A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

1 Fernando Menezes 1 Ministério da Saúde SGTES. O SUS e a Formação Médica Expansão e Regulação 2.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "1 Fernando Menezes 1 Ministério da Saúde SGTES. O SUS e a Formação Médica Expansão e Regulação 2."— Transcrição da apresentação:

1 1 Fernando Menezes 1 Ministério da Saúde SGTES

2 O SUS e a Formação Médica Expansão e Regulação 2

3 3 Fernando Menezes Um sistema complexo A formação profissional ocorre predominantemente no ambiente de trabalho no setor público;A formação profissional ocorre predominantemente no ambiente de trabalho no setor público; O estado paga pela formação (graduação e residências) e não ordena ou regula pelas necessidades de especialistas no sistema;O estado paga pela formação (graduação e residências) e não ordena ou regula pelas necessidades de especialistas no sistema; Os processos de avaliação (do aparelho formador) não discriminam o que é importante para o sistema de saúde;Os processos de avaliação (do aparelho formador) não discriminam o que é importante para o sistema de saúde; As associações de especialistas fazem o papel do estado, definem especialidades e quantos entram para treinamento;As associações de especialistas fazem o papel do estado, definem especialidades e quantos entram para treinamento; As universidades do estado são autônomas para definir onde e quando abrir um novo curso, seu perfil e definir o número de vagas;As universidades do estado são autônomas para definir onde e quando abrir um novo curso, seu perfil e definir o número de vagas; Os estados e municípios são os principais empregadores.Os estados e municípios são os principais empregadores. 3

4 4 1. Atenção a Saúde 2. Tomada de Decisões 3. Comunicação 4. Liderança 5. Administração e Gerenciamento 6. Educação Permanente Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação na área da saúde - Resolução CNE/CES Nº4, de 7/11/200 Especialização precoce na graduação e pós-graduação; Os projetos de abertura de cursos (graduação e pós- graduação) são espontâneos; o paradigma é o da unidade e não do sistema; Padrão de concentração de vagas e desigualdade na distribuição; Desconexão entre as necessidades do sistema e o ofertado pelas instituições formadoras.

5 As polêmicas Número de médicos Número de cursos de medicina Qualidade dos cursos existentes Avaliação dos estudantes de medicina Caráter terminal da formação na graduação Como promover a expansão 5

6 Modelo baseado na demografia Número de Médicos existentes e projeção para atingir uma meta de 2,7 por mil habitantes População Novas vagas em medicina medicina(MEC) Egressos MédicosBrasil Médicos/ hab. (sem novas iniciativas) 1,88 1,91 1,95 2,00 2,04 2,09 2,13 2,19 2,24 2,30 2,35 2,40 2,45 2,51 Meta Falta para meta

7 7 Fernando Menezes A primeira reflexão: o que a formação tem a ver com o provimento de médicos? 7

8 8 Tipo de intervenciónEjemplos A. Intervenciones Educativas 1. Alumnos provenientes del medio rural 2. Escuelas de Ciencias de la Salud fuera de las ciudades principales 3. Rotaciones clínicas en zonas rurales durante la formación 4. Problemas rurales reflejados en el programa de estudios 5. Desarrollo profesional permanente de lso trabajadores de salud rurales B. Intervenciones regulatorias 1. Ampliación del ámbito de práctica 2. Diferente tipo de trabajadores de salud 3. Servicio obligatorio 4. Devolución de becas mediante trabajo en zonas rurales C. Incentivos financieros Incentivos salariales apropiados D. Gestión, ambiente y apoyo social 1. Mejores condiciones de vida 2. Ambientes de trabajo seguros y amigables 3. Apoyo externo accesible 4. Programas de desarrollo de una Carrera 5. Redes profesionales 6. Acciones de reconocimiento público Recomendaciones globales de políticas, OMS,

9 9 Fernando Menezes A segunda reflexão: o que significa formação para nós? 9

10 10 Fernando Menezes Particularidades do Brasil na formação de profissionais da saúde Entendimento precário do estoque e da distribuição dos especialistas médicos no país, comparados com as necessidades presumidas dos cuidados de saúde relacionados com as necessidades da população e do SUS;Entendimento precário do estoque e da distribuição dos especialistas médicos no país, comparados com as necessidades presumidas dos cuidados de saúde relacionados com as necessidades da população e do SUS; A definição das variáveis e indicadores para a consolidação de um banco de dados a ser utilizado (ainda) está em construção para o planejamento da força de trabalho;A definição das variáveis e indicadores para a consolidação de um banco de dados a ser utilizado (ainda) está em construção para o planejamento da força de trabalho; Instabilidade e multiplicidade dos vínculos de trabalho.Instabilidade e multiplicidade dos vínculos de trabalho. 10

11 11 Fernando Menezes Particularidades do Brasil na integração entre gestão e formação de profissionais da saúde Desconexão entre formação e carreira;Desconexão entre formação e carreira; O status de especialista é atingido no início da carreira (muito jovem);O status de especialista é atingido no início da carreira (muito jovem); Fragmentação excessiva do cuidado a saúde;Fragmentação excessiva do cuidado a saúde; Especialidades médicas em excesso? (54 por enquanto + 52 áreas de atuação).Especialidades médicas em excesso? (54 por enquanto + 52 áreas de atuação). 11

12 12 Residência Médica: Concepção Estrutural QUEM FINANCIA ONDE INTEGRAÇÃO COM A CARREIRA ESTADOS UNIDOS AS UNIDADES NA UNIDADE SIM, PARA A UNIDADE BRASIL O SUS NA UNIDADE NÃO REINO UNIDO O NHS NA REDE DONHS SIM, PARA O NHS

13 13 Fernando Menezes Causa e efeito? Causa e efeito! 13

14 Evolução das admissões por primeiro emprego e salário real* de MÉDICOS no mercado formal e egressos de MEDICINA no ano anterior – Brasil, 1998/99 – 2009/10 Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado (EPSM/NESCON/FM/UFMG) a partirdo Censo da Educação Superiordo INEP/MEC e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). * Calculado a partir da remuneração média anual de médicos no mercado formal, a preços constantes – IPCA.

15 15 Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado (EPSM/NESCON/FM/UFMG) a partirdo Censo da Educação Superior do INEP/MEC e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). * Calculado a partir da remuneração média anual de médicos no mercado formal, a preços constantes – IPCA Evolução das admissões por primeiro emprego e salário real* de ENFERMEIROS no mercado formal e egressos de ENFERMAGEM no ano anterior – Brasil, 1998/99 – 2009/10

16 16 Fernando Menezes No Brasil.... O planejamento da força de trabalho se dá em nível local?!O planejamento da força de trabalho se dá em nível local?! –municípios: atenção básica e secundária –estados: atenção secundária e terciária Quando é feito:Quando é feito: –O objetivo maior é o de reposição de recursos humanos –Na maioria das vezes pensada após a infraestrutura e o modelo de rede e assistência 16

17 17 Não trabalhamos com numerus clausus 17

18 18 Fernando Menezes O falso debate: O número de Escolas Médicas no Brasil Fontes: IBGE, 2010; INEP 2011 De 2009 a 2011, foram abertas 7 escolas médicas Em 2012 foram abertas 8 escolas médicas (720 vagas), totalizando 195 escolas e vagas. 18

19 19 Fernando Menezes Comparação da relação número de Escolas Médicas e vagas ofertadas de ingressantes PaísNúmero de EscolasNúmero de VagasRelação Brasil (Fonte MEC, 2012) ,79 Inglaterra (Fonte CFWI, 2012) ,6 19

20 20

21 21 Comparação entre Relação Vaga de Ingressante e Médico por habitantes em diferentes estados do Brasil (2011) 21

22 SITUAÇÃO CRÍTICA UF Nº de vagas por hab. Nº de médicos por hab. Maranhão0,390,58 Bahia0,391,09 Alagoas0,41,12 Amapá0,450,76 Goiás0,471,45 Pará0,510,77 Pernambuco0,541,39 Acre0,550,94 Mato Grosso0,671,1 Roraima0,671,21 Sergipe0,721,3 Mato Grosso do Sul 0,741,54 Paraná0,751,68 Ceará0,761,05 Rio Grande do Norte 0,761,23 Amazonas0,831,06 Piauí0,960,92 SITUAÇÃO INTERMEDIÁRIA 1 UF Nº de vagas por hab. Nº de médicos por hab. São Paulo0,672,49 Rio Grande do Sul 0,892,23 SITUAÇÃO INTERMEDIÁRIA 2 UF Nº de vagas por hab. Nº de médicos por hab. Santa Catarina 1,011,69 Rondônia1,111,02 Paraíba1,261,17 Tocantins3,021,08 SITUAÇÃO ACIMA DA MÉDIA UF Nº de vagas por hab. Nº de médicos por hab. Distrito Federal 1,113,46 Minas Gerais 1,311,81 Espírito Santo 1,41,97 Rio de Janeiro 1,443,44 ANÁLISE POR UF (VAGAS DE INGRESSANTES E N O DE MÉDICOS) Padrão de Referência (Brasil): - Vagas de Ingressantes por hab. = 1,0 - Nº de médicos por hab. = 1,8 Situação Intermediária 1: UF com poucas vagas por habitante, mas, com muitos médicos por habitante. Situação Intermediária 2: UF com muitas vagas por habitante, mas, com poucos médicos por habitante.

23 23 Comparação da Relação Vaga de Ingressante/ habitantes em diferentes países (2011) País Fonte de Referência para a Educação Médica Número de Ingressantes em 2011 População em 2011 Relação Nº Ingressantes / habitantes % de Médicos Graduados no Exterior do total de registrados Estados Unidos AAMC - American Association of Medical Colleges % (OECD, 2009) Inglaterra HEFCE- Higher Education Council for England % (Reino Unido, General Medical Council, 2011) Australia Medical Deans of Australia (2012) % (OECD, 2009) Canadá Association of Faculties of Medicine of Canada (OECD, 2009) BrasilMEC (2012)

24 24 ESTUDOS PRELIMINARES: Estruturação, Dimensionamento e Regulação da Formação e Distribuição da Força de Trabalho Médico

25 25 Referências e Padrões a serem seguidos Necessidades de Saúde da População Diretrizes do Sistema Único de Saúde - SUS Dados demográficos Indíces Internacionais de Cálculo para o Dimensionamento da Força de Trabalho e da Formação

26 26 Considerando as diretrizes estabelecidas na Resolução N o 350 de 09 de Junho de 2005, do Conselho Nacional da Saúde/CNS.

27 27 Eixos de atuação 1. Melhoria da Formação – Formação de pós-graduação inicia-se no Serviço em um ano de aprendizagem na atenção básica 2. Elaboração de avaliação para assegurar a qualidade do egresso 3. Elaboração de critérios para a expansão do sistema formador

28 28 A obrigatoriedade da Continuidade da Formação Implementação de um ano de formacão na rede SUS, na Atenção Básica, após a graduação: Realizado sob supervisão do Estado na Região de Saúde Curso modular em Atenção Básica (EAD)

29 29 A obrigatoriedade da Continuidade da Formação Implementação de um ano de formacão na rede SUS, na Atenção Básica, após a graduação: Pré-requisito para obtenção do registro definitivo nos CRM Pré-requisito para a entrada no processo seletivo da Residência Médica Realizado no estado onde se graduou porém em município fora da sede do curso de medicina Avaliação padrão que servira para como componente da seleção para a formação do especialista na Residência Médica –O ENADE Progressivo

30 30 Dimensões da Avaliação Propostas pelo Ministério da Saúde 1. Relevância Social 2. Necessidade Social

31 31 Dimensões e Indicadores da Avaliação 1. Relevância Social 1. Superação do Desequilíbrio da Oferta de Médicos 1. Relação Vaga de Ingressante/ habitantes 2. Relação Médico/1.000 habitantes 2. Coerência com as Políticas Públicas 1. Regionalização 2. Melhoria da Qualidade na Atenção Básica

32 32 Dimensões e Indicadores da Avaliação 2. Necessidade Social 1. Vazio de Formação na Graduação: distância em relação ao município com curso de medicina mais próximo 2. Disponibilidade e qualificação da rede de serviços para a formação Disponibilidade e qualificação da rede de serviços para a formação 1. Existência de hospital com 100 leitos no município sede do curso Existência de hospital com 100 leitos no município sede do curso 2. Existência e Qualificação do Pronto Socorro Existência e Qualificação do Pronto Socorro 3. Existência de Unidade Móvel de Atendimento Pré-hospital Existência de Unidade Móvel de Atendimento Pré-hospital 4. Existência de Unidades de Pronto Atendimento Existência de Unidades de Pronto Atendimento 5. Existência de Centro de Atendimento Psicossocial Existência de Centro de Atendimento Psicossocial 6. Dimensionamento da Rede de Atenção à Saúde 1. Relação Vaga de Ingressante/Nº de leitos na sede do curso Relação Vaga de Ingressante/Nº de leitos na sede do curso 1. Número total de leitos na sede do curso 2. Relação Vaga de Ingressante/Nº de leitos na Região de Saúde Relação Vaga de Ingressante/Nº de leitos na Região de Saúde 1. Número total de leitos na Região de Saúde 3. Relação Vaga de Ingressante/Nº equipes de Atenção Básica na sede do curso e na Região de Saúde 1. Número de Equipes na Atenção Básica na sede do curso e na Região de Saúde 7. Formação do Especialista 1. Número de programas de Residência Médica nas áreas definidas pelas Diretrizes Nacionais Curriculares 2. Relação Vaga de Ingressante/Vaga de Residência Médica no Estado 3. Relação Vaga de Ingressante/Vaga de Residência Médica nos Hospitais indicados como Campos de Prática

33 33 Premissas para a expansão de vagas no sistema formador 1. Classificação dos estados em duas categorias para análise, com base na relação vaga de ingressante/ habitantes; 2. Classificação dos estados em duas categorias para análise, com base na relação médico/1.000 habitantes; 3. Em municípios que na avaliação da relevância e necessidade social propostas pelo Ministério da Saúde apresentarem capacidade de rede de serviços de saúde satisfatórias;

34 34 Premissas para a expansão de vagas no sistema formador 4. Considerar a expansão de vagas em municípios onde já existam cursos de medicina, desde que haja capacidade na rede, em estados com relação ingressantes/ habitantes abaixo da média nacional; 5. Análise das propostas remanescentes de abertura e ampliação utilizando os critérios das dimensões relevância, necessidade social, viabilidade e merito educacional; 6. Expansão do sistema por meio de edital, obedecendo os critérios de elegibilidade de estados/municípios e regiões de saúde de acordo com as dimensões acima propostas, viabilidade e merito educacional

35 Proposta para ampliação de vagas/novos cursos de medicina OBJETIVO: cobrir os vazios assistenciais e de formação PREMISSA: estados que apresentam relação vaga de ingressante/ hab. < que 1. CARACTERÍSTICAS DAS REGIÕES DE SAÚDE SELECIONADAS: 1. Ter no mínimo 250 leitos, equivalente a cinco leitos por aluno; 2. Ter no mínimo 17 Equipes de Saúde da Família ou da Atenção Básica, equivalente a uma equipe para cada 3 alunos; 3. Possuir pronto-socorro;

36 Indicadores utilizados na análise descritiva da Estrutura dos Serviços de Saúde do Município Sede de Curso de Medicina IndicadorConceitoCritério de Análise Localização do Município 1 Quando o município que irá sediar o curso de medicina ficar em município com curso de medicina 2 Quando o município que irá sediar o curso de medicina ficar menos de 100 km de distância de município com curso de medicina 3 Quando o município que irá sediar o curso de medicina ficar entre 100 e 149 km de distância de município com curso de medicina 4 Quando o município que irá sediar o curso de medicina ficar entre 150 a 199 km de distância de município com curso de medicina 5 Quando o município que irá sediar o curso de medicina ficar mais de 200 km de distância de município com curso de medicina NA : Não se aplica no caso dos municípios com mais de 500 mil habitantes (incluir conceito 5) Conceito 1 e 2 excluíram os municípios da análise.

37 IndicadorConceitoCritério de Análise Número de Leitos Hospitalares por número de alunos (vagas oferecidas no vestibular). 1 Quando o número de leitos for igual ou menor que 3 por aluno. 2 Quando o número de leitos for igual a 4 por aluno. 3 Quando o número de leitos for igual a 5 por aluno. 4 Quando o número de leitos for igual a 6 por aluno. 5 Quando o número de leitos for igual ou maior que 7 por aluno. IndicadorConceitoCritério de Análise Número de alunos (vaga oferecida no vestibular) por equipe de saúde da família ou equipe equivalente (número de profissionais médicos da atenção básica com carga horária equivalente/oito horas) 1 Quando o número de aluno por equipe de saúde da família ou equipe equivalente for igual ou maior que 5 (cinco). 2 Quando o número de aluno por equipe de saúde da família ou equipe equivalente for igual a 4 (quatro) 3 Quando o número de aluno por equipe de saúde da família ou equipe equivalente for igual a 3 (três) 4 Quando o número de aluno por equipe de saúde da família ou equipe equivalente for igual a 2 (dois) 5 Quando o número de aluno por equipe de saúde da família ou equipe equivalente for igual ou menor que 1 (um).

38 IndicadorConceitoCritério de Análise Existência de Pronto Socorro 1 NÃO 5 SIM Possui Residência Médica? (0 a 5 para cada residência existente) 2 pontos em caso de resposta sim - Possui pelo menos um hospital com mais de 100(cem) leitos exclusivo para o curso pleiteado? 1 ponto para cada resposta sim - Possui Centro de Atenção Psicossocial -CAPS? - Unidade móvel de nível pré-hospitalar na área de urgência? - Fez adesão ao PMAQ? - Possui hospital de ensino? Número de pontos máximo: 27 Número de pontos mínimos: 12

39 RESULTADOS Ampliação da oferta de vagas em cursos de medicina Mapa

40 Estudo para a ampliação da oferta de vagas em cursos de medicina 1. Municípios com curso de medicina.Municípios com curso de

41 Estudo para a ampliação da oferta de vagas em cursos de medicina 1. Municípios com curso de medicina;Municípios com curso de medicina 2. Mun. com mais de 500 mil hab., sem curso de medicina.

42 Estudo para a ampliação da oferta de vagas em cursos de medicina 1. Municípios com curso de medicina;Municípios com curso de medicina 2. Mun. com mais de 500 mil hab., sem curso de medicina; 3. Mun. entre 100 e 500 mil hab., distantes mais de 200km de curso de medicina.

43 Estudo para a ampliação da oferta de vagas em cursos de medicina 1. Municípios com curso de medicina;Municípios com curso de medicina 2. Mun. com mais de 500 mil hab., sem curso de medicina; 3. Mun. entre 100 e 500 mil hab., distantes mais de 200km de curso de medicina; 4. Mun. entre 100 e 500 mil hab., distantes entre 150 e 200km de curso de medicina.

44 Estudo para a ampliação da oferta de vagas em cursos de medicina 1. Municípios com curso de medicina;Municípios com curso de medicina 2. Mun. com mais de 500 mil hab., sem curso de medicina; 3. Mun. entre 100 e 500 mil hab., distantes mais de 200km de curso de medicina; 4. Mun. entre 100 e 500 mil hab., distantes entre 150 e 200km de curso de medicina; 5. Mun. entre 100 e 500 mil hab., distantes entre 100 e 150km de curso de medicina.

45 1. Municípios com curso de medicina;Municípios com curso de medicina 2. Mun. com mais de 500 mil hab., sem curso de medicina; 3. Mun. entre 100 e 500 mil hab., distantes mais de 200km de curso de medicina; 4. Mun. entre 100 e 500 mil hab., distantes entre 150 e 200km de curso de medicina; 5. Mun. entre 100 e 500 mil hab., distantes entre 100 e 150km de curso de medicina; 6. Mun. entre 80 e 100 mil hab., distantes mais de 200km de curso de medicina. Estudo para a ampliação da oferta de vagas em cursos de medicina

46 Lista de municípios com curso de medicina RegiãoUFMunicípio Norte ACRio Branco AMManaus APMacapá PABelém PASantarém ROCacoal ROPorto Velho RRBoa Vista TOAraguaína TOPalmas Nordeste ALMaceió BAFeira de Santana BAIlhéus BAJequié BASalvador BAVitória da Conquista CEBarbalha CEFortaleza CEJuazeiro do Norte CESobral MACaxias MASão Luís PBCajazeiras PBCampina Grande PBJoão Pessoa PEPetrolina PERecife PITeresina RNMossoró RegiãoUFMunicípio Nordeste RNNatal SEAracaju Sudeste ESColatina ESVila Velha ESVitória da Conquista MGAlfenas MGAraguari MGBelo Horizonte MGCaratinga MGDivinópolis MGIpatinga MGItajubá MGItaúna MGJuiz de Fora MGMontes Claros MGOuro Preto MGParacatu MGPouso Alegre MGUberaba MGUberlândia MGVespasiano MGViçosa RJDuque de Caxias RJNiterói RJNova Iguaçu RJPetrópolis RJRio de Janeiro RJTeresópolis RJValença RegiãoUFMunicípio Sudeste RJVolta Redonda SPAraraquara SPBarretos SPBotucatu SPBragança Paulista SPCampinas SPCatanduva SPFernandópolis SPFranca SPJundiaí SPMarília SPMogi das Cruzes SPPresidente Prudente SPRibeirão Preto SPSanto André SPSantos SPSão Carlos SPSão José do Rio Preto SPSão Paulo SPTaubaté Centro-Oeste DFBrasília GOAnápolis GOGoiânia MSCampo Grande MSDourados MTCuiabá Sul PRCascavel PRCuritiba PRLondrina RegiãoUFMunicípio Sul PRMaringá PRPonta Grossa RSCanoas RSCaxias do Sul RSPasso Fundo RSPelotas RSPorto Alegre RSRio Grande RSSanta Cruz do Sul RSSanta Maria SCBlumenau SCChapecó SCCriciúma SCFlorianópolis SCItajaí SCJoinville SCLages SCPalhoça SCTubarão

47 Eunápolis - BA Critérios de AvaliaçãoPontuação Localização do município 5 Tem 5 leitos/vaga? 3 Tem no mínimo 1 EAB (ou equivalente) para cada 3 vagas? 4 Tem pronto-socorro? 5 Tem 1 hospital com mais de 100 leitos para cada curso de medicina? 0 Município aderiu ao PMAQ? 1 Possui residência médica? 0 Unidade móvel pré-hospitalar de urgência? 1 CAPS? 1 Total20

48 Teixeira de Freitas - BA Critérios de AvaliaçãoPontuação Localização do município 5 Tem 5 leitos/vaga? 4 Tem no mínimo 1 EAB (ou equivalente) para cada 3 vagas? 5 Tem pronto-socorro? 5 Tem 1 hospital com mais de 100 leitos para cada curso de medicina? 1 Município aderiu ao PMAQ? 1 Possui residência médica? 0 Unidade móvel pré-hospitalar de urgência? 1 CAPS? 1 Total23

49 Abaetetuba - PA Critérios de AvaliaçãoPontuação Localização do município 5 Tem 5 leitos/vaga? 4 Tem no mínimo 1 EAB (ou equivalente) para cada 3 vagas? 4 Tem pronto-socorro? 5 Tem 1 hospital com mais de 100 leitos para cada curso de medicina? 1 Município aderiu ao PMAQ? 1 Possui residência médica? 0 Unidade móvel pré-hospitalar de urgência? 0 CAPS? 1 Total21

50 Bragança - PA Critérios de AvaliaçãoPontuação Localização do município 5 Tem 5 leitos/vaga? 5 Tem no mínimo 1 EAB (ou equivalente) para cada 3 vagas? 3 Tem pronto-socorro? 5 Tem 1 hospital com mais de 100 leitos para cada curso de medicina? 1 Município aderiu ao PMAQ? 1 Possui residência médica? 0 Unidade móvel pré-hospitalar de urgência? 1 CAPS? 1 Total22

51 Uruguaiana - RS Critérios de AvaliaçãoPontuação Localização do município 5 Tem 5 leitos/vaga? 2 Tem no mínimo 1 EAB (ou equivalente) para cada 3 vagas? 1 Tem pronto-socorro? 5 Tem 1 hospital com mais de 100 leitos para cada curso de medicina? 1 Município aderiu ao PMAQ? 1 Possui residência médica? 0 Unidade móvel pré-hospitalar de urgência? 1 CAPS? 1 Total17

52 52 Fernando Menezes ORDENAR E REGULAR!? Em qual modelo (e organização de sistema) e qual o desenho de estrutura de formação (e carreira)?Em qual modelo (e organização de sistema) e qual o desenho de estrutura de formação (e carreira)? 52

53 ) F2 (1 ano) Treinamento na especialidade (3-8 anos) Especialista Registrado Registro provisório Registro pleno Certificado de término de Treinamento Escola Médica (4-6 anos)F1 (1 ano) Estágio na Carreira Emprego e Status Regulatório Estudante não licenciado Empregado, em treinamento, licenciado Empregado, licenciado Desenho da Estrutura da Educação e Treinamento no Reino Unido Padrão Educacional e quem determina e avalia GMC, academiaGMC, MS Royal Colleges

54 54 Escolas Médicas Escolas Médicas 02 Anos de Fundamentos GP Especialista no Hospital Especialista no Hospital Treinamento da Especialidade Treinamento Nuclear Posição sem treinamento Treinamento de GP Treinamento da Especialidade Especialista para GP Posição com CRTE Modelo do Suprimento de Médicos Longo Período de TreinamentoLongo Período de Treinamento Aferição dinâmica da SaídaAferição dinâmica da Saída Entrada por outros processosEntrada por outros processos Não há garantia de movimentoNão há garantia de movimento para o próximo estágio para o próximo estágio Modelo do Suprimento de Médicos Longo Período de TreinamentoLongo Período de Treinamento Aferição dinâmica da SaídaAferição dinâmica da Saída Entrada por outros processosEntrada por outros processos Não há garantia de movimentoNão há garantia de movimento para o próximo estágio para o próximo estágio O Reino Unido

55 55

56 56 ) Treinamento na especialidade (2-6 anos) Especialidade por exames Registro pleno Certificado de término de Treinamento Escola Médica (6 anos) Médico Estágio na Carreira Emprego e Status Regulatório Estudante não licenciado Empregado, em treinamento ou não, licenciado Desenho da Estrutura da Educação e Treinamento no Brasil Padrão Educacional

57 57 Escolas Médicas Atuação como MFC Atuação como Especialista no Hospital RMt Atuação como médico sem RM RM MFC Atuação como Especialista em consultório Modelo do Suprimento de Médicos Não há necessidade de treinamento formal após a graduaçãoNão há necessidade de treinamento formal após a graduação Não há aferição da saídaNão há aferição da saída Entrada por múltiplos caminhosEntrada por múltiplos caminhos Não há estrutura de carreiraNão há estrutura de carreira RMd O Brasil Especialidade por exames Área de atuação

58 58 Fernando Menezes Trabalho com cenários

59 59 Fernando Menezes ) AB (1 ano) Programa de Formação de Especialistas (2-8 anos) Registro provisório Registro pleno Certificado de término de Treinamento (PFE) Escola (6 anos) Atenção Básica (AB) (1 ano) Estágio na Carreira Emprego e Status Regulatório Estudante não licenciado Empregado, em treinamento, licenciado Empregado, licenciado Desenho de Estrutura 1: Cenário Geral Padrão Educacional e quem determina e avalia ? MS, MEC, Escola Médica ? MS, MEC, CFM ? MS, MEC, CFM, Sociedades de Especialidades Educação Permanente e Continuada

60 60 Fernando Menezes ) Programa de Formação de Especialistas (MFC) (2 anos) Área básica para as especialidades clínicas Educação Permanente e Continuada Registro provisório Registro pleno Certificado de término de Treinamento (PFE) Escola (4-6 anos) Atenção Básica (AB) (1 ano) Estágio na Carreira Emprego e Status Regulatório Estudante não licenciado Empregado, em treinamento, licenciado Empregado, licenciado Desenho de estrutura 2: Cenário Linha da Atenção Básica Padrão Educacional e quem determina e avalia ? MS, MEC, Escola Médica ? MS, MEC, CFM ? MS, MEC, Sociedades de Especialidades

61 61 Fernando Menezes Escolas Médicas Escolas Médicas Atenção Básica (1-2 anos) MF Especialistas (Hospital outros ES) Especialistas (Hospital outros ES) Atuação como médico sem formação nas especialidades Treinamento MF Modelo do Suprimento de Médicos Período definido de TreinamentoPeríodo definido de Treinamento Aferição dinâmica da SaídaAferição dinâmica da Saída Entrada por outros processosEntrada por outros processos O movimento para o próximo estágio se dá pela continuidade formaçãoO movimento para o próximo estágio se dá pela continuidade formação Modelo do Suprimento de Médicos Período definido de TreinamentoPeríodo definido de Treinamento Aferição dinâmica da SaídaAferição dinâmica da Saída Entrada por outros processosEntrada por outros processos O movimento para o próximo estágio se dá pela continuidade formaçãoO movimento para o próximo estágio se dá pela continuidade formação Um cenário para regulação no Brasil Programas de Formação nas Especialidades (RM ou não) Treinamento nas Especialidades para Estrangeiros

62 62 Fernando Menezes Que outros cenários podemos criar?

63 63 Precisamos da formação de capacidades

64 64 Fernando Menezes Qual o modelo de suprimento de profissionais de saúde que queremos para o nosso modelo de atenção à saúde? Uma vez definido isto: qual regras precisam ser mudadas? o que precisa ser criado? ……….?

65 65 Fernando Menezes saude.gov.br/sgtessaude.gov.br/sgtes Obrigado 65


Carregar ppt "1 Fernando Menezes 1 Ministério da Saúde SGTES. O SUS e a Formação Médica Expansão e Regulação 2."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google