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Capa Referenciais Geodésicos Pós-Graduação em Geoprocessamento Guilherme Henrique Barros de Souza.

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Apresentação em tema: "Capa Referenciais Geodésicos Pós-Graduação em Geoprocessamento Guilherme Henrique Barros de Souza."— Transcrição da apresentação:

1 Capa Referenciais Geodésicos Pós-Graduação em Geoprocessamento Guilherme Henrique Barros de Souza

2 Mini Currículo Dados – Engenheiro Cartógrafo ( ); – Mestre em Ciências Cartográficas ( ); – Bolsista FAPESP; – Professor Substituto Transportes (2008 e 2009); Fotogrametria e Sensoriamento Remoto (2008)

3 Experiência Desenvolvimento do SDC em Delphi e Access ( ); Módulo de Construção de Boletim de Informações Cadastrais( ); Módulo de Detecção Semi-Automática de Detecção de Alterações( ); Otimização de Processos Semi-automáticos de Detecção de Alterações aplicados ao Cadastro Imobiliário( ); Sistemas Cadastrais 3D: Viabilidades para o Sistema Cadastral Brasileiro ( ?)

4 Objetivos Gerais – Proporcionar aos alunos, conhecimentos fundamentais em Sistemas de Referências, possibilitando aos mesmos o desenvolvimento de projetos Técnico-Científicos e de soluções aos mais variados tipos de problemas nesta área; Específicos – Dominar os conceitos sobre Referenciais Geodésicos; – Manipular coordenadas em vários Referenciais Geodésicos; – Utilizar softwares apropriados para Transformação de Coordenadas.

5 Ementa Forma da terra; Sistemas de Coordenadas; Sistemas de Referência Geodésicos; Transformação de Coordenadas entre sistemas; Sistemas de Referência usados em Cadastro; Exercícios

6 Metodologia Aulas teórico-práticas com exposição dos temas pelo professor. Exercícios e trabalhos práticos. Pequenas discussões e debates sobre os temas vistos em sala de aula

7 Forma da Terra Diversos modelos foram adotados ao longo da história; Não existe um modelo errado, mas tudo depende do contexto histórico e da aplicação; Mesmo os conceitos atuais são passíveis de discussão ou readequação.

8 Forma da Terra Plano – Conceito estabelecido na Idade Média; – Usado para aplicações topográficas; ~ 80 km

9 Forma da Terra Esfera – Primeira forma aproximada da Terra; – Usada em Astronomia;

10 Forma da Terra Elipsóide – Representação matemática mais próxima da forma da Terra; – Uso em Geodésia Celeste; – Uso para GNSS

11 Forma da Terra Geóide: é a superfície equipotencial do campo gravimétrico da terra. É a superfície de referência para as observações astronômicas. – Não pode ser definido geometricamente - ondulações desigualmente distribuídas e devidas à irregularidade de repartições das massas na crosta terrestre.

12 Forma da Terra Com tantas formas da Terra, com quais delas deve-se trabalhar? Depende da aplicação! – Confusão mesmo assim!

13 Formas da Terra

14 Relação Geóide x elipsóide: Raramente > 30 m Raramente > 3º

15 Os sistemas de coordenadas são necessários para expressar a posição de pontos sobre uma superfície, seja ela um elipsóide, esfera ou um plano. É com base em determinados sistemas de coordenadas que se descreve geometricamente a superfície terrestre nos levantamentos. Para o elipsóide, ou esfera, usualmente emprega-se um sistema de coordenadas cartesiano e curvilíneo (PARALELOS e MERIDIANOS). Para o plano, um sistema de coordenadas cartesianas X e Y é usualmente aplicável. Sistema de Coordenadas

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18 Sistema de Coordenadas # Sistemas de Referência Os sistemas de Coordenadas se referem ao tipo de superfície que se trabalha; Os sistemas de Referência precisam de uma superfície de Referência, com uma origem estabelecida.

19 Sistema de Referência A definição de um sistema de referência é caracterizada pela idéia conceitual do mesmo (Reference System); É necessário também materializar esse sistema; – Origem; – Coordenadas; – Modelos matemáticos e físicos

20 Sistemas de Referência Atualmente, a maioria dos Sistemas de Referência são geocêntricos, ou seja, tem como origem do elipsóide o centro de massa da Terra

21 Sistema de Referência A origem do Sistema de Referência é usualmente chamada de Datum; A partir do Datum, o Sistema de Referência é materializado.

22 Sistema de Referência - Datum Datum planimétrico: é o ponto em uma região de melhor coincidência do elipsóide de referência ao geóide, onde o desvio da vertical é nulo, ou mínimo. O conhecimento do desvio da vertical é importante para a escolha do datum planimétrico do sistema geodésico de apoio ao levantamento cartográfico de um pais. Datum altimétrico: é um ponto fixo fundamentado e solidamente materializado, cuja altitude sobre o nível do mar é utilizado como partida e referência das altitudes que determinam os nivelamentos.

23 Sistema de Referência Para determinação de altitudes há um problema; A superfície de referência usada para a estimação de coordenadas bidimensionais é diferente daquela usada para altitudes.

24 Altitude Geométrica x Ortométrica Altitude geométrica (h): Distância de um ponto ao longo da normal ao elipsóide entre a superfície física e a sua projeção na superfície elipsoidal. Altitude ortométrica (H): Distância de um ponto ao longo da vertical entre a superfície física e sua projeção na superfície geoidal (superfície equipotencial que coincide com o nível médio não perturbado dos mares). N = ondulação geoidal N = h - H

25 Sistemas de Referência As diferenças entre as superfícies são modeladas pela chamada ondulação geoidal Isso é importante porque com um mapa geoidal, é possível estimar a altitude ortométrica sem a necessidade de um nivelamento, usando uma técnica chamada GPS/Nivelamento. N = ondulação geoidal N = h - H

26 Sistemas de Referência Atualmente, o IBGE disponibiliza o software MAPGEO, que contém as informações do Mapa Geoidal do Brasil

27 Sistemas de Referência

28 Atualmente no Brasil, existem 3 Sistemas de referência em uso: – SIRGAS – SAD 69 – Córrego Alegre Para o Sistema Geodésico Brasileiro (SGB) existem apenas dois: SIRGAS e SAD 69. Para o Sistema Cartográfico Nacional (SCN) os três permanecem.

29 Sistemas de Referência A coexistência de três sistemas gera dúvidas e problemas, uma vez que muito produtos cartográficos não são compatíveis. Ex: Muitas prefeituras possuem cartas e mapas em Córrego Alegre e equipamentos GPS que dão as coordenadas em WGS84.

30 Sistemas de Referência Trabalhos na área de Geoprocessamento e Cadastro possuem problemas nesse sentido. Recursos Humanos impedem uma mudança repentina de conceito e procedimento; Questões Técnicas nem sempre são resolvidas de maneira técnica

31 Transformação de Coordenadas Com diferentes Sistemas, é necessário transformar as coordenadas entre sistemas; Problema: A concepção dos Referenciais – Origem – Conceitos...

32 Transformação de Coordenadas Equações Complexas principalmente pelo tipo de superfície; Programas de Transformação: – PRoGRID; – MAPGEO.

33 Referências e Bibliografia Básica Cartografia. Notas de Aula de Cartografia Básica.. DArco, E. Cartografia – Fundamentos Básicos. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, Apostila. Duarte, P. A., Fundamentos de Cartografia, Série Didática, Florianópolis, Editora da UFSC, 1994; IBGE; Noções Básicas de Cartografia. Manuais Técnicos em Geociências No 8, Rio de Janeiro, 130p, Oliveira, Cêurio de, Curso de Cartografia Moderna, 2a. ed., Rio de Janeiro, IBGE, 1993;


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