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Avaliação e Mobilidade Acadêmica Paulo S. L. Beirão Diretoria de Cooperação Institucional.

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Apresentação em tema: "Avaliação e Mobilidade Acadêmica Paulo S. L. Beirão Diretoria de Cooperação Institucional."— Transcrição da apresentação:

1 Avaliação e Mobilidade Acadêmica Paulo S. L. Beirão Diretoria de Cooperação Institucional

2 Science without borders: The new Brazilian scientific international mobility program Programa Brasileiro de Mobilidade Científica

3 Objetivos Avanço da ciência, tecnologia, inovação e competitividade industrial através da expansão da mobilidade internacional Aumentar a presença de estudantes e pesquisadores brasileiros em instituições de excelência no exterior Promover maior internacionalização das universidades brasileiras Aumentar o conhecimento inovador do pessoal das indústrias brasileiras Atrair jovens talentos e pesquisadores altamente qualificados para trabalhar no Brasil

4 Áreas Prioritárias Engenharias e demais áreas tecnológicas; Ciências Exatas e da Terra: Física, Química, Geociências Biologia, Ciências Biomédicas e da Saúde Computação e tecnologias da informação; Tecnologia Aeroespacial; Fármacos; Produção Agrícola Sustentável; Petróleo, Gás e Carvão Mineral; Energias Renováveis; Tecnologia Mineral; Tecnologia Nuclear Biotecnologia Nanotecnologia e Novos materiais; Tecnologias de Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais; Tecnologias de transição para a economia verde Biodiversidade e Bioprospecção; Ciências do Mar; Indústria criativa; Novas Tecnologias de Engenharia Construtiva Formação de Tecnólogos.

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6 Distribuição dos Grupos de Pesquisa segundo a área de conhecimento ( )

7 Número de concluintes de cursos de graduação, 2000 a 2009 Total e Engenharias e participação percentual das Engenharias Participação das Engenharias Engenharias 7

8 Bolsas Concedidas (Até 03/09/2014) Graduação Sanduíche Mestrado Profissional 596 Doutorado Sanduíche Doutorado Pleno Pós-Doutorado Jovem Talento 657 Pesquisador Visitante Especial Total86.075

9 Chamadas atuais para bolsas de graduação CNPq Capes Chamadas Inscrições finalizadas Reino Unido3654 Austrália - ATN3166 Espanha2562 Austrália - Go82287 Canadá - CBIE1685 Holanda1471 Bélgica - ARES939 Canadá - CALDO795 Polônia500 Nova Zelândia491 Coreia do Sul291 Bélgica - VLHUR220 Finlândia112 Total18173 Chamadas Inscrições finalizadas EUA – IIE/Fulbright16450 Irlanda3524 Alemanha1581 Hungria1575 Itália1282 EUA - NOVA1111 França1067 Suécia782 Japão522 Canadá - CIC447 Noruega403 China128 Áustria66 Total Geral28938

10 Science without Borders Submissão da Proposta Placement e aceite pela Universidade estrangeira Bolsas sanduíche na Graduação Homologação Pré-seleção

11 Science without Borders EtapasCronograma 1Cronograma 2Cronograma 3 Inscrição De 26 de agosto de 2014 a 19 de dezembro de 2014 Até 23 de abril de 2015 Até 21 de agosto de 2015 Julgamento Fevereiro/Março de 2015 Junho de 2015 Outubro de 2015 Previsão de Resultados Até 15 de abril de 2015 Até 14 de agosto de 2015 Até 15 de dezembro de 2015 Início da vigência jul/ago/set/out de 2015 nov/dez de 2015 e jan/fev de 2016 mar/abr/mai/jun de 2016 Bolsas do CNPq no Exterior – Calendário (excluindo bolsas do CsF)

12 Science without Borders RecomendadoNão recomendado Submissão de proposta Julgamento pelos CA’s Bolsa concedida Bolsa não concedida Bolsa concedida pelo CsF

13 Painel de controle do programa

14 Área prioritária: Engenharias e Tecnologias

15 Área prioritária: Biologia e Saúde

16 Distribuição por país

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19 Science without Borders Avaliação Ciência sem Fronteiras 1 Bolsas a serem concedidas – – 26 mil bolsas por empresas Período: Orçamento global: 5,2 bilhões IES brasileiras participantes: 1061 (28% públicas e 72% privadas) dos 26 estados da Federação e DF; IES estrangeiras: 1960 espalhadas em 29 países; Dos egressos: – 82% dos bolsistas foram avaliados om o desempenho bom ou ótimo; – 70% dos créditos foram integralmente aceitos pelas IES no país – Menos de 0,50% tiveram problemas de saúde que impossibilitaram sua permanência no exterior durante a vigência da bolsa. – 1,6 % dos estudantes retornaram ao Brasil por baixo desempenho

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21 Governo anuncia mais 100 mil bolsas de estudo na segunda fase do programa Ciência sem Fronteiras Brasília, 25/06/2014

22 Science without Borders Objetivo Conceder mais bolsas a estudantes e pesquisadores de 2015 a 2020 nas seguintes modalidades: – Exterior Graduação Sanduíche – 12 a 18 meses (sendo até 6 meses de curso de idioma) Mestrado Profissional – 12 a 24 meses Doutorado Sanduíche – 4 a 12 meses Doutorado Pleno – 48 meses Pós Doutorado – de 6 a 24 meses – No Brasil Jovem Talento – 24 a 36 meses Pesquisador Visitante Especial – 12 a 36 meses

23 Science without Borders Nova Proposta Meta: 100 mil bolsas (60% graduação e 40% atração e pós) Ganhadores de Olimpíadas de matemática e premiados em C&T terão prioridade nos cursos de até 6 meses de idioma no exterior e na aprovação das bolsas de graduação sanduíche; Ex-bolsistas do CsF graduação que obtiveram bom rendimento no exterior recebem a oportunidade de realizarem bolsa de Doutorado Pleno/Sanduíche após a formatura. Construção de plataforma de acompanhamento dos bolsistas pelo Coordenador Institucional da IES Brasileira com eventual concessão de diárias e passagem para visita e avaliação in locu dos estudantes; Grandes universidades deverão comprometer- se a montar comitês responsáveis pelo CsF.

24 Science without Borders Novo Formato Cursos de Idioma – Até 25 semanas para alunos*: Ganhadores de Olimpíadas de Matemática e premiados em concursos de C&T De baixa renda; Que realizaram Ensino Médio em escola Pública Pretos, Pardos e Indígenas – Até 10 semanas Demais candidatos * Nestes casos os testes de proficiência serão pagos pelo Governo

25 Science without Borders Participação dos Coordenadores Institucionais Maior participação dos Coordenadores Institucionais; Criação de oficinas anuais com duração de 3 a 5 dias para acompanhamento e avaliação do programa; Maior possibilidade de troca de informação e comunicação com a criação da ferramenta de fórum de coordenadores; Aprimorar e agilizar ferramenta de avaliação de relatórios parciais e finais com a inclusão dos coordenadores de curso no processo.

26 Science without Borders Vale a pena esse investimento?

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28 Número de artigos brasileiros publicados em periódicos científicos indexados pela Thomson/ISI e participação percentual do Brasil na América Latina e no mundo,

29 Evolução da Produção Científica no Brasil

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33 Formação de Mestres e Doutores

34 Pesquisadores por milhão de habitantes Baseado em dados do UNESCO Report,

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36 PIB per capita (US$ PPP) Nº pesquisadores por 1000 habitantes - 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6, India China Brasil Rússia Argentina México Reino Unido Itália Espanha EUA Canadá União Européia FrançaAlemanha Japão Ano base: 2007 Países com > 30 M/hab Fonte: OCDE e MCT Correlação entre a riqueza de países com a proporção de pesquisadores na população Correlação entre a riqueza de países com a proporção de pesquisadores na população

37 Ranking da produção científica

38 Fonte: OECD Factbook 2010: Economic, Environmental and Social Statistics - ISBN © OECD 2010 Patentes (Patentes triádicas) Número por milhão de habitantes (2007)

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41 Obrigado pela atenção

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