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Seminário Nacional Democratização da Comunicação e Informação em Saude para o Exercício do Controle Social Política Nacional de Informação, Educação e.

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1 Seminário Nacional Democratização da Comunicação e Informação em Saude para o Exercício do Controle Social Política Nacional de Informação, Educação e Comunicação em Saúde com Foco na Participação e no Controle Social Márcia Helena G. Rollemberg Brasília- DF, 11 de Dezembro/2006 Propostas da Coordenação-Geral de Documentação e Informação

2 Participação da CGDI na preparação do Seminário Nacional de Comunicação, Informação e Informática Oficina de Comunicação e Controle Social Seminários Regionais e Nacional com os Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde para: Debater mudanças, aperfeiçoamento e estratégias para aprimorar a Política de Informação Consolidar o cadastro nacional de conselheiros de saúde Sensibilizar para a formação da Comissão de Comunicação e Informação no âmbito de todos os Conselhos de Saúde

3 Marcos Legais Recomendações a partir da 12ª CNS (atuação mais política do setor de documentação e informação) Preservação e mapeamento do patrimônio informacional e cultural da saúde Diálogo entre a comunidade científica, a sociedade e os movimentos sociais Expansão do modelo de biblioteca virtual em saúde para o acesso eqüitativo Sistematização das fontes de informação para tomada de decisão Adoção de uma Política Editorial Difusão do conhecimento em saúde

4 Política Nacional de Informação, Educação e Comunicação em Saúde Informação Educação Comunicação Denominação da Política

5 A proposta da CGDI inclui a permanente mobilização dos profissionais das áreas de Documentação, Informação, Tecnologia, Educação, Comunicação, Patrimônio Histórico-cultural para a efetivação de uma Política Nacional que integre princípios e diretrizes nesse campo de atuação.

6 Princípios Ampliação da Participação e do controle social Garantia de acesso a informação Com qualidade e clareza de conteúdos Respeito às diversidades culturais, regionais e étnicas Investimento em tecnologias Desenvolvimento de trabalhos em redes cooperativas Integração de Sistemas e Facilidade de acesso Compromisso social e acesso público

7 Diretrizes Propostas 1) Ampliar a capacidade dos conselheiros e equipes de apoio para a gestão da informação e comunicação em saúde Por meio de: Acesso às fontes de informação, sistemas e instituições, inclusive via internet Gestão de informações relevantes, com a organização de arquivos e coleções bibliográficas Aplicação de metodologias e aplicativos do modelo de biblioteca virtual

8 SUL PR - 34 SC - 36 RS - 67 SUDESTE ES – 17 MG – 96 RJ – 95 SP – 201 CENTRO-OESTE DF – 60 GO – 22 MT – 12 MS – 20 UNIDADES DA REDE BIBLIOSUSNORDESTE AL – 16 BA - 49 CE – 52 MA -18 PB – 23 PE – 23 PI - 11 SE – 9 RN - 32 AC - 11 AM – 41 AP – 8 PA – 42 RO - 9 RR – 10 TO – 14NORTE Internacional 5

9 Recadastramento das unidades integrantes CRESCIMENTO ORGANIZADO Kit recadastramento Rede BiblioSUS exemplares / 75 títulos / 903 unidades exemplares Atendimento global HISTÓRICO DE DISTRIBUIÇÃO

10 Projeto Estação BVS Pontos de Acesso à Informação em Saúde Já implantados AC, AM, PA, PI, PE, BA, CE, PB, MT, MS, SE, AL, DF, TO, SC, PR, RS, SP, MG, ES Em andamento RJ, RR, RO, GO, MA, RN, AP

11 2) Fortalecer a ação pública no campo informacional para atuação dos conselhos de saúde e dos órgãos de controle Por meio: Fortalecimento dos setores de documentação, informação, comunicação, informática e educação nas esferas federais, estaduais e municipais do SUS ( entidades, Núcleos Estaduais/MS, Conselhos, SES, SMS) Implementação da Política Editorial nas três esferas de gestão e institucionalizar o uso da logomarca do SUS Identificação de parâmetros e indicadores de monitoramento e avaliação da Política Nacional Diretrizes Propostas

12 3) Promover maior intercâmbio das diretrizes e ações dos conselhos de saúde com o meio acadêmico, institucional e com a sociedade Por meio de: - Desenvolvimento da área temática Participação e Controle Social na BVS MS e sistematizar bases de dados com informações de interesse - Resgate da história dos movimentos sociais, dos CNS e o mapeamento e registro das manifestações populares - Desenvolvimento, a partir do Sistema de Legislação em Saúde, coletâneas de interesse do setor - Identificação e estruturação da terminologia da participação e do controle social - Integração dos Conselhos a Rede BiblioSUS

13 4) Fortalecer a democratização dos mecanismos de produção, acesso e circulação das informações em saúde para redução das desigualdades sociais Por meio de: - Potencializar os canais de comunicação com os usuários, conselheiros e profissionais de saúde por meio dos espaços como bibliotecas, correios, rádio comunitárias, postos de saúde, escolas, etc. - Realizar oficinas, rodas temáticas, encontros, comunidades virtuais como espaços de interlocução e produção de novos conhecimentos. - Pactuar parcerias intersetoriais para divulgar as ações relativas à participação e ao controle social nas atividades de promoção da saúde

14 5) Aperfeiçoar o processo de comunicação e ampliar as formas de abordagem e circulação de temas de interesse dos controle social, respeitando as diversidades regionais e étnico-culturais Por meio de: - Criar mecanismos de comunicação e acesso à informação para pessoas vivendo com deficiências (Braille, Libras, legendas em vídeos, veiculação de áudios, etc.) - Criar formas de comunicação e acesso para grupos de população vulnerável e específicas( índios, negros, quilombolas, presidiários, portadores de necessidades especiais, etc.) - Incluir na grade curricular das escolas de ensino Fundamental e Médio e de Educação Superior, como tema transversal o SUS, direito dos usuários e formas de participação e controle social. - Realizar mostras culturais itinerantes e virtuais com temas relevantes da saúde, promovendo debates, exibição de vídeos e acesso à literatura e documentos

15 Avaliação e Monitoramento da Política Nacional de Informação Alguns tópicos para reflexão e observação sobre a gestão institucional na área de informação e comunicação.

16 Perfil do Modelo de Gestão Transparência sobre os processos e as atividades institucionais. Informações sobre as políticas, programas e projetos desenvolvidos. Disponibilidade e funcionamento de serviços públicos de informação e canais de comunicação com a sociedade. Definição de uma unidade responsável pela estrutura organizacional e regimental. Dotação de recursos orçamentários e execução financeira. Nível de disponibilidade e grau de acessibilidade da informação. Grau de integração entre os serviços, os canais e processos de gestão da informação. Qualidade e abrangência de publicações avulsas e periódicas de informações e formas de produção e circulação. Realização de pesquisas junto aos diversos públicos sobre os produtos, serviços e canais de comunicação ofertados. Desenvolvimento de uma política de recursos humanos.

17 Clareza na publicização dos seguintes processos de trabalho - Forma de execução orçamentária e financeira. - funcionamento do repasse de recursos; - transferência fundo a fundo; - convênios; - contratos; - acordos de cooperação; - patrocínios; - licitações; - carta-convite; -registro de preço. -Forma de calcular indicadores epidemiológicos e outras estatísticas. -Forma de contratualização dos serviços de saúde (hospitais de pequeno porte, de ensino, entre outros).

18 Funcionamento de canais e serviços de comunicação e informação Centrais e/ou de serviços atendimento aos cidadãos (SAC- SUS) Sítio e/ou portal na internet. Sistema de Ouvidoria e Disques. Canais de TV e de radiodifusão. Correspondências postais e eletrônicas. Participação em redes. Arquivos. Bibliotecas. Espaços de acesso à informação. Museus e centros culturais. Editoras. Sistemas de atendimento personalizado.

19 Condições da infra-estrutura e logística tecnológica Identificação unívoca de usuários, profissionais e estabelecimentos. Existência de um plano diretor de informática. Amigabilidade da interface de navegação dos sítios, sistemas e bases de dados. Documentação sobre os sistemas, aplicativos e infra-estrutura. Percentual de utilização de software livre X softwares privados. Interoperabilidade entre sistemas e bases X grau de duplicidade de registros. Percentual de bases corporativas e grau de descentralização da operação. Matriz de responsabilidades das áreas gestoras. Publicação periódica de catálogo dos sistemas. Funcionamento de uma biblioteca de aplicativos. Lista de instituições receptoras de doações de equipamentos.

20 Gestão Editorial Existência de uma Política Editorial e do Planejamento editorial integrado. Funcionamento de Conselho Editorial e outros comitês correlatos. Publicação de catálogos de produtos informacionais. Realização de pesquisa de avaliação pré e pós-distribuição das publicações. Explicitação dos custos, dos fornecedores e da planilha de distribuição. Monitoramento e avaliação dos temas publicados e do impacto junto ao púbico. Monitoramento e avaliação das pautas dos periódicos publicados. Abrangência e incidência dos assuntos publicados. Percentual de tipos de materiais publicados (educativos, normativos, informativos e etc.). Cooperação e parcerias com entidades acadêmicas e da sociedade civil para publicação de títulos e outros materiais. Veiculação de relatórios gerenciais. Manutenção de cadastro de produtos informacionais.

21 Gestão Arquivística Existência de instrumentos metodológicos de gestão – Código de Classificação de Documentos de Arquivo e Tabela Básica de Temporalidade de Documentos de Arquivo. Funcionamento de sistemas integrados de protocolo e arquivo com acesso público. Funcionamento da Comissão do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo (Siga) na Administração Pública Federal e da Subcomissão do Siga no Ministério da Saúde com representantes de todas as unidades vinculadas. Participação da Câmara Técnica Setorial de Arquivos Médicos do Conselho Nacional de Arquivo (Conarq). Condições de armazenamento, preservação, organização, destinação final, mudança de suporte e acesso às fontes de informações arquivísticas em quaisquer suportes. Ações de capacitação de recursos humanos.

22 Gestão Bibliográfica Existência de política de desenvolvimento de coleções. Controle do acervo de memória institucional e nível de depósito legal das publicações. Acesso público às bases da bibliografia e legislação institucional Disponibilidade e nível de acesso dos profissionais às bases de dados especializadas com protocolos clínicos, medicina de evidências e outras literaturas de interesse. Participação em redes de comutação bibliográfica e de cooperação. Realização de pesquisas sobre o nível de satisfação dos usuários. Ação de preservação da memória institucional. Formas de divulgação e intercâmbio da produção institucional. Indexação das publicações institucionais em bases de dados nacionais e internacionais especializadas. Gestão do vocabulário institucional e da terminologia oficial.

23 Iniciativas da CGDI que contribuem para efetivar a Política Nacional de Informação Arquivo Central – acesso à documentação arquivística do MS e instituições extintas Biblioteca do Ministério da Saúde - referência no atendimento para pesquisa da produção institucional da saúde e disponibilidade de microcomputadores conectados à internet para consulta dos usuários Editora MS – setor de apoio, estímulo e acompanhamento da produção editorial do MS. Centro Cultural da Saúde – espaço dinâmico e interativo que visa ampliar a visão sobre saúde por meio da realização de mostras culturais, palestras e debates, além do apoio a pesquisa históricas sobre saúde pública.

24 Projetos da CGDI que contribuem para efetivar a Política Nacional de Informação Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde (BVS MS) – pesquisa em bases de dados e acesso a mais de 1000 publicações institucionais em texto integral, atos normativos, políticas de saúde, dicas, entre outros assuntos de interesse da saúde Coleção Nacional de Fontes de Informação do SUS (ColecionaSUS) – base de dados para integração e divulgação da produção institucional do SUS Conselho Editorial do MS (Coned) – colegiado responsável pela implementação da Política Editorial do MS propondo e estabelecendo critérios de avaliação e planejamento editorial para as áreas técnicas do MS e vinculadas.

25 Projetos da CGDI que contribuem para efetivar a Política Nacional de Informação Patrimônio Cultural da Saúde – Enfoque histórico da abordagem em saúde, reconstituindo políticas, personalidades, documentos, fatos, cenários e serviços. Estação Biblioteca Virtual em Saúde (Estação BVS) – Espaço de acesso público nos estados que dispões de computadores para realização de pesquisas pela internet, com orientação de profissionais especializados permitindo o acesso livre e gratuito a informações técnico-científicas em saúde Espaço de Informação nos Núcleos Estaduais do MS – agrega serviços de informação para os gestores e profissionais de saúde com acesso a produção institucional do MS.

26 O Papel Integrador da CGDI na gestão do conhecimento e na execução da Política de Informação Institucional Informação, Educação e Comunicação SIPAR Gestão de documentos Biblioteca Virtual em Saúde BVS MS Acesso A produção Editorial do MS Preservação do Patrimônio Cultural da Saúde Rede BiblioSUS Saúde Legis e Direitos do usuário Política Editorial Projeto Terminologia

27 I Fórum de Informação em Saúde Oficinas: I Oficina de Patrimônio Cultural III Encontro da Rede BiblioSUS I Oficina de Periódicos Institucionais I Oficina de Gestão Arquivística de Documentos Digitais

28 Carta de Compromisso dos profissionais de informação – I FIS Na perspectiva da construção de uma política nacional de informação, educação e comunicação em saúde que garanta à sociedade o usufruto de seus direitos, nós, profissionais integrados às práticas de gestão do conhecimento e dos serviços de atendimento ao cidadão, reafirmamos o nosso compromisso com a efetivação dessa política, de forma a fortalecer a participação social e a consolidação do Sistema Único de Saúde nas suas diretrizes e propósitos. Entendemos que esse desafio impõe a incorporação e a afirmação de princípios éticos e a valorização desse campo de trabalho, como um elo fundamental entre os mecanismos de democratização do conhecimento em saúde, na condição de bem público e força motriz que aprimora as relações entre Estado e Sociedade na conquista da justiça social.

29 É necessário enfocar a informação, a educação e a comunicação no seu amplo sentido e, com suas peculiaridades que envolvem gestores, profissionais, conselheiros e usuários na utilização de vários suportes e meios de produção, captação, registro, preservação, acesso, segurança, intercâmbio e circulação de conhecimento. Uma política que expresse esse conceito de forma integrada e interdependente elucida sua dimensão emancipatória e traz à tona os princípios de integralidade, de universalidade e da eqüidade do SUS. Carta de Compromisso dos profissionais de informação – I FIS

30 O I Fórum de Informação em Saúde, realizado em Brasília, no período de 5 a 7 de dezembro de 2006, com a participação de cerca de 250 profissionais e 25 instituições, debateu sobre a valorização do Patrimônio Cultural da Saúde, a implementação da Política Editorial, o aperfeiçoamento da Gestão Arquivística de Documentos, a construção da Biblioteca Virtual em Saúde do Brasil e o fortalecimento da Rede de Bibliotecas e Unidades de Informação Cooperantes da Saúde no Brasil – Rede BiblioSUS Carta de Compromisso dos profissionais de informação – I FIS

31 Dessa forma, registramos como vertentes desse propósito contribuir na efetivação do Pacto Nacional de Gestão da Saúde em Defesa da Vida e do SUS – consensuado pelas três esferas de gestores (federal, estadual e municipal) e pelo Conselho Nacional de Saúde – e do Pacto pela Democratização e Qualidade da Informação e Comunicação em Saúde com foco no Controle Social, construído pelos Conselhos de Saúde. Carta de Compromisso dos profissionais de informação – I FIS

32 A presente carta explicita o compromisso desse conjunto de profissionais e instituições com os propósitos do I FIS, com a efetivação das recomendações da 12ª Conferência Nacional de Saúde e com a valorização e engajamento dos trabalhadores envolvidos neste campo de atuação para construção de uma política nacional de informação, comunicação e educação e com a efetiva participação na realização da primeira conferência nacional sobre o tema, prevista para o ano de Carta de Compromisso dos profissionais de informação – I FIS

33 Área Temática Participação & Controle Social

34 Fundamentação Resgate da produção institucional da área técnica e Composição da Memória Técnica da esfera federal do SUS Aumento da representatividade das áreas técnicas do MS em bases de dados especializadas em Saúde – LILACS, SciELO, Medline ColecionaSUS Legislação, Terminologia Articulação com os parceiros institucionais das áreas técnicas Organizações governamentais - Nível Federal, Estadual e Municipal Organizações não-governamentais - Sociedade Civil organizada Visibilidade aos especialistas das áreas técnicas (apresentações em eventos) Área Temática Participação & Controle Social

35 Sítio de fontes de informação da BVS MS que tem por objetivo recuperar e disseminar as fontes de informação técnicas, científicas, normativas e educativas geradas pela esfera federal do SUS, relativas à história e ações para o processo de organização e funcionamento do controle social no SUS. Área Temática Participação & Controle Social

36 Produtos e Serviços: Publicações digitais; Bases de dados; Legislação; Dicas em saúde; Políticas e diretrizes; Eventos; Links; e muito mais... Área Temática Participação & Controle Social

37 Acessibilidade: Primeira área temática a utilizar o recurso de aumento de fontes para possibilitar a acesso dos portadores de baixa e compatibilidade com programas leitores de tela para deficientes visuais. Área Temática Participação & Controle Social

38 Conheça a Área Temática Participação & Controle Social:

39

40 1.000 publicações da ABIA 115 teses reunidas 131 cartazes com acesso online ao conteúdo

41 Acessibilidade

42 1º click

43 2º click

44 Lançamento 19 de dezembro 2006 Acesse:


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