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“Você não pode gerenciar o que não pode medir” Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/2014 1.

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1 “Você não pode gerenciar o que não pode medir” Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/2014 1

2  No início dos anos 90 havia uma série de protocolos de M&V nos EUA  Em 1996 o DOE convocou mais de 150 especialistas de 15 países para consolidá- los no IPMVP.  Em 2001 o DOE transferiu a responsabilidade do IPMVP para uma corporação denominada EVO - Energy Valuation Organization (www.evo-world.org), que elaborou e editou as versões subsequentes, hoje disponíveis em pelo menos 10 idiomas.www.evo-world.org  Em 2002 o INEE elaborou a1ª versão brasileira do Volume I – Conceitos e Opções para Determinação de Economias de Energia e de Água, atualizou-a em 2003 e, em seguida, traduziu do inglês as versões 2007, 2010 e  A versão brasileira 2012 do PIMVP Volume I pode ser baixada da página da EVO:  A versão em inglês IPMVP Volume I, 2014 – Conceitos Básicos, também pode ser baixada da página da EVO: Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/2014 2

3  Significa a medição das grandezas e a verificação da qualidade dos resultados.  Ela está presente na ISO – Sistemas de Gestão da Energia, especificamente nas ISOs (Measuring Energy Performance using Energy Baselines & Energy Performance Indicators) e (Measurement and Verification of Organizational Energy Performance — General Principles and Guidelines).  O PIMVP- Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Performance, V1:2012 (Br) foi redigida obedecendo às definições apresentadas na ISO  O PIMVP V1:2012 (Br), foi a versão referência e é o documento exigido pela ANEEL para a M&V dos projetos do PROPEE (Módulo 8 do documento).  Em 30 de julho pp, a ANEEL apresentou o Guia de Medição e Verificação para o Programa de Eficiência Energética Regulado pela ANEEL Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/2014 3

4  Foram definidas metodologias de M&V por Uso Final.  No item 1.7, os Usos Finais a seguir relacionados, tiveram suas AEEs definidas como “ações padrão do PEE” e foram detalhadas ao nível de desenvolvimento de documentos e de planilhas de cálculo: Iluminação em baixa renda Refrigeração em baixa renda Aquecimento d’água em baixa renda Iluminação Sistemas motrizes Aquecimento d’água solar Condicionamento Ambiental Ar Comprimido (Os documentos e planilhas poderão ser usados em Planos de M&V para outras AEEs) Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/2014 4

5  As medições têm de quantificar uma “ausência de energia”, resultado da ação de eficiência energética (AEE) e a Figura 2- item 4.1 do PIMVO (slide 8), representa bem o problema  O PIMVP tem a capacidade de fornecer um processo sistematizado para medição e verificação, com cálculos dos valores médios e suas precisões, dos resultados das ações de redução da demanda máxima na ponta e do consumo total evitado.  A sistematização é obtida pelo cumprimento das orientações apresentadas nos 13 pontos do Plano de M&V (capítulo 5 do PIMVP).  Os resultados qualificados pelo PIMVP são somente válidos para o período indicado no Plano de M&V. Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/2014 5

6  A aplicação do PIMVP: - inicia-se com base nas informações fornecidas pelo pré- diagnóstico, com as quais será elaborado um Plano de M&V a ser utilizado na orientação das medições da “linha de base” e - encerra-se com um “Relatório Final”, última etapa do Plano de M&V, quantificando o resultado das AEEs executadas.  Após o encerramento da M&V, o Gerenciamento do Projeto de Eficiência Energética executado utilizará outras metodologias para fixação das metas e acompanhamento dos resultados que garantam a permanência dos efeitos das AEEs, justificando o investimento executado. Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/2014 6

7  As ESCOs foram organizadas para executar as AEEs sob um regime de Contrato de Performance: sua remuneração será sempre proporcional aos resultados obtidos.  O PIMVP é a ferramenta para execução da M&V que fornece resultados com uma qualidade definida pelo grau de confiança e pela precisão acordadas entre as partes..  O Contrato de Performance é o documento utilizado para definir e quantificar a participação de cada parceiro no PEE. Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/2014 7

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9 Economia = (Consumo da linha de base – Consumo no período de determinação da economia) ± Ajustes de rotina ± Ajustes não de rotina  * (equação 1-a do PIMVP) Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/2014 9

10  Isolamento da AEE (Isolamento do retrofit) : Opções “A” e “B”  Toda a instalação (considera os “efeitos Interativos): Opções ”C” e “D” Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/

11 Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/ Escolha entre as Opções A e B: Opção A – São necessários os dados da linha de base e do período de determinação da economia e são executadas as medições do parâmetro chave e estimados o(s) outro(s). Opção B – São necessários os dados da linha de base e do período de determinação da economia e são executadas as medições de todos os parâmetros.

12 Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/ Escolha entre as Opções C e D : Opção C – Toda a instalação São necessários os dados da linha de base e do período de determinação da economia e pode ser usado o medidor da Concessionária Opção D – Simulação Calibrada Quando não há dados para a linha de base mas apenas para o período de determinação da economa, os primeiros podem ser “criados” através de uma simulação.

13  As economias resultantes dos “efeitos interativos”, são aquelas que ocorrem em um uso final por AEEs executadas em outro uso final. Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/

14  Há “x”% de probabilidade de que o valor correto do resultado “R” – “estimativa do consumo evitado” esteja localizado no intervalo a seguir indicado, onde “p” é a “precisão absoluta” escolhida ou calculada  Valor correto com x% de probabilidade = R ± p kWh Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/

15  A garantia de que um PEE tenha sido executado e de que os resultados alcançados respondam às condições definidas no Contrato de Performance, estarão na validação desses resultados que deverá ser executada por uma terceira parte, o que garantirá total isenção no processo.  Admite-se, assim, que a M&V possa ser executada por uma das partes envolvidas, desde que obedecendo a um Plano de M&V aprovado pela terceira parte.  A terceira parte poderá fazer intervenções eventuais durante a evolução do projeto, para correção de rumo.  As intervenções serão menos necessárias quanto melhor a qualidade e maior o detalhamento do Plano de M&V e, fundamentalmente, quanto maior a confiança depositada no executor da M&V. Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/

16  Os técnicos que venham a executar a M&V, empregarão equipamentos de medição de propriedade de qualquer parte diretamente envolvida no PEE e que deverão possuir atestados válidos de calibração fornecidos por laboratórios credenciados pelo INMETRO.  Apenas os medidores que façam parte do sistema de medição instalado pela Concessionária, estarão dispensados de atestados.  As medições serão sempre executadas nas datas e em quantidades determinadas no Plano de M&V aprovado, com os equipamentos de medição especificados no referido plano.. Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/

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18  A experiência internacional indica os limites de custo da M&V entre 2% e 10% do custo do PEE, entendendo-se que o limite inferior será para as Opções “A” e “C” e o superior para a Opção “D”.  O item 8.5 da versão brasileira 2012 recomenda “Em um relatório de economia, o nível aceitável de incerteza está relacionado com o custo de reduzir esta incerteza a um nível adequado para o valor previsto da economia. Os custos médios típicos anuais de M&V são inferiores a 10% da economia média anual a ser avaliada.”  Poderão ocorrer custos superiores aos internacionais e ao item anterior, no início da etapa da M&V dos PEEs. Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/

19  A redução progressiva dos valores será fruto da experiência que for sendo adquirida ao longo do tempo.  Como indicado no item 4.2, “seguindo a abordagem do estudo da ABRADEE, este “Guia de M&V” aponta, para as AEEs padrão, períodos de medição (linha de base e determinação da economia) curtos para não prejudicar a viabilidade econômica dos projetos.  A construção de “Bancos de Planos de M&V” e de “Bancos de Dados de Projetos” será uma ferramenta para a redução dos custos.  O dimensionamento e o grau de qualidade (“cv” – coeficiente de variancia) das amostras influem grandemente no custo da M&V Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/

20  Uma estimativa inicial do tamanho da amostra global pode ser determinada usando a seguinte equação:   onde:  n o é a estimativa inicial do tamanho da amostra requerido, antes de começar a amostragem;  cv é o coeficiente de variância, definido como o desvio padrão das leituras dividido pela média. Até que a média real e o desvio padrão da população possam ser estimados a partir de amostra reais, 0,5 poderá ser usado como estimativa inicial para o cv;  e é o nível desejado de precisão;  z é o valor padrão de distribuição normal do Quadro B-1 com um número infinito de leituras e para o intervalo de confiança desejado. Por exemplo z é 1,96 para um intervalo de confiança de 95% (1,64 para 90%; 1,28 para 80%; e 0,67 para 50% de confiança). Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/

21  1) Notei uma preocupação das Concessionárias com o custo da M&V  2) A ANEEL treinará, na etapa inicial, na utilização do Guia de M&V cinco turmas de técnicos das Concessionárias (Nas “chamadas públicas”, a participação da Concessionária na M&V é fundamental)  3) Um grupo significativo de especialistas em M&V possui o CMVP – Profissional Certificado em M&V, fornecido pela EVO em parceria com a AEE.  4) Em sendo aceita a redução dos períodos de medição e, portanto, a qualidade da amostragem, como sugerido no slide anterior, pode-se pensar, provisoriamente, na redução da probabilidade e na elevação da precisão.  5) O item – Amostragem - do Guia de M&V mostra preocupação com a elevação do custo da M&V pela quantidade de iterações na determinação do tamanho da amostra Workshop M&V - EDF N.F - INEE - 06/08/

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