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“Mecanismos de ação envolvidos na atividade antinociceptiva da Casearia sylvestris” Anna Paula Piovezan *, Denise Vitorazzi de Pieri da Silva *, Simone.

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1 “Mecanismos de ação envolvidos na atividade antinociceptiva da Casearia sylvestris” Anna Paula Piovezan *, Denise Vitorazzi de Pieri da Silva *, Simone Davet Muller* *Grupo de Pesquisa em Produtos Naturais (GRUPNAT) - UNISUL. PROJETO PUIC INTRODUÇÃO O conhecimento sobre a identificação e utilização correta de plantas é de muita importância, já que as mesmas são muito utilizadas para diversas tipos de patologias em humanos. É uma das responsabilidades do profissional da saúde conhecer e informar a população sobre os cuidados e maneiras de utilização das mesmas. Neste trabalho, investigamos a planta Casearia sylvestris, conhecida popularmente em nossa região como guaçatona, erva-de-bugre ou ainda como pau-de-lagarto; a mesma pertence à família das Flacurtiáceas, e ocorre na Mata Atlântica em todo região sul do Brasil (Lorenzi, 2002). O uso popular desta planta é para tratar feridas de pele, úlceras gástricas, e também como antipirético, antiséptico e anestésico local (Alonso, 2004), entre outros. A partir de dados que indicam a ação da Casearia sylvestris sobre enzimas inflamatórias e em modelos de dor, o nosso grupo de pesquisa (Grupo de Pesquisas em Produtos Naturais - GRUPNAT), vinha com o objetivo e interesse em investigar mais as propriedades analgésicas da planta, cujos resultados promissores puderam ser recentemente publicados (J Ethnopharmacol., 2007, Feb 2; [Epub ahead of print[, PMID: , Fonte: PUBMED). OBJETIVO GERAL Executar diferentes etapas de padronização e fracionamento do extrato da planta, para poderem ser utilizados em outros projetos de pesquisa. METODOLOGIA Colheita de planta Partes aéreas da planta Casearia sylvestris,, folhas e galhos, foram coletadas na cidade de Sangão/S.C., no mês de julho de A mesma foi identificada botanicamente pelo agrônomo Professor Jasper Zanco, do Herbarium Laelia purpurata, do curso de Agronomia da UNISUL. Preparo do extrato bruto hidroalcoólico A planta foi colocada para secar, em seguida moída e pesada e colocada em um recipiente, adicionou-se álcool 70%, ali permanecendo em repouso para ocorrer seu intumescimento. Depois, a planta foi retirada do recipiente e transportada para o percolador, e neste foi adicionado mais solução de álcool 70%, ficando mais dez dias em repouso absoluto. Após a filtração do extrato, começou-se o processo de evaporação, sendo a solução da planta colocada no aparelho rota-vapor, que tem por finalidade extrair o solvente e obter o extrato seco. Fracionamento do extrato bruto da Casearia sylvestris nas frações acetato de etila, n-hexano e diclorometano: O extato foi submetido a extração, por três vezes, em funil de separação com porções de 100 mL dos diferentes solventes: hexano, diclorometano e acetato de etila. O líquido restante foi denominado fração aquosa que foi concentrado em rota vapor até secura. Determinação do Teor de Umidade Adicionou-se o extrato bruto e a planta seca em placas petris e colocadas em estufa a uma temperatura de 105 ºC, por quatro horas, em seguida resfriada e pesadas. este procedimento foi repetido várias vezes, até que se obteve um valor de variação entre as duas pesagens inferior a 0,25% Controle de Qualidade Microbiológico do Extrato da planta Casearia sylvestris.: Preparação da amostra: pipetou-se 1 mL do extrato aquoso da planta em 9 mL de diluente estéril, a base de TWEEN 80, obtendo-se uma diluição 1:10. Então, a partir deste, fez-se outras diluições para realizar a contagem de microrganismos viáveis totais. Determinação de cinzas totais e cinzas insolúveis em ácido clorídrico: Segundo procedimento descrito na Farmacopéia Brasileira, pesou-se 3 g de planta seca e colocou-se a mesma num cadinho de silício, calcinado, resfriado e pesado. Colocou-se na mufla para incinerar a uma temperatura de 450oC, até que o carvão foi totalmente eliminado, e depois foi resfriado e pesado. Após, realizou-se procedimento de cinzas insolúveis em ácido clorídrico: ferveu-se o resíduo obtido na determinação de cinzas totais, durante cinco minutos com 25 ml de ácido clorídrico em cadinho coberto com vidro relógio. Lavou-se o vidro relógio com 5 ml de água quente, juntou- se esta água ao cadinho, recolheu-se o resíduo insolúvel em ácido sobre papel filtro, lavou-se com água quente até que todo o filtrado estivesse de cor neutra. Transferiu-se o papel filtro com o resíduo para o cadinho original, secou-se sobre chapa quente, depois incinerou-se a 500oC até obter-se o peso constante.. Conclusões: A partir dos resultados apresentados anteriormente podemos concluir que o extrato da planta casearia sylvestris esta de acordo com os dados da farmacopéia brasileira, estando em ótimo estado para ser utilizado em experimentos com os animais para a realização de outros experimentos, não apresentando nenhuma irregularidade, quanto a sua qualidade. REFERÊNCIAS Alonso, J., Tratado de Fitofármacos y Nutracéuticos. Corpus Libros, Rosario, Argentina, pp Borges, M.H., Soares, A.M., Rodrigues, V.M., Andriao-Escarso, S.H., Diniz, H., Hamaguchi, A, Quintero, A., Quintero, A., Lizano, S., Gutierrez, J.M., Giglio, J.R., Homsi-Brandeburgo,M., I. Effects of aqueous extract of Casearia sylvestris (Flacourtiaceae) on actions of snake and bee venoms and on activity of phospholipases A2 – Comparative Biochemistry and Physiology. B: Comparative Biochemistry 127, Borges, M.H., Soares, A.M., Rodrigues, V.M., Oliveira, F., Fransheschi, A.M., Rucavado, A, Giglio, J.R., Homsi-Brandeburgo, M.I., Neutralization of proteases from Bothrops snake venoms by the aqueous extract from Casearia sylvestris (Flacourtiaceae). Toxicon 39, FARMACOPÉIA brasileira. 4. ed. São Paulo: Livr. Atheneu, v. Lorenzi, H., Árvores Brasileiras. Plantarum, Nova Odessa, p.131. Menezes, P.R., Schwarz, E.A.,Santos,C.A.M., 2004.In vitro antioxidant activity of species collected in Paraná. Fitoterapia 75, Ruppelt, B.M., Pereira,E.F., Gonçalves, L.C., Pereira,N.A.,1991. Pharmacological screening of plants recommended by folk medicine as anti-snake venom-I. Analgesic and anti- inflammatory activities. Memorias do Instituto Osvaldo Cruz 86, RESULTADOS Tabela 1 - determinações de umidade inicial e final de folhas de Casearia silvestris, Dados em porcentagem Resultados Obtidos: Valor de umidade: 3,27 % ou 0,0327 g/m l REPETIÇÃOPESO INICIAL(G)PESO FINAL(G)UMIDADE INICIAL(%) UMIDADE FINAL(%) 15,02 2,917 41,8910,33 25,01 2,977 40,5810,31 35,01 2,915 41,8113,30 45,01 2,922 41,6711,33 TESTE MICROBIOLÓGICO: Bactérias heterotróficas: zero UFC/mL Fungos e leveduras: 1,0 x 10-1 UFC/mL Coliformes totais: ACB Coliformes fecais: ACB Pseudomonas sp: ACB Escherichia coli: ACB Stafilococus aureus: ACB Salmonella sp :ACB Legenda: UFC = unidades formadoras de colônias ACB = ausência de crescimento bacteriano DETERMINAÇÃO DE CINZAS PESO VAZIO PESO C/CINZAS PESO C/ CINZAS EM ÁCIDO CLORIDRICO CADINHO 1 20,28 19,99 19,37 CADINHO 2 24,16 23,27 20,30 CADINHO 3 19,32 18,60 24,19 CADINHO 4 20,07 18,60 20,10 CADINHO 5 35,24 35,47 35,25 CADINHO 6 29,95 30,20 20,88 A partir dos dados acima, foi realizado um cálculo de percentual chegando ao seguinte valor: Resultado: 4%


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