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SOCIOLOGIA DO LAZER E TURISMO PROF. DANIEL DA SILVA MARTINS FACULDADE.

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Apresentação em tema: "SOCIOLOGIA DO LAZER E TURISMO PROF. DANIEL DA SILVA MARTINS FACULDADE."— Transcrição da apresentação:

1 SOCIOLOGIA DO LAZER E TURISMO PROF. DANIEL DA SILVA MARTINS FACULDADE METROPOLITANA DE MANAUS C URSO DE TURISMO

2 TEMPOS DE AULA 2ª FEIRA 3º e 4º TEMPOS CARGA HORÁRIA8O HORAS

3 Avaliações PROVAS 1º BIMESTRE ,0 2º BIMESTRE ,0 PROVA INSTITUCIONAL ,0 ___________________ 30,0/3 = 10,0

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5 É um conjunto de ocupações às quais o indivíduo pode entregar-se de livre vontade, seja para repousar, seja para divertir-se, recrear-se e entreter-se... desembaraçar-se das obrigações profissionais, familiares e sociais." (Dumazedier, 1976, apud Oleias) Lazer

6 A palavra lazer deriva do latim licere, ou seja, "ser lícito", "ser permitido".latim Etimologia

7 Psicologia- motivações / preferências / condutas Antropologia - interação cutural / condições Sociologia - segmentação / turismo massas / destinos Economia - impactos econômicos / sustentabilidade, contabilidade / mkt /decisões/vendas; Geografia - distribuição fluxo / atrativos / localização Direito - consumidores/globalização econômica e relações Ecologia - regeneração de recursos/utilização/ preservação ambiental, Estatística – índices, fluxos, movimentos, prababilidades; Educação- conhecimentos, habilidades, atitudes Ciências ligadas ao TURISMO

8 SINALIZAR-SE : CONDIÇÃO HUMANO 1. Socialização é o processo pelo qual a sociedade, ensina seus costumes a seus membros. 2. Uma pessoa socializada é aquela que, com êxito, tornou-se membro de seu grupo, organização formal, comunidade e/ou sociedade. 3. Uma pessoa socializada controla-se, mas esse autocontrole provém de ter aprendido os controles da sociedade.

9 *Industrial= poder da burguesia em ascensão e desenvolvimento da ciência (Séc. XVIII); triunfo do capitalismo. * Francesa( ) = queda de Luís XVI; abolição da monarquia e proclamação da República. SURGIMENTO DA SOCIOLOGIA DUPLA REVOLUÇÃO

10 A SOCIEDADE ERA FEUDAL FEUDOS Regime resultante dum enfraquecimento do poder central, e que une estreitamente autoridade e propriedade da terra, estabelecendo entre vassalos e suseranos uma relação de dependência. SOCIEDADE ESTÁTICA – SEM MUDANÇAS

11 CIDADESBAIRROSAVENIDASRUASGUETOSBECO/VIELAS SURGIMENTO DAS CIDADES SOCIEDADE EM MUDANÇAS

12 Principais Impactos apos o Feudalismo. Sociais 1) crescimento das desigualdades sociais; 2) capitalismo que se desenvolve através da expropriação “legítima” da força de trabalho do proletariado; 3) rompimento com os modos de vida tradicionais (moral, coletividade, individualização); 4) racionalização estrutural das sociedades (relações utilitaristas, burocratização do Estado e laicização das instituições)

13 Revolução Industrial = máquina à vapor e aperfeiçoamento dos métodos produtivos, fim do artesão independente. Conseqüências Econômicas: 1) destruição dos laços de servidão, desmantelamento da família patriarcal, desapropriação dos pequenos proprietários rurais, longas jornadas de trabalho; 2) aumento da prostituição, suicídio, alcoolismo, infanticídio e criminalidade; 3) surgimento da proletariado e dos conflitos trabalhistas → sindicatos.

14 SOCIOLOGIA – I Estuda.. As relações que se estabelecem entre as pessoas que vivem no mesmo grupo social... Consciente Inconscientemente

15 SOCIOLOGIA-II- Estuda.. As relações que e se reproduzem.. tendem a gerar Conscientes ou inconscientes que essas relações tendem a gerar no seio do grupo. Pela Coexistência de pessoas diferentes Pelas instituições, normas, leis e valores...

16 SOCIOLOGIA – II - Estuda.. As relações que e se reproduzem.. incorporadas consciente ou inconscientemente incorporadas pelos indivíduos que constituem a sociedade. relações sociais que só se estabelecem com fundamento na coexistência social Pelas instituições, normas, leis e valores...

17 HOMEM E DESCOBERTA DA SOCIEDADE HOMEM DA PRÉ-HISTÓRIA DESCOBRI SUA RELAÇÃO COM O MEIO MANIFESTA NAS CAVERNAS SUAS CONQUISTA : DESENHOS

18 O MITO 1. Representação (passada ou futura) de um estado ideal da humanidade. 2. Imagem simplificada de pessoa ou de acontecimento, não raro ilusória, elaborada ou aceita pelos grupos humanos, e que representa significativo papel em seu comportamento. 3. Coisa inacreditável, fantasiosa, irreal; utopia: A perfeição absoluta é um mito.

19 O MITO Narrativa de significação simbólica, transmitida de geração em geração e considerada verdadeira ou autêntica dentro de um grupo e pelo qual se formula uma explicação da ordem natural e social e de aspectos da condição humana. NO CONTEXTO ANTROPOLÓGICO

20 SENSO COMUM acrítico Conjunto de opiniões e modos de sentir que, por serem impostos pela tradição aos indivíduos de uma determinada época, local ou grupo social, são aceitos de modo acrítico como verdades e comportamentos próprios da natureza humana.

21 EXEMPLOS DO UNIVERSO OE SENSO COMUM 1. LENDAS 1. LENDAS: boto, curupira, cobra-grande, mulher -sangrenta, mãe d’água. 2. CREDITAR EM FATOS SEM CERTIFICAR-SE : 3. CREDITAR EM IDÉIAS E AFIRMAÇÕES ALHEIAS. 4. REPETIR OS QUE OS OUTROS DIZEM SEM FAZER UMA ANALISE DOS FATOS.

22 CIÊNCIA Conjunto de conhecimentos socialmente adquiridos ou produzidos, historicamente acumulados, dotados de universalidade e objetividade que permitem sua transmissão, e estruturados com métodos, teorias e linguagens próprias, que visam compreender e orientar a natureza e as atividades humanas.

23 A DESCOBERTA DO MUNDO VISÃO NATURAL AS DIFERENÇA AS DIFERENÇA EU SUJEITO EU SUJEITO AGENTE TRANSFORMADOR...

24 SOCIEDADE 1. Conjunto de pessoas que vivem em certa faixa de tempo e de espaço, seguindo normas comuns, e que são unidas pelo sentimento de consciência do grupo; corpo social: a sociedade medieval; a sociedade moderna. 1. Conjunto de pessoas que vivem em certa faixa de tempo e de espaço, seguindo normas comuns, e que são unidas pelo sentimento de consciência do grupo; corpo social: a sociedade medieval; a sociedade moderna. 2. Grupo de indivíduos que vivem por vontade própria sob normas comuns; comunidade. 2. Grupo de indivíduos que vivem por vontade própria sob normas comuns; comunidade.

25 PRINCIPAIS PENSADORES DA SOCIOLOGIA AUGUSTE COMTE - ( ), o Fundador da Sociologia. A herança francesa do Iluminismo e as ondas de choque da Revolução Francesa levaram Auguste Comte em seu quinto volume do Curso de Filosofia Positiva ( ) a examinar a solicitação por uma disciplina dedicada ao estudo científico da sociedade. Comte quis chamar essa disciplina de “física social” para enfatizar que estudaria a natureza fundamental do universo social, mas ele foi praticamente forçado a determinar o termo híbrido greco-latino, sociologia.

26 PASSOS DA SOCIOLOGIA Uma tática que Comte empregou para fazer com que a sociologia parecesse legítima foi postular a lei dos três estados.

27 O primeiro estado é o teológico, em que o pensamento sobre o mundo é dominado pelas considerações do sobrenatural, religião e Deus.

28 o segundo estado é o metafísico em que as atrações do sobrenatural são substituídas pelo pensamento filosófico sobre a essência dos fenômenos e pelo desenvolvimento da matemática, lógica e outros sistemas neutros de pensamento.

29 terceiro estado é o positivo, em que a ciência, ou a observação cuidadosa dos fatos empíricos, e o teste sistemático de teorias tornam-se modos dominantes para se acumular conhecimento. E com o estado positivo o conhecimento pode Ter utilidade prática a fim de melhora as vidas das pessoas.

30 EVOLUÇÃO.... A sociedade como um todo, bem como o pensamento sobre cada domínio do universo, evolui através desses três estágios, mas em velocidades diferentes: a astronomia e a física, primeiro, depois a química e a biologia, e finalmente a sociologia surge como o último modo de pensar para entrar no estado positivo.

31 HERBERT SPENCER: O Primeiro Sociólogo Inglês: ( Spencer é mais bem lembrado por instituir uma teoria na sociologia conhecida como funcionalismo. Essa teoria expressa a idéia de que tudo o que existe em uma sociedade contribui para seu funcionamento equilibrado; de que tudo o que nela existe tem um sentido, um significado. A sociologia funcionalista dessa maneira faz uma pergunta básica e interessante: o que um fenômeno cultural ou social faz para a manutenção e integração da sociedade?

32 Spencer retorna a questão de Comte: O que mantém unida a sociedade quando esta se torna maior, mais heterogênea, mais complexa e mais diferenciada? 1) interdependências dentre seus componentes especializados; 2) concentrações de poder para controlar e coordenar atividades dentre unidades interdependentes.

33 ÉMILE DURKHEIM : A Tradição Francesa: ( ) O que marca a contribuição de Durkheim à sociologia é o reconhecimento de que os sistemas de símbolos culturais - ou seja, valores, crenças, dogmas religiosos, ideologias, sistemas administrativos, etc.- são uma base importante para a integração da sociedade.

34 SOCIALMENTE “A condição social, entretanto, é possível em sociedades grandes, complexas quando há alguns símbolos comuns que todos os indivíduos partilham, juntamente com grupos específicos de símbolos que guiam as pessoas em suas relações concretas com os outros” (J. Turner, 1990).

35 Patologias Sociais Se esse equilíbrio observado entre os aspectos abstrato e específico ou os gerais e concretos da consciência coletiva não é observado, então várias patologias se tornam evidentes (Durkheim, 1893,1897).

36 Durkheim (1912) estudou consciência coletiva. O que ele descobriu foi o significado da interação entre as pessoas, como isso produzia o sentimento de que há uma “força” sobrenatural acima e além delas. Ao compreender o poder dessa força que nascia da animação e energia das interações, os aborígines construíram totens e se engajaram em rituais para honrar as forças sobrenaturais, agora simbolizadas pelos totens. Dessa observação, Durkheim concluiu que a adoração aos deuses e ao sobrenatural é, na realidade, a adoração da própria sociedade e dos vínculos gerados pela interação entre as pessoas.

37 KARL MARX ( ) Marx sentiu que cada época histórica era construída em torno de um tipo específico de produção econômica, organização de trabalho e controle de propriedade, revelando, assim, sua própria dinâmica.

38 Para Marx, A organização de uma sociedade num momento histórico específico é determinada pelas relações de produção, ou a natureza da produção e a organização do trabalho.

39 Como funciona A SUPERESTRUTURA - que consiste de cultura, política e outros aspectos da sociedade. A INFRAESTRUTURA - material- base.

40 FORMANDO PENSAMENTO Desse ponto de vista, todas as estruturas da organização social revelam desigualdades que levam ao conflito, em que aqueles que detêm ou controlam os meios de produção podem consolidar o poder e desenvolver ideologias para manter seus privilégios,


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