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TREINAMENTO DE SEGURANÇA DO TRABALHO. Rua Rui Barbosa, 155 - 1º andar, Centro - Caetité/BA FONE: (77) 3454-3023 Rua Rui Barbosa, 155 - 1º andar, Centro.

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1 TREINAMENTO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

2 Rua Rui Barbosa, º andar, Centro - Caetité/BA FONE: (77) Rua Rui Barbosa, º andar, Centro - Caetité/BA FONE: (77)

3 MARCUS VINÍCIUS S. SANTOS Eng. de Minas, Esp. Ambiental, Eng. de Segurança do Trabalho CREA º /D MARCUS VINÍCIUS S. SANTOS Eng. de Minas, Esp. Ambiental, Eng. de Segurança do Trabalho CREA º /D RAFAELA L. CUNEGUNDES Tecnóloga de Segurança do Trabalho RAFAELA L. CUNEGUNDES Tecnóloga de Segurança do Trabalho

4 São os cuidados que devem ser prestados a uma vítima até a chegada de atendimento médico ou socorro especializado. Tais cuidados se caracterizam pela urgência (não podem ser deixados para depois) e imprescindibilidade (têm que ser feitos).

5 Estatísticas revelam que os principais motivos de óbitos ou sequelas irreversíveis nas vítimas são a omissão do socorro e a falta de um atendimento eficiente de primeiros socorros. Atitudes desesperadas e imediatistas podem levar a vítima ao óbito ou ao agravamento irreversível de alguma lesão.

6 Qualquer profissional que esteja DEVIDAMENTE TREINADO e APTO para prestar os Primeiros Socorros

7 1.Chamar socorro especializado; 2.Retirar a vítima do local se este representar perigo; 3.Verificar nível de consciência: Ela se comunica? Ela se comunica? Ela responde ao toque? Ela responde ao toque? Ela responde à dor? Ela responde à dor?

8 2. Caso a vítima não responda nem ao toque, nem à dor, devemos verificar se ela respira. Se ela estiver inconsciente e respirando, a musculatura fica relaxada e a língua pode “escorregar” para traz e impedir a passagem do ar. Podem ocorrer vômitos ou eliminação de mucosas.

9 MEDIDAS: Deixar a vítima em posição “de bruços”. Se estiver sem respiração, devemos estender a cabeça dela para traz. Se não voltarem os movimentos respiratórios, inicie a respiração artificial.

10 Instrumentos Tesoura Tesoura Pinça Pinça Termômetro Termômetro Luvas cirúrgicas Luvas cirúrgicas

11 Itens para curativo Gaze Gaze Esparadrapo Esparadrapo Micropore Micropore Algodão Algodão Ataduras em crepe Ataduras em crepe Band-Aid Band-Aid

12 Antisséptico e Soluções Vaselina Vaselina Soro fisiológico Soro fisiológico Solução iodada Solução iodada

13 Medicamentos Analgésicos Analgésicos Anti-inflamatórios Anti-inflamatórios Antitérmicos Antitérmicos Antialérgicos Antialérgicos Colírio Colírio Remédios para náuseas e vômitos Remédios para náuseas e vômitos

14 Outros Bolsa de água quente Bolsa de água quente Bolsa de água gelada Bolsa de água gelada Repelente de insetos Repelente de insetos Cotonetes Cotonetes MALETA PARA O KIT MALETA PARA O KIT

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16 Conceito: Hemorragia é a perda de sangue devido ao rompimento de um vaso sanguíneo, veia ou artéria, alterando o fluxo normal de circulação. Quando não controlada pode causar morte de 3 a 5 minutos. HEMORRAGIA EXTERNA HEMORRAGIA INTERNA

17  ESPÉCIE: Arteriais: mais perigosas – sangue vermelho vivo e sai em jato forte, rápida e intermitente; Arteriais: mais perigosas – sangue vermelho vivo e sai em jato forte, rápida e intermitente; Venosas: Sangue vermelho escuro – sai de forma contínua e lentamente; Venosas: Sangue vermelho escuro – sai de forma contínua e lentamente; Capilares: Sangue de cor intermediária e brota em pequenas gotas. Capilares: Sangue de cor intermediária e brota em pequenas gotas.  FATORES QUE INTERFEREM: IdadeEstado de saúde anterior SexoOutros.

18 HEMORRAGIA INTERNA Causas: colisão, choque contra objeto pesado... Sintomas: Pulso fraco e acelerado; Pele fria, pálida; Mucosas dos olhos e boca brancas; Extremidade de mãos e dedos arroxeados.

19 Procedimentos: 1.Deitar o acidentado, com a cabeça num nível mais baixo que o do corpo, mantendo-o o mais imóvel possível.; 2.Colocar uma bolsa de gelo ou compressas frias no local do trauma; 3.Tranquilizar o acidentado se ele estiver consciente; 4.Suspender a ingestão de líquidos; 5.Observar rigorosamente a vítima para evitar parada cardíaca e respiratória; 6.Providenciar auxílio médico;

20 HEMORRAGIA EXTERNA Causas: Materiais cortantes, queda, choque contra objetos pesados... Sintomas: Ruptura da pele com escorrimento de sangue.

21 Procedimentos: 1.Deitar a vítima imediatamente; 2.Levante o braço ou a perna ferida e deixe assim o maior tempo possível; 3.Coloque sobre a ferida um curativo de gaze ou pano limpo e pressione; 4.Amarre um pano ou atadura por cima do curativo; 5.Se continuar sangrando, fazer compressão na artéria mais próxima da região; 6.Providenciar auxílio médico. Ao cessar a hemorragia, evitar os movimentos da parte afetada.

22 HEMORRAGIA NASAL Causas: rompimento dos vasos sanguíneos do nariz devido a esforços físicos, excesso de sol, trabalhos expostos a altas temperaturas, diminuição de pressão atmosférica, ou ainda em consequência de algumas doenças. Sintomas: Escorrimento de sangue pelo nariz.

23 Procedimentos: 1.Tranquilizar a vítima; 2.Afrouxar a roupa que esteja comprimindo o pescoço e o tórax da vítima; 3.Sentar a vítima em local fresco, verificando o pulso (se estiver cheio e forte, deixar sair uma certa quantidade de sangue); 4.Comprimir a narina com os dedos (5 a 10 minutos); 5.Usar um chumaço de algodão tampando a narina; 6.Colocar compressa de pano frio ou bolsa de gelo no nariz, testa e nuca; 7.Se não cessou desta forma, encaminhar a vítima imediatamente ao médico. 8.Respirar pela boca e não assoar o nariz.

24 Conceito: É um processo patológico causado por substâncias endógenas ou exógenas, caracterizado por desequilíbrio fisiológico, consequente das alterações bioquímicas no organismo. Processo é evidenciado por sinais e sintomas ou mediante dados laboratoriais.

25 Vias de penetração: Boca: ingestão de qualquer tipo de substância tóxica, química ou natural. Boca: ingestão de qualquer tipo de substância tóxica, química ou natural. Pele: contato direto com plantas de substâncias químicas tóxicas. Pele: contato direto com plantas de substâncias químicas tóxicas. Vias respiratórias: aspiração de vapores ou gases emanados de substâncias tóxicas. Vias respiratórias: aspiração de vapores ou gases emanados de substâncias tóxicas. Contaminação dos olhos: Por contato com substâncias tóxicas ou naturais. Contaminação dos olhos: Por contato com substâncias tóxicas ou naturais.

26 Sintomas: Sinais evidentes na boca ou na pele de que a vítima tenha mastigado, engolido, aspirado ou contato com substâncias químicas ou naturais (medicamentos, plantas, etc.); Hálito com odor estranho, no caso de ingestão ou inalação de um tóxico; Modificação na coloração dos lábios e exterior da boca; Dor, sensação de queimação na boca, garganta ou estômago; Sonolência, confusão mental, torpor; Delírios, alucinações e estado de coma; Lesões na pele, queimaduras intensas com limites bem nítidos; Depressão respiratória.

27 Procedimentos (Intoxicação por ingestão) Retire da boca o que resta do produto ingerido cuidadosamente. Retire da boca o que resta do produto ingerido cuidadosamente. Enxague a boca com água corrente abundante. Enxague a boca com água corrente abundante. Faça ingerir água, leite, clara de ovo. Examine a língua e a garganta para verificar a irritação causada. Faça ingerir água, leite, clara de ovo. Examine a língua e a garganta para verificar a irritação causada. Procure um Médico. Procure um Médico. Guarde o produto para posterior identificação se possível. Guarde o produto para posterior identificação se possível.

28 Procedimentos (Intoxicação por inalação) Mantenha a vítima em repouso. Mantenha a vítima em repouso. Mantenha-a o aquecida. Mantenha-a o aquecida. Mantenha suas vias aéreas livres. Mantenha suas vias aéreas livres. Se estiver inconsciente, coloque-a em posição lateral. Se estiver inconsciente, coloque-a em posição lateral. Cuide de possíveis queimaduras. Cuide de possíveis queimaduras. Transporte-a rapidamente para o auxílio médico. Transporte-a rapidamente para o auxílio médico.

29 Procedimentos (Intoxicação por contato com pele/olhos) Retire o veneno da vítima por lavagem, bem como remova suas roupas, relógios, pulseiras etc. Retire o veneno da vítima por lavagem, bem como remova suas roupas, relógios, pulseiras etc. Transporte a vítima rapidamente para o auxílio médico. Transporte a vítima rapidamente para o auxílio médico.

30 Cuidados: Não se deve produzir ou causar vômitos, pois este recurso deve ser executado em condições controladas, estando a vítima lúcida. Mesmo assim, seriam necessárias informações sobre o agente tóxico e isso nem sempre é possível. Não se deve produzir ou causar vômitos, pois este recurso deve ser executado em condições controladas, estando a vítima lúcida. Mesmo assim, seriam necessárias informações sobre o agente tóxico e isso nem sempre é possível. Não se deve administrar água com sal para produção de vômito, muito menos medidas mecânicas, que são prejudiciais à vítima, principalmente às crianças. Não se deve administrar água com sal para produção de vômito, muito menos medidas mecânicas, que são prejudiciais à vítima, principalmente às crianças.

31 Conceito: PCR ou PARADA CÁRDIORRESPIRATÓRIA é a interrupção da circulação sanguínea que ocorre em consequência da interrupção súbita e inesperada dos batimentos cardíacos ou da presença de batimentos cardíacos ineficazes. Após uma PCR o indivíduo perde a consciência em cerca de 10 a 15 segundos devido à parada de circulação sanguínea cerebral.

32 Causas: asfixia, afogamento, intoxicação por medicamentos e monóxido de carbono, sufocamento, choque elétrico... Sintomas: Pulso Ausente; Insuficiência Respiratória; Dilatação nas pupilas dos olhos; Perda da Consciência; Cianose (Coloração arroxeada da pele e lábios); Ausência de batimentos cardíacos.

33 Procedimentos 1.Afastar a causa ou a vítima da causa, se for necessário; 2.Verificar nível de consciência; 3.Retirar da vítima a dentadura, pontes, restos de alimentos; 4.Abrir e manter desobstruída a passagem de ar; 5.Iniciar imediatamente a Respiração Artificial (boca a boca).

34 Levantar a nuca da vítima com uma das mãos e com outra inclinar a cabeça para trás ficando a ponta do queixo voltada para cima. Levantar a nuca da vítima com uma das mãos e com outra inclinar a cabeça para trás ficando a ponta do queixo voltada para cima. Tampar as narinas da vítima com o polegar e o indicador, e abrir completamente a boca da vítima. Tampar as narinas da vítima com o polegar e o indicador, e abrir completamente a boca da vítima. Encher bem os pulmões e colocar a sua boca sobre a da vítima, sem deixar nenhuma abertura, assoprando com força até perceber que o tórax da vítima está se elevando. Encher bem os pulmões e colocar a sua boca sobre a da vítima, sem deixar nenhuma abertura, assoprando com força até perceber que o tórax da vítima está se elevando. Iniciar novamente a operação, repetindo-a de 12 a 18 vezes por minuto, uniformemente e sem interrupção. Iniciar novamente a operação, repetindo-a de 12 a 18 vezes por minuto, uniformemente e sem interrupção.

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36 Respiração Boca a Nariz É usada quando a vítima sofreu fratura de mandíbula, cortes (com Hemorragia) na boca, ou quando não se consegue abrir sua boca. Levantar a nuca da vítima com uma das mãos e com a outra, inclinar a cabeça para trás, ficando a ponta do queixo para cima. Apertar o maxilares para evitar a saída de ar pela boca. Apertar o maxilares para evitar a saída de ar pela boca. Colocar sua boca em contato com as narinas da vítima e soprar com força. Colocar sua boca em contato com as narinas da vítima e soprar com força. Afastar a boca. Afastar a boca. Abrir a boca da vítima o quanto puder e observar o esvaziamento natural dos pulmões. Abrir a boca da vítima o quanto puder e observar o esvaziamento natural dos pulmões. Recomeçar a operação e prosseguir num ritmo de 12 a 18 vezes por minuto. Recomeçar a operação e prosseguir num ritmo de 12 a 18 vezes por minuto.

37 RESPIRAÇÃO BOCA A NARIZ RESPIRAÇÃO

38 Técnica de massagem Cardíaca Nos casos de parada cardíaca e respiratória iniciar a reanimação cardiopulmonar - massagem cardíaca e respiração artificial. Se tiver apenas um socorrista, este deverá aplicar após cada 15 compressões cardíacas, 2 insuflações de ar boca a boca, alternadamente, até que chegue outra pessoa para auxiliá-lo ou até que a vítima se reanime. Nos casos em que houver dois socorristas, fazer 5 compressões cardíacas, e 1 insuflação de ar boca a boca, alternadamente até que seja providenciado assistência médica ou até que a vítima se reanime.

39 *Observe a posição das mãos

40 Conceito: As queimaduras são lesões na pele, provocadas geralmente pelo calor ou pelo frio, mas que podem também ser provocadas pela eletricidade, por contato com certos produtos químicos, por radiações, ou até por fricção.

41 Queimadura de Primeiro Grau - queimadura superficial, atingindo apenas a primeira camada da pele - epiderme. Apenas vermelhidão local. Ex.: Queimadura solar. Queimadura de Primeiro Grau - queimadura superficial, atingindo apenas a primeira camada da pele - epiderme. Apenas vermelhidão local. Ex.: Queimadura solar. Queimadura de Segundo Grau - queimadura mais profunda, causa bolhas (" FLICTENAS ") e é muito dolorosa, porque há a exposição das raízes nervosas que foram atingidas. Queimadura de Segundo Grau - queimadura mais profunda, causa bolhas (" FLICTENAS ") e é muito dolorosa, porque há a exposição das raízes nervosas que foram atingidas. Queimadura de Terceiro Grau - queimadura esbranquiçada, tão profunda que atinge os músculos e osso. Os tecidos ficam negros e sem vida (Necrose), as terminações nervosas responsáveis pela sensibilidade à dor foram também queimadas. Nas bordas de uma queimadura de terceiro grau haverá queimaduras de primeiro e segundo grau. Queimadura de Terceiro Grau - queimadura esbranquiçada, tão profunda que atinge os músculos e osso. Os tecidos ficam negros e sem vida (Necrose), as terminações nervosas responsáveis pela sensibilidade à dor foram também queimadas. Nas bordas de uma queimadura de terceiro grau haverá queimaduras de primeiro e segundo grau. Queimadura de Quarto Grau - é o que denominamos de carbonização, onde há perda total da estrutura e da função morfológica. Óbito. Queimadura de Quarto Grau - é o que denominamos de carbonização, onde há perda total da estrutura e da função morfológica. Óbito.

42 QUEIMADURA DE PRIMEIRO GRAU QUEIMADURA DE PRIMEIRO GRAU

43 QUEIMADURA DE SEGUNDO GRAU QUEIMADURA DE SEGUNDO GRAU

44 QUEIMADURA DE TERCEIRO GRAU QUEIMADURA DE TERCEIRO GRAU

45 QUEIMADURA DE QUARTO GRAU QUEIMADURA DE QUARTO GRAU

46 Procedimentos (queimaduras de 1º grau) 1. Use água, muita água. É preciso resfriar o local. Faça isso com água corrente, um recipiente com água fria ou compressas úmidas. Não use gelo. 2. Depois de cinco minutos, quando a vítima estiver sentindo menos dor, seque o local, sem esfregar. 3. Com o cuidado de não apertar o local, faça um curativo com uma compressa limpa. 4. Em casos de queimadura de primeiro grau - e apenas nesse caso - é permitido e recomendável beber bastante água e tomar um remédio que combata a dor.

47 Procedimentos (queimaduras de 2º grau) 1. Use água, muita água. É preciso resfriar o local. Faça isso com água corrente, um recipiente com água fria ou compressas úmidas. Não use gelo. 2. Depois de cinco minutos, quando a vítima estiver sentindo menos dor, seque o local, sem esfregar. 3. Com o cuidado de não apertar o local, faça um curativo com uma compressa limpa.

48 Procedimentos (queimaduras de 3º grau) 1. Retire acessórios e roupas, porque a área afetada vai inchar (não retirar caso esteja grudado na pele). 1. Retire acessórios e roupas, porque a área afetada vai inchar (não retirar caso esteja grudado na pele). 2. É preciso resfriar o local. Faça isso com compressas úmidas. Não use gelo. 3. Use jato de água apenas para queimaduras menores que 5 cm. 3. Se a queimadura tiver atingido grande parte do corpo, tenha o cuidado de manter a vítima aquecida. 4. Com o cuidado de não apertar o local, faça um curativo com uma compressa limpa. Em feridas em mãos e pés, evite fazer o curativo você mesmo, porque os dedos podem grudar um nos outros. Espere a chegada ao hospital. 5. Não ofereça medicamentos, alimentos ou água, pois a vítima pode precisar tomar anestesia e, para isso, estar em jejum.

49 É proibido... passar gelo, manteiga ou qualquer coisa que não seja água fria no local, em qualquer caso. Também não se deve estourar bolhas ou tentar retirar a roupa colada à pele queimada. passar gelo, manteiga ou qualquer coisa que não seja água fria no local, em qualquer caso. Também não se deve estourar bolhas ou tentar retirar a roupa colada à pele queimada. O que NÃO se deve fazer Passar pasta de dente, pomadas, ovo, manteiga, óleo de cozinha... apenas água fria é permitido. Gelo também não pode; Passar pasta de dente, pomadas, ovo, manteiga, óleo de cozinha... apenas água fria é permitido. Gelo também não pode; Furar as bolhas; Furar as bolhas; Retirar a pele morta; Retirar a pele morta; Arrancar a roupa ou quaisquer coisas que estejam grudadas na área queimada; Arrancar a roupa ou quaisquer coisas que estejam grudadas na área queimada; Apertar o ferimento. Apertar o ferimento.

50 Conceito: Fratura é a quebra de um osso.

51 FRATURA INTERNA OU FRATURA FECHADA FRATURA INTERNA OU FRATURA FECHADA

52 FRATURA EXPOSTA OU FRATURA ABERTA FRATURA EXPOSTA OU FRATURA ABERTA

53 Conceito: É uma lesão que ocorre quando se ultrapassa o limite normal de movimento de uma articulação. Normalmente, ocasiona distensão dos ligamentos e da cápsula articular e, consequentemente, dor intensa ao redor da articulação, dificuldade de movimentação em graus variáveis e, às vezes, sangramentos internos.

54 Conceito: Contusão é o resultado de um forte impacto na superfície do corpo. Pode causar uma lesão nos tecidos moles da superfície, nos músculos ou em cápsulas ou ligamentos articulares. Algumas vezes, a lesão é profunda, ficando, então, difícil determinar a sua extensão.

55 Conceito: Luxação é o deslocamento de um osso da articulação, geralmente acompanhado de uma grave lesão de ligamentos articulares. Isso resulta no posicionamento anormal dos dois ossos da articulação. A luxação pode ser total ou parcial – os dois ossos da articulação ainda permanecem em contato.

56 Causas: Quedas, choques contra objetos pesados... Sintomas: Dor ou sensibilidade anormal (a vítima pode segurar o local afetado, tentando proteger-se da dor). Dor ou sensibilidade anormal (a vítima pode segurar o local afetado, tentando proteger-se da dor). Inchaço no local. Inchaço no local. Deformidade no local. Deformidade no local. Presença de áreas arroxeadas. Presença de áreas arroxeadas. Ausência de movimentos ou enorme dificuldade para movimentar-se. Ausência de movimentos ou enorme dificuldade para movimentar-se. Presença de pontas de ossos atravessados na pele. Presença de pontas de ossos atravessados na pele. Sensação de ossos quebrados sob a pele (crepitação). Sensação de ossos quebrados sob a pele (crepitação).

57 Procedimentos Imobilizar antes de movimentar a vítima. Imobilizar antes de movimentar a vítima. Cortar a roupa que estiver sobre a parte afetada, caso não seja possível visualizar a lesão. Cortar a roupa que estiver sobre a parte afetada, caso não seja possível visualizar a lesão. Proteger ferimentos, por exemplo pontas de osso, com gazes ou pano limpo. Proteger ferimentos, por exemplo pontas de osso, com gazes ou pano limpo. Aplicar e fixar a tala de imobilização sempre em uma articulação acima e outra abaixo do local afetado. Aplicar e fixar a tala de imobilização sempre em uma articulação acima e outra abaixo do local afetado. Se possível, elevar a parte machucada para diminuir o inchaço e a dor. Se possível, elevar a parte machucada para diminuir o inchaço e a dor. Não apertar excessivamente as amarrações, muito menos fixá-las sobre o local afetado. Não apertar excessivamente as amarrações, muito menos fixá-las sobre o local afetado. Acolchoar os espaços entre as talas e o corpo, utilizando toalhas, tecidos etc. Utilizar amarrações de tecidos largas o suficiente para não garrotear e impedir a circulação. Acolchoar os espaços entre as talas e o corpo, utilizando toalhas, tecidos etc. Utilizar amarrações de tecidos largas o suficiente para não garrotear e impedir a circulação.

58 Conceito: É a perda súbita e temporária da consciência e da força muscular, geralmente devido à diminuição de oxigênio no cérebro.

59 Causas: choque emocional, queda de pressão, arritmias cardíacas, distúrbios e doenças mais graves e sérias (como infecções, derrames, epilepsia...). Sintomas: Tontura; Tontura; Sensação de mal estar; Sensação de mal estar; Pulso rápido e fraco; Pulso rápido e fraco; Respiração presente de ritmos variados; Respiração presente de ritmos variados; Tremor nas sobrancelhas; Tremor nas sobrancelhas; Pele fria, pálida e úmida; Pele fria, pálida e úmida; Inconsciência superficial; Inconsciência superficial;

60 Procedimentos: Colocar a vítima em local arejado e afastar curiosos; Colocar a vítima em local arejado e afastar curiosos; Deitar a vítima se possível com a cabeça mais baixa que o corpo; Deitar a vítima se possível com a cabeça mais baixa que o corpo; Afrouxar as roupas; Afrouxar as roupas; Encaminhar para atendimento médico. Encaminhar para atendimento médico.

61 Conceito: Perda súbita da consciência acompanhada de contrações musculares bruscas e involuntárias, conhecida popularmente como “ataque”.

62 Causas: epilepsia, febre alta, traumatismo craniano, etc. Sintomas: Inconsciência; Inconsciência; Queda abrupta da vitima; Queda abrupta da vitima; Salivação abundante e vômito; Salivação abundante e vômito; Contração brusca e involuntária dos músculos; Contração brusca e involuntária dos músculos; Enrijecimento da mandíbula, travando os dentes; Enrijecimento da mandíbula, travando os dentes; Relaxamento dos esfíncteres (urina e/ou fezes soltas); Relaxamento dos esfíncteres (urina e/ou fezes soltas); Esquecimento. Esquecimento. Obs.: O socorrista não deve temer a baba, ela não é contagiosa, é apenas um excesso de saliva.

63 Procedimentos: Colocar a vítima em local arejado, calmo e seguro; Colocar a vítima em local arejado, calmo e seguro; Proteger a cabeça e o corpo de modo que os movimentos involuntários não causem lesões; Proteger a cabeça e o corpo de modo que os movimentos involuntários não causem lesões; Afastar objetos existentes ao redor da vitima; Afastar objetos existentes ao redor da vitima; Lateralizar a cabeça em caso de vômitos; Lateralizar a cabeça em caso de vômitos; Afrouxar as roupas e deixar a vítima debater-se livremente; Afrouxar as roupas e deixar a vítima debater-se livremente; Nas convulsões por febre alta diminuir a temperatura do corpo, envolvendo-o com pano embebido por água; Nas convulsões por febre alta diminuir a temperatura do corpo, envolvendo-o com pano embebido por água; Encaminhar para atendimento hospitalar. Encaminhar para atendimento hospitalar.

64 Conceito: É o fenômeno da passagem da corrente elétrica pelo corpo quando em contato com partes energizadas.

65 Sinais e Sintomas Parada cardiorrespiratória; Parada cardiorrespiratória; Queimaduras; Queimaduras; Lesões traumáticas. Lesões traumáticas.Procedimentos Interromper imediatamente o contato da vítima com a corrente elétrica com um objeto que não seja condutor de eletricidade; Interromper imediatamente o contato da vítima com a corrente elétrica com um objeto que não seja condutor de eletricidade; Certificar-se de estar pisando em chão seco, se não estiver usando botas com solado isolante; Certificar-se de estar pisando em chão seco, se não estiver usando botas com solado isolante; Aplicar as condutas preconizadas para parada cardiorrespiratória, queimaduras e lesões traumáticas; Aplicar as condutas preconizadas para parada cardiorrespiratória, queimaduras e lesões traumáticas; Encaminhar para atendimento hospitalar. Encaminhar para atendimento hospitalar.

66 Conceito: Há pessoas alérgicas que sofrem reações graves ou generalizadas, devido a picadas de insetos (abelhas e formigas).

67 Sinais e Sintomas Eritema local que pode se estender pelo corpo todo; Eritema local que pode se estender pelo corpo todo; Prurido; Prurido; Dificuldade respiratória (edema de glote). Dificuldade respiratória (edema de glote).Procedimentos Retirar os ferrões introduzidos pelos insetos sem espremer; Retirar os ferrões introduzidos pelos insetos sem espremer; Aplicar gelo ou lavar o local da picada com água; Aplicar gelo ou lavar o local da picada com água; Encaminhar para atendimento hospitalar. Encaminhar para atendimento hospitalar.

68 Conceito: Animais peçonhentos são aqueles que introduzem no organismo humano substâncias tóxicas. Por exemplo, cobras venenosas, aranhas e escorpiões. Se possível deve-se capturar ou identificar o animal que picou a vítima, mas sem perda de tempo com esse procedimento. Na dúvida, tratar como se o animal fosse peçonhento

69 Sinais e Sintomas (cobras) Marcas da picada; Marcas da picada; Dor, inchaço; Dor, inchaço; Manchas roxas, hemorragia; Manchas roxas, hemorragia; Febre, náuseas; Febre, náuseas; Sudorese, urina escura; Sudorese, urina escura; Calafrios, perturbações visuais; Calafrios, perturbações visuais; Eritema, dor de cabeça; Eritema, dor de cabeça; Distúrbios visuais; Distúrbios visuais; Queda das pálpebras; Queda das pálpebras; Convulsões; Convulsões; Dificuldade respiratória. Dificuldade respiratória.

70 Procedimentos (Picada de cobra) Manter a vítima deitada. Evite que ela se movimente para não favorecer a absorção de veneno; Manter a vítima deitada. Evite que ela se movimente para não favorecer a absorção de veneno; Se a picada for na perna ou braço, mantenha-os em posição mais baixa que o coração; Se a picada for na perna ou braço, mantenha-os em posição mais baixa que o coração; Lavar a picada com água e sabão; Lavar a picada com água e sabão; Colocar gelo ou água fria sobre o local; Colocar gelo ou água fria sobre o local; Remover anéis, relógios, prevenindo assim complicações decorrentes do inchaço; Remover anéis, relógios, prevenindo assim complicações decorrentes do inchaço; Encaminhar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para que possa receber o soro em tempo; Encaminhar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para que possa receber o soro em tempo; Não fazer garroteamento ou torniquete; Não fazer garroteamento ou torniquete; Não cortar ou perfurar o local da picada. Não cortar ou perfurar o local da picada.

71 Sinais e Sintomas (Escorpião/aranha) Dor; Dor; Eritema; Eritema; Inchaço; Inchaço; Febre; Febre; Dor de cabeça. Dor de cabeça.Procedimentos Os mesmos utilizados nas picadas de cobras; Os mesmos utilizados nas picadas de cobras; Encaminhar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, Encaminhar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para avaliar a necessidade de soro específico.

72 Conceito: O transporte de acidentados deve ser feito por equipe especializada em resgate (Corpo de Bombeiros, Anjos do Asfalto, outros). O transporte realizado de forma imprópria poderá agravar as lesões, provocando sequelas irreversíveis ao acidentado. A vítima somente deverá ser transportada com técnica e meios próprios, nos casos, onde não é possível contar com equipes especializadas em resgate.

73 OBS: É imprescindível a avaliação das condições da vítima para fazer o transporte seguro (número de pessoas para realizar o transporte). A remoção ou transporte como indicado a seguir só é possível quando não há suspeita de lesões na coluna vertebral.

74 Nos braços: Passe um dos braços da vítima ao redor do seu pescoço.

75 De apoio: Passe o seu braço em torno da cintura da vítima e o braço da vítima ao redor de seu pescoço.

76 Nas costas: Dê as costas para a vítima, passe os braços dela ao redor de seu pescoço, incline-a para a frente e levante-a.

77 Cadeirinha: Faça a cadeirinha conforme abaixo. Passe os braços da vítima ao redor do seu pescoço e levante a vítima

78 Segurando pelas extremidades: uma segura a vítima pelas axilas, enquanto a outra, segura pelas pernas abertas. Ambas devem erguer a vítima simultaneamente.

79 Uma segura a cabeça e costas, a outra, a cintura e a parte superior das coxas. A terceira segura a parte inferior das coxas e pernas. Os movimentos das três pessoas devem ser simultâneos, para impedir deslocamentos da cabeça, coluna, coxas e pernas.

80 Semelhante ao de três pessoas. A quarta pessoa imobiliza a cabeça da vítima impedindo qualquer tipo de deslocamento.

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