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Clicar Universidade Certo dia, o então Secret á rio Geral das Na ç ões Unidas, Pérez de Cuéllar, apresentou-a perante a ONU como “ a mulher mais poderosa.

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3 Universidade Certo dia, o então Secret á rio Geral das Na ç ões Unidas, Pérez de Cuéllar, apresentou-a perante a ONU como “ a mulher mais poderosa do mundo ”.Ganhou o prêmio Nobel da Paz em Antes, já havia ganho os mais altos prêmios do mundo: desde os prêmios João XXIII da Paz, Balzán, Kennedy, Templeton, o da FAO e o Schweitzer, até os prêmios mais prestigiosos da Í ndia, como o Pandi Shi ( “ Ordem do L ó tus ” ), concedido pelo Pandit Nehru, e o Magsaysay, que a proclamou “ a mulher mais benemérita do mundo ”. Recebeu tamb é m o t í tulo de Doutora em Humanidade pela Universidade de Washington, e, em 1983, a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecora ç ão dos Estados Unidos, concedida pelo Presidente Reagan. Em 1987, na antiga União Soviética, é condecorada com a Medalha de Ouro do Comitê Soviético da Paz. Concederam-lhe passagens de graça em todas as linhas aéreas do mundo, como antes começara por tê-la nos bondes, trens e ônibus de Calcutá e depois de toda a Í ndia.

4 Seu nome: Inês (Agnes) Gonscha Bojaxhiu, nascida em 26 de agosto de 1910, em Skoplje, um lugar entre a Albânia e a antiga Iugoslávia. Atual Rep ú blica da Macedônia. Foi batizada um dia depois de nascer, e sua fam í lia pertencia à minoria albanesa que vivia no sul da antiga Iugoslávia. Mas nunca morou na Albânia. Foi educada numa escola estatal da atual Croácia, durante os tristes anos da Primeira Guerra Mundial. Covadonga O ’ Shea, diretora da revista feminina Telva, escreveu há algum tempo um artigo que se intitulava “ Uma mulher que nunca passará de moda ”, e que começava assim: “ Não é Cindy Crawford nem Cláudia Schiffer. Provavelmente, nunca entrou numa boutique, mas foi uma das mulheres que marcaram o passo à Humanidade e que deixarão um rasto indelével no século que terminou. É muito poss í vel que a preocupação pelo seu look não passasse da água e do sabão, mas o seu olhar irradiava uma força especial. Sim, era a Madre Teresa de Calcutá, a freira albanesa com um cora ç ão de seda e de ferro ”.

5 Marie Noëlle Tranchant, contou a curiosa experiência da filmagem de um documentário sobre Madre Teresa: “A mulher mais condecorada e admirada do mundo era a que menos importância dava a si mesma. Não parava. Era o amor em ação, e isso não era nada fácil de filmar”. Não se vê no filme uma heroína excepcional fazendo coisas excepcionais; vê-se uma Madre – uma mãe – amando pessoas necessitadas e “desvivendo-se” nas pequenas coisas indispensáveis de cada dia: essas que, se não as fazem as mães, não as faz ninguém. O amor não consiste apenas em bons sentimentos. Vai às realidades concretas, com ânimo positivo de serviço, persuadido de que é mais veraz e mais importante criar pequenos oásis do que lamentar-se constantemente de como está seco o deserto do mundo. Na Conferência sobre Popula ç ão e Desenvolvimento no Cairo, Madre Teresa disse :- O mundo que Deus nos deu é mais do que suficiente, segundo os cientistas e pesquisadores, para todos; existe riqueza mais que de sobra para todos. Só é questão de reparti-la bem, sem ego í smo. O aborto pode ser combatido mediante a ado ç ão. Quem não quiser as crianças que vão nascer, que as dê a mim. Não rejeitarei uma s ó delas. Encontrarei uns pais para elas. Ningu é m tem o direito de matar um ser humano que vai nascer: nem o pai, nem a mãe, nem o Estado, nem o médico. “

6 Uma das coisas que ela exigia às noviças de sua Congregação é que soubessem sorrir, e rejeitou muitas delas porque não sabiam fazê-lo. Também a chamavam “Madre Sorriso”, por viveu o que recomendava. Em seu cartão de visitas, impresso em papel amarelado, lia-se: The fruit of silence is prayer The fruit of prayer is faith The fruit of faith is Love The fruit of Love is Service The fruit of Service is Peace. Isto é: Ela disse certa vez: “ Hoje em dia, quando quase todas as doenças têm o seu rem é dio, não se encontrou rem é dio algum para a indiferença pelo pr ó ximo. E, no entanto, existe. Não se melhorar á a situa ç ão dos exclu í dos nem se transformar á o mundo com revolu ç ões, violência, guerras, nacionalismos desenfreados, terrorismo e ó dio, mas unicamente por meio do amor e da caridade ”. Uma das coisas que ela exigia às noviças de sua Congregação é que soubessem sorrir, e rejeitou muitas delas porque não sabiam fazê-lo. Também a chamavam “Madre Sorriso”, por viveu o que recomendava. Em seu cartão de visitas, impresso em papel amarelado, lia-se: The fruit of silence is prayer The fruit of prayer is faith The fruit of faith is Love The fruit of Love is Service The fruit of Service is Peace. Isto é: “O fruto do silêncio é a oração; o fruto da oração é a fé; o fruto da fé é o Amor; o fruto do Amor é o Serviço; o fruto do Serviço é a Paz”. Ela disse certa vez: “ Hoje em dia, quando quase todas as doenças têm o seu rem é dio, não se encontrou rem é dio algum para a indiferença pelo pr ó ximo. E, no entanto, existe. Não se melhorar á a situa ç ão dos exclu í dos nem se transformar á o mundo com revolu ç ões, violência, guerras, nacionalismos desenfreados, terrorismo e ó dio, mas unicamente por meio do amor e da caridade ”.

7 É a velha filosofia prática de vida, que a Madre Teresa praticava há muito tempo: durante uma noite de tormenta, num leprosário às margens do Ganges, compôs este texto: A vida é uma oportunidade; aproveita-a. A vida é beleza; admira-a. A vida é felicidade; saboreia-a. A vida é um sonho; torna-o realidade. A vida é um desafio; enfrenta-o. A vida é um jogo; joga-o. A vida é preciosa; protege-a. A vida é riqueza; conserva-a. A vida é amor; desfruta-o. A vida é mistério; desvenda-o. A vida é promessa; cumpre-a. A vida é tristeza; supera-a. A vida é um hino; canta-o. A vida é uma tragédia; domina-a. A vida é uma aventura; encara-a. A vida é um gozo; merece-o. A vida é vida; defende-a..

8 E também: “ - Nenhum de n ó s, nem os senhores nem eu, tem o direito de condenar qualquer ser humano. Por muito que os vejamos fazer coisas que nos parecem erradas, não sabemos por que as fazem. Talvez sejamos n ó s que os obrigamos a fazê-las. A maior pobreza não é a falta de dinheiro, ou a falta de pão e de comida, mas sobretudo uma fome terr í vel de reconhecimento da dignidade que cada um tem; e a í cometemos muitos erros, porque deixamos as pessoas de lado e vamos à s nossas coisas e somente às nossas coisas ”. Madre Teresa de Calcutá faleceu em 5 de setembro de 1997 v í tima de uma parada card í aca. Foi beatificada em 19 de outubro de 2003 pelo Papa João Paulo II Pesquisa Google-

9 CRÉDITOS Pesquisa Google- Pesquisa Google- ogspot.com ogspot.com Som- Glorianna_Hino à Mulher.wave SAIR


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