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O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA CAPES - ENGENHARIAS - Ministério da Educação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Diretoria de Avaliação.

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1 O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA CAPES - ENGENHARIAS - Ministério da Educação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Diretoria de Avaliação Guilherme Sales Melo (UnB) Coordenador das Engenharias I – CAPES UNESP - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" São Paulo, 26 de novembro de 2008

2 Introdução 1/1 Satisfação conhecer um pouco mais a UNESPSatisfação conhecer um pouco mais a UNESP UNESP - Uma das mais tradicionais do BrasilUNESP - Uma das mais tradicionais do Brasil Agradecer a realização dos pareceresAgradecer a realização dos pareceres Estamos à disposição - Contem conoscoEstamos à disposição - Contem conosco

3 PAUTA Engenharias no Brasil Processo de Avaliação Página dos Programas na Internet Inserção Internacional Novo Qualis Periódicos Nova Ficha de Avaliação Portal de Periódicos Outros Assuntos

4 Engenharias I Civil Construção Civil Estruturas Geotécnica Recursos Hídricos Sanitária e Ambiental Transportes Urbana Prof. Guilherme Sales Melo (UnB) Prof. José Nilson Bezerra Campos (UFC)

5 Engenharias II Materiais Metalurgia Minas Nuclear Química Prof. Carlos Hoffmann Sampaio (UFRGS) Profa. Selene Ma. de Arruda G. Ulson Souza (UFSC)

6 Engenharias III Aeroespacial Mecânica Naval e Oceânica Petróleo Produção Prof. Nei Yoshihiro Soma (ITA) Prof. Valder Steffen Junior (UFU)

7 Engenharias IV Biomédica Elétrica Eletrônica Prof. Antonio Marcus Nogueira Lima (UFCG) Prof. Luis Antonio Aguirre (UFMG)

8 CAPES Missão: QualificarQualificar o Sistema Universitário Brasileiro através da formação de RH e de desenvolvimento de C&TObjetivos: políticasElaborar e implementar políticas para o sistema de pós- graduação FinanciarFinanciar o aperfeiçoamento de pessoal de nível superior em ensino e pesquisa científica e tecnológica

9 CAPES AÇÕES:AÇÕES: Financiar o aperfeiçoamento de pessoal de nível superior em ensino e pesquisa científica e tecnológica Fomentar o desenvolvimento da Pós- Graduação Stricto Sensu através de: Programas de bolsas de estudo e auxílios aos cursos Acesso à informação eletrônica de C&T Apoio à Cooperação Internacional do grupos vinculados à Pós-Graduação

10 Ministério da Educação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Diretoria de Avaliação Engenharias I no Brasil

11 PROGRAMAS DE PÓS GRADUAÇÃO NO BRASIL ENGENHARIAS I

12 Panorama Nacional CONCEITOS 7 E 6

13 Panorama Nacional CONCEITO 5

14 ENGENHARIAS OBJETIVO:

15 ENGENHARIAS DIRETRIZ NORTEADORA:DIRETRIZ NORTEADORA: DESAFIODESAFIO: os parâmetros são principalmente quantitativos

16 Ministério da Educação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Diretoria de Avaliação A Pós-Graduação em Engenharia

17 Graduação Brasil: 7 engenheiros / 100 titulados Coréia do Sul: 22 engenheiros / 100 titulados Necessidade de Formar Engenheiros Mestrado Doutorado Brasil: 12 mestres / habitantes EUA: 160 mestres / habitantes Brasil: 4 doutores / habitantes Alemanha: 30 doutores / habitantes

18 Mestrados e Doutorados Reconhecidos Grande ÁreaSituação Atual MestradoDoutoradoProfissionalizante Ciências Agrárias Ciências Biológicas Ciências da Saúde Ciências Exatas e da Terra Ciências Humanas Ciências Sociais Aplicadas Engenharias Linguística, Letras e Artes97571 Outras

19 Pós-Graduação em Engenharia para quê ? Formar profissionais qualificados Avançar o conhecimento Desenvolvimento Científico e Tecnológico

20 Proposta do Programa Corpo Docente Teses e Dissertações Produção Intelectual Programa de Pós-Graduação

21 Coerência, consistência e atualidade da Proposta do Programa Adequação e abrangência da estrutura curricular relativamente à Proposta do Programa Adequação da infraestrutura para ensino e pesquisa Inserção do Programa na comunidade Proposta do Programa LEGITIMIDADE !

22 Formação (titulação, exogenia, aprimoramento e experiência) Dedicação (percentual de docentes permanentes em relação ao número total de docentes) Consolidação (robustez, estabilidade, amadurecimento científico da equipe) Capacidade do corpo docente em aprovar projetos de pesquisa Corpo Docente QUALIFICAÇÃO E COMPETÊNCIA !

23 Forte apoio institucional Investimentos em infraestrutura de informática e laboratorial Inabalável compromisso com a qualidade Atividades de pesquisa bem estabelecidas e consolidadas Estabelecimento de parcerias e convênios com a indústria e o setor de serviços Diretrizes Gerais

24 Preenchimento cuidadoso do Coleta / Capes (vários lerem) Bancas com participação de pesquisadores de renome de outros programas (identificar no relatório) Manter o Lattes atualizado Recomendações Gerais

25 Ministério da Educação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Diretoria de Avaliação Núcleo de Referência Docente

26 Classificação dos Docentes (Engenharias) Docentes Permanentes Docentes Colaboradores Outros Participantes Depende do CTC/CAPES - Está sempre em discussão uma nova classificação para o Núcleo Docente

27 Critérios para Docentes Permanentes (Engenharias) Oferecimento de duas ou mais disciplinas na pós- graduação (ensino) Orientação de pelo menos duas dissertações de mestrado (orientação) Orientação de pelo menos uma tese de doutorado (orientação) Produção qualificada (periódico indexado, livro e capítulo de livro) (pesquisa)

28 Ministério da Educação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Diretoria de Avaliação Inserção Internacional

29 Indicadores de Inserção Internacional para todas as Áreas Publicação e produção artística de circulação internacional Distribuição da produção intelectual/científica de forma equilibrada entre os docentes Publicação qualificada de livros e capítulos de livros Evidência de impacto da produção como número de citações, impacto regional, impacto em políticas públicas e outros indicadores específicos de cada Área Produção Intelectual:

30 Indicadores de Inserção Internacional para todas as Áreas Participação em comitês e diretorias de associações, sociedades científicas e programas internacionais Participação qualificada em eventos científicos internacionais Colaborações internacionais importantes tais como consultoria internacional docente e editoria de periódicos qualificados de circulação internacional Participação como convidado em eventos internacionais Participações Internacionais:

31 Indicadores de Inserção Internacional para todas as Áreas Participação em intercâmbios e convênios de cooperação internacional Captação de recursos nacionais e internacionais em situação de competitividade em projetos de pesquisa (PRONEX, Instituto do Milênio, National Science Foundation, etc.) Participações Internacionais (continuação):

32 Indicadores de Inserção Internacional para todas as Áreas Participação de alunos estrangeiros no Programa Inserção destacada dos egressos do Programa Indicadores Discentes: Indicadores Diversos: Número expressivo de pesquisadores CNPq-I no Programa Premiações nacionais e internacionais qualificadas Realização de eventos internacionais

33 Ministério da Educação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Diretoria de Avaliação Avaliação Trienal e Acompanhamento

34 Considerações Processos sistematizados em reuniões do CTC A Avaliação Trienal e o Acompanhamento da pós-graduação são processos distintos embora concorram para a mesma finalidade melhoria do Sistema Nacional de Pós- Graduação Deverão contar com instrumentos e procedimentos próprios, distintos entre si

35 Acompanhamento Anual Vincula-se ao objetivo de zelar pela qualidade dos Programas Tem por finalidade orientar e não julgar Focaliza mais detidamente em Programas que na última Avaliação Trienal tenham obtido nota próxima do padrão mínimo Não implica em atribuição de notas aos Programas Não enseja a apresentação de recurso contra seus resultados

36 Avaliação Trienal Vincula-se ao exercício de função atribuída à CAPES pelos instrumentos legais que a regem autorização e reconhecimento de cursos Tem por finalidade orientar e julgar É obrigatória para todos os Programas Implica em atribuição de notas aos Programas Obedece regras pré-fixadas e procedimentos padronizados, definidos pelo CTC São submetidas à homologação do CTC/CAPES e, posteriormente, do CNE e MEC

37 Avaliação: Avaliação dos Programas de PG é atividade contínua, com o acompanhamento anual e com a avaliação trienal Utilização do SIR – Sistema de Indicadores de Resultados, ferramenta de apoio à avaliação para todas as áreas, e apoio ao CTC – Conselho Técnico Científico, p/ compatibilizar as avaliações das diversas áreas Reuniões com os coordenadores programas, na CAPES (Brasília): Fevereiro de 2007 Novembro de 2007 Agosto de 2008 Reunião prevista com os coordenadores dos programas conceitos 3 e 4, na CAPES, em Brasília Reunião com os coordenadores dos programas conceitos 6 e 7 ?

38 Acompanhamento 2008 A Capes solicitou que sejam visitados em 2008 Programas que:A Capes solicitou que sejam visitados em 2008 Programas que: - Caíram de conceito em 2007; - Recomendada pela área na Avaliação Trienal; - Mantiveram o conceito 3 nas Trienais : –2007; - Mestrados Profissionais.

39 Avaliação Trienais: foram avaliados 35 Programas; foram avaliados 45 Programas; foram avaliados 56 Programas; foram avaliados 67 Programas; 61 cursos de Mestrado Acadêmico; 26 de Doutorado; 6 de Mestrado Profissional Crescimento demonstra consolidação e crescimento da Área de Conhecimento, e aumento da demanda por esse tipo de formação entre os profissionais.

40 METODOLOGIA 1/2: A avaliação do triênio é realizada por uma comissão Os critérios adotados são divulgados pela CAPES. Em 2007 (http://www.capes.gov.br/avaliacao/criterios/avaliacao_trien al_2007.html). Programas distribuídos pelos relatores, com cada programa analisado, em detalhe, por pelo menos por 2 membros (até 4 para programas grandes) Verificar avaliar/glosar dados fornecidos, anotar especificidades / problemas, levantar índices de qualidade Preocupação de analisar a qualidade das atividades do Programa, não se prendendo apenas ao levantamento quantitativo

41 METODOLOGIA 2/2: Relatório elaborado p/ relatores, discutido e consolidado por grupo maior, e depois revisto por outro grupo. Casos mais complexos com toda comissão Comissão em conjunto discutiu e decidiu recomendar ao CTC a atribuição dos conceito 6 e 7 Pela evolução da área, algumas exigências tornaram-se maiores e, portanto, para um Programa manter o seu conceito anterior ele teve que melhorar seus índices Um programa para melhorar o conceito teve que apresentar índices melhores e demonstrar evolução qualitativa

42 Resultado Final - Avaliação / 2007

43 Comparação entre 2004 e 2007

44 Páginas WWW Engenharias I

45 Introdução É talvez o meio mais importante de divulgação dos programas É Diretriz da Capes – Palestra do Diretor de Avaliação (Prof. Renato Janine) em 2004 com todos os coordenadores de programas – ( Resolução CAPES) pdf A diversidade de formatos das páginas não deve ser tolhida Atualização no mínimo mensal(?)

46 Sugestão do que deve constar: (1 de 3) A página do Programa deve ser independente (separar pós-graduação de graduação, etc) Apresentação; Histórico; Objetivos; Área de Concentração; Linhas de Pesquisa; etc Infraestrutura (Laboratórios, Salas de Alunos, etc) Documentos (Calendário Escolar, Normas, Regulamentos, Editais, etc) Estrutura curricular

47 Sugestão do que deve constar: (2 de 3) Informações Disciplinas (Horários, ementas, professores, etc) Docentes (Formação; dedicação; Área de Pesquisa; Publicações; link Lattes; Pág. Pessoais) Teses / Dissertações (Lista defesa; Banca; PDF) Inscrição / Processo Seletivo / Bolsas

48 Sugestão do que deve constar: (3 de 3) Defesas / Eventos (Seminários, palestras, etc.) Informações do Corpo Discente Avaliação CAPES Em Ingles e Espanhol para Programas com inserção internacional (Conceitos 6 e 7) Links: Capes, CNPq, Plataforma Lattes, Fundações Apoio, etc Apresentação PPT

49 Problemas identificados nas páginas WWW dos Programas das Engenharias I Os 56 Programas das Engenharias I foram visitados (Conceitos 3 a 7) de 01 a 05/05/2006 Desatualização (meses e anos em alguns casos) Confusão entre Tese de Doutorado e Dissertação de Mestrado Algumas páginas confusas de se pesquisar

50 Situação das Páginas WWW - Engenharias I TOTAL Muito Boa Boa Boa Regular Regular Regular Não Encontrada TOTAL

51 Situação das Páginas WWW - Engenharias I Nenhuma Muito Boa – Todas podem melhorar 4 (7%) consideradas boas: –2 (conceito 7); –1 (conceito 6); –1 (conceito 4); 11 (20%) não encontradas: –2 (conceito 5); –2 (conceito 4); –7 (conceito 3);

52 Bons Exemplos - Páginas WWW – Eng. I (2006) UFRJ/COPPE – ENG CIVIL (Conceito 7) – Bem completa (CONSIDERADA BOA) UFMG - SAN AMB REC HID (Conceito 6) – Bem apresentada e Completa (CONSIDERADA BOA) UFPR – MÉT. NUMÉRICOS (Conceito 4) – Completa (CONSIDERADA BOA) UFPB/JP – ENG. URBANA (Conceito 3) - Simpática (CONSIDERADA REGULAR ++)

53 Curiosidades nas Páginas WWW – Eng. I (2006) Lista de Publicações oito anos atrasada Lista de Defesas cinco anos atrasada Resultado Seleção dois anos atrasada Novidades: Inscrição para a próxima turma um ano atrasada Eventos (Nenhum) Etc.

54 Conclusão Páginas WWW– Eng. I (2006) Programas devem investir nas páginas É considerada na avaliação Sugere-se incluir item específico na Ficha de Avaliação do Programa

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60 Ministério da Educação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Diretoria de Avaliação QUALIS

61 Produção Brasileira Indexada

62 Produção Mundial e Brasileira Indexadas

63 Evolução das Publicações Brasileiras Indexadas em Engenharias

64 Caracterização Classificação de veículos de divulgação da produção intelectual (bibliográfica) dos Programas de Pós-Graduação para a fundamentação das avaliações dos mesmos Atende aos objetivos específicos e exclusivos do processo de avaliação promovidos pela CAPES É elaborado por Comissão de Consultores coordenada pelos respectivos Coordenadores de Área Reflete os critérios da Grande Área das Engenharias Constituí-se em classificação que pode ser aperfeiçoada obviamente

65 Finalidades Classificação de veículos citados pelos Programas de Pós- Graduação para a composição de indicadores de qualidade da produção intelectual Estimular a publicação em veículos enquadrados nas categorias mais valorizadas do QUALIS da Área a que se vincula o Programa Indicar os veículos de maior relevância para a Área

66 Abrangência Cada Área deve classificar todos os veículos de publicação citados pelos Programas no COLETA ! Exceções que devem ser indicadas: Sem referência (SR) Impróprio (IP) Não Classificado (NC) O CTC recomenda que as Áreas passem a incluir em sua classificação veículos não citados no COLETA

67 Observações Reclassificação de veículos, quando necessária, poderá ser realizada Inclusão de veículos no QUALIS deve ser feita anualmente, após o fechamento do COLETA A CAPES assegurará a ampla divulgação do QUALIS Um mesmo veículo pode ter, para diferentes Grandes Áreas, diferentes classificações, mas de acordo com o Qualis aprovado no CTC

68 Critérios de Classificação das Engenharias Publicações de resumos Publicações em eventos de Iniciação Científica Publicações locais São importantes constarem no Relatório Coleta, apesar de não terem o mesmo peso de outras publicações: Nas listagens das publicações os autores devem aparecem na ordem que consta do artigo ! Na avaliação das publicações é considerado fortemente o patrocínio de Sociedades Científicas !

69 Resumo Qualis Periódicos Triênio (2004/2006)

70 Ministério da Educação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Diretoria de Avaliação NOVO QUALIS PERIÓDICOS

71 Regras Transparentes e aprovadas pelo CTC Periódicos Classificados em A1, A2, B1, B2, B3, B4 e B5 A1 e A2 – Cerca de 30% (Melhores Periódicos da Área) Definição de Pesos por Classe NOVO QUALIS PERIÓDICOS

72 Parâmetros utilizados pelas Engenharias 1. Área Madrinha / Fora Área Madrinha 2. Fator de Impacto JCR-ISI 3. J* (fator impacto normalizado) 4. Q (média da classificação nas áreas) NOVO QUALIS PERIÓDICOS

73 ENGENHARIA ÁREA MADRINHAENGENHARIA NÃO É ÁREA MADRINHASoma Pesos A1(15%) - F.I. > 0,9(4%) - j* >1,2219% A2(7%) - F.I. 0,5(4%) - J*>1,06 e J*<1,2211% B1(4%) - F.I.>0,3 e F.I.<0,5(7%) - J*>0,8 e J*<1,0611% B2(2%) - F.I. 0 / Scielo (6%) - j* 0 / Scielo8% + Scielo(%) B3Periódicos de Associações e/ou Q > 6 B4Sem F.I. e Q > 3 e Q < 6 B5Sem F.I. e Q < 3, Local QUALIS PERIÓDICOS ENGENHARIAS

74 ENGENHARIA ÁREA MADRINHAENGENHARIA NÃO É ÁREA MADRINHASoma Pesos A1(7,5%) - F.I. > 0,9(1,5%) - j* > 1,229,5% A2(7,5%) - 0,9 > F.I. > 0,55(1,5%) - 1,22 > j* > 1,069,5% B1( F.I. > 0,10 / SCIELO*(1,5%) - 1,06 > j* > 0,8< 30% B20,10 > F.I. > 0 / SCIELO (6%) - 0,8 > j* > 0 / Scielo8% + Scielo(%) B3Periódicos de Associações e/ou Q > 6 B4Sem F.I. e Q > 3 e Q < 6 B5Sem F.I. e Q < 3, Local QUALIS PERIÓDICOS ENGENHARIAS

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76 Periódicos de circulação internacional, não indexados no JCR/ISI, e importantes para as áreas serão classificados como B1, B2 ou B3, em função do seu grau compatível de citações, que podem ser encontrados no SCOPUS ou em outra base. P.e. Periódicos das Editoras Emerald, Oxford University Press, Blackwell Synergy, Taylor & Francis, Wiley InterScience e Springer. Quando o somatório de artigos das 4 engenharias for superior a da área madrinha calculada pela Capes, o periódico foi considerado como sendo da área madrinha Engenharias. Os principais periódicos nacionais cadastrados no Scielo, até o limite de 2 por Engenharia, serão considerados como B1. QUALIS PERIÓDICOS ENGENHARIAS

77 Aqueles periódicos que não possuem Área Madrinha, nos quais ocorreram publicações das engenharias, foram acolhidos pelas engenharias, ou seja, passam a ser considerados como pertencentes à Área Madrinha das Engenharias. Periódicos pertencentes ao Scielo e estiverem classificados no JCR-ISI ficarão na maior classificação. QUALIS PERIÓDICOS ENGENHARIAS

78 Periódicos não enquadrados nas regras acima terão as seguintes novas classificações: Periódicos IA ficam classificados como B1; periódicos IB classificados como B2; periódicos IC classificados como B3; periódicos NA classificados como B4; periódicos NB e restantes ficam classificados como B5. PESOS A1100% A285% B170% B250% B320% B410% B55% B2, B3, B4 e B5 possuirão SATURAÇÃO QUALIS PERIÓDICOS ENGENHARIAS

79 Ministério da Educação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Diretoria de Avaliação NOVA FICHA DE AVALIAÇÃO

80 Ficha de Avaliação SIMPLIFICADA E OTIMIZADA Está em Processo de Discussão

81 NOVOS PESOS em vermelho Proposta do Programa (qualitativo) Corpo Docente: 20% (25%) Corpo Discente, Teses e Dissertações: 35% (30%) Produção Intelectual: 35% (35%) Inserção Social: 10% (10%) Ficha de Avaliação

82 QUESITO I - PROPOSTA DO PROGRAMA – Peso 0% ITENS – Aplicação de Conceito (MB, B, R, F, D) I.1. Coerência, consistência, abrangência e atualização das áreas de concentração, linhas de pesquisa, projetos em andamento e proposta curricular. I.2. Planejamento do programa com vistas a seu desenvolvimento futuro. I.3. Infra-estrutura para ensino, pesquisa e extensão. Ficha de Avaliação

83 QUESITO II - CORPO DOCENTE - Peso 20% II.1. Perfil do corpo docente, consideradas titulação, diversificação na origem de formação, aprimoramento e experiência, e sua compatibilidade e adequação à Proposta do Programa. II.2. Adequação e dedicação dos docentes permanentes em relação às atividades de pesquisa e de formação do programa. II.3. Distribuição das atividades de pesquisa e de formação entre os docentes do programa. II.4. Contribuição dos docentes para atividades de ensino e/ou de pesquisa na graduação, com atenção tanto à repercussão que este item pode ter na formação de futuros ingressantes na PG, quanto (conforme a área) na formação de profissionais mais capacitados no plano da graduação. Ficha de Avaliação

84 QUESITO III - CORPO DISCENTE, TESES E DISSERTAÇÕES - Peso 30% III.1. Quantidade de teses e dissertações defendidas no período de avaliação, em relação ao corpo docente permanente e à dimensão do corpo discente. III.2. Distribuição das orientações das teses e dissertações defendidas no período de avaliação em relação aos docentes do programa. III.3. Qualidade das Teses e Dissertações e da produção de discentes autores da pós-graduação e da graduação (no caso de IES com curso de graduação na área) na produção científica do programa, aferida por publicações e outros indicadores pertinentes à área. III.4. Eficiência do Programa na formação de mestres e doutores bolsistas: Tempo de formação de mestres e doutores e percentual de bolsistas titulados. Ficha de Avaliação

85 QUESITO IV - PRODUÇÃO INTELECTUAL - Peso 40% IV.1. Publicações qualificadas do Programa por docente permanente. IV.2. Distribuição de publicações qualificadas em relação ao corpo docente permanente do Programa. IV.3. Produção técnica (Produtos, Protótipos e Patentes) e outras produções consideradas relevantes. Ficha de Avaliação

86 QUESITO V – INSERÇÃO SOCIAL - Peso 10% V.1. Inserção e impacto regional e (ou) nacional do programa. V.2. Integração e cooperação com outros programas e centros de pesquisa e desenvolvimento profissional relacionados à área de conhecimento do programa, com vistas ao desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação. V.3. Visibilidade (Homepage) ou transparência dada pelo programa à sua atuação. Ficha de Avaliação

87 Portal de Periódicos da CAPES Avaliação da Área / Programa; O que está faltando, por ordem de prioridade; Sugestões; Etc.

88 Conclusões As necessidades brasileiras requerem uma PG em Engenharia pujante e com grande visibilidade nacional e internacional A PG em Engenharia tem elevado seus padrões de qualidade e exigência A criação de novos mestrados e doutorados em Engenharia requer compromisso, esforço, investimento e responsabilidade

89 Objetivos Específicos da UNESP Consolidação dos Programas de Pós Graduação em Engenharia ; Inter/Multi Disciplinar; Maior Reconhecimento Nacional na área; Alcançar maiores conceitos; Há Necessidade de Ajustes / Investimentos? - Corpo Docente (pos-docs) - Infra-Estrutura - Página WWW - Produção Intelectual e Tecnológica - Corpo Discente Etc.

90 F I M O B R I G A D O


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