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Outubro - 2009 Eliana N. C. de Barros Coordenação de Vigilância de Doenças de Transmissão Respiratória e Imunopreveníveis COVER/CGDT/DEVEP/SVS.

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1 Outubro Eliana N. C. de Barros Coordenação de Vigilância de Doenças de Transmissão Respiratória e Imunopreveníveis COVER/CGDT/DEVEP/SVS

2 Vírus: RNA (envelopado) Tipos: A, B e C Influenza A: infectam várias espécies animais Influenza B e C: somente circulam em humanos Antígenos de superfície H (hemaglutinina) – 16 tipos N (neuraminidase) – 9 tipos Introdução Credit: L. Stammard, 1995

3 Gripe EspanholaH1N Gripe AsiáticaH2N Gripe de Hong KongH3N Gripe suína - Fort Dix (Guillain-Barré)H1N Gripe RussaH1N Surto de HPAI* em humanos - HKH5N Surto de HPAI* em humanos – HK H9N2 Pandemias e ameaças pandêmicas do século XX * Influenza Aviária de Alta Patogenicidade

4 2002 Surto de SARS* - China e outros países CoV-SARS** 2003 Surto de HPAI em humanos - Holanda H7N Epizootias e surtos de HPAI em humanos H5N Novo vírus influenza A no México e EUAH1N1 Pandemias e ameaças pandêmicas do século XXI * Síndrome Respiratória Aguda Grave ** Coronavirus da SARS

5 Pandemias e ameaças pandêmicas do século XXI

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7 Gripe Espanhola (H1N1) 20 a 40 milhões de mortes no mundo Pelo menos 550 mil somente nos EUA (apenas 80% da pop. incluída nos dados de estatísticas vitais) Gripe Asiática (H2N2) ~ mortes nos EUA Deslocamento do vírus H1N1 que deixou de circular Gripe de Hong Kong (H3N2) ~ mortes nos EUA Deslocamento do vírus H2N2 que deixou de circular Atuais influenzas interpandêmicas ~ mortes nos EUA > hospitalizações Fonte: David K. Shay/CDC-EUA Impacto das pandemias de influenza

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9 CASOS CONFIRMADOS DA NOVA INFLUENZA A(H1N1) NO MUNDO. DADOS DE 25/09/2009 Fonte: Mapa: ECDC/Europa – Atualização em 25/09/2009. Dados: OMS – Atualização em 25/09/2009. Total (OMS): Casos: acima de Óbitos: pelo menos 3.917

10 N.º DE CASOS CONFIRMADOS DA NOVA INFLUENZA A(H1N1) NAS AMÉRICAS Fonte: sites oficias dos países acesso em 25/09 e IBGE Países (população). Dados subestimados, pois todos os países estão registrando somente casos graves e óbitos. Não calcular a letalidade a partir desses dados.

11 ÓBITOS ONFIRMADOS DA NOVA INFLUENZA A(H1N1) NAS AMÉRICAS. 25/09 Fonte: sites oficias dos países acesso em 25/09 e IBGE Países (população). Tabela – Maiores taxas de mortalidade (por 100 mil/hab.)

12 CASOS CONFIRMADOS DA NOVA INFLUENZA A(H1N1) MÉXICO – 25/09/2009

13 Lições dos surtos de Influenza A (H1N1) no mundo (WHO, 28/08/2009) Novo vírus A (H1N1) é a cepa dominante Ainda há um grande número de susceptíveis na população mundial Necessidade de intensificar o monitoramento da resistência viral às drogas disponíveis O padrão epidemiológico da pandemia difere do observado na influenza sazonal (grupos etários mais afetados) Padrão clínico dos casos graves Grupos vulneráveis (epidemia de obesidade, grávidas, demais condições de risco conhecidas) Agravamento de inequidades em saúde Observação de doença leve em co-infecção com HIV

14 Lições dos surtos de Influenza A (H1N1) no mundo (WHO, 25/09/2009) Importância do início oportuno do tratamento com antivirais Pacientes dos grupos de risco para complicações, que apresentem quadros graves ou piora dos sinais e sintomas Alerta para duas situações com alto risco de ocorrência de resistência ao Oseltamivir: pacientes imunossuprimido com quadro clínico prolongado que apresente evidência de persistência de replicação viral pessoas que receberam tratamento como profilaxia pós- exposição a caso de influenza e desenvolveu doença após tratamento

15 Lições dos surtos de Influenza A (H1N1) no mundo (WHO, 25/09/2009) No mundo, foram identificados 28 vírus resistentes todos com a mesma mutação (H275Y) resistência apenas ao Oseltamivir, sensível ao Zanamivir Não há evidência de transmissão do vírus resistente Não há evidência de gravidade de quadro clínico causado por este vírus

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17 MOMENTO ATUAL 1. Definição de SRAG – Síndrome Respiratória Aguda Grave: Todos os casos com registro de Febre + Tosse + Dispnéia Todos os óbitos (evolução ou data do óbito preenchidos) Todos os registros com informação de gravidade nas observações gerais BRASIL - SE 37 (Encerrada em 19/09/2009) Base de dados: Todos os casos de síndrome gripal notificados Total de casos confirmados de Influenza A(H1N1): Total de municípios com registros no Sinan: (39,6%) Base de dados: Apenas os casos de SRAG 1 Total de casos confirmados de SRAG c/ influenza: (100%) Total SRAG c/ Influenza A(H1N1): (89,6%) Base de dados: Apenas os casos com SRAG que evoluíram para óbito Total de óbitos com Influenza (H1N1+Sazonal): (100%) Total de óbitos com influenza A(H1N1): 999 (90,5%)

18 Número de casos de Influenza, por UF. Brasil, até SE 37/2009 Total influenza H1N1+ Sazonal Proporçã o de H1N1 88,1%

19 Distribuição espacial de SRAG: casos notificados e confirmados. Brasil 16/09/2009. Municípios com SRAG notificado Municípios com SRAG confirmado para A(H1N1) Sul e sudeste representam 94% do total de casos confirmados no Brasil Concentração de casos em região de clima temperado e invernos mais rigorosos Mesmo padrão espacial observado para a influenza sazonal nesta estação

20 % SRAG e Influenza A(H1N1), por UF. Brasil, até SE 37/2009 SRAG Total influenza H1N1+ Sazonal Proporção de H1N1 89,6%

21 Distribuição de casos de SRAG por semana epidemiológica e classificação etiológica. Brasil, até SE 37/2009.

22 Perfil dos casos confirmados de SRAG com Influenza A (H1N1). Brasil, até SE 37/2009. n = Idade geral (em anos) Mediana 26 Intervalo: <1 – 99 Indicador Total de variáveis preenchidas Completude da variável Descriçãon% (%) Sexo ,0Feminino ,9 Raça/Cor ,5Branca ,1 Fonte: Sinan/ SVS

23 Distribuição por faixa etária entre casos de SRAG com influenza. Brasil, até SE 37/2009. Fonte: Sinan/ SVS

24 Distribuição etária e incidência de Influenza A (H1N1) por sexo. SE 36/2009. CasosÓbitos Brasil para comparação Feminino Masculino

25 Distribuição de casos de SRAG por Influenza, segundo presença de sinais e sintomas e etiologia. Brasil, SE 37/2009.

26 Até SE 37/ amostras positivas (Influenza e outros agentes) (70,4%) - Positivas para novo influenza A (H1N1) (15,1%) - Positivas para influenza A/Sazonal 38 (0,2%) - Positivas para influenza B/Sazonal (14,3%) - Positivas para outro agente Amostras processadas por diagnóstico de PCR-RT nas unidades de referência laboratorial (LACEN). Brasil, até SE 37/2009. Fonte: Sinan/MS

27 Fonte: Sinan/ SVS Distribuição percentual de amostras por tipo de vírus identificados nas unidades de referência laboratorial. Brasil, até SE 37/2009.

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29 Distribuição de óbitos por influenza A(H1N1) por Unidade Federada. SE 37/2009. UF Influenza A (H1N1) Taxa de Mortalidade ( hab.) n% SP34834,80,84 PR23123,12,16 RS17917,91,64 RJ909,00,56 SC525,20,85 MG464,60,23 GO222,20,37 MS60,60,25 BA40,40,03 PE30,30,03 DF30,30,12 AM20,20,06 RR20,20,47 PA20,20,03 PB20,20,05 ES20,20,06 MT20,20,07 RO10,10,07 AC10,10,14 RN10,10,03 Brasil999100,00,52 Fonte: Sinan/ SVS

30 Distribuição de casos de SRAG por Influenza por fatores de risco, segundo etiologia. Brasil, até SE 37/2009. Proporção de casos confirmados que apresentam pelo menos um fator de risco 37,7% (3.483/9.249) - SRAG com Influenza A(H1N1) 37,4% (431/1.152) - SRAG com Influenza Sazonal Proporção de casos confirmados que apresentam pelo menos um fator de risco 37,7% (3.483/9.249) - SRAG com Influenza A(H1N1) 37,4% (431/1.152) - SRAG com Influenza Sazonal

31 Distribuição de casos de SRAG por influenza em mulheres em idade fértil, segundo gestação. Brasil, até SE 37/ ,8% das mulheres em idade fértil com Influenza A(H1N1) são gestantes 21,2% das mulheres em idade fértil com Influenza sazonal são gestantes

32 Distribuição de óbitos de SRAG pela nova Influenza A (H1N1), segundo presença de fatores de risco. Brasil, até SE 36/2009.

33 Proporção de óbitos por SRAG por nova influenza A(H1N1) em mulheres em idade fértil, segundo gestação. Brasil, até SE 37/2009.

34 ALGUNS DESAFIOS Apreender a dinâmica da transmissão da epidemia no mundo e no país Avaliar a efetividade das ações desenvolvidas Desenvolver mecanismos ágeis de monitoramento da situação epidemiológica Definir a estratégia de prevenção com vacina Aprimorar as estratégias de comunicação de risco Utilização adequada das estratégias de controle não farmacológico

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