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Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição e Saúde Coletiva I Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição e Saúde Coletiva.

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1 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição e Saúde Coletiva I Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição e Saúde Coletiva I Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição e Saúde Coletiva I Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição e Saúde Coletiva I CONTEÚDO 04 Organização do Sistema Único de Saúde

2 Universalidade – A saúde é um direito de todos, sem qualquer tipo de discriminação ou preconceito Integralidade – A atenção à saúde envolve ações de promoção, prevenção e cura, tanto em caráter coletivo quanto individual, através de um olhar ampliado de saúde e tendo a interdisciplinaridade como meio Equidade – Todos devem ter igualdade de oportunidades, mas como o Brasil apresenta diversas iniquidades em saúde, o SUS deve corrigi-las através da atenção maior para os que mais precisam.

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4 Participação da comunidade – A gestão do SUS é realizada pelos Conselhos e Conferências de Saúde, onde a sociedade civil organizada possui 50% dos votos em ambos espaços Descentralização político-administrativa – O SUS funciona nos 3 níveis de esferas de governo, com comando único e atribuições próprias. Repasse financeiro é fundo-a-fundo Hierarquização e regionalização – Os serviços de saúde são organizados em níveis de atenção, respeitando as necessidades do território

5 O Sistema de Saúde deve ser organizado para atender as necessidades de saúde de uma determinada população de um determinado território, sendo estas necessidades monitoradas rotineiramente; As necessidades de saúde devem ser atendidas em níveis de atenção e respeitando as esferas de governo responsáveis pelo território; A fiscalização para que o SUS funcione desta maneira e seja eficiente, eficaz e efetivo cabe aos Conselhos e Conferências de Saúde.

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7 Principal estratégia de reorganização do Sistema de Saúde e das práticas profissionais Enfrenta o desafio de ser o principal mecanismo a promover a mudança de paradigma na atenção à saúde. Sair de um modelo calcado na supervalorização das práticas de assistência curativa, especializada e hospitalar, que induz ao excesso de procedimentos tecnológicos e medicamentosos e, sobretudo, na fragmentação do cuidado, no alto custo e na baixa resolutividade No seu livro A Estrutura de Revoluções Científicas, de 1962, Thomas Kuhn se referia às rupturas nesta evolução científica como "mudanças de paradigma", um termo que hoje é usado mais genericamente para descrever uma modificação profunda em nossos pontos de referência.

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9 Nasceu em 1991 com a criação do Programa de Agentes Comunitários de Saúde – PACS Profissionais de saúde de nível técnico orientados por uma enfermeira para fortalecer ações de promoção de saúde e prevenção de doenças em territórios específicos; Tem a função de reunir informações de saúde que orientem as ações da atenção primária, assim como também atua na educação em saúde, sendo geralmente associados ao elo entre comunidade e equipe de saúde. São moradores da comunidade.

10 Em 1994, o governo brasileiro aprimora o PACS e cria o PSF (Programa de Saúde da Família), onde uma equipe de saúde com profissionais de nível superior trabalhariam em conjunto com os ACS; O PACS ainda existe;

11 São atribuições dos Agentes Comunitários de Saúde no PSF: - Estimular continuamente a organização comunitária; - Participar da vida da comunidade principalmente através das organizações, estimulando a discussão das questões relativas à melhoria de vida da população; - Fortalecer elos de ligação entre a comunidade e os serviços de saúde; - Informar aos demais membros da equipe de saúde da dinâmica social da comunidade; - Orientar a comunidade para utilização adequada dos serviços de saúde; - Registrar nascimentos, doenças de notificação compulsória e de vigilância epidemiológica e óbitos ocorridos (SIAB); - Cadastrar todas as famílias da sua área de abrangência (CADFAM); - Identificar e registrar todas as gestantes e crianças de 0 a 6 anos de sua área de abrangência, através de visitas domiciliares; - Atuar integrando as instituições governamentais e não – governamentais, grupos de associações da comunidade (parteiras, clube de mães, etc.);

12 Executar dentro do seu nível de competência, ações e atividades básicas de saúde: – Acompanhamento de gestantes e nutrizes. – Incentivo ao aleitamento materno. – Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança. – Garantia do cumprimento do calendário da vacinação e de outras vacinas que se fizerem necessárias. – Controle das doenças diarréicas. – Controle da Infecção Respiratória Aguda (IRA). – Orientação quanto a alternativas alimentares. – Utilização da medicina popular. – Promoção das ações de saneamento e melhoria do meio ambiente.

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14 Compõem a Equipe Básica de Saúde da Família: – Agentes Comunitários de Saúde (Para cada 100 famílias) – 01 médico – 01 enfermeiro – 2 Técnicos de Enfermagem – Pessoal administrativo Orienta-se que 01 ESF deve atender até famílias, realizando ações de promoção, prevenção e reabilitação a partir das necessidades do território e de planejamento em saúde

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17 Planejamento em saúde – Levantamento da situação de saúde do território – Priorização das demandas de saúde a serem trabalhadas – Detalhamento das situações de saúde encontradas – Determinação dos nós-críticos – Planos de ação – Execução do programa – Monitoramento e avaliação do programa – Considerar o planejamento das esferas de governo.

18 Atenção essencial à saúde baseada em tecnologia e métodos práticos, cientificamente comprovados e socialmente aceitáveis, tornados universalmente acessíveis a indivíduos e famílias na comunidade por meios aceitáveis para eles e a um custo que tanto a comunidade como o país possa arcar em cada estágio de seu desenvolvimento, um espírito de autoconfiança e autodeterminação. É parte integral do sistema de saúde do país, do qual é função central, sendo o enfoque principal do desenvolvimento social e econômico global da comunidade. É o primeiro nível de contato dos indivíduos, da família e da comunidade com o sistema nacional de saúde, levando a atenção à saúde o mais próximo possível do local onde as pessoas vivem e trabalham, constituindo o primeiro elemento de um processo de atenção continuada à saúde. (Declaração de Alma-Ata, 1978)

19 Constituir a porta de entrada do serviço espera-se da APS que seja mais acessível à população, em todos os sentidos, e que com isso seja o primeiro recurso a ser buscado. Dessa forma, a autora fala que a APS é o Primeiro Contato da medicina com o paciente. Continuidade do cuidado a pessoa atendida mantém seu vínculo com o serviço ao longo do tempo, de forma que quando uma nova demanda surge esta seja atendida de forma mais eficiente; essa característica também é chamada de longitudinalidade.

20 Integralidade o nível primário é responsável por todos os problemas de saúde; ainda que parte deles seja encaminhado a equipes de nível secundário ou terciário, o serviço de Atenção Primária continua co-responsável. Além do vínculo com outros serviços de saúde, os serviços do nível primário podem lançar mão de visitas domiciliares, reuniões com a comunidade e ações intersetoriais. Nessa característica, a Integralidade também significa a abrangência ou ampliação do conceito de saúde, não se limitando ao corpo puramente biológico. Coordenação do cuidado mesmo quando parte substancial do cuidado à saúde de uma pessoa for realizado em outros níveis de atendimento, o nível primário tem a incumbência de organizar, coordenar e/ou integrar esses cuidados, já que freqüentemente são realizados por profissionais de áreas diferentes ou terceiros, e que portanto têm pouco diálogo entre si.

21 Estudos apontam que a Atenção Primária à Saúde pode resolver de 85 a 90% dos problemas de saúde

22 10 a 15% dos problemas de saúde que não podem ser atendidos pela atenção primária, devem ser encaminhados para o nível secundário e terciário, cuja complexidade tecnológica é maior e onde o atendimento é especializado.


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