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TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E GASOSOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE PROF. REGINALDO MILANI.

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1 TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E GASOSOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE PROF. REGINALDO MILANI.

2 RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) CONCEITO: RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE SÃO AQUELES GERADOS : FARMÁCIAS LABORATÓRIOS POSTOS DE SAÚDE HOSPITAIS CLINICAS MÉDICAS E VETERINÁRIAS, ENTRE OUTROS. DENOMINAÇÃO MAIS ADEQUADA: RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) – EM DESUSO O TERMO LIXO HOSPITALAR

3 RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) NORMATIZAÇÃO: NBR – RESÍDUOS SERVIÇOS SAÚDE-TERMINOLOGIA NBR – RESÍDUOS SERVIÇOS SAÚDE-CLASSIFICAÇÃO NBR – MANUSEIO DE RESÍDUOS SERVIÇO DE SAÚDE- PROCEDIMENTOS. AS NORMAS DEFINEM AINDA: RSS: RESÍDUOS RESULTANTES DAS ATIVIDADES EXERCIDAS POR ESTABELECIMENTO GERADOR. SERVIÇO DE SAÚDE: ESTABELECIMENTO GERADOR DESTINADO À PRESTAÇÃO DE ASSISTÊNCIA SANITÁRIA À POPULAÇÃO.

4 RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) RISCOS POTENCIAIS EM TRÊS NÍVEIS Á SAÚDE DE QUEM MANIPULA ESSES RESÍDUOS – FERIMENTO COM AGULHAS E LÂMINAS, MAU ACOND. E CONTATO COM SANGUE CONTAM., ASPIRAÇÃO INDEVIDA DE GASES, ETC. AUMENTANDO A TAXA DE INFECÇÃO HOSPITALAR- NO EST. DE SÃO PAULO: 50% - DESEQUILIBRIO DA FLORA BAC. PACIENTE DEBILITADO 30% - DESPREPARO DOS PROFISSIONAIS PRESTAM ASSISTÊNCIA MÉDICA. 10%- INSTALAÇÕES FISICAS INADEQUADAS. 10%- MAU GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS. IMPACTANDO O MEIO AMBIENTE- DISPOSIÇÃO INADEQUADA DOS RESÍDUOS A CÉU ABERTO, COM PROLIFERAÇÃO DE VETORES E CONTAMINAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

5 GERAÇÃO E CUIDADOS GERAÇÃO BASTANTE VARIÁVEL, DEPENDENDO DO ESTABELECIMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO. CRITÉRIO DE QUANTIFICAÇÃO DA GERAÇÃO: PESO/LEITO.DIA. EM TERMOS MUNDIAIS: 11,4 KG/LEITO.DIA NO CANADÁ. 5,0 A 8,0 KG/LEITO.DIA NO R.UNIDO. VENEZUELA(1992) – 10,8 KG/LEITO.DIA- HOSP. PRIVADO 4,6 KG/LEITO.DIA- HOSP. PÚBLICOS. NO BRASIL(ESTADO DE. SP – DÉCADA DE 70): EM CINCO PRINCIPAIS HOSPITAIS- 1,19 KG/LEITO.DIA A 3,77 KG/LEITO. DIA ATUALMENTE ADOTA-SE 5,0 KG/LEITO.DIA.

6 CLASSIFICAÇÃO DOS RSS (NBR ) RESÍDUOS DE CLASSE A-INFECTANTES TIPO A.1:BIOLÓGICOS – EXEMPLOS CARACTERÍSTICOS: 1.CULTURA 2.INOCULO 3.PROV. DE LABORATÓRIOS CLINICOS/PESQUISA 4.VACINA VENCIDA OU INUTILIZADA. 5.FILTRO DE GASES ASPIRADOS DE ÁREAS CONTAMINADAS POR AGENTES INFECTANTES. 6.QUALQUER RESÍDUOS CONTAMINADOS POR ESSES MATERIAS

7 CLASSIFICAÇÃO DOS RSS (NBR ) RESÍDUOS DE CLASSE A-INFECTANTES TIPO A.2: SANGUE E HEMODERIVADOS- EXEMPLOS CARACTERÍSTICOS. 1.BOLSA DE SANGUE APÓS TRANSFUSÃO. 2.BOLSA DE SANGUE COM PRAZO VALID. VENCIDO. 3.BOLSA DE SANGUE COM SOROLOGIA POSITIVA. 4.AMOSTRAS DE SANGUE PARA ANÁLISE. 5.SORO. 6.PLASMA. 7.OUTROS SUBPRODUTOS.

8 CLASSIFICAÇÃO DOS RSS (NBR ) RESÍDUOS DE CLASSE A-INFECTANTES TIPO A.3: CIRÚRGICO, ANÁTOMO-PATOLÓGICO E EXSUDATO EXEMPLOS CARACTERÍSTICOS: 1.TECIDOS. 2.ORGÃOS. 3.FETO. 4.PEÇA ANATÔMICA. 5.SANGUE E OUTROS LÍQUIDOS ORGÂNICOS DE CIRURGIA 6.NECRÓPSIA. 7.RESÍDUOS CONTAMINADOS POR ESSES MATERIAIS.

9 CLASSIFICAÇÃO DOS RSS (NBR ) RESÍDUOS DE CLASSE A-INFECTANTES TIPO A.4: PERFURANTES E CORTANTES- EXEMPLOS CARACTERISTICOS: 1.AGULHAS. 2.AMPOLAS. 3.PIPETAS. 4.LÂMINAS. 5.BISTURIS. 6.VIDROS.

10 CLASSIFICAÇÃO DOS RSS (NBR ) RESÍDUOS DE CLASSE A-INFECTANTES TIPO A.5: ANIMAL CONTAMINADO-EXEMPLO CARACTERISTICO. 1.CARCAÇA OU PARTES DE ANIMAIS INOCULADOS. 2.ANIMAIS EXPOSTOS À MICRORGANISMOS PATOGÊNICOS 3.ANIMAIS PORTADORES DE DOENÇAS INFECTO- CONTAGIOSA. 4.RESÍDUOS QUE TENHAM ESTADO EM CONTATO COM ESTES.

11 CLASSIFICAÇÃO DOS RSS (NBR ) RESÍDUOS DE CLASSE A-INFECTANTES TIPO A.6: ASSISTÊNCIA AOS PACIENTES- EXEMPLOS CARACTERÍSTICOS: 1.SECREÇÕES. 2.EXCREÇÕES. 3.DEMAIS LÍQUIDOS ORGÂNICOS PROCEDENTES DE PACIENTES. 4.RESTO DE REFEIÇÕES DESSES PACIENTES. 5.RESÍDUOS CONTAMINADOS POR ESSES MATERIAIS.

12 CLASSIFICAÇÃO DOS RSS (NBR ) RESÍDUOS DE CLASSE B-RESÍDUOS ESPECIAIS TIPO B.1: REJEITO RADIOATIVO- EXEMPLOS CARACTERÍSTICOS. 1.MATERIAIS RADIOATIVOS OU CONTAMINADOS COM RADINUCLÍDEOS DE BAIXA ATIVIDADE(CNEM 6/73). 2.MAT. PROVENIENTE DE LAB. DE PESQUISA EM QUIMICA E BIOLOGIA. 3.MAT. PROVENIENTE DE LAB. ANÁLISES CLINICAS E SERV. DE MEDICINA NUCLEAR (PAPEL ABS., SERINGA, FEZES, URINA, LIQUIDOS DERRAMADOS,FRASCOS, ETC). 4.RESIDUOS RADOATIVOS COM ATIVIDADE SUPERIOR À RECOMENDADA PELA RES. CNEN-6/73 DEVEM SER ACONDICIONADAS EM DEPÓSITOS DE DECAIMENTO (ATÉ SEUS LIMITES ATIVIDADES PERMITIREM SUA ELIMINAÇÃO)

13 CLASSIFICAÇÃO DOS RSS (NBR ) RESÍDUOS DE CLASSE B-RESÍDUOS ESPECIAIS TIPO B.2: RESÍDUOS FARMACÊUTICOS- EXEMPLOS CARACTERÍSTICOS: 1.MEDICAMENTOS VENCIDOS. 2.MEDICAMENTOS CONTAMINADOS. 3.MEDICAMENTOS NÃO MAIS NECESSÁRIOS. 4 MEDICAMENTOS INTERDITADOS OU NÃO UTILIZADOS.

14 CLASSIFICAÇÃO DOS RSS (NBR ) RESÍDUOS DE CLASSE B-RESÍDUOS ESPECIAIS TIPO B.3: RESÍDUOS QUIMICOS PERIGOSOS. EXEMPLOS CARACTERÍSTICOS: 1.RESÍDUOS TÓXICOS. 2.RESÍDUOS CORROSIVOS. 3.RESÍDUOS INFLAMÁVEIS. 4.RESÍDUOS EXPLOSIVOS. 5.RESÍDUOS REATIVOS 6.RESÍDUOS MUTAGÊNICOS. 7.DIVERSOS MATERIAIS DE USO EM LABORATÓRIO.

15 CLASSIFICAÇÃO DOS RSS (NBR ) RESÍDUOS DE CLASSE C-RESÍDUOS COMUNS TODOS OS RESÍDUOS QUE NÃO SE ENQUADRAM EM NENHUMA DAS CATEGORIAS ANTERIORES, E QUE POR SUA SEMELHANÇA AO RESÍDUO DOMÉSTICO COMUNS, SÃO CONSIDERADOS COMO TAIS. EXEMPLO: 1.RESÍDUOS DE ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS. 2.DOS SERVIÇOS DE VARRIÇÃO E LIMPEZA DE JARDINS. 3. RESTOS ALIMENTARES QUE NÃO ENTRARAM EM CONTATO COM OS PACIENTES.

16 MINIMIZAÇÃO CONCEITO: MINIMIZAÇÃO DOS RESIDUOS SIGNIFICA A REDUÇÃO DO MESMO ANTES DE SER ARMAZENADO. REDUÇÃO NA EXTENSÃO EM QUE PODE SER PRATICADA. NORMALMENTE A REDUÇÃO DEVE SE DAR NA FONTE GERADORA OU ATIVIDADE DE RECICLAGEM. PODE SER REDUÇÃO TOTAL OU SOMENTE A PARTE DE RESÍDUOS PERIGOSOS. O OBJETIVO É MINIMIZAR OS DANOS PRESENTES E FUTUROS À SAÚDE HUMANA E AO MEIO AMBIENTE.

17 MINIMIZAÇÃO REDUÇÃO NA FONTE: É QUALQUER ATIVIDADE QUE REDUZ OU ELIMINA A GERAÇÃO DE RESÍDUOS NA FONTE, USUALMENTE DENTRO DO PROCESSO DE GERAÇÃO. ALTERAÇÕES DE SUAS PROPRIEDADES DE TAL FORMA A RETIRÁ-LO DO ENQUADRAMENTO COMO RESIDUO PERIGOSO. REDUÇÃO NA FONTE É UMA PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO

18 MINIMIZAÇÃO SEGREGAÇÃO SEGREGAÇÃO É A OPERAÇÃO DE SEPARAÇÃO DOS RESÍDUOS NO MOMENTO DA SUA GERAÇÃO. UM EVENTUAL ACONDICIONAMENTO CONJUNTO DOS RSS COM OS RESÍDUOS COMUNS LEVA A CONTAMINAÇÃO DA MISTURA, TRANSFORMANDO TODA A MASSA EM RESÍDUO INFECTANTE. AUMENTO DE VOLUME SIGNIFICA MAIORES CUSTOS COM TRANSPORTE, TRATAMENTO ADEQUADO E DESTINAÇÃO FINAL. A SEGREGAÇÃO PERMITE QUE RESIDUOS COMUNS SEJAM TRATADOS COMO TAL, INCLUSIVE SENDO RECICLADO.

19 ACONDICIONAMENTO, COLETA E TRANSPORTE. ACONDICIONAMENTO ESTA NORMATIZADA NA NBR COMPLEMENTARMENTE, PARA UTILIZ. SACOS PLÁSTICOS: NBR-9190 – CLASSIFICAÇÃO. NBR-9191 – ESPECIFICAÇÃO. NBR – DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA A QUEDA LIVRE. NBR – DETERMINAÇÃO DA CAPACIDADE VOLUMÉTRICA – MÉTODO DE ENSAIO. NBR FILMES PLÁSTICOS PARA SACOS(VERIFICAÇÃO DA TRANSPARÊNCIA, MÉTODO DE ENSAIO).

20 ACONDICIONAMENTO, COLETA E TRANSPORTE DE ACORDO COM A NBR , OS RSS PODEM SER ACONDICIONADOS EM DOIS TIPOS DE SACOS PLÁSTICOS: 1.SACOS CLASSE I – QUANDO FOREM COMUNS E INSTITUCIONAIS – PODEM SER DE QUALQUER COR. 2. SACOS DE CLASSE II – QUANDO OS RSS FOREM INFECTANTES E ESPECIAIS. DEVE SER DE COR BRANCA LEITOSA, CONSTANDO A IDENTIFICAÇÃO DO FABRICANTE. O SIMBOLO QUE CARACTERIZA O TIPO DE SUBSTÂNCIA ACONDICIONADA (EXEMPLO- SUBSTÂNCIA RADIOATIVA)DEVE SER POSICIONADA A 1/3 DA ALTURA, OCUPANDO UMA ÁREA MINIMA DE 5% DA FACE DO SACO.

21 ACONDICIONAMENTO, COLETA E TRANSPORTE

22 O ACONDICIONAMENTO DOS RSS PERFURO-CORTANTES E INFECTANTES DEVE SER ACONDICIONADO EM RECIPIENTES APROPRIADOS, PROJETADOS DE FORMA A RESISTIR À PERFURAÇÃO. DEVE SER PREENCHIDO APENAS 2/3 DO SEU VOLUME TOTAL. DEVE GARIANTIR PERFEITA ESTANQUEIDADE E IMPERMEABILIDADE, COMO NOS SÁCOS PLÁSTICOS.

23 ACONDICIONAMENTO, COLETA E TRANSPORTE

24 NAS FONTES GERADORAS O TRANSPORTE INTERNO DEVE SER FEITO COM CARRINHOS, CONFORME NBR , PARA O ENCAMINHAMENTO DOS RESÍDUOS AOS ABRIGOS INTERNOS. OS ABRIGOS DEVEM ESTAR PRÓXIMOS DA FONTE GERADORA ONDE OS RESÍDUOS AGUARDARÃO A COLETA EXTERNA. OS ABRIGOS, NECESSÁRIAMENTE DEVEM SER SEPARADOS, SENDO UM PARA RESÍDUOS INFECTANTES E ESPECIAIS E OUTRO PARA RESÍDUOS COMUNS, GARANTINDO ASSIM A CONTAMINAÇÃO.

25 ACONDICIONAMENTO, COLETA E TRANSPORTE

26 TRANSPORTE INTERNO:

27 ACONDICIONAMENTO, COLETA E TRANSPORTE A COLETA EXTERNA DOS RSS DEVE SER REALIZADA POR VEÍCULOS ESPECÍFICOS. DEVEM SER NECESSÁRIAMENTE DE COR BRANCA. DEVEM DISPOR DE SUPERFÍCIES INTERNAS LISAS E CANTOS ARREDONDADOS. DEVEM SER PERFEITAMENTE ESTANQUES, POSSUIR VENTILAÇÃO ADEQUADA. A ALTURA DA CARGA DEVE SER INFEIROR A 1,20 METROS. QUANDO OS RSS ESTIVEREM EM CONTAINERES, O VEICULO DEVE SER DOTADO DE EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS E BASCULANTE. DEVE CONSTAR O NOME VISÍVEL DA MUNICIPALIDADE, DA EMPRESA COLETORA E ESPECIFICAÇÃO DO RESIDUO QUE TRANSPORTA.

28 ACONDICIONAMENTO, COLETA E TRANSPORTE

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30 TRATAMENTO E DESTINAÇÃO FINAL PELA RESULUÇÃO CONAMA 05 DE 5/08/1993, TRATAMENTO E DESTINAÇÃO FINAL RSS PODEM SER POR: 1.PROCESSO DE ESTERILIZAÇÃO A VAPOR- ATRAVÉS DA APLICAÇÃO DO VAPOR, SÃO REDUZIDOS A RESIDUOS COMUNS PELA DESTRUIÇÃO DOS ORG. PATOGÊNICOS. 2.INCINERAÇÃO.-QUEIMA DOS RESÍDUOS COM A VANTAGEM DA REDUÇÃO DO VOLUME(10%). A DESTINAÇÃO FINAL DA ESCÓRIA TB. É O ATERRO SANITÁRIO. OBS: É VEDADA A SUA DISPOSIÇÃO IN NATURA.

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