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(Método directo: população-padrão europeia) (a) Calculada pela DGS para Portugal, incluindo Regiões Autónomas. Fonte: PNS 2004-2010, Vol. 1, pág. 59. (b)

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Apresentação em tema: "(Método directo: população-padrão europeia) (a) Calculada pela DGS para Portugal, incluindo Regiões Autónomas. Fonte: PNS 2004-2010, Vol. 1, pág. 59. (b)"— Transcrição da apresentação:

1 (Método directo: população-padrão europeia) (a) Calculada pela DGS para Portugal, incluindo Regiões Autónomas. Fonte: PNS , Vol. 1, pág. 59. (b) França, EUROSTAT (2007). (c) Calculada para Portugal Continental. Fonte: INE (2007). Elaborado a partir de informação disponível e não publicada. Taxa de mortalidade por doença isquémica cardíaca, antes dos 65 anos, por Região

2 Doente Hospitais com Urgência Básica Hospitais com Urgência Médico-Cirúrgica (U-CIC) Hospitais com Urgência Polivalente (U-ICP) Centros de Saúde 112 CODU V V EAM Fibrinólise Pré- Hospitalar ? Necessidade de ECG para o Diagnóstico Necessidade de fibrinolítico nos SUB e nas VMERs/Amb.INEM VIAS VERDES de EAM

3 ARS NORTE (8) H. S. João H. Guimarães H. Sto. António H. Penafiel C. H. V.N. Gaia U.S.L. Matosinhos* H. Braga C.H. Vila Real ARS CENTRO (9) HUC H. Sta. Maria da Feira CHC H. Aveiro; H. Leiria* H. Viseu H. Guarda; H. Castelo Branco* H. Covilhã ARS LVT (11) H. Sta Maria H. Fernando Fonseca H. Sta Marta H. Curry Cabral H. Sta. Cruz H. Setúbal H. Garcia Orta H. Santarém H.Vila Franca Xira H. Barreiro H. Torres Novas Para Fibrinólise ou para doentes com Fibrinólise pré-hospitalar ALGARVE (1) H.D. Faro ARS Alentejo (2) H.D. Évora H. Beja * UCI Polivalentes Versão provisória Unidades Coronárias

4 PENAFIEL MATOSINHOS BRAGA VIANA DO CASTELO GUIMARÃES CHAVES PORTIMÃO SETÚBAL LISBOA ALMADA S. F. XAVIER S. MARIA CASCAIS VILA F. XIRA SANTARÉM LEIRIA CALDAS DA RAINHA GUARDA VISEU AVEIRO V. N. GAIA BEJA ÉVORA PORTALEGRE VILA REAL CASTELOBRANCO COVILHÃ CURRYCABRAL ABRANTES BRAGANÇA FIGUEIRAFOZ H. U. COIMBRA S. JOÃO C. H. COIMBRA S. ANTÓNIO ALBUFEIRA FARO 2007 COBERTURA TOTAL DOS CODU VMER Helicópteros VV dependentes da capacidade de resposta por parte do INEM VMER Organização da Emergência Médica Pré-hospitalar

5 Campanha Pública EAM e AVC Capacitação do cidadão Sintomas de EAM e AVC Necessidade de chamada do 112 ( emergência nacional)

6 Taxas de mortalidade por cancro todos os tumores,todas as idades Fonte: WHO/Europe, European HFA Database (2007) e Risco de morrer 2005 (DGS, 2008) Evolução da taxa de mortalidade por cancro (todos os tumores, todas as idades), entre 1970 e 2005: aumento de 12,3% para os homens e diminuição de 14,0% para as mulheres. PNDO Registo Rastreio Referenciação Protocolos

7 SIDA e modo de transmissão ( ) Fonte: Centro de Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmissíveis, INSA 14.0% 11.1% 20.2 % 50.7% 64.9% 29.1% IDU MSM Heterosexual % Decréscimo da transmissão entre utilizadores de drogas injectáveis (IDU); Aumento da transmissão entre heterossexuais; Aumento da transmissão entre homens que têm sexo com homens (MSM).

8 Existência provável de sofrimento psicológico Género e Continente INSA/INE,4º INS ( ) Para a população residente em Portugal, a existência provável de sofrimento psicológico é: maior para europeus (não portugueses) e menor para africanos.

9 Taxa de mortalidade por suicídio / habitantes, género e grupo etário (média para ) Fonte: Elaborado a partir de INE ( ) Muito superior na população masculina, em qualquer grupo etário. Aumento com a idade especialmente para homens com 65 ou mais anos.

10 Consumo de antidepressivos (Embalagens por habitante/ano) Fonte: INFARMED (2007) e OECD Health Data (2006) Aumento do consumo de antidepressivos, nos últimos 6 anos: o número de embalagens por habitante/ano passou de 0,25, em 2000, para 0,44, em 2006 (aumento relativo: 76%).

11 Taxa de Mortalidade Infantil ( ) Fonte: INE ( ) e OECD Health Data (2007) Taxa de mortalidade infantil em Portugal: forte redução nos últimos 26 anos (de 21,4 para 3,4 por mil nados-vivos; decréscimo relativo: 84,1%).

12 Taxa de mortalidade perinatal /1000 nados-vivos ( ) Fonte: INE ( ) e OECD Health Data (2007) Decréscimo da taxa de mortalidade perinatal em Portugal: de 8,9 em 1995 a 4,5 em 2006 (- 49,4%).

13 Taxa de Mortalidade 0 a 4 anos, por habitantes ( ) Fonte: INE ( ) Taxa de mortalidade dos 0 aos 4 anos, em Portugal: redução de 55,7% nos últimos 12 anos (de 179,8 para 79,6 óbitos por habitantes).

14 Children with up-to-date National Vaccination Plan Source: DGS (2007)

15 Baixo Peso à Nascença/100 nados-vivos ( ) Fonte: INE ( ) e OECD Health Data (2007) Taxa de crianças com baixo peso à nascença, para qualquer idade gestacional: 5,4%, em 1985; 7,6%, em 2006 (aumento relativo de 40,7%).

16 Diabetes tipo II Doen ç a isqu é mica coron á ria Hipertensão arterial Obesidade Potencial mechanisms of metabolic imprinting that lead to chronic disease Waterland et al, 1999 O tabagismo é uma das principais causas de ACIU Baixo-peso ao nascer Atraso de Crescimento Intrauterino e patologia do adulto

17 Consumo de tabaco por grupo etário Fonte: INSA/INE ( ) Nos últimos 5 anos: diminuição genérica do consumo masculino aumento do consumo feminino em todos os grupos abaixo dos 65 anos, particularmente nos escalões e anos.

18 Obesidade por grupo etário Fonte: INSA/INE ( ) Aumento da obesidade nos últimos 5 anos, para ambos os sexos. Tendência mais relevante acima dos 55 anos.

19 ... Networks pervade all aspects of human health Sa ú de e bem-estar dependem -Patrim ó nio gen é tico – 30% -Comportamento individual – 40% -Cuidados de sa ú de – 15%.... If one friend became obese during a given tim interval, the other friend s chance of following suit increased by 171%... Network Medicine – From Obesity to the Diseasome A Barabási N Engl J Med July 2007


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