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REPRODUÇÃO HUMANA Código de Ética Médica. Resolução CFM N. 1.931, de 17 de setembro de 2009 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS XXI - No processo de tomada de decisões.

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1 REPRODUÇÃO HUMANA Código de Ética Médica. Resolução CFM N , de 17 de setembro de 2009 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS XXI - No processo de tomada de decisões profissionais, de acordo com seus ditames de consciência e as previsões legais, o médico aceitará as escolhas de seus pacientes, relativas aos procedimentos diagnósticos e terapêuticos por eles expressos, desde que adequadas ao caso e cientificamente reconhecidas.

2 XXV - Na aplicação dos conhecimentos criados pelas novas tecnologias, considerando-se suas repercussões tanto nas gerações presentes quanto nas futuras, o médico zelará para que as pessoas não sejam discriminadas por nenhuma razão vinculada a herança genética, protegendo-as em sua dignidade, identidade e integridade. REPRODUÇÃO HUMANA

3 RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL Artigo 15 - Descumprir legislação específica nos casos de transplantes de órgãos ou de tecidos, esterilização, fecundação artificial, abortamento, manipulação ou terapia genética. § 1º - No caso de procriação medicamente assistida, a fertilização não deve conduzir sistematicamente à ocorrência de embriões supranumerários. REPRODUÇÃO HUMANA

4 RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL Artigo 15 - Descumprir legislação específica nos casos de transplantes de órgãos ou de tecidos, esterilização, fecundação artificial, abortamento, manipulação ou terapia genética. § 2º- O médico não deve realizar a procriação medicamente assistida com nenhum dos seguintes objetivos: I - criar seres humanos geneticamente modificados; II - criar embriões para investigação; III - criar embriões com finalidades de escolha de sexo, eugenia ou para originar híbridos ou quimeras. REPRODUÇÃO HUMANA

5 RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL Artigo 15 - Descumprir legislação específica nos casos de transplantes de órgãos ou de tecidos, esterilização, fecundação artificial, abortamento, manipulação ou terapia genética. § 3º - Praticar procedimento de procriação medicamente assistida sem que os participantes estejam de inteiro acordo e devidamente esclarecidos sobre o mesmo. REPRODUÇÃO HUMANA

6 RELAÇÃO COM PACIENTES E FAMILIARES Artigo 42 - Desrespeitar o direito do paciente de decidir livremente sobre método contraceptivo, devendo sempre esclarecê-lo sobre indicação, segurança, reversibilidade e risco de cada método. REPRODUÇÃO HUMANA

7 REPRODUÇÃO MEDICAMENTE ASSISTIDA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.358, DE 11 DE NOVEMBRO DE 1992 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 19 nov Seção 1, p CONSIDERANDO que as técnicas de Reprodução Assistida têm possibilitado a procriação em diversas circunstâncias em que isto não era possível pelos procedimentos tradicionais;

8 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.358, NORMAS ÉTICAS PARA A UTILIZAÇÃO DAS TÉCNICAS DE REPRODUÇÃO ASSISTIDA I - PRINCÍPIOS GERAIS 1 - As técnicas de Reprodução Assistida (RA) têm o papel de auxiliar na resolução dos problemas de infertilidade humana, facilitando o processo de procriação quando outras terapêuticas tenham sido ineficazes ou ineficientes para a solução da situação atual de infertilidade.

9 3 - O consentimento informado será obrigatório e extensivo aos pacientes inferteis e doadores As técnicas de RA não devem ser aplicadas com a intenção de selecionar o sexo ou qualquer outra característica biológica do futuro filho, exceto quando se trate de evitar doenças ligadas ao sexo do filho que venha a nascer. RESOLUÇÃO CFM Nº 1.358,

10 5 - É proibido a fecundação de oócitos humanos, com qualquer outra finalidade que não seja a procriação humana. 6 - O número ideal de ócitos e pré-embriões a serem transferidos para a receptora não deve ser superior a quatro, com o intuito de não aumentar os riscos já existentes de multiparidade.

11 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.358, 7 - Em caso de gravidez múltipla, decorrente do uso de técnicas de RA, é proibida a utilização de procedimentos que visem a redução embrionária.

12 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.358, IV - DOAÇÃO DE GAMETAS OU PRÉ-EMBRIÕES 1 - A doação nunca terá caráter lucrativa ou comercial. 2 - Os doadores não devem conhecer a identidade dos receptores e vice-versa.

13 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.358, VII - SOBRE A GESTAÇÃO DE SUBSTITUIÇÃO (DOAÇÃO TEMPORÁRIA DO ÚTERO) 1 - As doadoras temporárias do útero devem pertencer à família da doadora genética, num parentesco até o segundo grau, sendo os demais casos sujeitos à autorização do Conselho Regional de Medicina.

14 2 - A doação temporária do útero não poderá ter caráter lucrativo ou comercial. RESOLUÇÃO CFM Nº 1.358,

15 Doadoras temporárias de útero RESOLUÇÃO CREMESP Nº. 165, DE 10 DE JULHO DE 2007 Diário Oficial do Estado; Poder Executivo, São Paulo, SP, 27 jul Seção I, p. 108 Estabelece, com base na Resolução CFM 1.358/92, Inciso VII, item 1, os requisitos que devem ser atendidos pelos interessados na utilização das técnicas de reprodução assistida, de doadoras temporárias de útero que não pertencem à família da mulher infértil para fins de autorização do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo.

16 I - Termo de Consentimento Informado assinado pelo casal infértil e pela doadora temporária do útero, consignando: A - Os aspectos bio-psico-sociais envolvidos no ciclo gravídico-puerperal; B - Os riscos inerentes à maternidade; C - A impossibilidade de interrupção da gravidez após iniciado o processo gestacional, salvo em casos previstos em lei ou autorizados judicialmente; Doadoras temporárias de útero

17 D - A garantia de tratamento e acompanhamento médico, inclusive por equipes multidisciplinares, se necessário, à mãe que doará temporariamente o útero, até o puerpério; E - Que a doação temporária do útero não possua caráter lucrativo ou comercial, nem mesmo em caráter de ressarcimento; F - A garantia do registro civil da criança pelo casal infértil (pais genéticos), devendo esta documentação ser providenciada durante a gravidez; Doadoras temporárias de útero

18 II - Descrição pormenorizada pelo médico assistente, por escrito, dos aspectos médicos envolvendo todas as circunstâncias da aplicação de uma técnica de Reprodução Assistida, informando dados de caráter biológico, jurídico, ético e econômico, bem como os resultados já obtidos naquela unidade de tratamento com a técnica proposta; Doadoras temporárias de útero

19 III – Relatório médico com o perfil psicológico, atestando adequação clínica e emocional da doadora temporária do útero; Doadoras temporárias de útero

20 IV – Se a doadora temporária do útero for casada ou viver em união estável, deverá apresentar, por escrito, a aprovação do cônjuge ou companheiro; Doadoras temporárias de útero

21 V - Contrato entre o casal infértil (pais genéticos) e a doadora temporária do útero (que recebeu o embrião em seu útero e deu à luz), estabelecendo claramente a questão da filiação da criança; Doadoras temporárias de útero

22 VI - Atendidas as exigências supracitadas, mediante a apresentação a este Conselho Regional de Medicina da documentação assinada pelas partes envolvidas, casal infértil e doadora temporária do útero, este apreciará e decidirá sobre a autorização para a utilização das técnicas de Reprodução Assistida. APROVADA NA 3686ª SESSÃO PLENÁRIA, DE 10/07/07. Doadoras temporárias de útero

23 Assunto: Tratamento de fertilidade para homossexuais. Ementa: A união de pessoas do mesmo sexo, que se baseie na afetividade, no respeito mútuo e na estabilidade deve ser aceita como entidade familiar, por obrigatoriedade de observância dos princípios constitucionais já citados. Veja-se ainda que o artigo 226, parágrafo 4º da Carta Constitucional, ao tratar da entidade familiar monoparental, ou unilinear, utiliza o advérbio também, o que nos leva a crer que outras formas são admitidas pelo texto, justamente para atender ao preceito da dignidade da pessoa humana. CONSULTA Nº /2009

24 Infertilidade O consulente faz Consulta ao CREMESP quanto às seguintes questões: 1) Devemos oferecer tratamento de infertilidade para casais homossexuais?; 2) Estamos autorizados a oferecer tratamento de fertilização in vitro no qual uma mulher recebe embriões formados a partir de oócitos da parceira?; 3) Estamos descumprindo as orientações da Resolução CFM 1.358/92 ao oferecermos tratamento como descrito na questão 2?.

25 Em resposta direta aos quesitos trazidos na presente consulta nos manifestamos da seguinte maneira: 1) Devemos oferecer tratamento de infertilidade para casais homossexuais?. Resposta: sim; 2) Estamos autorizados a oferecer tratamento de fertilização in vitro no qual uma mulher recebe embriões formados a partir de oócitos da parceira? Resposta: sim 3) Estamos descumprindo as orientações da Resolução CFM nº 1.358/92 ao oferecermos tratamento como descrito na questão 2? Resposta: não


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