAI Catalão - GO CORREÇÃO DO ÂNGULO DE IMPULSO - PESADOS Correção de atravessamento por expansão do eixo traseiro com expansor hidráulico

85 84 Escola SENAI Catalão - GO

86 Escola SENAI Catalão - GO SET BACK É o ângulo formado entre a perpendicular da linha que une os centros das duas extremidades do eixo, com a Linha Central de Referência. Será negativa quando o ângulo estiver à esquerda da LCR (a roda dianteira direita à frente da esquerda), e positiva quando o ângulo estiver à direita da LCR (a roda direita atrás da roda esquerda).

87 Escola SENAI Catalão - GO CORREÇÃO DO SET BACK Quando o Set Back estiver fora das especificações, em veículos com suspensão independente, aconselha-se a substituição da peça defeituosa. Em alguns casos, onde a suspensão permite regulagens, o ajuste deve ser feito afrouxando os parafusos da suspensão e reposicionando-a, utilizando calços se necessário, até conseguir o ângulo desejado.

88 Escola SENAI Catalão - GO CORREÇÃO DO SET BACK - UTILITARIOS O ajuste do Set Back, em veículos com suspensão dependente, deve ser feito soltando os parafusos dos grampos das molas e, com o auxilio de um esticador hidráulico, recolocar o eixo na posição correta.

89 Escola SENAI Catalão - GO CORREÇÃO DO SET BACK - UTILITARIOS Correção de atravessamento por expansão do eixo dianteiro com expansor hidráulico

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91 Escola SENAI Catalão - GO CENTRAGEM DA CAIXA DE DIREÇÃO Localizar o centro da caixa de direção, visualizando as marcas ou contando o número de voltas. Na posição central da caixa, o veículo deverá estar com as rodas dianteiras na posição RETA-FRRENTE. Conseguimos esta condição regulando o comprimento da barra intermediária. EXEMPLO NA LINHA LEVE EXEMPLO NA LNHA PESADA

92 Escola SENAI Catalão - GO CENTRAGEM DO VOLANTE SOLUÇÃO: Sacar o volante, manter na posição RETA- FRENTE e encaixar na posição CENTRO (centrado). Ou, remover o parafuso da junta universal e desligar a árvore de transmissão da caixa de direção. Na posição RETA-FRENTE, o volante deverá estar centrado. Manter as rodas na posição RETA-FRENTE e corrigir a posição do volante, encaixando a junta universal e recolocando o parafuso da junta na caixa de direção.

93 92 Escola SENAI Catalão - GO

94 Escola SENAI Catalão - GO CAUSAS MAIS COMUNS DOS PRINCIPAIS DESGASTES DA GEOMETRIA QUANDO O VEÍCULO PUXA PARA UM LADO - Pneus com diferentes resistências ao rolamento e/ou inflados com pressões diferentes - Potência de frenagem diferentes nas extremidades do eixo, devido a diferentes aderências dos pneus ou desajustes dos freios - Direção hidráulica com centro mecânico não correspondente a posição RETA- FRENTE - Conicidade do pneu - Rodas com Cáster, Camber e Set Back diferentes - Influência do Ângulo de Impulso dos outros eixos do conjunto

95 Escola SENAI Catalão - GO VIBRAÇÕES - Excentricidade radial e/ou batimento lateral excessivo do conjunto roda, pneu e cubo - Pneus com desgastes irregulares - Desbalanceamento estático e/ou dinâmico do conjunto CAUSAS MAIS COMUNS DOS PRINCIPAIS DESGASTES DA GEOMETRIA

96 Escola SENAI Catalão - GO INSTABILIDADE DIRECIONAL - Pressão inadequada dos pneus - Terminais de direção com folgas - Caixa de direção com ajustes incorretos - Valores do ângulo de Cáster muito baixo - Convergência total das rodas excessivamente positiva ou negativa - Amortecedores com pouca ação - Buchas dos braços tensores desgastadas CAUSAS MAIS COMUNS DOS PRINCIPAIS DESGASTES DA GEOMETRIA

97 Escola SENAI Catalão - GO DESGASTE IRREGULAR NOS PNEUS - Pressões dos pneus inadequadas relativamente ao peso incidente sobre eles - Geometria (alinhamento) fora dos limites recomendados pelos fabricantes dos veículos -Rodas desbalanceadas - Folgas nos componentes de suspensão CAUSAS MAIS COMUNS DOS PRINCIPAIS DESGASTES DA GEOMETRIA

98 97 Escola SENAI Catalão - GO

99 Escola SENAI Catalão - GO EM EIXOS DIRECIONAIS (DIANTEIROS) 1 – Correção do Camber e KPI *Somente pequenos valores são aconselhados pelos fabricantes. 2 – Correção do Cáster 3 – Correção do Set Back 4 – Correção do centro mecânico da caixa em relação ao posicionamento Reta- Frente das rodas dianteiras 5 – Correção da Convergência Total das rodas 6 – Correção da centralização do volante SEQUÊNCIA LÓGICA PARA EFETUAR CORREÇÕES EM EIXOS DE VEÍCULOS

100 Escola SENAI Catalão - GO EM EIXOS DE EXTREMIDADES FIXAS NÃO DIRECIONAIS (TRASEIROS) 1 – Correção do Camber e/ou Convergência Total dos eixos 2 – Correção do Ângulo de Impulso em relação à trajetória de referência SEQUÊNCIA LÓGICA PARA EFETUAR CORREÇÕES EM EIXOS DE VEÍCULOS

101 100 Escola SENAI Catalão - GO

102 101 NNo que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. OOu você faz uma coisa bem feita ou não faz! Airton Senna 21/03/60 – 01/05/94) Escola SENAI Catalão - GO

103 102 FIM Fausto David Instrutor de Automobilística Unidade Integrada SESI SENAI Catalão Out/2014   Contatos: Geral  – WhatsApp  Vivo Escola SENAI Catalão - GO


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