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TECNOLOGIA EM GESTÃO PUBLICA

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Apresentação em tema: "TECNOLOGIA EM GESTÃO PUBLICA "— Transcrição da apresentação:

1 TECNOLOGIA EM GESTÃO PUBLICA 3º SEMESTRE CAIO GUIMARÃES DOS SANTOS LUIZ CARLOS SILVA SANTOS ZÉLIA MUNIZ ALVES ITABUNA

2 A EDUCAÇÃO NA BAHIA

3 O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). No nosso estado não é diferente, são muitos os desafios relacionados à Educação na Bahia como por exemplo alto índice de analfabetismo, escolas com os piores desempenhos nacionais no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), uma urgente melhoria na capacitação dos docentes, visto que o desenvolvimento dos professores implica no desenvolvimento dos alunos e da escola.Ideb INTRODUÇÃO

4 O Estado disponibiliza programas como o TOPA (Todos pela Alfabetização), o maior programa de alfabetização em curso no país, a maioria desses programas, que às vezes são anunciados com números estratosféricos, tem tido uma preocupação apenas quantitativa e não qualitativa com o problema, com poucos resultados objetivos e práticos. Apesar de o Ideb do Estado ter sido algo em torno de 3,3, sete das piores médias do país foram na Bahia. O município de Apuarema, no sul do Estado teve a pior avaliação, com a nota 0,5.

5  Para que haja um efetivo impacto na qualidade deve ser feito primeiro uma formação em terceiro grau daqueles que estão ministrando aulas, além do apoio pedagógico que já damos com o material didático. A qualificação dos professores passa pela reciclagem, pela realização de novos concursos e pela valorização salarial da categoria. Destaco também a importância da avaliação dos profissionais e de um plano de carreira bem definido. E há um reconhecimento de que essa formação não atende às necessidades plenas, sendo, definitivamente, uma dos motivos pelos quais a qualidade do ensino não é aquela que todos desejamos. O Estado poderia realizar um esforço dentro das universidades estaduais que garanta uma formação mais completa. ANÁLISE DA EDUCAÇÃO NA BAHIA

6  O estado está com um projeto em andamento chamado “Centros Juvenis de Ciência e Cultura” que envolve universidades e utiliza espaços ociosos da rede para oferecer conteúdos temáticos atuais aos alunos, para que a juventude os discuta com qualidade. Um aspecto importante para a melhoria do Ensino Médio seria conseguir que professores e alunos atuem em maior sintonia. Do lado dos professores, é importante estabelecer um currículo detalhado de todos os assuntos que devam ser abordados em determinado curso. Isso, ao mesmo tempo em que cria uma nítida obrigação para os professores, permite que os alunos possam acompanhar o andamento do currículo.

7  O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) atende toda a educação básica, da creche ao ensino médio. Substituto do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), que vigorou de 1997 a 2006, o Fundeb está em vigor desde janeiro de 2007 e se estenderá até É um importante compromisso da União com a educação básica, na medida em que aumenta em dez vezes o volume anual dos recursos federais. Além disso, materializa a visão sistêmica da educação, pois financia todas as etapas da educação básica e reserva recursos para os programas direcionados a jovens e adultos.

8 Vamos apresentar agora um gráfico que mostra a realidade dos gastos com educação e do FUNDEB.

9 CONSIDEREAÇÕES FINAIS  A maioria dos estudos empíricos demonstra não haver correlação entre gastos em Educação/salário de professores e aprendizado dos alunos. Mas é claro que devemos investir mais para obter melhor qualidade de Educação. Uma alternativa é incentivar para a melhoria da educação é a ascensão profissional para professores. Porém essa saída não se relaciona com a efetiva melhoria do desempenho dos alunos e precisaria ser complementada, talvez via concessão de bônus para os aqueles que se destacarem é mais uma ferramenta para driblar nossos problemas educacionais Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão.

10  Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes tiveram a pontuação de 4,6 em A meta do país é de chegar a 6 em 2022

11 REFERÊNCIAS  Transparência Bahia, disponível em: b/modulos. Acessado em: 29/06/2014.  JUCÁ, Francisco Pedro. Finanças públicas e democracia. São Paulo: Atlas,  UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas para apresentação de trabalhos. 2. ed. Curitiba: UFPR, v. 2.


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