A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

O Clima como Fator Hidrológico. As condições climáticas são essenciais para a origem do escoamento fluvial e para as características que adquirem os regimes.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "O Clima como Fator Hidrológico. As condições climáticas são essenciais para a origem do escoamento fluvial e para as características que adquirem os regimes."— Transcrição da apresentação:

1 O Clima como Fator Hidrológico

2 As condições climáticas são essenciais para a origem do escoamento fluvial e para as características que adquirem os regimes estacionais, sendo que os fatores topográficos, litológicos e fisiográficos intervêm introduzindo somente diferenças menores ou internas dentro de uma bacia hidrográfica. Os fatores climáticos que se relacionam com o escoamento fluvial podem ser: a)precipitação: a)precipitação: tipos e formas; b) Orográfica frontal e convectiva; c) Chuva, neve, granizo, orvalho e geada.

3 Temperatura: geralmente esta associada à precipitação e relaciona-se com a evaporação. Umidade relativa: a uma determinada condição de temperatura, o ar pode ter um determinado limite de umidade. Insolação: também está associada à evaporação das superfícies de água, à transpiração das plantas e à evaporação do solo. Todos estes fatores relacionados determinam o clima de uma região e influenciam no débito dos rios

4 a)Regiões polares (> 65o latitude): dificilmente encontra- se a água no estado líquido. As precipitações são em forma de neve -O acúmulo de neve forma os glaciais continentais ou inlandsis. -O degelo ocorre apenas na periferia; b) Regiões peri-glaciais ou frias (55º - 65º latitude): predominam ainda as precipitações em forma sólida. Há maior degelo que se prolonga por tempo maior, quando então há ocorrência da água em estado líquido; c) Regiões de latitudes médias (40º - 55º latitude): Há alternância de precipitações em forma líquida e sólida. Os rios têm duas fontes de alimentação: a água direta da chuva e a do degelo;

5 d) Regiões mediterrâneas (25º - 40º latitude) têm chuva predominando no inverno, quando a temperatura á baixa. Evaporação é reduzida o que favorece a permanência da água. O verão é quente e seco. Os débitos dos rios apresentam uma curva acentuada no inverno; e) Regiões desérticas (40º - 25º latitude): a água é superficial e escassa porque chove com certa raridade. Além de a quantidade ser reduzida ela é concentrada. A água aproveitável nessa região é essencialmente subterrânea, que caminha por milhares de km; f) Regiões tropicais (10º – 25º latitude): estação seca definida no inverno, com chuvas no verão. É o oposto do Mediterrâneo. No meio do ano os débitos são menores; g) Regiões equatoriais (0º - 10º latitude ): temperatura elevada e chuvas abundantes.

6 O Balanço Hidrológico -Toda água que chega ao continente através do ciclo água vais fazer parte do ganho ou da perda do curso anual do rio; GanhosPerdas Precipitação - P Evapotranspiração - E Água armazenada - R Escamento para o mar - Q Infiltração (água armazenada no solo) - IR

7 Ganhos = Perdas P+R = Q + E + IR Se IR é semelhante a R, temos P = Q+E ou E= P-Q ou Q= P-E

8 Os elementos do balanço hidrológico podem ser medidos de diferentes maneiras: Precipitação: -Para se computar a precipitação media em uma superfície qualquer é necessário utilizar as observações das estações dentro dessa superfície e nas suas vizinhanças. Os dados pluviométricos podem ser obtidos através de vários institutos: -Instituto Agronômico de Campinas da Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo; - Departamento Nacional de Meteorologia ( Ministério da Agricultura); - Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo

9 Aparelhos utilizados: A precipitação pode ser analisada por grandezas características como: a) altura pluviométrica b) intensidade da precipitação c) duração Para se computar a precipitação media em uma superfície qualquer, é necessário utilizar as observações das estações dentro dessa superfície e nas suas vizinhanças.

10 Média aritmética: soma-se as precipitações observadas num certo intervalo de tempo simultaneamente em todos os postos ( 1 mês, 1 trimestre ou 1 ano) e dividi-se o resultado pelo número delas. Esse método deve ser usado apenas para bacias menores que Km 2 com relevo suave. Nos outros casos usam-se os dois outros métodos que se seguem: Método de Thiessem ( médias ponderadas ): Consiste em dar pesos aos totais precipitados em cada aparelho. Proporcionais à área de influência de cada um. Método de isioetas: pode dar maior precisão se bem utilizado. Medem-se as áreas entre as isioetas sucessivas e verifica- se o valor médio.

11

12 Evapotranspiração Evaporação é o processo pelo qual a água é transferida do solo e massas aquáticas para a atmosfera Transpiração é a perda de vapor de água das plantas para a atmosfera através dos poros das folhas pelo processo de transpiração Evapotranspiração é a combinação da evaporação com e transpiração em uma área considerada. Evapotranspiração Potencial (EP) é a precipitação teoricamente necessária às plantas, ou como altura pluviométrica ideal para atender às necessidades de água da superfície vegetada, não trazendo nem excedente, nem deficiência de umidade no solo, durante o ano. (THORNTHWAITE, 1948).

13 Evapotranspiração Real (ER): é a quantidade de evapotranspiração real ou observada e diminui em proporção à medida que se esgota a umidade do solo. E= P-Q -Chama-se déficit de escoamento à diferença P - Q - Utiliza-se a fórmula empírica de TURC para calcular a evapotranspiração real em função da temperatura e precipitação

14 E= P/ (0,9+P 2 /L 2 ) 1/2 E= déficit de escoamento médio anual, em mm. P= precipitação média anual, em mm. L= T+0.05T 3 ( constante) T= temperatura média anual do ar Exemplo: P= mm T= 18ºC L= T+0.05T 3 = (18)+0.05(18) 3 = (18)+0.05(18) 3 = (18) (5832) = (18) (5832) = = L= E= P/ (0,9+P 2 /L 2 ) 1/2 E= 1.600/ (0.9+ (1.600) 2 / ) 1/2 E= 1.600/ ( / ) 1/2 E= 1.600/ ( ) 1/2 E= 1.600/ ( 3.25) 1/2 E= 1.600/1.80 E= mm

15 Outro cálculo pode ser feito quando se conhece a (vazão), pela fórmula: E= P-Q P= 2000 mm (precipitação) Vazão 100m 3 /s Área da bacia = Km 2 Um ano equivale a segundos Q= q* total de segundos em um ano/ área da bacia Q= 100m3 * / m 2 Q= 0.210mm Portanto: E= P-Q E= mm E= mm

16 O déficit de escoamento ( evapotranspiração real ) = 1790mm) Obs.: q= Q* área/ número de segundos por ano mm mm = mm m2* m/ s= 2.25m3/s ( débito médio anual) Coeficiente de escoamento (CE) CE= Q/P Balanço Hídrico Mensal segundo Thornthwaite é a importância para o índice de escoamento e aproveitamento das águas as atividades agrícolas.

17

18


Carregar ppt "O Clima como Fator Hidrológico. As condições climáticas são essenciais para a origem do escoamento fluvial e para as características que adquirem os regimes."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google