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1 42 ANOS DO PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA DA COPPE Helcio R. B. Orlande

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1 1 42 ANOS DO PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA DA COPPE Helcio R. B. Orlande

2 2 RESUMO 1.Universidade Federal do Rio de Janeiro 2.Escola Politécnica da UFRJ 3.COPPE/UFRJ 4.Departamento/Programa de Engenharia Mecânica

3 3 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Criada em 07 de setembro de 1920, com o nome de Universidade do Rio de Janeiro: Faculdade de Medicina Escola Politécnica Faculdade de Direito

4 4 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Reforma em 1931 agregou novas unidades: Escola de Minas e Metalurgia de Ouro Preto Faculdade de Farmácia Faculdade Odontologia Escola Nacional de Belas Artes Instituto Nacional de Música

5 5 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Reforma em 1937: Universidade do Brasil Faculdade Nacional de Filosofia, Ciências e Letras; Faculdade Nacional de Educação; Escola Nacional de Engenharia; Escola Nacional de Minas e Metalurgia; Escola Nacional de Química; Faculdade Nacional de Medicina; Faculdade Nacional de Odontologia; Faculdade Nacional de Farmácia; Faculdade Nacional de Direito; Faculdade Nacional de Política e Economia; Escola Nacional de Agronomia; Escola Nacional de Veterinária; Escola Nacional de Arquitetura; Escola Nacional de Belas Artes; Escola Nacional de Música.

6 6 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO A reforma ainda prevê a incorporação ou a criação de institutos: Museu Nacional; Instituto de Física; Instituto de Eletrotécnica; Instituto de HidroAéreo-Dinâmica; Instituto de Mecânica Industrial; Instituto de Ensaio de Materiais; Instituto de Química e Eletroquímica; Instituto de Metalurgia; Instituto de Nutrição; Instituto de Eletro-Radiologia; Instituto de Biotipologia; Instituto de Psicologia; Instituto de Criminologia; Instituto de Psiquiatria; Instituto de História e Geografia; Instituto de Organização Política e Econômica.

7 7 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Criação de uma Cidade Universitária, cuja construção, no entanto, só tem início em 1949, e cuja inauguração só ocorre, de fato, em 1972.

8 8 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Em 1965: UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza Centro de Letras e Artes Centro de Filosofia e Ciências Humanas Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas Centro de Ciências da Saúde Centro de Tecnologia Órgãos da Estutura Acadêmica

9 9 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

10 10 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Dados de 2006

11 11 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Dados de 2006

12 12 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Escola Politécnica Escola de Química COPPE – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia Instituto de Macromoléculas Professora Eloísa Mano CENTRO DE TECNOLOGIA

13 13 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

14 14 2. ESCOLA POLITÉCNICA DA UFRJ Em 17 de dezembro de 1792, a Academia Militar, já envolvida com o ensino de assuntos de engenharia civil, foi remodelada pelo governador do Rio de Janeiro, D. José Luis Castro, 2 o Conde de Resende, que instituiu a Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho Anos de Doutorado e 75 de Livre-Docência no Ensino de Engenharia no Brasil, Paulo Pardal, Escola de Engenharia – UFRJ, 1986.

15 15 2. ESCOLA POLITÉCNICA DA UFRJ Berço da Escola Politécnica da UFRJ Primeira das academias militares de que se conhecem os estatutos A Academia era aberta a civis. Curso de 6 anos. Último ano obrigatório para os que quisessem seguir a profissão de engenheiros. Se lecionava engenharia civil (denominada de arquitetura civil) e hidráulica, abrangendo materiais de construção, estradas, pontes, portos e canais. Funcionava na Casa do Trem, parte do Museu Histórico Nacional. A Academia Militar de West Point,1 a escola de engenharia dos Estados Unidos, foi criada em 1802.

16 16 2. ESCOLA POLITÉCNICA DA UFRJ Em 1810 a Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho é ampliada e torna-se a Academia Real Militar. Curso é ampliado para 7 anos. Ensino profissional de artilharia, engenharia militar e civil. Física, química, mineralogia, metalurgia e história natural Cálculo infinitesimal, geometria descritiva, astronomia, geodesia e geografia. Primeiro prédio construído no Brasil para abrigar uma escola de ensino superior em 1812

17 17 2. ESCOLA POLITÉCNICA DA UFRJ Primeiras realizações públicas no Brasil: Transmissão telegráfica (1851) Iluminação a gás (1851) e elétrica (1857) Radiografia (1896) 1856

18 18 2. ESCOLA POLITÉCNICA DA UFRJ 1839: a Academia Militar passou a Escola Militar, com cursos de infantaria, cavalaria, artilharia e engenharia. 1858: a Escola Militar passou à denominação de Escola Central e foi criado o curso de engenharia civil. 1874: a Escola Central passou do Ministério da Guerra ao Ministério do Império, sob a denominação de Escola Politécnica, só para alunos civis, com cursos de: ciências físicas e naturais (bacharel), ciências físicas e matemáticas (bacharel), engenheiros geógrafos, engenharia civil, engenharia de minas e engenharia de artes e manufaturas (engenheiro industrial). 1896: a Escola Politécnica passou a formar engenheiros mecânicos, civis, industriais, de minas e agrônomos. 1937: Escola Nacional de Engenharia da Universidade do Brasil 1965: Escola de Engenharia da UFRJ 2004: Escola Politécnica da UFRJ

19 19 2. ESCOLA POLITÉCNICA DA UFRJ Cursos: 12 Vagas: 770 Alunos: 2961 Alunos formados desde 1875: Docentes: 226 (177 Doutores) Técnicos-Administrativos: 168

20 20 2. ESCOLA POLITÉCNICA DA UFRJ Intercâmbios Internacionais École Polytechnique de Paris (duplo diploma) École Centrale de Paris (duplo diploma) École Centrale de Lille (duplo diploma) École Centrale de Lyon (duplo diploma) École Centrale de Nantes (duplo diploma) North Carolina State University North Carolina Agricultural & Technical State University Ohio State University Technische Fachhochschule Berlim University of Virginia Rede INSA (Brafitec) INSA-Lyon (duplo-diploma) Groupe des Écoles des Mines - GEM Universidade Técnica de Lisboa Universidade do Porto Ecole Nationale Supérieure de Techniques Avancées ParisTech

21 21 2. ESCOLA POLITÉCNICA DA UFRJ Grau de Doutor em Ciências Instituído em 1842 na Escola Militar. Os candidatos a doutor deveriam ter sido aprovados plenamente em todos os sete anos do curso completo da Escola Militar e defendiam tese sobre qualquer ponto da ciência matemática dos mais profundos, e dos que se ensinam nos últimos três anos, onde estavam as cadeiras de aplicação. Aprovação da tese perante banca constituída de 4 professores da Escola. Os Lentes e substitutos atuais receberão o referido grau. A colação do Grau de Doutor era solene e detalhada em decreto. Dentre os 23 primeiros titulados, muitos tiveram posteriormente altos cargos no governo e nas forças armadas

22 22 2. ESCOLA POLITÉCNICA DA UFRJ

23 23

24 24 3. COPPE Regulamentação em dezembro de 1965 dos cursos stricto sensu de pós-graduação pelo Conselho Federal de Educação, que conduzem aos títulos de Mestre e Doutor. Graças aos esforços do Prof. Alberto Luiz Coimbra, já haviam na UFRJ os cursos de mestrado em Engenharia Química (1963) e em Engenharia Mecânica (1965). Nasce a COPPE – COORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS- GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA em : Programas de Engenharia Metalúrgica, Elétrica, Civil, Naval e Produção 1968: Nuclear 1970: Biomédica e de Sistemas 1970: Matemática (transferido para o Instituto de Matemática em 1972) 1973: Administração (tornando-se a COPPEAD em 1974)

25 25 12 Programas de Pós- Graduação Engenharia Biomédica Engenharia Civil Engenharia Metalúrgica e de Materiais Engenharia Mecânica Engenharia Elétrica Engenharia Oceânica Engenharia Nuclear Engenharia de Transportes Planejamento Energético Engenharia de Produção Engenharia de Sistemas e Computação Engenharia Química PROGRAMAS DA COPPE

26 26 Formação de Engenheiros e a Criação da COPPE Formação Tradicional Foco no Projeto: tudo já foi desenvolvido Risco Reduzido: fator de segurança Nenhuma Criatividade: tecnologia se compra Professores de Tempo Parcial sem Titulação Proposta de Criação da COPPE Foco no Processo: novos desenvolvimentos Desafiando o Risco: ferramentas de Integração entre ciência e prática Criatividade como Missão: tudo pode ser desenvolvido no país Professores de Dedicação Exclusiva com Doutorado

27 27 Pesquisa Ensino Projeto Básica Soluções de Problemas Empresariais Desenvolvimento de Tecnologia de Processos e Produtos Capacitação Empresarial Spin-Off de Empresas Aplicada Extensão Pós-Graduação Stricto Sensu Pós-Graduação Lato Sensu Graduação Diagnósticos Tecnológicos

28 28 10 Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu Pós-graduação Executiva em Meio Ambiente Pós-graduação Executiva em Transportes Pós-graduação Executiva em Petróleo e Gás Natural Segurança Aplicada aos Projetos de Exploração e Produção de Petróleo Curso de Especialização em Ergonomia Engenharia de Planejamento Pós-Graduação em Sistemas Off-shore Pós-Graduação em Gestão de Iniciativas Sociais Pós-Graduação em Gestão do Conhecimento e Inteligência Empresarial Novas Tecnologias da Informação

29 29 7 Cursos de Graduação com EP Engenharia de Petróleo Engenharia de Controle e Automação Engenharia de Computação e Informação Engenharia Ambiental 4 Áreas Interdisciplinares Explotação de Recursos do Mar Engenharia Ambiental Materiais Compósitos Computação de Alto Desempenho Cursos de Curta Duração Taylor Made Engenharia Mecânica Engenharia Metalurgica Engenharia Naval

30 Laboratórios 2 Incubadoras Parque Tecnológico Empresas de Base Tecnológica Cooperativas Populares N úcleo de A tendimento em C omputação de A lto D esempenho SGI-ALTIX Cluster Itautec Infraestrutura Física de Pesquisa Tanque Oceânico

31 Docentes 2755 Alunos 351 Técnicos Administrativos MSc 62% Nível Médio 27% Nível Superior DSc 11% Apoio Doutores Dedicação Exclusiva Pessoal

32 32 Produção Acadêmica Teses de Mestrado Defendidas 179 Teses de Doutorado Defendidas Artigos Publicados Auxílios à Pesquisa (CNPQ, FAPERJ e CAPES) R$ ,00

33 33 Canal Exclusivo de Contato Estrutura de Suporte Profissional Agilidade na Contratação Garantia Contratual de Confidencialidade Interação com Empresas

34 34 Projetos Receita R$ 151 milhões em % da receita na área de petróleo em em andamento

35 35 Produção Tecnológica Projetos Contratados 40 Patentes Depositadas 2 Tecnologias Comercializadas 6 Empresas Criadas (45 desde a criação da Incubadora) 1 Patente Internacional Concedida (USPTO) 1 Patente Nacional (Emissão de Carta Patente)

36 36 Características Principais da COPPE Estrutura administrativa e financeira própria Avaliação anual do desempenho acadêmico Compromisso com problemas da sociedade Equilíbrio entre seus objetivos

37 37 COPPEPOLITÉCNICA CHEFIA DEM/PEM COORDENADOR ACADÊMICO DE PÓS-GRADUAÇÃO COORDENADOR ACADÊMICO DE GRADUAÇÃO 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

38 38 Corpo Docente (total de 35 docentes) Professores de Tempo Integral: 28 no Departamamento – 20 no Programa) Albino José Kalab Leiroz, Lavínia Maria Sanabio Alves Borges, Antonio MacDowell de Figueiredo, Daniel Alves Castelo, Manuel Ernani de Carvalho Cruz, Átila Pantaleão Silva Freire, Marcelo Amorim Savi, Fábio Luiz Zamberlan, Max Suell Dutra, Fernando Alves Rochinha, Fernando A. N. Castro Pinto, Nestor Alberto Zouain Pereira, Fernando Pereira Duda, Nisio de Carvalho Lobo Brum, Flávio de Marco Filho, Renato Machado Cotta, Gustavo César Rachid Bodstein, Ricardo Eduardo Musafir, Helcio Rangel Barreto Orlande, Ricardo Manfredi Naveiro, José Herskovits Norman, Sérgio Exel Gonçalves, José Luis Lopes da Silveira, Silvio Carlos Anibal de Almeida, José Stockler Canabrava Filho, Sylvio José Ribeiro de Oliveira, Jules Ghislain Slama, Vitor Ferreira Romano. Professores de Tempo Parcial: 5 Aloísio Biase Faraco, Sérgio Lourenco Fraenkel, José Antonio Monassa Heide, Simion Arongaus, Reinaldo de Falco. Professores Colaboradores: 2 Carlos Rodrigues Pereira Belchior, Luiz Cláudio Gomes Pimentel 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

39 39 Formando engenheiros mecânicos desde o Programa criado no COPPE (1965) Grau 6 na CAPES 122 alunos de mestrado – 35 bolsistas 71 alunos de doutorado – 29 bolsistas 540 alunos de graduação Dissertações de mestrado defendidas até 2006: 638 Teses de doutorado defendidas até 2006: 121 Nucleação de outros programas de pós-graduação no país. Sucesso dos alunos em processos seletivos de grandes empresas nacionais, p. ex., Petrobras e Embraer. Reconhecimento internacional 60% dos docentes com bolsa de Produtividade em Pesquisa - CNPq 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

40 40 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

41 41

42 42 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA University of Miami North Carolina State University University of Illinois at Chicago University of Texas at Arlington Texas A & M University Florida International University Instituto Superior Técnico de Lisboa Universidad Nacional de Mar del Plata Universidad de Santiago de Chile Ecole des Mines DAlbi Université de Bordeaux Université de Reims INSA-Lyon Wolfram Research Tetra-Tech USDA Salinity Laboratory EPRI Acordos de Cooperação

43 43 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA International Society for Structural and Multidisciplinary Optimization Assembly of International Heat Transfer Conferences International Center for Heat and Mass Transfer Conselhos Científicos de Entidades Internacionais Conselhos Editoriais Int. Journal of Heat & Mass Transfer Heat Transfer Engineering Int. Journal of Thermal Sciences Int. Journal of Numerical Methods in Heat & Fluid Flow Hybrid Methods in Engineering Applied Mathematical Modeling Comm. Numerical Methods in Engineering Journal of the Brazilian Society of Mechanical Sciences and Engineering International Journal for Computational Methods in Engineering Structural and Multidisciplinary Optimization International Journal of Computers & Structures Building Acoustics Inverse Problems in Science and Engineering High Temperatures - High Pressures

44 44 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA Co-chairman do 1st Inverse Problems, Design and Optimization Symposium, Helcio R. B. Orlande, Rio de Janeiro, Março de 2004 Co-chairman do 2nd Inverse Problems, Design and Optimization Symposium, Helcio R. B. Orlande, Miami Beach, Abril de 2007 Chairman da 6th World Conference on Structural and Multidisciplinary Optimization, Jose Herskovits, Rio de Janeiro, Maio de 2005 Organização da Escola de Turbulência 2006, Atila. P. S. Freire Co-chairman da 5 th International Conference on Inverse Problems in Engineering: Theory and Practice, Helcio R. B. Orlande, Cambridge, Julho de 2005 Co-chairman do Internoise 2005 (34th International Congress on Noise Control Engineering), Moysés Zindeluk, Rio de Janeiro agosto de 2005 Co-organizador do US-South America Worskhop: Mechanics and Advanced Materials – Research and Education, Fernando A. Rochinha, Rio de Janeiro, agosto de 2004 Co-Chairman do FGM2006 – 9th International Symposium on Multiscale and Functionally Graded Materials, Fernando A. Rochinha, Hawai, Outubro de 2006 Organização de Conferências

45 45 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA Co-organizador do Workshop em Modelagem de Incertezas em Sistemas Mecânicos, Fernando A. Rochinha, Rio de Janeiro, julho de 2006 Membro do Comite de Organização do Pan-American Advanced Studies Instittute Program (PASI) – Nano and Biotechnology – Fernando A. Rochinha, Argentina, 2006 Chairman for South America: 7th World Congress on Structural and Multidisciplinary Optimization - (WCSMO-7)- Seoul, Korea, Maio 2007, ISSMO: International Society for Structural and Multidisciplinary Optimization, Jose Herskovits Chairman, 2 nd ICCHMT – International Conference on Computational Heat & Mass Transfer, Rio de Janeiro, Outubro 2001, Renato M. Cotta Chairman da 4 th International Conference on Inverse Problems in Engineering: Theory and Practice, Helcio R. B. Orlande, Angra dos Reis, Junho de 2004 Co-Chairman da School on Microfluidics, Int. Center for Condensed Matter Physics, UNB, April 2006, Renato M. Cotta ENCIT-2004 Organização de Conferências

46 46 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA Publicação de Livros Marcelo Savi, Dinâmica Não-Linear e Caos, e-papers, Rio de Janeiro, 2006 M. Ozisik e H. Orlande, Inverse Heat Transfer: Fundamentals and Applications, Taylor & Francis, New York, 2000 Cotta, R. M. and Mikhailov, M. D., Heat Conduction:- Lumped Analysis, Integral Transforms, Symbolic Computation, John Wiley, New York, 1997 Cotta, R. M., Integral Transforms in Computational Heat and Fluid Flow, CRC Press, Boca Raton, 1993.

47 47 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA Prêmios Recentes Prêmio ABCM-Embraer 2005 de Pesquisa em Engenharia Mecânica, na categoria Melhor Dissertação de Mestrado para Juliana Braga Rodrigues Loureiro (orientadores: Átila P. S. Freire e Fernando M. C. T. Pinho), Escoamento sobre Superfícies Rugosas e Elevações Topográficas Prêmio ABCM-Embraer 2005 de Pesquisa em Engenharia Mecânica, na categoria Melhor Tese de Doutorado para Wagner Machado Brasil (orientadores: Átila P. S. Freire e Su Jian), Camadas Limites Turbulentas Sujeitas a uma Variação Singular de Propriedades na Superfície Prêmio Petrobrás de Tecnologia, 2005, na categoria Prata (segundo colocado) para o trabalho de dissertação de Mestrado para Ricardo Villela (orientador: Moysés Zindeluk), Detecção de Vazamentos em Dutos.

48 48 Áreas de Concentração Acústica, Vibrações e Dinâmica Mecânica dos Fluidos Mecânica dos Sólidos e Integridade dos Materiais Projeto de Máquinas e Robótica Termociências e Engenharia Térmica 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

49 49 Laboratórios SIGLA LABORATÓRIO CEFCON Fabricação Mecânica Labmetro Metrologia LabMFA Mecânica dos Fluidos e Aerodinâmica LabRob Robótica LAVI Acústica e Vibrações LEPAC Ensino e Projeto Assistido por Computador LMS Mecânica dos Sólidos LMT Máquinas Térmicas LTM Tecnologia Mecânica LTTC Transmissão e Tecnologia do Calor MecTurb Mecânica da Turbulência Optimize Otimização Multidisciplinar em Engenharia

50 50 CEFCON CENTRO DE USINAGEM CENTRO DE TORNEAMENTO TORNO CNC 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

51 51 LabRob CÉLULA ROBÓTICA KUKA KR16CÉLULA ROBÓTICA KUKA KR16 PROTOTIPAGEM CAD-ROBÔ

52 52 LAVI ENSAIOS DE ACÚSTICA E VIBRAÇÃO MONITORAÇÃO DE MÁQUINAS DINÂMICA DE ROTORES

53 53 LMS ANÁLISE DE TENSÕES ESTRUTURA AEROESPACIAIS ANÁLISE DE BARREIRAS TÉRMICAS PARAMETRIZAÇÃO DE MATERIAIS COMPOSTOS

54 54 LMT MOTORES ASTM-CRF (CETANO E OCTANO) ENSAIOS DE MOTORES E COMBUSTÍVEIS

55 55 LTTC

56 56 MecTurb TESTES EM MOTOR CFC TÚNEL DE VENTO DE ALTA TURBULÊNCIA PLUMA DE BOLHAS JATO LIVRE

57 57 LabMFA TÚNEIS DE VENTO

58 58 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA disciplinas obrigatórias: são aquelas nas quais o aluno de um determinado habilitação tenha, necessariamente, que obter aprovação para que faça jus ao grau e ao diploma; disciplinas de escolha condicionada: são aquelas discriminadas nominalmente no currículo, dentre as quais o aluno tenha, necessariamente, que escolher alguma ou algumas, para completar determinado número de créditos, podendo o currículo estabelecer condições limitadoras da escolha de modo que, no conjunto, as disciplinas escolhidas formem um grupo concatenado; disciplinas de escolha restrita: são aquelas integrantes de um conjunto caracterizado genericamente pela área de conhecimento a que pertencem as disciplinas, consignada no currículo, e dentre as quais o aluno tenha, necessariamente, que escolher alguma ou algumas, para completar determinado número de créditos; disciplinas de livre escolha: são todas as disciplinas da universidade não integrantes do currículo como obrigatórias, dentre as quais o aluno tenha, necessariamente, que escolher alguma ou algumas para completar determinado número de créditos, sem outra limitação à possibilidade de escolha além do cumprimento dos requisitos da disciplina; Graduação

59 59

60 60 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

61 61 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

62 62 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

63 63 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

64 64 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA Carga-Horária Semanal por Docente na Pós-Graduação

65 65 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA Teses e Dissertações

66 66 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

67 67 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

68 68 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

69 69 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

70 70 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

71 71 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

72 72 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

73 73 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA

74 74 4. DEPARTAMENTO/PROGRAMA DE ENGENHARIA MECÂNICA Integração graduação e pós-graduação Necessidade de formar engenheiros e desenvolver trabalhos científicos Desenvolvimento tecnológico para a indústria brasileira Perda de foco Aquecimento do mercado e redução de alunos de tempo integral Valores das bolsas Desenvolvimento de trabalhos de pós-graduação com alunos da indústria Dissertações e teses gerando publicações Participação no programa de pós-graduação de docentes com vocação Tamanho do corpo docente Crescimento com objetivos específicos e reposição do quadro docente Contratação de professores-pesquisadores Fortalecer o Brasil para se tornar uma referência internacional em ensino/pesquisa de pós-graduação e desenvolvimento tecnológico Programas de pós-doutoramento no Brasil


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