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- Influenza A H1N1/09 - Plantão Pneumo Atual - Medicina Atual Prof. Júlio César Abreu Oliveira Professor Associado de Pneumologia da UFJF 10/07/2009.

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1 - Influenza A H1N1/09 - Plantão Pneumo Atual - Medicina Atual Prof. Júlio César Abreu Oliveira Professor Associado de Pneumologia da UFJF 10/07/2009

2 1 – EPIDEMIOLOGIA A Organização Mundial de Saúde (OMS), em 11 de junho de 2009, decidiu elevar o nível de alerta epidemiológico para a influenza A H1N1, inicialmente conhecida como gripe suína, para o nível 6, grau máximo, que indica que estamos frente a uma verdadeira pandemia desta doença. A Organização Mundial de Saúde (OMS), em 11 de junho de 2009, decidiu elevar o nível de alerta epidemiológico para a influenza A H1N1, inicialmente conhecida como gripe suína, para o nível 6, grau máximo, que indica que estamos frente a uma verdadeira pandemia desta doença.

3 1 – EPIDEMIOLOGIA O nível de alerta não tem relação com a gravidade da doença, mas com sua disseminação. O nível de alerta não tem relação com a gravidade da doença, mas com sua disseminação. Nivel 6 significa que o vírus provocou epidemia sustentada em países pertencentes a pelo menos duas regiões de atenção da OMS, que são: África, Américas, Mediterrâneo Oriental, Europa, Sudoeste asiático e Pacífico ocidental. Nivel 6 significa que o vírus provocou epidemia sustentada em países pertencentes a pelo menos duas regiões de atenção da OMS, que são: África, Américas, Mediterrâneo Oriental, Europa, Sudoeste asiático e Pacífico ocidental.

4 1 – EPIDEMIOLOGIA No Brasil, até o momento desta gravação em 9 de julho de 2009 foram confirmados 977 casos, tendo ocorrido 01 morte. O aumento recente do número de casos no Brasil fez com que no dia 3 de julho fossem mudadas algumas recomendações do Ministério da Saúde relativas a diagnóstico e condução dos casos e que foram formalizadas em documento liberado no dia 8/7/09. No Brasil, até o momento desta gravação em 9 de julho de 2009 foram confirmados 977 casos, tendo ocorrido 01 morte. O aumento recente do número de casos no Brasil fez com que no dia 3 de julho fossem mudadas algumas recomendações do Ministério da Saúde relativas a diagnóstico e condução dos casos e que foram formalizadas em documento liberado no dia 8/7/09.

5 Abaixo desta tela, que você está vendo, existe um link para você nos enviar eventuais comentários ou dúvidas com relação a este boletim. Se você já teve experiência com casos de influenza A H1N1/09 faça um relato breve destacando suas principais dificuldades e observações do que considera mais importante. Se tivermos um número significativo de relatos e dúvidas, poderemos iniciar um fórum interessante sobre H1N1 /09 neste espaço Pneumo Atual - Medicina Atual. Abaixo desta tela, que você está vendo, existe um link para você nos enviar eventuais comentários ou dúvidas com relação a este boletim. Se você já teve experiência com casos de influenza A H1N1/09 faça um relato breve destacando suas principais dificuldades e observações do que considera mais importante. Se tivermos um número significativo de relatos e dúvidas, poderemos iniciar um fórum interessante sobre H1N1 /09 neste espaço Pneumo Atual - Medicina Atual.

6 2 - TRANSMISSÃO DA INFLUENZA A H1N1/09 Transmissão é semelhante ao da gripe comum - via respiratória. Vírus presente nas secreções respiratórias disseminado pela tosse e pelos espirros, através de grandes partículas de aerossóis. E também eventualmente pela fala. Pode se disseminar por até 1 metro de distancia. Transmissão indireta - contato com superfícies contaminadas pelas gotículas respiratórias contendo o vírus, pode ocorrer. Nos pacientes que se apresentem com quadro diarréico associado, as fezes também devem ser consideradas potencialmente infecciosas.

7 2 - TRANSMISSÃO DA INFLUENZA A H1N1/09 Transmissibilidade do H1N1/ 09 é significativamente superior àquela relacionada ao vírus comum. Período de incubação do vírus pode variar de um a sete dias. Período de transmissibilidade se inicia um dias antes do aparecimento dos sintomas e se estende por mais 7 dias após o surgimento dos sintomas.

8 3 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL Exame laboratorial - somente nos casos graves ou em amostras, no caso de surtos localizados. Exame laboratorial - somente nos casos graves ou em amostras, no caso de surtos localizados amostras FIOCRUZ e ADOLFO LUTZ H1N1/0926,2% GRIPE SAZONAL 22,6% AUSÊNCIA DE VÍRUS INFLUENZA 51%

9 3 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL Existe um filme no site do MS detalhando muito bem o procedimento de colheita do material. Existe um filme no site do MS detalhando muito bem o procedimento de colheita do material. As amostras de secreções respiratórias devem ser coletadas preferencialmente até o terceiro dia e no máximo até o 7º dia após o início dos sintomas. As amostras de secreções respiratórias devem ser coletadas preferencialmente até o terceiro dia e no máximo até o 7º dia após o início dos sintomas.

10 4 – APRESENTAÇÃO CLÍNICA E CONDUÇÃO Gravidade da apresentação - desde doença leve não febril acometendo a via aérea superior até casos graves cursando com pneumonia fatal Gravidade da apresentação - desde doença leve não febril acometendo a via aérea superior até casos graves cursando com pneumonia fatal Maioria dos casos - síndrome gripal, evoluindo sem complicações para cura espontânea Maioria dos casos - síndrome gripal, evoluindo sem complicações para cura espontânea Principais sintomas : febre, tosse, dor de garganta, adinamia e cefaléia de evolução aguda Principais sintomas : febre, tosse, dor de garganta, adinamia e cefaléia de evolução aguda Vômitos e diarréia ocorrem mais frequentemente do que na gripe sazonal Vômitos e diarréia ocorrem mais frequentemente do que na gripe sazonal

11 4 – APRESENTAÇÃO CLÍNICA E CONDUÇÃO Com as atuais orientações do MS podemos considerar hoje com relação à apresentação clínica da influenza H1N1/09 e posterior condução do caso, três grupos de pacientes: Com as atuais orientações do MS podemos considerar hoje com relação à apresentação clínica da influenza H1N1/09 e posterior condução do caso, três grupos de pacientes: a – pacientes com doença não grave e sem fatores de risco para complicações b – pacientes com doença não grave e com fatores de risco para complicações c – pacientes doença respiratória aguda grave

12 4 – APRESENTAÇÃO CLÍNICA E CONDUÇÃO a – pacientes com doença não grave e sem fatores de risco para complicações grande maioria dos pacientes grande maioria dos pacientes tratamento sintomático tratamento sintomático Importante: Para menores de 18 anos de idade é contra-indicado o uso de salicilatos em casos suspeitos ou confirmados de infecção por vírus influenza, por causa do risco de desenvolvimento da Síndrome de Reye.

13 4 – APRESENTAÇÃO CLÍNICA E CONDUÇÃO b – pacientes com doença não grave e com fatores de risco para complicações - Idade: inferior a dois ou superior a 60 anos de idade - Imunodepressão: por exemplo, pacientes com câncer, em tratamento para AIDS ou em uso regular de medicação imunossupressora - Condições crônicas: por exemplo, hemoglobinopatias, diabetes mellitus; cardiopatias, pneumopatias e doenças renais crônicas - Gestação

14 4 – APRESENTAÇÃO CLÍNICA E CONDUÇÃO b – pacientes com doença não grave e com fatores de risco para complicações Com relação a conduta o Ministério da Saúde alerta que todos os indivíduos com síndrome gripal que apresentem fator de risco para as complicações de influenza, requerem obrigatoriamente avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico assistente, para indicação ou não de tratamento com oseltamivir, além da adoção de todas as demais medidas terapêuticas.

15 4 – APRESENTAÇÃO CLÍNICA E CONDUÇÃO c – pacientes com doença respiratória aguda grave Indivíduo de qualquer idade com doença respiratória aguda caracterizada por febre elevada, acompanhada de tosse OU dor de garganta, acompanhado ou não de manifestações gastrointestinais, E DISPNÉIA ou outro sinal de gravidade, por exemplo, ausculta compatível com pneumonia ou quadro clínico, laboratorial ou radiológico compatível com pneumonia.

16 4 – APRESENTAÇÃO CLÍNICA E CONDUÇÃO c – pacientes com doença respiratória aguda grave A presença de pelo menos UM dos sinais abaixo deve alertar o médico para o encaminhamento do paciente ao hospital de referência definido pela SES Em adultos - Confusão mental - Freqüência Respiratória > 30 mrm - PA diastólica < 60 mmHg ou PA sistólica < 90 mmHg -Idade > 65 anos de idade Em crianças - Toxemia - Tiragem intercostal - Desidratação/Vômitos/Inapetência - Estado geral comprometido - Dificuldades familiares em medicar e observar cuidadosamente - Presença de co- morbidades/Imunodepressão

17 4 – APRESENTAÇÃO CLÍNICA E CONDUÇÃO c – pacientes com doença respiratória aguda grave Este grupo de pacientes deve ser: internado submetido à pesquisa laboratorial do vírus medicado com o oseltamivir 75 mg via oral a cada 12 horas por 5 dias. Este medicamento deve ser utilizado em, no máximo, até 48 horas a partir da data de início dos sintomas. O oseltamivir deve ser usado durante a gravidez somente se o benefício justificar o risco potencial para o feto.

18 Referências Ministério da Saúde do Brasil Organização Mundial da Saúde


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