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PROTOZOÁRIOS, ALGAS E FUNGOS BIOLOGIA M.11 Multimídia X SAIR Abertura: As primeiras classificações dividiam... Capítulo 1: Protozoários Capítulo 2: Protozooses.

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1 PROTOZOÁRIOS, ALGAS E FUNGOS BIOLOGIA M.11 Multimídia X SAIR Abertura: As primeiras classificações dividiam... Capítulo 1: Protozoários Capítulo 2: Protozooses humanas Resolução dos exercícios Slides Capítulo 3: Algas Capítulo 4: Fungos PALAVRA Animação: Protozoários, algas e fungos DO EDITOR

2 X SAIR DR. KEITH WHEELER/SCIENCE PHOTO LIBRARY/LATINSTOCK As primeiras classificações dividiam…

3 THE BRIDGEMAN/KEYSTONE X SAIR Capítulo 1 Protozoários

4 X SAIR Protozoários  Protozoários: organismos unicelulares, heterotróficos com tamanho entre 2 μm e 1 mm  Hábitat: água doce, salgada e ambientes úmidos. Interior do corpo de animais: parasitas, comensais ou mutualistas  Nutrição: micro-organismos vivos (como bactérias, algas e outros protozoários), matéria orgânica obtida de cadáveres, matéria orgânica retirada do corpo de hospedeiros (parasitas ou comensais) 1 Protozoários

5 X SAIR FiloCaracterísticas principais Rhizopoda (rizópodes ou sarcodíneos) Célula flexível, sem estruturas de sustentação. Locomoção e captura de alimento por meio de pseudópodes. Há espécies de vida livre (ex.: Amoeba proteus, que vive em água doce) e espécies parasitas (ex.: Entamoeba histolytica, que parasita o intestino humano). Actinopoda (radiolários e heliozoários) Apresentam pseudópodes afilados. Radiolários são dotados de uma cápsula central de sustentação (quitinosa) e são exclusivamente marinhos; heliozoários não têm cápsula central e a maioria vive em água doce. Foraminifera (foraminíferos) Apresentam esqueleto perfurado, externo à célula (quitinoso ou de carbonato de cálcio). Pseudópodes projetam-se pelos furos da carapaça. A maioria das espécies vive no mar. Classificação dos protozoários (protoctistas unicelulares heterotróficos) adotada neste material 1 Protozoários

6 X SAIR Classificação dos protozoários (protoctistas unicelulares heterotróficos) adotada neste material FiloCaracterísticas principais Apicomplexa (apicomplexos ou esporozoários) Não apresentam estruturas locomotoras. Possuem, em alguma fase da vida, uma estrutura celular chamada complexo apical. Todas as espécies são parasitas. Exemplos de apicomplexos parasitas humanos são Plasmodium vivax (causa malária) e Toxoplasma gondii (causa toxoplasmose). Zoomastigophora (flagelados) Apresentam flagelos que permitem a natação (em espécies livre-natantes) ou a captura de alimento (em espécies sésseis). Há espécies de vida livre (ex.: Codosiga sp., coanoflagelado de água doce) e parasitas (Trypanosoma cruzi, que causa doença de Chagas). Cilliophora (ciliados) Apresentam cílios que permitem a natação (em espécies livre- -natantes) ou a captura de alimento (em espécies sésseis). Têm dois núcleos celulares (macronúcleo e micronúcleo). A maioria das espécies tem vida livre (ex.: Paramecium sp., ciliado de água doce). 1 Protozoários

7 X SAIR Filo Rhizopoda (rizópodes ou sarcodíneos)  Utilizam pseudópodes para locomoção e captura de alimento.  Maioria de vida livre, de água doce ou marinha ASTRID & HANNS-FRIEDER MICHLER/SPL/LATINSTOCK Amoeba proteus 1 Protozoários

8 X SAIR Estrutura da célula da ameba Regulação osmótica 1 Protozoários

9 X SAIR Filo Actinopoda (radiolários e heliozoários) Pseudópodes afilados e sustentados por eixos centrais, que se projetam como raios em torno da célula. Radiolários: marinhos, em sua totalidade (fitoplâncton) Heliozoários: dulcícolas em sua maioria Acanthoplegma sp., radiolário Actinophrys sp., heliozoário DR. DAVID PATTERSON/SPL/LATINSTOCK CLAUDE NURIDSANY & MARIE PERENNOU/ SPL/LATINSTOCK 1 Protozoários

10 X SAIR Filo Foraminifera (foraminíferos)  Dotados de carapaça externa constituída de carbonato de cálcio, quitina, fragmentos calcários ou silicosos  Pseudópodes finos e delicados  Marinho em sua maioria Bolivina soluta. ERIC GRAVE/SPL/LATINSTOCK Bolivina soluta 1 Protozoários

11 X SAIR Filo Apicomplexa (apicomplexos ou esporozoários) Parasitas sem estruturas locomotoras, com “complexo apical” Cortes de hemácias humanas infectadas pelo protozoário Plasmodium gambia Plasmodium Hemácias infectadas DR. GOPAL MURTI/SPL/LATINSTOCK 1 Protozoários

12 X SAIR Filo Zoomastigophora (flagelados)  Locomoção por flagelos  De água doce, salgada, sésseis ou móveis Peranema sp. VISUAL UNLIMITED/CORBIS/LATINSTOCK 1 Protozoários

13 X SAIR Filo Cilliophora (ciliados)  Dotados de cílios, macronúcleo e micronúcleos  Mais alto grau de complexidade alcançado por organismo unicelular Euplotes sp. ERIC V. GRAVE/PHOTORESEARCHERS/LATINSTOCK 1 Protozoários

14 X SAIR Representação da estrutura interna do paramécio Controla as funções vegetativas Participa da reprodução sexuada Controle osmótico Resíduos eliminados Vacúolo digestório Vacúolo contrátil Cílios Macronúcleo Micronúcleo 1 Protozoários

15 X SAIR Reprodução dos protozoários Reprodução assexuada Divisão binária da ameba 1 Protozoários

16 X SAIR Reprodução dos protozoários Reprodução sexuada Representação esquemática da conjugação em paramécio Um dos micronúcleos transforma-se em macronúcleo. Os micronúcleos diploides dividem-se por mitose. Os macronúcleos degeneram. Os micronúcleos fundem-se e originam núcleos diploides. Os conjugantes separam-se. Os conjugantes trocam um de seus micronúcleos. O micronúcleo restante divide-se por mitose. Três micronúcleos de cada célula degeneram. Os micronúcleos dividem-se por meiose e originam quatro núcleos haploides em cada célula. Indivíduos de sexos diferentes emparelham-se. Macronúcleo Micronúcleo 1 Protozoários

17 THE BRIDGEMAN/KEYSTONE X SAIR Capítulo 2 Protozooses humanas

18 X SAIR Amebíase ou disenteria amebiana 2 Protozooses humanas Ciclo de Entamoeba histolytica Liberação da ameba no intestino Hemácias ingeridas pela ameba INTESTINO Eliminação de cistos com as fezes Parede do cisto Formas vegetativas multiplicam-se e lesam vasos sanguíneos Intestinais. Contaminação de alimentos e água potável Ingestão de cistos de ameba Núcleos Cisto

19 X SAIR Formas de prevenção da amebíase Lavar as mãos com frequência. Ferver a água a ser bebida. Não defecar ao ar livre. Lavar bem os alimentos. Evitar contaminação da água dos poços. 2 Protozooses humanas

20 X SAIR Leishmaniose tegumentar Ferida causada pela leishmaniose tegumentar. A. CRUMP, TDR, WHO/SPL/LATINSTOCK Esquema leishmaniose homem cão roedores cães silvestres flebótomos 2 Protozooses humanas

21 X SAIR Leishmaniose visceral Mosquito-palha Protozoário flagelado Leishmania tropica SINCLAIR STAMMERS/SPL/LATINSTOCK EYE OF SCIENCE/SPL/LATINSTOCK 2 Protozooses humanas

22 X SAIR Doença de Chagas (tripanossomíase americana) Representação esquemática do Trypanosoma cruzi Triatoma infestans FABIO COLOMBINI 2 Protozooses humanas

23 X SAIR Representação esquemática de alguns aspectos da doença de Chagas Barbeiro transmissor (Triatoma infestans) Fezes contaminadas com tripanossomos Local da picada Fibras musculares do coração Ninhos de tripanossomos Hemácias Tripanossomo no sangue Coração Prevenção da doença de chagas Proteger portas e janelas com telas. Utilizar inseticidas. Proteger camas com cortinados. 2 Protozooses humanas

24 X SAIR Malária Ciclo do Plasmodium vivax Hemácia Diferenciação do plasmódio nas hemácias Gametócito ♂ Mosquito ingere hemácias com gametócitos. Gametas ♂ Fecundação Parede Estomacal O zigoto instala-se na parede estomacal do Mosquito. Esporozoítos invadem glândula salivar do Mosquito. Esporozoítos invadem o fígado humano. O mosquito transmite esporozoítos por meio de sua secreção salivar. Merozoítos invadem hemácias. Ruptura de hemácias acompanhada de febre Gametócito ♀ 2 Protozooses humanas

25 X SAIR Formas de prevenção da malária Eliminar criadouros de mosquitos. Proteger portas e janelas com telas. Proteger camas com cortinados. Usar inseticidas. 2 Protozooses humanas

26 X SAIR Outras protozooses Doença do sono (tripanossomíase africana) Causador: Trypanosoma gambiensis ou T. rhodesiense Vetor: mosca tsé-tsé (Glossina palpalis) Prevenção: combate à mosca tsé-tsé Tratamento: drogas antitripanossomos Giardíase Causador: Giardia lamblia Contágio: ingestão de água ou alimentos contaminados Prevenção: saneamento básico e higiene pessoal Tratamento: drogas antigiárdias 2 Protozooses humanas

27 X SAIR Outras protozooses Pneumonia Causador: Pneumocystis carinii Contágio: pelo ar Prevenção: não há. Tratamento: drogas terapêuticas Toxoplasmose Causador: Toxoplasma gondii Contágio: carne contaminada ou contato com fezes de gato contaminadas Prevenção: alimentos cozidos e pouco contato com gatos Tratamento: drogas antitoxoplasmas 2 Protozooses humanas

28 X SAIR Outras protozooses Tricomoníase Causador: Trichomonas vaginalis Contágio: contato sexual desprotegido Prevenção: uso de preservativo Tratamento: drogas que matam as tricomonas. 2 Protozooses humanas

29 THE BRIDGEMAN/KEYSTONE X SAIR Capítulo 3 Algas

30 X SAIR Algas  Eucarióticos  Fotossintetizantes  Organização corporal simples  Presença de parede celular  Não formam embriões multicelulares maciços alimentados pela genitora.  Vivem no mar, em lagos, em rios ou em superfícies úmidas. 3 Algas

31 X SAIR Classificação das algas (protoctistas autotróficos) adotada neste material FiloOrganização Tipo de clorofila Pigmentos acessórios Substâncias de reserva Componentes da parede celular Chlorophyta (algas verdes) Unicelular ou multicelular a, b Carotenos e diversas xantofilas AmidoCelulose Phaeophyta (algas pardas ou marrons) Multicelulara, c Carotenos, fucoxantina e outras xantofilas Óleos e laminarina Celulose e algina Rhodophyta (algas vermelhas) Multicelular (a maioria) a, d Carotenos, diversas xantofilas, ficoeritrina e ficocianina Amido das florídeas Celulose, ágar e carragenina Bacillariophyta (diatomáceas) Unicelulara, c Carotenos, fucoxantina e outras xantofilas Óleos Dióxido de silício 3 Algas

32 X SAIR Classificação das algas (protoctistas autotróficos) adotada neste material FiloOrganização Tipo de clorofila Pigmentos acessórios Substâncias de reserva Componentes da parede celular Chrysophyta (algas douradas) Unicelular (a maioria) a, c Carotenos, fucoxantina e outras xantofilas Óleos e crisolaminarina, um polissacarídio Celulose (em alguns casos com dióxido de silício) Euglenophyta (euglenoides) Unicelulara, b Carotenos e xantofilas Paramilo Sem parede celular Dinophyta (dinoflagelados) Unicelulara, c Carotenos, peridina e diversas xantofilas Amido e óleosCelulose Charophyta (carofíceas) Multicelulara, b Carotenos e xantofilas Amido Celulose e carbonato de cálcio 3 Algas

33 X SAIR Filo Chlorophyta (clorofíceas ou algas verdes) Unicelulares Multicelulares com talos complexos Algumas endosssimbiontes Clorofíceas do gênero Ulva (verde mais claro) junto com algas pardas CHRIS HELLIER/CORBIS/LATINSTOCK 3 Algas

34 X SAIR Filo Phaeophyta (feofíceas ou algas pardas)  Multicelulares e marinhas  De alguns centímetros a 60 metros Sargassum sp. FABIO COLOMBINI 3 Algas

35 X SAIR Representantes de algas vermelhas macroscópicas (rodofíceas)  Maioria multicelular  Abundantes nos mares tropicais, em água doce e em superfícies úmidas Filo Rhodophyta (rodofíceas ou algas vermelhas) Rodofíceas DOUGLAS P. WILSON; FRANK LANE PICTURE AGENCY/CORBIS/LATINSTOCK 3 Algas

36 X SAIR Filo Bacillariophyta (diatomáceas)  Unicelulares  Constituem parcela importante do fitoplâncton.  De mares frios salgados, algumas espécies habitam a superfície de animais e algas de grande porte. Micrografia de diversas espécies de diatomácea. MANFRED KAGE/SPL/LATINSTOCK 3 Algas

37 X SAIR Filo Chrysophyta (crisofíceas ou algas douradas) Algas douradas (crisofíceas)  Maioria unicelular  Marinhas e dulcícolas ANDREW SYRED/SPL/LATINSTOCK 3 Algas

38 X SAIR Filo Euglenophyta (euglenoides)  Unicelular  Sem parede celular  Maioria de água doce Euglenoide STEVE GSCHMEISSNER/SPL/LATINSTOCK 3 Algas

39 X SAIR Filo Dinophyta (dinoflagelados)  Unicelular  Formador do fitoplâncton oceânico  Alguns endossimbiantes Dinoflagelado STEVE GSCHMEISSNER/SPL/LATINSTOCK 3 Algas

40 X SAIR Filo Charophyta (carofíceas) Multicelulares de água doce que crescem geralmente ancoradas a fundos submersos. Carofícea do gênero Nitella JOHN CLEGG/SPL/LATINSTOCK 3 Algas

41 X SAIR Reprodução das algas Reprodução assexuada Representações esquemáticas de divisão binária em algas Plasto Valva menor Vacúolo Núcleo Valva maior 3 Algas

42 X SAIR Reprodução das algas Reprodução sexuada Ciclo sexuado da alga verde unicelular Chlamydomonas sp. 3 Algas

43 X SAIR Alternância de gerações Ciclo alternante de Ulva lactuca 3 Algas.

44 X SAIR Importância ecológica e econômica das algas Cadeias alimentares  Algas unicelulares flutuantes formam o fitoplâncton.  Base das cadeias alimentares aquáticas  Responsável pela maior parte da fotossíntese Chuvas  Liberam dimetil-sulfeto (DMS).  Provocam aglutinação do vapor de água e chuva. Alimentos  Laminaria sp. (feofícea), kombu para os japoneses  Porphyra sp. (rodofícea), nori (sushis) Indústria e pesquisa  Ágar, substância gelatinosa  Carragenina é estabilizante de laxantes e cremes dentais. 3 Algas

45 Capítulo 4 Fungos THE BRIDGEMAN/KEYSTONE X SAIR

46 X SAIR Fungos  Unicelulares ou pluricelulares  Eucariontes  Hifas têm parede celular (celulose ou quitina).  Heterótrofos  Mutualistas  Saprófagos  Parasitas 4 Fungos

47 X SAIR Desenvolvimento das hifas a partir de um esporo Esporo Hifas Hifa cenocítica Núcleos 4 Fungos

48 X SAIR Esquema de um fungo com hifas septadas Cogumelo Solo Micélio (conjunto de hifas) Núcleo Hifas septadas monocarióticas Núcleos Hifas septadas dicarióticas Septo Hifas compactadas no cogumelo 4 Fungos

49 X SAIR Classificação dos fungos (reino Fungi) adotada neste material FiloCaracterísticas principais Chytridiomycota Unicelulares ou filamentosos (hifas cenocíticas). Apresentam flagelos em algum estágio do ciclo de vida. Ex.: Phytophthora infestans, causador de uma doença em batatas. Zygomycota Hifas cenocíticas. Formam esporos sexuados chamados zigósporos. Sem corpo de frutificação. Ex.: Rhizopus nigricans, um bolor negro do pão. Ascomycota Hifas septadas. Formam esporos sexuados chamados ascósporos, em hifas especializadas chamadas ascos. Algumas espécies formam corpo de frutificação (ascocarpo ou ascoma). Ex.: Saccharomyces cerevisae (fermento de padaria ou levedo de cerveja). Basidiomycota Hifas septadas. Formam esporos sexuados chamados basidiósporos, em hifas especializadas chamadas basídios. Algumas espécies formam corpo de frutificação (basidiocarpo ou cogumelo). Ex.: Agaricus sp. (champignon). Deuteromycota Reúne fungos sem classificação definida, nos quais não se conhecem processos sexuais de reprodução. 4 Fungos

50 X SAIR Principais grupos de fungos Filo Chytridiomycota (quitridiomicetos ou mastigomicetos):  Maioria aquáticos  Apresentam flagelos em algum estágio do ciclo de vida. Filo Zygomycota (zigomicetos):  Não formam corpos de frutificação.  Multicelulares  Alguns parasitam protozoários, vermes e insetos, outros têm vida livre. 4 Fungos

51 X SAIR Filo Ascomycota (ascomicetos)  Metade de todas as espécies de fungo  Forma ascos (células em forma de saco) que produzem ascósporos (esporos sexuais). Morhella esculenta THOMAS MARENT/MINDENPICTURES/LATINSTOCK 4 Fungos

52 X SAIR Filo Basidiomycota (basidiomicetos)  Formam, no ciclo sexuado, os basídios, onde se originam os basidiósporos.  Alguns formam basidiocarpos ou basidiomas, ou cogumelos. Basidiomiceto Agaricus campestris, ou champignons FABIO COLOMBINI 4 Fungos

53 X SAIR Filo Deuteromycota (deuteromicetos) Espécies de fungo que aguardam melhor classificação. Candida albicans EYE OF SCIENCE/SPL/LATINSTOCK 4 Fungos

54 X SAIR Reprodução nos fungos Micrografia de levedura em brotamento.  Reprodução assexuada  Fragmentação: origem de micélios  Gemulação (ou brotamento): formação do broto  Esporulação: esporos DAVID SCHARF/SPL/LATINSTOCK 4 Fungos

55 X SAIR Reprodução nos fungos Reprodução sexuada Ciclo reprodutivo sexuado de ascomicetos e basidiomicetos 4 Fungos

56 X SAIR Importância dos fungos Ecológica  Decomposição  Mutualistas (micorrizas, liquens) Biotecnológica  Alimentação (Champignon, morchella, Sacharomyces cereviseae, Penicillium roquefortii, Penicillium camembertii)  Parasitas As “veias” azuladas do queijo tipo gorgonzola se devem ao crescimento de um fungo do gênero Penicillium. ROSENFELD/MAURITUS/LATINSTOCK 4 Fungos

57 X SAIR Associações mutualísticas de fungos e outros seres vivos Representação esquemática de micorrizas 4 Fungos

58 X SAIR Associações mutualísticas de fungos e outros seres vivos Líquen folhosoLíquen incrustante FABIO COLOMBINI 4 Fungos

59 X SAIR Protozoários, algas e fungos Clique na imagem abaixo para ver a animação. 4 Fungos

60 THE BRIDGEMAN/KEYSTONE X SAIR Navegando no módulo

61 X SAIR ALGAS Unicelulares Multicelulares Células eucarióticas Nutrição autotrófica podem ser são constituídas por têm Talo seu corpo é chamado é constituído por na maioria das algas têm Parede celular Cloroplasto na maioria das algas contém Celulose contém diversos Pigmentos o principal é a Clorofila é essencial à Fotossíntese ocorre pela Navegando no módulo

62 X SAIR ALGAS têm são classificadas no Reino Protoctista Reprodução assexuada ocorre por Divisão binária Zoosporia Fragmentação Reprodução sexuada na maioria das algas multicelulares ocorre pela Alternância de gerações é o ciclo em que ocorrem Esporófito(s)Gametófito(s) é Diploide Zigoto Esporo(s) Gametas Haploide(s) é produz germina e origina o produz são desenvolve-se e origina o é unem-se e originam o Navegando no módulo

63 X SAIR ALGAS alguns dos principais filos são Chlorophyta (algas verdes) Phaeophyta (algas pardas) Rhodophyta (algas vermelhas) Dinophyta (dinoflagelados) Bacillariophyta (diatomáceas) Euglenophyta (Euglenoides) Charophyta (Carofíceas) são os principais constituintes do Fitoplâncton é a parte fotossintetizante do Plâncton Navegando no módulo

64 X SAIR THE BRIDGEMAN/KEYSTONE FIM SEQUÊNCIA DIDÁTICA Adaptação e consultoria: Professor Fábio Levi de Oliveira Revisão: Lara Milani (coord.), Adriana B. dos Santos, Alexandre Sansone, Amanda Ramos, Anderson Félix, André Annes Araujo, Aparecida Maffei, David Medeiros, Greice Furini, Maria Fernanda Neves, Renata Tavares Diagramação: Adailton Brito de Souza, Gustavo Sanches, Keila Grandis, Marlene Moreno, Valdei Prazeres, Vicente Valenti VÍDEOS Palavra do autor Produção: Estúdio Moderna Produções Edição: 3D LOGIC MULTIMÍDIA Consultoria: Professor Fábio Levi de Oliveira Edição: Daniela Silva Revisão técnica: Professor Alexandre Albuquerque da Silva Produção: Cricket Design Locução: Núcleo de Criação © 2009, Grupo Santillana/Sistema UNO Uso permitido apenas em escolas filiadas ao Sistema UNO. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, arquivada ou transmitida, de qualquer forma, em qualquer mídia, seja eletrônica, química, mecânica, óptica, de gravação ou de fotocópia, fora do âmbito das escolas do Sistema UNO. A violação dos direitos mencionados constitui delito contra a propriedade intelectual e os direitos de edição. GRUPO SANTILLANA Rua Padre Adelino, 758 – Belenzinho São Paulo − SP – Brasil – CEP Vendas e Atendimento: Tel.: (11) Fax: (11)

65 X SAIR X SAIR BIOLOGIA M.11 PROTOZOÁRIOS, ALGAS E FUNGOS

66 X SAIR 1 Leia o texto. De acordo com o texto, pode-se afirmar que: a) As algas mutualísticas fornecem alimento aos cnidários do recife e, se elas morrem devido ao aquecimento global, causam a morte desses animais e o desequilíbrio ecológico. b) Os celenterados componentes do recife perdem a cor de que necessitam para sobreviver devido ao aquecimento global e morrem, causando desequilíbrio turístico. c) Os corais (plantas) componentes do recife perdem a cor de que necessitam para sobreviver devido ao aquecimento global e morrem, causando desequilíbrio ecológico. ENEM – BIOLOGIA M.11 (...) Os recifes de coral são como as florestas tropicais, áreas onde se concentra uma enorme biodiversidade e que, portanto, têm uma grande importância ecológica. Mas também são fundamentais economicamente, porque atraem turismo e a exploração da pesca (...). (...) O clareamento está vinculado à associação simbiótica que os corais têm com algumas algas que se aderem à sua superfície e lhes dão cor. Quando as águas se aquecem, as algas desaparecem, o coral fica mais claro e eventualmente morre. Muitos modelos climáticos preveem que em 2050 o aquecimento da água seja de 2 a 5 graus (...). Disponível em:.

67 X SAIR RESPOSTA: A As algas e os corais mantêm uma relação mutualística: os corais fornecem substrato e acesso à luminosidade para as algas e estas lhes fornecem alimento. Com o aquecimento das águas, as algas desaparecem, e os corais deixam de receber nutrição e morrem, gerando um desequilíbrio ecológico. d) A cor dada aos corais pelas algas é imprescindível para a vida marinha, se as algas ficarem brancas, devido ao aquecimento das águas, ocorre desequilíbrio ecológico. e) Os corais tornam as algas coloridas, e com o aquecimento das águas, os corais perdem a cor e as algas morrem e deixam de gerar oxigênio, causando desequilíbrio ecológico. ENEM – BIOLOGIA M.11

68 X SAIR 2 Observe o mapa do mundo abaixo. ENEM – BIOLOGIA M.11 Scientific American Brasil, n. 46, mar

69 X SAIR A relação estabelecida no mapa está na alternativa: a) As regiões mais pobres têm mais casos de malária, pois não há investimento em saneamento básico e nem em educação. b) As regiões mais pobres têm mais casos de malária, pois há menor investimento em campanhas de vacinação e alimentação. c) As regiões mais pobres têm mais casos de malária, pois há menor investimento em alimentação e combate a enchentes. d) As regiões mais pobres têm mais casos de malária, pois há menor investimento em comunicações e segurança. e) As regiões mais pobres têm mais casos de malária, pois há menor investimento no combate ao mosquito transmissor e tratamento aos doentes. RESPOSTA: E A malária é uma protozoose transmitida pela picada do mosquito-prego (Anopheles spp.) e as medidas de prevenção são, basicamente, o controle do número de mosquitos e o tratamento dos doentes. A malária não tem relação com alimentação ou tratamento de água e esgoto. Não há vacina contra esta doença até o momento. ENEM – BIOLOGIA M.11

70 X SAIR X SAIR QUESTÕES ENEM Elaboração: Fábio Levi Revisão técnica: Roberta Bueno Revisão: Lara Milani (coord.), Alexandre Sansone, André Annes Araujo, Débora Baroudi, Fabio Pagotto, Flávia Yacubian, Greice Furini, Luiza Delamare, Maria Fernanda Neves, Renata Tavares, Valéria C. Borsanelli Diagramação: Adailton Brito de Souza, Gustavo Sanches, Keila Grandis, Marlene Moreno, Valdei Prazeres, Vicente Valenti © 2009, Grupo Santillana/Sistema UNO Uso permitido apenas em escolas filiadas ao Sistema UNO Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, arquivada ou transmitida, de qualquer forma, em qualquer mídia, seja eletrônica, química, mecânica, óptica, de gravação ou de fotocópia, fora do âmbito das escolas do Sistema UNO. A violação dos direitos mencionados constitui delito contra a propriedade intelectual e os direitos de edição. GRUPO SANTILLANA Rua Padre Adelino, 758 – Belenzinho São Paulo − SP – Brasil – CEP Vendas e Atendimento: Tel.: (11) Fax: (11) FIM


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