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Apresentação: O documento aqui apresentado resulta do processo de consolidação dos dados advindos dos Encontros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos.

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2 Apresentação: O documento aqui apresentado resulta do processo de consolidação dos dados advindos dos Encontros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos preparatórios à VI CONFINTEA – Conferência Internacional Sobre Educação Para Adultos, ocorridos na Região Nordeste, nos meses de março e abril de 2008, nos Estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte. Tem como principal objetivo subsidiar as discussões decorrentes dos Encontros Estaduais, direcionando um olhar para o quadro atual da EJA, buscando, sobretudo, contribuir com a construção de políticas públicas estratégicas de implantação e/ou fortalecimento desta modalidade educativa, no âmbito da Educação Básica brasileira. Desta feita, o diagnóstico traz em seu bojo a dimensão do protagonismo, através de um vigoroso esforço de apropriação e validação da política de EJA, no período histórico de 1997 a 2006, na ótica de seus principais promotores – educadores e educadoras – que atuam e levam a cabo a tarefa do saber-fazer no cotidiano de suas práticas. Este esforço coletivo, apesar dos limites encontrados, sobretudo pela urgência de prazos, com a dimensão efêmera própria do tempo, foi uma forma dos Estados dizerem presente às demandas e aos desafios da Educação de Jovens e Adultos no Nordeste e no Brasil.

3 Memória: Objetivos da Oficina de Organização e Análise de Dados promovida pelo MEC Introduzir a discussão sobre indicadores e análise de dados; Introduzir marco conceitual de Monitoramento e Avaliação; Contribuir para a disseminação das práticas de acompanhamento, monitoramento e avaliação, que possibilitarão aos gestores formular e executar melhores políticas de EJA; Possibilidades: Apropriação desse instrumental para o fortalecimento de nossas reivindicações e maior precisão no acompanhamento e nas ações da EJA!!

4 Revisitando conceitoss: Diagnóstico Diagnóstico: requer indicadores que permitam retratar a realidade social; Monitoramento Monitoramento: análise contínua e sistemática dos programas, verificando a realização dos processos (...), com base em indicadores que aferem a implementação em relação às etapas, finanças e metas previamente fixadas; Acompanhamento Acompanhamento: processo que subsidia a realização do monitoramento, auxiliando os gestores na definição de critérios e parâmetros, bem como na preparação de sistemas de informação gerenciais.

5 Quanto à classificação e fonte dos dados:. Quantitativos e/ou qualitativos Quantitativos e/ou qualitativos : Primários: R Primários: Registros administrativos (Diagnósticos Estaduais). Secundários Secundários: Oriundos de bases de dados construídas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP e IBGE, como Censo Escolar e Pesquisa por Amostra de Domicílios – PNAD.

6 O que nos caracteriza como REGIÃO NORDESTE ? 1. Contextualização Regional

7 ALAGOAS BAHIA CEARÁ PARAÍBA MARANHÃO PERNAMBUCO PIAUÍ SEGIPE RIO GRANDE DO NORTE Região Nordeste é resultante de um complexo processo histórico de construção

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12 O que caracteriza uma Região? O que seria uma Região? O que seria uma Região? universo de práticas vivenciadas pelos diversos grupos humanos que nela se inserem, que englobam o relevo, as relações pessoais, a memória familiar, as condições de trabalho, a sexualidade, a associação etc. A partir desta definição, pode-se pensar em extrapolar limites e fronteiras de ordem administrativa que, em geral, delimitam uma região (...). O regional torna-se, portanto, um conjunto de identidades, não vinculado necessariamente aos limites formais estabelecidos (AMORIM, 2007). as fronteiras regionais podem ou não coincidir com as divisões juridicamente estabelecidas, pois se ampliam ou diminuem, no decorrer do tempo, em função de ajustes de natureza política (SILVA apud AMORIM, 2007).

13 o espaço é fundamentalmente social e histórico, evolui no quadro diferenciado das sociedades e em relação com as forças externas, de onde mais freqüentemente lhes provêm os impulsos (SANTOS, 1979, apud AMORIM, 2007) A partir dessa perspectiva, Nosso desafio: pensar para além da nossa cidade, do nosso estado, pensar a nossa Região, naquilo que nos unifica, nos distingue e nos fortalece. Construir visão mais ampla e pensar estratégias conjuntas!

14 2. Dados Gerais – Região Nordeste A Região Nordeste possui km² de área e habitantes. É a terceira região em área. É a região brasileira que possui a maior quantidade de Estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco (incluindo Fernando de Noronha), Rio Grande do Norte e Sergipe.

15 Dados Populacionais: População Total (mil) Brasil Nordeste Alagoas (2005) Bahia (2007) Ceará (2007) Maranhão (2006) Paraíba (2007) Pernambuco (2007) Piauí (2006) Rio Grande do Norte (2005) Sergipe (2005) Fonte: IBGE/PNAD a 2007

16 Essa população concentra-se, na sua maioria, na faixa etária acima de 29 anos de idade (42%) Brasil, que cara? E o Nordeste? Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios e Censo Demográfico

17 A população residente na Região Nordeste é, urbana, 71,45%. No Brasil, o percentual urbano atinge 83,29%. Quais políticas educacionais têm sido propostas para o campo atualmente? Como fortalecer a participação dos movimentos sociais ligados ao campo nos Fóruns de EJA? Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios

18 A questão de gênero tem sido considerada na construção de nossas propostas pedagógicas? Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Predominância do sexo masculino, no Brasil e Nordeste.

19 Os dados retratam a realidade? Como a EJA tem se articulado com as propostas da Ed. Indígenas? Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios A população nordestina se constitui,majorita- riamente, por pessoas da cor parda. A segunda maior população é da cor branca. No Brasil os dados se invertem.

20 O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH, é divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD. Considera que para dimensionar o avanço de uma localidade, não se deve observar apenas a dimensão econômica, mas também características sociais, culturais e políticas que influenciam na qualidade da vida humana. Esse índice resulta da combinação de análises educacionais, renda e de longevidade de uma população. Índice Educação: Para a avaliação da dimensão educação, o cálculo do IDH municipal considera dois indicadores, com pesos diferentes: taxa de alfabetização de pessoas acima de 15 anos de idade (com peso dois) e a taxa bruta de freqüência à escola (com peso um). O primeiro indicador é o percentual de pessoas com mais de 15 anos capaz de ler e escrever um bilhete simples (ou seja, adultos alfabetizados). O segundo indicador resulta do somatório de pessoas (independentemente da idade) que freqüentam os cursos fundamental, secundário e superior, cujo resultado é dividido pela população na faixa etária de 7 a 22 anos da localidade. Estão também incluídos na conta os alunos de cursos supletivos - Ensino fundamental e Médio-, de classes de aceleração e de pós- graduação universitária. Índice Renda: poder de compra da população – PIB per capta Índice Saúde: esperança de vida ao nascer. Referência para análise: Quanto mais próximo de 1, melhor as condições de desenvolvimento humano do país Alguns dados Econômicos

21 IDH ,766 0,791 0,685 0,723 0,806 0,807 BRASIL CENTRO-OESTE NORDESTE NORTE SULDESTE SUL Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios O Nordeste brasileiro caracteriza-se como a Região que possui o IDH mais baixo, 0,68, bem abaixo do índice nacional, que é 0,76.

22 Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil O Estado da Bahia destaca-se por apresentar o maior índice na educação (0,785), o Ceará na expectativa de vida (0,713) e Pernambuco na renda (0,643).

23 3. Dados Educacionais Fonte : Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil Decréscimo do índice no Nordeste, 24,25% (2001) para 20,74% (2006). 3.1 Analfabetismo

24 Taxa de Analfabetismo da população de 15 anos ou mais, por Unidade da Federação Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios As peculiaridades regionais pedem a adoção de políticas públicas que permitam a inclusão social de segmentos que se encontram impedidos de participar autonomamente da vida democrática e do mercado de trabalho do país.

25 Analfabetismo por Situação de Domicílio Brasil e Nordeste 0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 URBANORURALURBANORURAL BRASILNORDESTE Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Entre 2005 e 2006 há uma redução dos índices de analfabetismo no campo, no Brasil de 0,9% e no Nordeste de 1%.

26 Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Aumento do índice em pessoas de 60 anos ou mais, no Brasil, na ordem de 3,97% e no Nordeste, 4,98%.

27 Analfabetismo por Sexo - Brasil e Nordeste 44,00% 46,00% 48,00% 50,00% 52,00% 54,00% HomemMulherHomemMulher BrasilNordeste 2006 Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Maior participação das mulheres nos processos educativo- formativo.

28 3.2 Analfabetismo Funcional Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios O índice de analfabetismo funcional, tende a decrescer quanto mais aumenta o tempo de estudos.

29 FONTE: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Os índices estão concentrados nos mesmos Estados com os maiores índices de analfabetismo.

30 Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios No Brasil e no Nordeste, os homens ocupam os maiores índices.

31 3.3 Escolaridade Média FONTE: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios.

32 FONTE: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios As mulheres passam mais anos estudando que os homens...

33 FONTE: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Na Escolaridade Média também acentua-se as diferenças na relação campo-cidade... Escolaridade Média por Situação de Domicílio ,3 4,2 6,4 3, UrbanaRural Brasil Nordeste

34 3.4 Índices de Rendimento Escolar FONTE: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Elevação das taxas de aprovação no Brasil. Queda dos índices no Nordeste.

35 FONTE: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Decréscimos da Taxa, que resulta em 2003: 72,3 (BRA) e 69,7 (NE)

36 FONTE: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Aumento considerável no Nordeste (+) e no Brasil (-).

37 FONTE: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Aumento considerável no Nordeste (-) e no Brasil (+).

38 FONTE: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Discretas reduções que ainda não oficializam os esforços nesta direção.

39 FONTE: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Aumento no Brasil e redução no Nordeste.

40 Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios A demanda da EJA no país, em 2006, situa-se na ordem de 41,1%, No Nordeste essa demanda é ampliada, atingindo 49,3%.

41 Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Quanto mais alto o IFEJA mais alta a possibilidade educacional. O IFEJA do Brasil é 0,73. No Nordeste é de 0,61, variando entre 0,64 (Pernambuco e Sergipe) e 0,55 (Alagoas).

42 4. Oferta Educativa em EJA: Fonte: MEC/INEP Crescimento exponencial da matrícula EJA na região NE, bastante superior à média nacional.

43 Matrícula em Educação de Jovens e Adultos – 2001 / 2006 Unidade da Federação Variação% Brasil ,68 Nordeste ,04 Maranhão ,77 Piauí ,88 Ceará ,59 Rio Grande do Norte ,94 Paraíba ,8 8 Pernambuco ,90 Alagoas ,70 Sergipe ,50 Bahia ,9 4 Fonte: MEC/INEP Crescimento exponencial da matrícula EJA na Região Nordeste, em quase todos os Estados, com exceção do Estado do Ceará.

44 Unidade da Federação Matrículas na Educação de Jovens e Adultos por faixa etária Total Men os de 14 anos De 15 a 17 anos De 18 a 24 anos De 25 a 29 anos De 30 a 34 anos De 35 a 39 anos Mais de 39 anos Brasil ,0013,2131,3914,9712,199,9717,27 Nordeste ,3813,9729,8414,4811,609,7618,97 Maranhão ,7715,3328,2714,6911,8610,1717,91 Piauí ,7518,7628,1013,9110,798,6818,02 Ceará ,8910,5422,5113,1712,3911,4329,07 R. G. do Norte ,1817,9530,9712,7510,438,4717,26 Paraíba ,9112,1528,1314,6711,689,7921,66 Pernambuco ,0815,4428,0014,1111,259,6219,51 Alagoas ,3012,5225,5314,9113,1211,1922,44 Sergipe ,0021,1836,7514,9510,427,229,47 Bahia ,0112,0535,9115,5911,599,4514,41 Fonte: MEC/INEP Concentração de matrículas EJA na faixa etária até 24 anos de idade (45,19%). Juvenilização da EJA no Nordeste. Tendência nacional (45,59%).

45 Fonte: MEC/INEP Maior concentração da oferta nas redes municipais.

46 Fonte: MEC/INEP Número de Escolas que Ofertam EJA Unidade da Federação VariaçãoEJA % Brasil ,95 Nordeste ,38 Maranhão ,41 Piauí ,33 Ceará ,67 Rio Grande do Norte ,59 Paraíba ,55 Pernambuco ,98 Alagoas ,68 Sergipe ,85 Bahia ,12 Crescimento dos estabelecimentos que ofertam EJA.

47 Programa Brasil Alfabetizado Âmbito GeográficoAlfabetizandosAlfabetizadoresTurmas Entidades Parceiras % Matrícula Brasil ,00 Norte ,48 Nordeste ,33 Centro-Oeste ,89 Sudeste ,95 Sul ,36 Fonte: MEC/SECAD - Mapa do Brasil Alfabetizado A região Nordeste reúne mais de dois terços da matrícula de todo o país.

48 Fonte: MEC/SECAD - Mapa do Brasil Alfabetizado A região Nordeste concentra mais de dois terços da matrícula de todo o país. A atuação do alfabetizador(a) na garantia de espaços físicos para a execução do programa é de 40%, superior á sociedade civil..

49 Fonte: MEC/SECAD - Mapa do Brasil Alfabetizado As entidades da sociedade civil são responsáveis por quase 30% da execução do BA. PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO (BA)

50 Fonte: MEC/SECAD/Programa Brasil Alfabetizado Participam do programa, tanto no Nordeste como no país, muito mais pessoas adultas e maiores que jovens.

51 Fonte: MEC/SECAD/Programa Brasil Alfabetizado São os empregados os que mais participam do Programa Brasil Alfabetizado.

52 5. Qualidade na Oferta da EJA: Fonte: MEC/SECAD/Programa Brasil Alfabetizado Mais da metade das funções docentes do NE possui titulação em nível superior completo. Porém, essa média é inferior à media nacional.

53 Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Mesmo assim os adultos freqüentam mais os cursos de EJA que os jovens.

54 Outras Ofertas na área da Educação de Jovens e Adultos * Unidades Prisionais; * PROJOVEM; * Saberes da Terra; * PRONERA - Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária; * PRECE - Programa de Educação em Células (comunidades rurais); * Programa Vida Ativa (idosos); * Escola Casa Familiar Rural; * Programa Vamos Ler – acesso à leitura e ensino, garantindo a continuidade de estudos dos Níveis I e II; * Escolas comunitárias e filantrópicas. Dos Diagnósticos apresentados pelos Estados, identificamos as seguintes ofertas:

55 Currículo na Educação de Jovens e Adultos: Existência de Proposta Curricular organizada em algumas Secretarias de Estados, algumas Prefeituras e algumas ONGs. Outras secretarias estão em fase de elaboração da sua proposta curricular. A proposta pedagógica da Ação Educativa ainda é uma referência válida para muitas escolas públicas. Elaboração de diagnóstico prévio à elaboração curricular. A articulação entre educação e trabalho, apesar de tema recorrente, aparece de forma muito escassa, às vezes por meio de Programas (PROEJA), às vezes por meio da inserção de conteúdos na proposta curricular. Registra-se o uso das TICs na EJA, seja por meio de programas de Educação à Distância ou pela adoção pedagógica dos laboratórios de informática. Adota-se, em alguns casos, a pedagogia de projetos de trabalho na organização curricular. Experiências na Educação do Campo adotam a pedagogia da alternância. A construção da proposta curricular aparece, em alguns casos, ligada à formação continuada dos professores. A proposta curricular se fundamenta na legislação local e nas legislações do Conselho Nacional de Educação e LDB. Dos Diagnósticos Estaduais, mapeamos, de maneira breve, a seguinte situação:

56 AUSÊNCIAS: Discussão mais específica sobre a questão do Semi-árido; Indicações sobre o financiamento da EJA nos Sistemas e Programas; Análise mais específica sobre a Educação do Campo e suas especificidades; Indicações sobre a atuação da EJA na perspectiva da intersetorialidade; Programas realizados que articulam a dimensão entre educação e trabalho; Experiências em Educação Especial e Indígena; Forma de articulação com as redes públicas para continuidade dos estudos. Formas de inserção das Tecnologias de Informação e Comunicação -TICs nas propostas pedagógicas; Forma de articulação com os Movimentos Sociais para atender ao público nas suas especificidades.

57 Os seres humanos nascemos inconclusos, inacabados, como nos ensina Paulo Freire. Ele faz dessa idéia a base de sua proposta pedagógica. Afirma que a nossa vocação é ser cada vez mais humanos. Vamos nos tornando humanos ou nos desumanizando no decorrer de nossa vida, de acordo com as experiências que tivermos e vivermos.(...) Trabalhar, portanto, com a hipótese de que a educação diz respeito à construção da humanidade do ser humano e do planeta é não apenas complexo, mas complicado. É uma tarefa para os fortes. João Francisco de Souza (Atualidades de Paulo Freire) HOMENAGEM:

58 Encontro Regional de Educação de Jovens e Adultos- Pró-CONFINTEA: Salvador, 23 de Abril de Verônica Pessoa da Silva Adriana V. S. Diniz (Consultora-NE) (Colaboradora)


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