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TREINAMENTO PARA OPERADOR DE EMPILHADEIRA 1° fase (teórica) Paulo Luiz Técnico de Segurança do Trabalho Bombeiro Civil

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Apresentação em tema: "TREINAMENTO PARA OPERADOR DE EMPILHADEIRA 1° fase (teórica) Paulo Luiz Técnico de Segurança do Trabalho Bombeiro Civil"— Transcrição da apresentação:

1 TREINAMENTO PARA OPERADOR DE EMPILHADEIRA 1° fase (teórica) Paulo Luiz Técnico de Segurança do Trabalho Bombeiro Civil

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3 Código de Transito Brasileiro Artigo 144 CTB Trator de roda e de esteira, equipamento automotor destinado à movimentação de cargas, execução de trabalho agrícola, de terraplenagem, construção de pavimentação, só podem ser conduzidos na via pública por condutor habilitado nas categorias C,D ou E

4 Objetivo do Treinamento  Sensibilizar os operadores de empilhadeira quanto a necessidade de neutralizar ao máximo a possibilidade de provocar acidentes.  Adoção de procedimentos de rotina pautadas pelas normas de segurança.  Cumprimento ao disposto na NR-11 da Port. 3214/78 MTb.

5 Operador? Pessoa habilitada e treinada, com conhecimento técnico e funcional do equipamento. É o responsável direto pela segurança da operação, pessoas e demais bens interligados a ela.

6 REGULAMENTAÇÃO LEGAL ? NR-11 - TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃ0, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá receber um treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser habilitados e só poderão dirigir se durante o horário de trabalho portarem um cartão de identificação, com o nome e fotografia, em lugar visível O cartão terá a validade de 1 (um) ano, salvo imprevisto, e, para a revalidação, o empregado deverá passar por exame de saúde completo, por conta do empregador Todos os equipamentos de movimentação e transportes de materiais e pessoas, só devem ser operados por trabalhadores qualificados, o qual terá sua função anotada em carteira de trabalho.

7 REGULAMENTAÇÃO LEGAL Operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou terceiros a riscos, só pode ser feita por trabalhador qualificado e identificado por crachá; Na operação de máquinas e equipamentos com tecnologia diferente da que o operador estava habituado a usar, deve ser feito novo treinamento, de modo a qualificá-lo à utilização dos mesmos; São considerados trabalhadores habilitados aqueles que comprovem perante o empregador capacitação mediante curso especializado ministrado por centro de treinamento e reconhecido pelo sistema oficial de Ensino – Considera-se trabalhadores qualificados, aqueles que comprovem perante o empregador capacitação mediante cursos ministrados por instituições privadas ou públicas, desde que conduzido por profissionais habilitados ou ter experiência comprovada em carteira de trabalho de pelo menos 06 (seis) meses na função.

8 SEGURANÇA DO TRABALHO ATO INSEGURO É O ATO PRATICADO PELO HOMEM, EM GERAL CONSCIENTE DO QUE ESTÁ FAZENDO. O QUE ESTÁ CONTRA AS NORMAS DE SEGURANÇA

9 ATO INSEGURO

10 Operação Segura! NOS SEMPRE PENSAMOS: ACIDENTES SÓ ACONTECE COM OS OUTROS !!!

11 O que é empilhadeira?

12 CARCAÇA OU CHASSI É a estrutura metálica, geralmente em chapa de aço, que serve de contrapeso para a carga e de proteção para vários componentes da empilhadeira. VOLANTE Dispositivo de controle de direção do veículo. Pode ser girado tanto para a direita como para a esquerda. COMPONENTES DA EMPILHADEIRA

13 CONTRAPESO Construído de ferro fundido, situa-se na parte traseira, serve para equilibrar a empilhadeira TORRE DE ELEVAÇÃO Dispositivo utilizado na sustentação dos acessórios de movimentação de materiais. Movimentando-se no sentido vertical, inclinado-se para frente e para trás

14 COMPONENTES DA EMPILHADEIRA PEDAIS Dispositivos que auxiliam o comando do veículo. EMBREAGEM: Em empilhadeira com câmbio mecânico, serve para desligar o motor do cambio. FREIO: Serve para parar ou reduzir a velocidade. ACELERADOR: Serve para imprimir maior velocidade ao veículo. ALAVANCA DE FREIO E ESTACIONAMENTO Deve ser usado para estacionar a empilhadeira ou para substituir o pedal de freio em caso de uma eventual falha. BUZINA Sinal sonoro, que deve ser acionado em cruzamentos, entradas e saídas de portas e locais de pouca visibilidade, visando alertar pedestre e outros veículos.

15 MOTOR É o conjunto de força motriz do veículo que também movimenta as bombas hidráulicas e o câmbio mecânico ou hidramático TIPO DE MOTOR Existe três tipos de motor utilizado em empilhadeira: 1- Motor de combustão interno, com ignição por centelhas, com kits de ignição e carburação ou com injeção eletrônica. Ex. Gasolina, gás e álcool. 2 - Motor de combustão interna com ignição por compressão. Nesse caso não existem kits, a ignição ocorre por compressão gerada pela bomba injetora e bicos de injeção. Ex.: Motor diesel. 3 - Motor elétrico. Nesse caso o sistema de funcionamento é todo elétrico alimentado por bateria tracionária. COMPONENTES DA EMPILHADEIRA

16 SISTEMA ELÉTRICO É o conjunto formado pelo gerador, bateria, velas, platinado, alguns instrumentos do painel, lâmpadas etc. Qualquer avaria nesse sistema é indicado pelo amperímetro ou lâmpada piloto. SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO É o conjunto de peças que serve para fornecer e dosar o combustível utilizado na alimentação do motor de combustão interna. SISTEMA HIDRÁULICO Conjunto que movimenta o óleo com pressão necessária para elevar e inclinar a torre. BATERIA Componente do sistema elétrico, que armazena e fornece energia elétrica à empilhadeira, pode ser: Estacionária ou tracionaria PNEUS Componentes sobre os quais se apóia e movimenta a empilhadeira. Podem ser maciços ou com câmaras. A pressão normal dos pneus é de 100 libras.

17 COMPONENTES DA EMPILHADEIRA RADIADOR Em motores de combustão interna serve para alimentar o sistema de arrefecimento do motor. ALAVANCA DE CÂMBIO Dispositivo que serve para transposição de marchas e, em alguns casos, o sentido de direção do veículo. TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA É o conjunto que permite a mudança automática das marcha DIFERENCIAL É o conjunto de engrenagem que transmite movimento para as rodas, e conserva o veículo em equilíbrio nas curvas, permitindo que as rodas dianteiras movimentem- se com velocidades diferentes uma da outra. CAIXA DE CÂMBIO É o conjunto de engrenagens, que serve para mudar as velocidades e o sentido de movimento do veículo, a partir do posicionamento que se dá à alavanca de câmbio. SISTEMA DE FILTRO É o conjunto dos filtros de ar, combustível, lubrificante, hidráulico e suspiro.

18 COMPONENTES DA EMPILHADEIRA

19 SÍMBOLOS UTILIZADOS NO PAINEL DE INSTRUMENTOS

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21 COMANDO DA TORRE E ALAVANCA DE CÂMBIO EMPILHADEIRA YALE

22 EMPILHADEIRA HYSTER COMANDO DA TORRE E ALAVANCA DE CÂMBIO

23 EMPILHADEIRA TOYOTA COMANDO DA TORRE E ALAVANCA DE CÂMBIO

24 COMPONENTES DA EMPILHADEIRA EMPILHADEIRA CLARK

25 SÍMBOLO UTILIZADO NO COMANDO HIDRÁULICO

26 VERIFICAÇÃO DIÁRIA BATERIA - ÁGUA E CABO ò Retirar as tampas. ò Verificar se a água cobre as placas. ò Completar o nível co água destilada, caso necessário. ò Movimentar os cabos e verificar se estão soltos ou danificados. ò Avisar o mecânico, se constatar alguma irregularidade. ÓLEO DO CÁRTE E HIDRÁULICO - NÍVEL ò Retirar a vareta. ò Limpar a vareta com pano limpo. ò Introduzir até o fim no local de onde foi retirada. ò Retirar novamente a vareta. ò Verificar se o nível do óleo encontra-se entre os dois traços da vareta. ò Completar com óleo (recomendado pelo fabricante), caso o nível esteja abaixo do traço inferior da vareta.

27 VERIFICAÇÃO DIÁRIA EMBREAGEM - FOLGA Comprimir o pedal e verificar se a folga está em torno de 1” (polegada). FREIO - FOLGA Comprimir o pedal e constatar se este encontra resistência. O pedal nunca deve encostar no assoalho da empilhadeira. COMBUSTÍVEL - QUANTIDADE Verificar se a quantidade é suficiente através dos marcadores. PAINEL - FUNCIONAMENTO Verificar se todos os instrumentos do painel estão funcionando normalmente, com o motor ligado.

28 VERIFICAÇÃO DIÁRIA PNEUS - PRESSÃO E CONDIÇÕES ò Retirar a tampa da válvula do pneu. ò Pressionar o bico do calibrador contra o bico da válvula do pneu. ò Fazer leitura tomando como referência a borda do corpo. ò Completar, se a pressão estiver inferior a 100 libras. ò Esvaziar, caso a pressão seja superior a 100 libras. ò Verificar se os pneus encontram-se cortados ou excessivamente gastos. RADIADOR - COLMÉIA E ÁGUA ò Usar luvas para retirar a tampa. ò Abrir a tampa até o primeiro estágio a fim de aliviar a pressão. Este procedimento é importante para evitar graves acidentes por queimaduras. ò Retirar a tampa e verificar o nível sem colocar o dedo. ò Completar o nível com o motor em funcionamento, se estiver quente. ò Verificar se a colméia está suja, caso esteja, passar ar comprimido.

29 Princípios de Funcionamento

30 Princípio de Funcionamento Considerações: Caso o ponto de equilíbrio se desloque para fora da área do triângulo, o veículo capotará nesse sentido. Quanto mais rápida e brusca a virada, tanto mais pronunciado será o efeito da transferência de peso, ocasionando facilmente o deslocamento do ponto de equilíbrio para fora da área do triângulo.

31 Princípio de Funcionamento  Mastro Retrátil:  No caso das empilhadeiras de mastro retrátil, o tombamento para trás é mais fácil de ocorrer do que em outros modelos, visto que o ponto de equilíbrio está mais perto das rodas traseiras e se desloca facilmente para fora da área de estabilidade.

32 Operação Segura

33 Operação Segura! A verificação quanto à segurança, para dar a partida, é realizada pelo operador no começo de cada turno, com a conclusão da inspeção antes da partida. ATENÇÃO SEMPRE PREECHA O CHECK – LIST, ANTES DE INICIAR SUA ATIVIDADE, E SE FOR DETECTADO ALGUM PROBLEMA, ENTRE EM CONTATO COM A MANUTENÇÃO E SUA SUPERVISÃO.

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35 Operação segura!  Inspeção inicial: Aplique o freio de estacionamento; Verifique os conectores da bateria e o nível de água; Verifique o horímetro; Verifique os controles, procure por folgas; Ligue a chave da partida; Verifique o medidor de carga da bateria; Experimente o conjunto de elevação; Movimente-se para frente e para trás; Experimente o freio de estacionamento; Experimente o freio de pé;

36 Regras Gerais O operador deverá ser treinado e autorizado a operar a empilhadeira, e deve estar ciente e praticar as normas de segurança.

37 Regras Gerais  No início de cada turno, certifique-se de que a buzina, os freios, os pneus e todos os outros controles estejam em bom funcionamento, e que não haja folgas excessivas nas correntes e comandos;  Quando uma empilhadeira está movimentando, os seus garfos devem estar a cerda de 150 mm do chão;

38 Regras Gerais  Somente transporte cargas que os garfos ou o guarda- carga suportem e nunca remova as proteções;  Dirija a uma velocidade compatível com as condições existentes. Diminua a marcha em superfícies molhadas ou escorregadias;

39 Regras Gerais  Não use paletes com defeito ou danificados, muito menos armazene paletes com as ripas soltas ou mal fixadas;  Se em algum momento a empilhadeira estiver falhando ou se houver motivo para considerá- la insegura, suspenda as operações e informe imediatamente a supervisão;

40 Regras Gerais  Não passe por cima de objetos deixados no chão. Pare a empilhadeira coloque os objetos fora da rota e avise o supervisor;  Remova os obstáculos antes de seguir viagem;

41 Regras Gerais  Os garfos devem ser sempre bem colocados sob a carga, de preferência no comprimento total deles. Ao andar, a parte de trás da carga deve estar firmemente localizada contra o guarda- carga e o mastro inclinado para trás;  Certifique-se de que há espaço suficiente para levantar e manobrar a carga, preste atenção ao patrimônio da empresa!

42 Regras Gerais  Verifique se a carga está segura, especialmente no caso das soltas;  Faça um teste na carga, erguendo-a um pouco, se ela inclinar para o lado, abaixe-a e mude a posição dos garfos para melhor balanceamento;  Erga os garfos lentamente para que a carga se mantenha estável e nunca use apenas um deles;

43 Regras Gerais  Não passe a carga por cima de pessoas e não permita que as pessoas passem sob os garfos ou permaneçam nas proximidades;  Tenha especial cuidado ao elevar ou posicionar carga muito próxima a empilhamentos, a fim de evitar batidas e tombamentos;

44 Regras Gerais  Verifique o peso da carga. Se não estiver identificado, pergunte ao supervisor ou a quem possa informar.  A experiência lhe mostrará como estimar os pesos.

45 Regras Gerais  Não levante cargas instáveis – devem ser cuidadosamente arrumadas antes de levantar, ou bem fixadas, depois que estiverem no alto e em movimento, será tarde demais!  Assegure-se que a carga está centralizada antes de levantá-la – uma carga instável é perigosa!  Para se manter as cargas bem firmes nos garfos, o comprimento dos mesmos deve ser de pelo menos 75% (3/4) da profundidade da carga;

46 Regras Gerais  Não arraste a carga sobre o piso, muito menos a empurre;  Evite  Evite carregar material solto, este deverá ser transportado em recipiente próprio ou plataforma com proteção lateral;

47 Regras Gerais  Nunca tente movimentar cargas em excesso ou acrescentar mais contrapeso à empilhadeira;  Tome  Tome cuidado ao brecar, pois a empilhadeira carregada pode tombar ou projetar a carga;

48 Regras Gerais  Não faça curvas em alta velocidade, a empilhadeira não tem suspensão, e pode capotar;  Não  Não arranque de forma brusca ou pare nessa condição; obstrua a passagem das pessoas ou equipamentos de incêndio;

49 Regras Gerais  Quando não mais houver trabalho com a empilhadeira, a mesma deve ser estacionada e ter sua chave desligada e retirada, freios acionados e controles em ponto neutro, a fim de que não seja operada por pessoas não autorizadas; Mantenha os garfos abaixados e o freio de estacionamento acionado;

50 Regras Gerais Jamais permita passageiros nos garfos ou em qualquer outra parte da empilhadeira, ela só tem um assento, e é o do operador!

51 Excepcionalmente, os veículos poderão se usados para elevar pessoas para reparo ou fazer inventário. Nunca eleve ninguém sem o uso de uma plataforma fixada adequadamente aos garfos e ao guarda-carga.

52 Obedeça a todos os sinais e demarcações, dirija devagar e acione a buzina quando necessário; Esteja alerta enquanto opera sua empilhadeira. Não sonhe! Olhe sempre na direção do percurso e mantenha uma visão clara do caminho à frente;

53 Não brinque com pedestres; Não coloque ninguém em risco, não vá em direção a alguém que esteja trabalhando perto de uma parede ou outro objeto fixo – pode não haver nenhuma maneira da pessoa escapar; E não ande com os garfos elevados;

54 NNNNão dirija com as mãos molhadas ou oleosas; OOOOs calçados devem estar desprovidos de graxas e gorduras; EEEE não se esqueça, mantenha as mãos no volante;

55 Se não tiver visão, mude a direção!

56 IMPORTANTE Mantenha-se totalmente dentro da empilhadeira! Nunca coloque os braços, as mãos, as pernas ou a cabeça entre as vigas do mastro ou fora dos limites da cabine da empilhadeira, talvez você fique sem eles!

57 Empilhamento

58 Aproxime-se da pilha com a carga abaixada e inclinada para trás; Reduzir a velocidade e parar na frente da pilha, brecar e diminuir a inclinação para trás até um ponto suficiente ara manter a estabilidade da carga;

59 Elevar a carga até a altura desejada para o empilhamento; Quando a carga estiver longe do alto da pilha, dirigir para frente, se necessário, para aproximar o veículo da pilha, e brecar novamente. Avançar a carga, tomando cuidado para não deslocar cargas das pilhas adjacentes;

60 Quando a carga estiver sobre a pilha, colocar o mastro na posição vertical e baixá-la; Quando a carga estiver empilhada com segurança, baixar os garfos até soltá-los do palete e recolhê-los. Nessa posição, a inclinação para a frente pode ser útil. Se os garfos não estiverem afastados totalmente da pilha, o veículo deve ser movimentado um pouco para trás;

61 Quando os garfos estiverem longe da pilha, brecar novamente se o veículo foi movimentado e inclinar o mastro para trás e baixá-lo até pouco acima do chão, antes de ir embora. NÃO MOVIMENTE A EMPILHADEIRA COM OS GARFOS ELEVADOS

62 Desempilhamento

63 Parar na frente da pilha e brecar. Colocar o mastro na posição vertical. Se necessário, ajustar a abertura dos garfos à largura da carga e assegurar-se de que o peso da carga está dentro da capacidade do veículo;

64 Elevar os garfos até uma posição que permita a entrada no palete; Se necessário, dirigir para frente para aproximar o veículo da pilha, e brecar novamente. Avançar o mastro para a frente, sob a carga;

65 Levantar a carga até ela se afastar da pilha e inclinar cuidadosamente para trás, o suficiente para estabilizar a carga;

66 Quando a carga estiver longe do alto da pilha, recolher o mastro. Quando necessário, movimentar o veículo ligeiramente para trás, afastando-o da pilha, certificando-se de que o caminho está livre e tomando cuidado para não deslocar cargas das pilhas adjacentes;

67 Baixar a carga cuidadosamente e uniformemente até a posição correta de percurso, inclinar para trás totalmente antes de ir embora. NÃO MOVIMENTE A EMPILHADEIRA COM OS GARFOS ELEVADOS

68 Capotamento

69 Capotamento NÃO MOVIMENTE A EMPILHADEIRA COM OS GARFOS ELEVADOS A empilhadeira pode capotar se for operada de uma maneira inadequada.

70 Em caso de Capotamento NÃO SALTE

71 Em caso de Capotamento INCLINE-SE AO CONTRÁRIO

72 Em caso de Capotamento SEGURE FIRMEMENTE AO VOLANTE DE DIREÇÃO

73 Em caso de Capotamento FIRME OS PÉS

74 ACIDENTE Um equipamento quando for operado por pessoas despreparadas, que não conheçam ou desrespeitam importantes normas de segurança correrão sérios riscos

75 ACIDENTES

76 ACIDENTES COM EMPILHADEIRA

77 ACIDENTES COM EMPILHADEIRAS

78 ALGUEM QUER COMENTAR

79 FINALMENTE Ao fim deste programa de treinamento, você está apto a desenvolver as atividades pertinentes ao empilhamento, mas não se esqueça que nossos atos são importantes peças em um conjunto maior de ações, e resultam em benefícios mútuos (empresa/colaborador), portanto, seja prudente em suas tarefas, VOCÊ É RESPONSÁVEL SUCESSO! PAULO LUIZ TÉC. DE SEG. TRABALHO


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