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בית ספר במי- מרק שאגאל 2011 - תשע"א - תשע''ב קבוצה: ______________ שמות המשתתפים: ______________ 1 Instituição Educativa: Escola Bami Marc Chagall Buenos.

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1 בית ספר במי- מרק שאגאל 2011 - תשע"א - תשע''ב קבוצה: ______________ שמות המשתתפים: ______________ 1 Instituição Educativa: Escola Bami Marc Chagall Buenos Aires. Argentina Diretora Batia Wigutow Movila: Débora Feder Integrantes da equipe: Débora Feder Malka Susskind Tutora metodológica: Ester Malbergier Tutor de conteúdos: Gabriel Ben Tasgal Diretora dos projetos "Shituf" e "Reshet.il" Gaby Kleiman Com o apoio de: "Keren Pincus" para a Educação Judaica na Diáspora, Israel e do "Projeto Jail"

2 Em que circunstâncias nasce o Estado de Israel? Atividade 1 Leiam em duplas o fragmento da Declaração da Independência de Israel e depois façam as seguintes atividades. 2 «ERETZ ISRAEL foi o berço do povo judeu. Aqui foi forjada sua identidade espiritual, religiosa e nacional. Aqui foi obtida sua soberania pela primeira vez, criando valores culturais com significado nacional e universal e chegou ao mundo o eterno Livro dos Livros. Depois de ter sido exilado à força da sua terra, o povo manteve a fidelidade durante toda a sua Dispersão e jamais deixou de orar e esperar seu retorno a ela para a restauração de sua liberdade políitca. Impulsionados por este histórico e tradicional vínculo, os judeus em cada geração procuraram se reestabelecer em sua pátria ancestral. Nas últimas décadas retornaram em massa. Pioneiros, maapilim e defensores fizeram florescer o deserto, reviveram o idioma hebraico, construíram cidades e povoados, e criaram uma sociedade pujante, que controlava sua economia e cultura próprias, amante da paz, mas capaz de se defender, portadora das bendições do progresso para todos os habitantes do país, que aspira à independência e à soberania. «ERETZ ISRAEL foi o berço do povo judeu. Aqui foi forjada sua identidade espiritual, religiosa e nacional. Aqui foi obtida sua soberania pela primeira vez, criando valores culturais com significado nacional e universal e chegou ao mundo o eterno Livro dos Livros. Depois de ter sido exilado à força da sua terra, o povo manteve a fidelidade durante toda a sua Dispersão e jamais deixou de orar e esperar seu retorno a ela para a restauração de sua liberdade políitca. Impulsionados por este histórico e tradicional vínculo, os judeus em cada geração procuraram se reestabelecer em sua pátria ancestral. Nas últimas décadas retornaram em massa. Pioneiros, maapilim e defensores fizeram florescer o deserto, reviveram o idioma hebraico, construíram cidades e povoados, e criaram uma sociedade pujante, que controlava sua economia e cultura próprias, amante da paz, mas capaz de se defender, portadora das bendições do progresso para todos os habitantes do país, que aspira à independência e à soberania.

3 3 Em 5657 (1897), respondendo ao chamado do pai espiritual do estado judeu, Teodoro Herz, foi congregado o Primeiro Congresso Sionista que proclamou o direito do povo judeu à restauração nacional em seu próprio país. Este direito foi reconhecido na Declaração Balfour de 2 de novembro de 1917 e reafirmado no mandato da Liga das Nações, que especificamente sancionou a nível internacional a conexão histórica entre o povo judeu e Eretz Israel e o direito do povo judeu de reconstruir seu Lar Nacional. A catástrofe que golpeou o povo judeu -o massacre de milhões de judeus na Europa- foi outra clara demonstração da urgência em resolver o problema de sua falta de lar, restabelecendo em Eretz Israel o Estado Judeu, que abrirá as portas da pátria de par em par a todos os judeus e conferirá ao povo judeu a condição de membro privilegiado na família das nações. Sobreviventes do holocausto nazista na Europa, assim como judeus de outras partes do mundo, continuaram imigrando a Eretz Israel superando dificuldades, restrições e perigos, e nunca deixaram de exigir seu direito a uma vida com dignidade, liberdade e trabalho em sua pátria nacional. Durante a Segunda Guerra Mundial, a comunidade judaica deste país contribuiu com toda a sua energia com a luta nas nações amantes da liberdade e da paz e contra a iniquidade nazista, e pelo sangue derramado por seus soldados e o esforço bélico utilizado, adquiriram o direito de estar entre os povos que fundaram as Nações Unidas. Em 29 de novembro de 1947, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou uma resolução que estipulava o estabelecimento de um estado judeu em Eretz Israel. A Assembleia Geral requereu que os habitantes de Eretz Israel assumissem todas as medidas necessárias para a implementação desta resolução. Este reconhecimento por parte das Nações Unidas sobre o direito do povo judeu de estabelecer seu próprio estado é irrevocável. Este direito é o direito natural do povo judeu de ser dono de seu próprio destino, com todas as outras nações, em um Estado soberano próprio." Em 5657 (1897), respondendo ao chamado do pai espiritual do estado judeu, Teodoro Herz, foi congregado o Primeiro Congresso Sionista que proclamou o direito do povo judeu à restauração nacional em seu próprio país. Este direito foi reconhecido na Declaração Balfour de 2 de novembro de 1917 e reafirmado no mandato da Liga das Nações, que especificamente sancionou a nível internacional a conexão histórica entre o povo judeu e Eretz Israel e o direito do povo judeu de reconstruir seu Lar Nacional. A catástrofe que golpeou o povo judeu -o massacre de milhões de judeus na Europa- foi outra clara demonstração da urgência em resolver o problema de sua falta de lar, restabelecendo em Eretz Israel o Estado Judeu, que abrirá as portas da pátria de par em par a todos os judeus e conferirá ao povo judeu a condição de membro privilegiado na família das nações. Sobreviventes do holocausto nazista na Europa, assim como judeus de outras partes do mundo, continuaram imigrando a Eretz Israel superando dificuldades, restrições e perigos, e nunca deixaram de exigir seu direito a uma vida com dignidade, liberdade e trabalho em sua pátria nacional. Durante a Segunda Guerra Mundial, a comunidade judaica deste país contribuiu com toda a sua energia com a luta nas nações amantes da liberdade e da paz e contra a iniquidade nazista, e pelo sangue derramado por seus soldados e o esforço bélico utilizado, adquiriram o direito de estar entre os povos que fundaram as Nações Unidas. Em 29 de novembro de 1947, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou uma resolução que estipulava o estabelecimento de um estado judeu em Eretz Israel. A Assembleia Geral requereu que os habitantes de Eretz Israel assumissem todas as medidas necessárias para a implementação desta resolução. Este reconhecimento por parte das Nações Unidas sobre o direito do povo judeu de estabelecer seu próprio estado é irrevocável. Este direito é o direito natural do povo judeu de ser dono de seu próprio destino, com todas as outras nações, em um Estado soberano próprio."

4 a.Sublinhem os fatos históricos que foram mencionados na declaração. b.Situem-los na linha do tempo exposta no final da Unidade, assinalando- os com um círculo vermelho. c.Identifiquem os grupos de "Olim" (imigrantes judeus de Eretz Israel) que foram destacados na Declaração da Independência. d.Os fatos históricos e os grupos de Olim mencionados influíram para que em 1948 pudesse ser declarada a Independência de Medinat Israel. Poderiam explicar por que cada um deles foi importante para que o Povo Judeu haja podido criar um Estado independente? 4

5 5 Atividade 2: Israel declarou sua Independência, mas esta não foi reconhecida por seus vizinhos. Leiam os seguintes textos em duplas e observem os dois mapas de Israel que são apresentados. Depois, realizem as atividades propostas a seguir. “No dia 14 de maio de 1948 Israel declarou sua independência. Menos de 24 horas depois os exércitos regulares do Egito, da Jordânia, da Síria, do Líbano e do Iraque o invadiram. Esta foi conhecida como a "Guerra da Independência" de Israel. Nesta guerra Israel conquistou a planície costeira, a Galileia e todo o Néguev. Por outro lado, a Jordânia se apoderou de Judeia e Samaria (a Cisjordânia). A Faixa de Gaza ficou sob a administração egípcia e a cidade de Jerusalém ficou dividida, sendo controlada pela Jordânia na parte oriental, incluída a Cidade Velha, e por Israel no setor ocidental". “No dia 14 de maio de 1948 Israel declarou sua independência. Menos de 24 horas depois os exércitos regulares do Egito, da Jordânia, da Síria, do Líbano e do Iraque o invadiram. Esta foi conhecida como a "Guerra da Independência" de Israel. Nesta guerra Israel conquistou a planície costeira, a Galileia e todo o Néguev. Por outro lado, a Jordânia se apoderou de Judeia e Samaria (a Cisjordânia). A Faixa de Gaza ficou sob a administração egípcia e a cidade de Jerusalém ficou dividida, sendo controlada pela Jordânia na parte oriental, incluída a Cidade Velha, e por Israel no setor ocidental".

6 6 Mapa de Israel 1949-1967

7 7 "Guerra dos Seis Dias (1967): Como os países vizinhos se preparavam para destrui-lo, Israel invocou seu direito a defesa própria lançando em 5 de junho de 1967 um ataque preventivo ao Egito no sul, seguido por um contra- ataque à Jordânia no leste e a expulsão das forças sírias atrincheiradas nas Alturas de Golan no norte. Como consequência da "Guerra dos 6 dias", ficaram sob o controle de Israel: Judeia, Samaria, Gaza, Península do Sinai e Alturas de Golan. Os povoados do norte foram liberados do pesadelo de 19 anos de constantes bombardeios sírios; foi garantido o passo de embarcações israelense pelo Canal de Suez e pelos Estreitos de Tiran, e Jerusalém, que havia ficado dividida entre Israel e Jordânia desde 1949, foi reunificada sob o controle israelense." "Guerra dos Seis Dias (1967): Como os países vizinhos se preparavam para destrui-lo, Israel invocou seu direito a defesa própria lançando em 5 de junho de 1967 um ataque preventivo ao Egito no sul, seguido por um contra- ataque à Jordânia no leste e a expulsão das forças sírias atrincheiradas nas Alturas de Golan no norte. Como consequência da "Guerra dos 6 dias", ficaram sob o controle de Israel: Judeia, Samaria, Gaza, Península do Sinai e Alturas de Golan. Os povoados do norte foram liberados do pesadelo de 19 anos de constantes bombardeios sírios; foi garantido o passo de embarcações israelense pelo Canal de Suez e pelos Estreitos de Tiran, e Jerusalém, que havia ficado dividida entre Israel e Jordânia desde 1949, foi reunificada sob o controle israelense."

8 8 Mapa de Israel depois da “Guerra dos Seis Dias”.

9 9 1. Qual é a diferença entre os dois mapas? 2. Como consequência de que surgiu essa diferença? 3. Quais foram os territórios em conflito? Marque-os no mapa com azul. 4. Assinalem com azul na linha do tempo os fatos históricos mencionados nos textos.

10 10 Atividade 3: No transcurso da história de nossa Medinat, os líderes políticos de Israel tiveram que enfrentar diferentes dilemas. Respondam: 1.Já haviam escutado a palavra "dilema"? Se escutaram, escrevam o seu significado: 2. Agora procurem sua definição no dicionário:

11 11 3. Leiam o seguinte exemplo para entender melhor o que é um dilema: "Ariel é um menino muito tímido. Durante o primeiro grau teve dificuldades para integrar-se e ter amigos. Durante as últimas férias esteve pensando e decidiu que no segundo grau as coisas seriam diferentes. Assim que começaram as aulas tentou fazer amizade com o grupo de jovens populares. Tudo saiu bem até que depois da aula de Educação Física um dos seus novos amigos levou a bola de futebol escondida. Agora acusaram o Ariel! Ele sabe que é injusto que o culpem por algo que não fez, mas não sabe o que fazer. Por um lado, sabe que é o colega que levou a bola, mas se conta isso ao professor, é possível que perca a amizade de seus novos colegas. Por outro lado, se não conta a verdade, será punido e sua mãe será chamada. Ariel não sabe que decisão tomar!" "Ariel é um menino muito tímido. Durante o primeiro grau teve dificuldades para integrar-se e ter amigos. Durante as últimas férias esteve pensando e decidiu que no segundo grau as coisas seriam diferentes. Assim que começaram as aulas tentou fazer amizade com o grupo de jovens populares. Tudo saiu bem até que depois da aula de Educação Física um dos seus novos amigos levou a bola de futebol escondida. Agora acusaram o Ariel! Ele sabe que é injusto que o culpem por algo que não fez, mas não sabe o que fazer. Por um lado, sabe que é o colega que levou a bola, mas se conta isso ao professor, é possível que perca a amizade de seus novos colegas. Por outro lado, se não conta a verdade, será punido e sua mãe será chamada. Ariel não sabe que decisão tomar!"

12 12 4. O que acabam de ler é um dilema, o de Ariel. Para compreendê-lo melhor, propomos que respondam às seguintes perguntas: a. Quem é o protagonista do artigo? c. Como se sente em relação ao que ocorreu? b. O que aconteceu com ele? d. O personagem desta história deve decidir entre quais 2 possibilidades? e. O que pode fazer para escolher uma das duas possibilidades? f. Quais são as vantagens e desvantagens de cada escolha?

13 13 5. Conselhos para Ariel Agora ajudem o Ariel a resolver o dilema e a se decidir por uma das duas possibilidades completando uma tabela para que visualize as consequências de escolher uma ou outra opção. Para isso trabalharão em duplas e depois farão uma apresentação para a turma. Dizer a verdade Assumir a responsabilidade

14 14 6. Agora que Ariel sabe exatamente qual é o seu dilema e conhece as consequências por escolher cada opção, escrevam em grupo o conselho que lhe dariam, incluindo: 1.A opção que dariam a Ariel (tendo em conta o valor que está em jogo). 2.Os motivos que justificam a posição que assumiram.

15 15 Dilema I : "Receber ou não as indenizações que a Alemanha oferece pagar a Israel pela Shoá”. Atividade 1: Para entender melhor este primeiro dilema é necessário compreender o que é uma "indenização". Conceito de "indenizar": ressarcir um dano ou prejuízo a alguém.// Compensação por um dano que se tenha sofrido. Responder: Por que em 1951 a Alemanha ofereceu ao Estado de Israel pagar indenizações pelos danos ocasionados pela Shoá? Qual foi a repercussão deste oferecimento em Israel?

16 16 Observem atentamente a apresentação de Power Point "Alemanha oferece pagar indenizações a Israel pela Shoá", e respondam às seguintes perguntas: a. Quais foram as causas políticas, sociais e econômicas que levaram Israel a aceitar as indenizações da Shoá? b. Que utilidade tinham as indenizações para a Medinat? Que desvantagens? c. Quais eram os argumentos apresentados pelos líderes dos partidos políticos, "Mapai" e "Jerut" em relação a aceitar as indenizações?

17 17 Atividade 2: Trabalho grupal. Imaginem que estamos reunidos na Knéset para debater o dilema das indenizações. Completem o seguinte quadro: O representante do meu grupo é: Nome: O líder do meu partido é:

18 18 Agora completem o seguinte diagrama em grupo: Opção um Receber a indenização Opção dois Não receber a indenização

19 19 Depois do debate na Knéset, escrevam em grupo o que sentiram no transcurso do debate: A resolução da Knéset em Israel foi a seguinte: "Em 1951 a Knéset decidiu outorgar ao governo o direito de negociar com a Alemanha sobre o montante das indenizações. Em 10 de setembro de 1952 o Estado de Israel chegou a um acordo com a República Federal da Alemanha pelo qual esta se comprometia a indenizar pessoalmente os judeus e a entregar outros 450 milhões de marcos a Israel para reabilitar os danificados pelos nazistas durante 14 anos". A resolução da Knéset em Israel foi a seguinte: "Em 1951 a Knéset decidiu outorgar ao governo o direito de negociar com a Alemanha sobre o montante das indenizações. Em 10 de setembro de 1952 o Estado de Israel chegou a um acordo com a República Federal da Alemanha pelo qual esta se comprometia a indenizar pessoalmente os judeus e a entregar outros 450 milhões de marcos a Israel para reabilitar os danificados pelos nazistas durante 14 anos". Consequências produzidas na sociedade israelense: A sociedade israelense submergiu-se em uma crise próxima da guerra civil. Não se tratava apenas de discutir sobre os benefícios do acordo econômico, mas principalmente sobre a possibilidade de algum tipo de perdão para o povo alemão. Consequências produzidas na sociedade israelense: A sociedade israelense submergiu-se em uma crise próxima da guerra civil. Não se tratava apenas de discutir sobre os benefícios do acordo econômico, mas principalmente sobre a possibilidade de algum tipo de perdão para o povo alemão.

20 20 Comecemos o debate! Pensem em grupo e respondam às seguintes perguntas: Que argumentos tiveram mais força na sociedade israelense no momento de resolver o dilema da Knéset? Que valores prevaleceram no momento em que a Knéset teve que tomar uma decisão?

21 21 Conclusão Os dilemas sociais não têm uma única solução possível e aceita por todos justamente por causa dos diferentes valores que temos os seres humanos ante as mesmas situações. Marquem na linha do tempo, com laranja, quando emergiu e quando foi solucionado este dilema. Glossário Knéset (em hebraico כנסת, assembleia): é o Parlamento de Israel, composto por uma única câmara com 120 membros, eleitos a cada 4 anos pelo sistema de representação proporcional para listas de partido. As primeiras eleições para a Knéset foram realizadas em 14 de fevereiro de 1949. Sendo Israel uma democracia parlamentar, a Knéset dita leis, supervisiona o trabalho do Governo, nomeia e destitui o Presidente e controla o Estado, entre outras funções. Glossário Knéset (em hebraico כנסת, assembleia): é o Parlamento de Israel, composto por uma única câmara com 120 membros, eleitos a cada 4 anos pelo sistema de representação proporcional para listas de partido. As primeiras eleições para a Knéset foram realizadas em 14 de fevereiro de 1949. Sendo Israel uma democracia parlamentar, a Knéset dita leis, supervisiona o trabalho do Governo, nomeia e destitui o Presidente e controla o Estado, entre outras funções.

22 22 Dilema II "Construir o não o Gueder HaBitajón face à opinião pública internacional“. Neste capítulo abordaremos o segundo dilema, que ainda continua enfrentando o Estado de Israel, referente ao Gueder HaBitajón (barreira de segurança) que começou a ser construído em 2002, a partir de uma decisão do governo de Ariel Sharón. Atividade 1: Trabalho grupal. Cada grupo receberá o número de cartão com o qual trabalhará para entender o que é uma barreira de segurança e qual é a função de cada grupo. Encontrarão o cartão no anexo da apostila. Recortem e colem abaixo esse cartão que contém um exemplo de uma barreira de segurança construída por diversos povos e nações em diferentes momentos da história.

23 23 Depois de observar a foto, respondam às seguintes perguntas: 1. Para que serve este muro? Qual foi a intenção de sua construção? 2. O que opinam sobre a construção de um muro por razões de segurança? Enunciem vantagens e desvantagens. 3. Quando se constrói um muro, os que antes eram vizinhos agora ficam separados. O que vocês acham que pensam e sentem essas pessoas?

24 24 Atividade 2: Para começar a abordar o tema, leremos informação sobre os motivos que impulsionaram a construção do “Gueder HaBitajón”, as reações pró- palestinas e dos EUA e os argumentos oferecidos por Israel em relação à necessidade de sua construção. Leiam silenciosamente o seguinte texto e sublinhem as ideias principais. Quando começou a construção do Gueder HaBitajón (barreira de segurança)? Em 2002 o governo de Israel, através de seu Primeiro Ministro Ariel Sharón, aprovou formalmente os planos de construir uma barreira de segurança como medida defensiva para evitar que os terroristas palestinos atingissem seus objetivos civis no interior de Israel. Quando começou a construção do Gueder HaBitajón (barreira de segurança)? Em 2002 o governo de Israel, através de seu Primeiro Ministro Ariel Sharón, aprovou formalmente os planos de construir uma barreira de segurança como medida defensiva para evitar que os terroristas palestinos atingissem seus objetivos civis no interior de Israel. Por que Israel decidiu construir o Gueder HaBitajón? A decisão foi tomada depois de dois anos de terrorismo implacável por parte dos suicidas palestinos que atacavam ônibus, cafés, centros comerciais e outros pontos de encontro de civis israelenses. Mais de mil israelenses morreram e milhares ficaram feridos nestes ataques. Israel sentia que não tinha outra opção para deter os terroristas que entravam no país, provenientes dos centros de operação na Cisjordânia. Por que Israel decidiu construir o Gueder HaBitajón? A decisão foi tomada depois de dois anos de terrorismo implacável por parte dos suicidas palestinos que atacavam ônibus, cafés, centros comerciais e outros pontos de encontro de civis israelenses. Mais de mil israelenses morreram e milhares ficaram feridos nestes ataques. Israel sentia que não tinha outra opção para deter os terroristas que entravam no país, provenientes dos centros de operação na Cisjordânia.

25 25 Que características tem o Gueder HaBitajón? Tem 480 milhas. Foi construído em etapas. Está composto por 94% de metal e 6% de concreto. A barreira total é um sistema múltiplo que inclui valas, arame farpado, carros de patrulha e sistemas de observação. Ajuda a prevenir as bombas terroristas. Segundo o Governo israelense, desde que está em funcionamento houve uma queda significativa do terrorismo palestino (não porque tenha deixado de haver tentativas de ataque, mas porque a barreira impediu que os terroristas atingissem as cidades israelenses ou os obrigou a usar rotas mais indiretas que contribuíram para a sua captura). Que características tem o Gueder HaBitajón? Tem 480 milhas. Foi construído em etapas. Está composto por 94% de metal e 6% de concreto. A barreira total é um sistema múltiplo que inclui valas, arame farpado, carros de patrulha e sistemas de observação. Ajuda a prevenir as bombas terroristas. Segundo o Governo israelense, desde que está em funcionamento houve uma queda significativa do terrorismo palestino (não porque tenha deixado de haver tentativas de ataque, mas porque a barreira impediu que os terroristas atingissem as cidades israelenses ou os obrigou a usar rotas mais indiretas que contribuíram para a sua captura). A construção do Gueder HaBitajón terminou? Neste período houve mudanças no seu traçado? O Gueder HaBitajón gerou dificuldades para alguns palestinos situados nas proximidades; entretanto, recentes alterações na rota ajudaram a que afetasse a menor quantidade de pessoas, principalmente levando em consideração a densidade populacional e as complicações demográficas que definem a área. A Corte Suprema Israelense criou regulamentos em relação à rota do Gueder HaBitajón, ordenando mudanças na área onde causaria problemas desnecessários aos palestinos. A construção do Gueder HaBitajón terminou? Neste período houve mudanças no seu traçado? O Gueder HaBitajón gerou dificuldades para alguns palestinos situados nas proximidades; entretanto, recentes alterações na rota ajudaram a que afetasse a menor quantidade de pessoas, principalmente levando em consideração a densidade populacional e as complicações demográficas que definem a área. A Corte Suprema Israelense criou regulamentos em relação à rota do Gueder HaBitajón, ordenando mudanças na área onde causaria problemas desnecessários aos palestinos.

26 26 Ataques terroristas anteriores à construção do Gueder HaBitajón. 930 israelenses foram assassinados por ataques terroristas palestinos de setembro de 2000 a fevereiro de 2004. Nenhum outro país no mundo enfrenta esta onda de terror em forma de atentados suicidas, pelo qual a opinião pública israelense exigiu a construção do Gueder HaBitajón. Isto quer dizer que sem terrorismo não haveria barreira. Este é o ponto crucial da questão, já que o obstáculo para a paz é o terrorismo, e não a barreira. As barreiras não são fronteiras para Israel e por isso podem ser movidas, com já foi feito no sul do Líbano, no Egito e na Jordânia. Ataques terroristas anteriores à construção do Gueder HaBitajón. 930 israelenses foram assassinados por ataques terroristas palestinos de setembro de 2000 a fevereiro de 2004. Nenhum outro país no mundo enfrenta esta onda de terror em forma de atentados suicidas, pelo qual a opinião pública israelense exigiu a construção do Gueder HaBitajón. Isto quer dizer que sem terrorismo não haveria barreira. Este é o ponto crucial da questão, já que o obstáculo para a paz é o terrorismo, e não a barreira. As barreiras não são fronteiras para Israel e por isso podem ser movidas, com já foi feito no sul do Líbano, no Egito e na Jordânia. Como reagiram os grupos pró-palestinos? Em julho de 2004 a Corte Internacional de Justiça (CIJ) emitiu uma decisão sobre a barreira de segurança israelense. A CIJ anuncio que Israel violava a lei internacional no traçado da barreira e exigiu que Israel destruísse seções construídas na Cisjordânia e em Jerusalém oriental. Em sua decisão a CIJ rejeitou totalmente os argumentos de Israel, junto com os de 22 nações que enviaram relatórios escritos, e aceitou sem reservas os argumentos dos palestinos e dos que os apoiavam. Como reagiram os grupos pró-palestinos? Em julho de 2004 a Corte Internacional de Justiça (CIJ) emitiu uma decisão sobre a barreira de segurança israelense. A CIJ anuncio que Israel violava a lei internacional no traçado da barreira e exigiu que Israel destruísse seções construídas na Cisjordânia e em Jerusalém oriental. Em sua decisão a CIJ rejeitou totalmente os argumentos de Israel, junto com os de 22 nações que enviaram relatórios escritos, e aceitou sem reservas os argumentos dos palestinos e dos que os apoiavam. Reação dos Estados Unidos Em declarações à rádio pública, Ariel Sharon, Primeiro Ministro israelense, admitiu que existem divergências com os EUA sobre o trajeto da barreira, que na maior parte de suas seções passa por terras confiscadas a palestinos e que deixou isolados a milhares deles do resto da população da Cisjordânia. "A situação atual é que não há entendimento ou acordo em relação ao percurso para levantar a barreira; o debate (com representantes dos EUA) continuará até que encontremos uma solução adequada", disse o chefe diplomático israelense. Reação dos Estados Unidos Em declarações à rádio pública, Ariel Sharon, Primeiro Ministro israelense, admitiu que existem divergências com os EUA sobre o trajeto da barreira, que na maior parte de suas seções passa por terras confiscadas a palestinos e que deixou isolados a milhares deles do resto da população da Cisjordânia. "A situação atual é que não há entendimento ou acordo em relação ao percurso para levantar a barreira; o debate (com representantes dos EUA) continuará até que encontremos uma solução adequada", disse o chefe diplomático israelense.

27 27 Quais são os objetivos de Israel com a construção do Gader? O estabelecimento do Gueder HaBitajón é consistente com a lei internacional. De fato, como o terrorismo é o maior obstáculo para a paz, espera-se que ao impedir ataques terroristas, o gueder habitajon contribua para atingir a paz. O muro está sendo construído em alguns lugares específicos, onde francoatiradores terroristas palestinos ocultos disparam contra carros e motos que circulam pelas principais estradas de Israel. O argumento palestino e pró-palestino é que o objetivo do gueder habitajon foi o de limitar seus direitos. Isto é completamente infundado. Israel realizou todos os esforços possíveis para garantir que este muro cause o mínimo problema à vida cotidiana. Este argumento tenta acusar Israel. Não haveria necessidade de um gader se não existisse uma campanha organizada de terrorismo que tem como objetivo os homens, mulheres e crianças israelenses. Quais são os objetivos de Israel com a construção do Gader? O estabelecimento do Gueder HaBitajón é consistente com a lei internacional. De fato, como o terrorismo é o maior obstáculo para a paz, espera-se que ao impedir ataques terroristas, o gueder habitajon contribua para atingir a paz. O muro está sendo construído em alguns lugares específicos, onde francoatiradores terroristas palestinos ocultos disparam contra carros e motos que circulam pelas principais estradas de Israel. O argumento palestino e pró-palestino é que o objetivo do gueder habitajon foi o de limitar seus direitos. Isto é completamente infundado. Israel realizou todos os esforços possíveis para garantir que este muro cause o mínimo problema à vida cotidiana. Este argumento tenta acusar Israel. Não haveria necessidade de um gader se não existisse uma campanha organizada de terrorismo que tem como objetivo os homens, mulheres e crianças israelenses. Qual é o argumento de Israel para a opinião pública palestina e pró- palestina? O Guéder Habitajón não é política. É apenas uma medida defensiva. O Guéder Habitajón não é um muro. Apenas 3,8% tem estrutura de muro. O Guéder Habitajón não é uma fronteira. A fronteira será estabelecida em negociações com os palestinos. O Guéder Habitajón não é permanente. Quando a causa de sua construção (o terrorismo) desapareça, será destruído. O Guéder Habitajón é uma barreira defensiva. É uma barreira física para impedir a infiltração de terroristas. Qual é o argumento de Israel para a opinião pública palestina e pró- palestina? O Guéder Habitajón não é política. É apenas uma medida defensiva. O Guéder Habitajón não é um muro. Apenas 3,8% tem estrutura de muro. O Guéder Habitajón não é uma fronteira. A fronteira será estabelecida em negociações com os palestinos. O Guéder Habitajón não é permanente. Quando a causa de sua construção (o terrorismo) desapareça, será destruído. O Guéder Habitajón é uma barreira defensiva. É uma barreira física para impedir a infiltração de terroristas.

28 28 Atividade 3: Após a atividade em grupo poderemos chegar à seguinte conclusão na kitá: 1.A construção do Gueder HaBitajón se transformou em um dilema. Por quê? 2. Marquem o dilema II com laranja na linha de tempo.

29 29 E para concluir... 3. Escolham uma das cartas dos leitores e testemunhos do anexo e sintetizem qual é o argumento que exprime: 4. Ensaiem o texto para que seja exposto por alguns membros do grupo para a turma. Falem usando a primeira pessoa e se apresentem com nome completo e lugar de residência.

30 30 Dilema III - "Resgatar ou não resgatar o Guilad Shalit". Neste capítulo trabalharemos este terceiro dilema para a sociedade israelense. Guilad Shalit é um soldado israelense que foi sequestrado pelo grupo terrorista “Hamas” em julho de 2006 e liberado em 18 de outubro de 2011. Para entender este caso, é necessário esclarecer: 1.O conceito de "terrorismo". 2.Seus objetivos. 3.Sua ação. Atividade 1: Vocês assistiram a um fragmento do vídeo institucional da AMIA sobre o atentado de 1994. Sabemos que este atentado foi realizado por terroristas e que os culpados não foram encontrados, por isso não foi possível fazer justiça. Depois de assistir ao vídeo, respondam às seguintes perguntas em duplas: 1.Quais são as duas primeiras palavras que vêm à mente neste momento? Justifiquem sua resposta. 2.O que é o terrorismo para vocês?

31 31 Leiam a seguinte definição de "terrorismo" e depois respondam às perguntas em duplas: Terrorismo: "é o uso do terror, que se consegue através do ataque a cidadãos civis sem declaração de guerra e rendição de contas às autoridades internacionais. Seu objetivo é intimidar uma população e impor mudanças em sua atitude política, econômica, religiosa ou social. Dentro dos elementos utilizados para implementar os atos terroristas estão incluídas diversas formas de violência física contra as pessoas, como o sequestro ou a tortura; contra os bens privados ou públicos, como a destruição com materiais explosivos ou incendiários e diferentes formas de violência moral. Um dos instrumentos mais utilizados pelos grupos terroristas é o atentado com explosivos contra alvos militares ou civis, para provocar mortes (indiscriminadamente ou não). Sempre implica uma chantagem: obtenho o que peço ou aguente as consequências". Terrorismo: "é o uso do terror, que se consegue através do ataque a cidadãos civis sem declaração de guerra e rendição de contas às autoridades internacionais. Seu objetivo é intimidar uma população e impor mudanças em sua atitude política, econômica, religiosa ou social. Dentro dos elementos utilizados para implementar os atos terroristas estão incluídas diversas formas de violência física contra as pessoas, como o sequestro ou a tortura; contra os bens privados ou públicos, como a destruição com materiais explosivos ou incendiários e diferentes formas de violência moral. Um dos instrumentos mais utilizados pelos grupos terroristas é o atentado com explosivos contra alvos militares ou civis, para provocar mortes (indiscriminadamente ou não). Sempre implica uma chantagem: obtenho o que peço ou aguente as consequências". 1. Em que consiste o terrorismo e qual é seu objetivo? 2. Por que é tão difícil combater o terrorismo? 3. Expliquem por que todo terrorismo implica um chantagem. Podem dar um exemplo?

32 32 Atividade 2: Na sala de Majshevim Entrem ao seguinte link de You Tube (vídeo de Guilad Shalit prisioneiro, dando uma prova de vida): http://www.youtube.com/watch?v=JQ4LW2nwiiA. Assistam ao vídeo e depois respondam às seguintes perguntas: http://www.youtube.com/watch?v=JQ4LW2nwiiA 2.Podemos distinguir onde está? Sim/Não. Fundamentem sua resposta. 3.Que jornal está segurando? Por que o Hamas decidiu que Guilad apareça com este jornal no vídeo? 4.O que há debaixo do jornal? 5.Por que o Hamas decidiu enviar uma prova de vida? 1.O que vimos sobre o estado de saúde de Guilad Shalit?

33 33 Atividade 3: Na sociedade israelense surgiu um dilema muito difícil de resolver: "Resgatar ou não resgatar o Guilad Shalit". Levando em consideração o que trabalharam anteriormente, tentem completar em duplas o mesmo diagrama proposto para os dilemas anteriores: Resgatar o Guilad Não resgatar o Guilad

34 34 Atividade 4: Marquem este dilema com roxo na linha de tempo. Para concluir... Leiam em grupos um fragmento do discurso lido pelo jornalista Marcelo Kisilevski em um ato realizado no Paraguai no dia 26 de julho de 2010 com o objetivo de pedir ao governo israelense a liberação de Guilad Shalit, a quatro anos de seu sequestro. Depois respondam às perguntas. "Israel é uma democracia de valores, e em torno destes valores as pessoas discutem. Como jornalista não conheço uma sociedade na qual o debate público seja mais acalorado, às vezes virulento, mas sempre apaixonado. Porque as pessoas se importam. E porque o espaço do público toca, e às vezes abraça, o espaço do privado. O que o israelense assiste pela televisão, amanhã pode ser com ele. O tema de Guilad Shalit não é a exceção. Aviva e Noam Shalit, um casal comum, como você ou eu, cria um filho, leva para a escola, ensina a amar o seu país, e que, com 18 anos, terá que servir o exército. Contam a ele que um dos valores desse exército é o de não deixar feridos no campo de batalha. ¨Quando você esteja servindo, estará nas boas mãos de seus comandantes ¨, dizem com orgulho. ¨Se você for ferido, será resgatado. Se ficar prisioneiro, será resgatado. Israel fez isso inúmeras vezes, e quando o resgate não funcionou, ficou inscrito como trauma nacional.¨ O valor da defesa da vida, de cada vida, o valor da solidariedade e da camaradagem de armas na defesa do que é de todos, é o que guia o israelense no momento do serviço militar. Se esse valor se rompe, dizem os israelenses, a predisposição para o serviço militar decrescerá. Isto não é um dado sem importância: o sociólogo Max Weber dizia que o grau de predisposição para o serviço militar é o que mantém a coesão de um país. Se esse valor se rompe, principalmente em um país em estado de guerra, todo o país estremece. "Israel é uma democracia de valores, e em torno destes valores as pessoas discutem. Como jornalista não conheço uma sociedade na qual o debate público seja mais acalorado, às vezes virulento, mas sempre apaixonado. Porque as pessoas se importam. E porque o espaço do público toca, e às vezes abraça, o espaço do privado. O que o israelense assiste pela televisão, amanhã pode ser com ele. O tema de Guilad Shalit não é a exceção. Aviva e Noam Shalit, um casal comum, como você ou eu, cria um filho, leva para a escola, ensina a amar o seu país, e que, com 18 anos, terá que servir o exército. Contam a ele que um dos valores desse exército é o de não deixar feridos no campo de batalha. ¨Quando você esteja servindo, estará nas boas mãos de seus comandantes ¨, dizem com orgulho. ¨Se você for ferido, será resgatado. Se ficar prisioneiro, será resgatado. Israel fez isso inúmeras vezes, e quando o resgate não funcionou, ficou inscrito como trauma nacional.¨ O valor da defesa da vida, de cada vida, o valor da solidariedade e da camaradagem de armas na defesa do que é de todos, é o que guia o israelense no momento do serviço militar. Se esse valor se rompe, dizem os israelenses, a predisposição para o serviço militar decrescerá. Isto não é um dado sem importância: o sociólogo Max Weber dizia que o grau de predisposição para o serviço militar é o que mantém a coesão de um país. Se esse valor se rompe, principalmente em um país em estado de guerra, todo o país estremece.

35 35 Isso disseram Aviva e Noam, pais do soldado Guilad Shalit, ao governo israelense. Para este quarto aniversário de seu cativeiro nas mãos da organização terrorista fundamentalista Hamas, organizaram uma marcha de centenas de quilômetros e vários dias, do norte do país até Jerusalém. "Entregamos o nosso filho para que fosse cuidado. Queremos o nosso filho de volta". "A questão do preço, disseram estes nobres pais, doloridos, não é nosso problema". Segundo as pesquisas, 69% da sociedade israelense apoia o acordo sob as condições do Hamas. Esta organização pede a liberação de 1000 palestinos presos em Israel por graves delitos de terrorismo ou contra civis indefesos. Mas os israelenses não chegam a um acordo, nem sobre isto. 22% se opõem a este acordo de um em troca de mil. São, entre outros, os sobreviventes e familiares de vítimas de atentados terroristas. Porque o valor da vida tem outro sentido e é o da defesa das vidas dos cidadãos pelo exército. Este, dizem, foi criado para defender em primeiro lugar os civis, e só depois aos próprios soldados. E Guilad, com 20 anos de idade quando foi capturado, era jovem, era doce e amava a sua mãe. Mas era um soldado, e não um civil. Não deixa de ser um argumento forte. Não deixa de ser um dilema. Dilema, por definição, é um problema, nenhuma de suas soluções é desejável. Mas se trata de um dilema perverso, no qual o Hamas conseguiu enfrentar a vítima com a vítima. Os israelenses discutem a ponto de esquecer quem é o vitimário, e a quem devem estar dirigidos os dardos da crítica e a condenação unânime, tanto em Israel como no mundo. Guilad foi sequestrado pelo Hamas. O Hamas deve prestar contas. O Hamas deve garantir condições humanitárias a seu prisioneiro, de acordo com as normas do direito internacional que todos defendemos. O Hamas deve cessar sua sistemática violação aos direitos humanos de próprios e alheios, buscar a paz, abandonar o terrorismo e liberar o Guilad Shalit." Isso disseram Aviva e Noam, pais do soldado Guilad Shalit, ao governo israelense. Para este quarto aniversário de seu cativeiro nas mãos da organização terrorista fundamentalista Hamas, organizaram uma marcha de centenas de quilômetros e vários dias, do norte do país até Jerusalém. "Entregamos o nosso filho para que fosse cuidado. Queremos o nosso filho de volta". "A questão do preço, disseram estes nobres pais, doloridos, não é nosso problema". Segundo as pesquisas, 69% da sociedade israelense apoia o acordo sob as condições do Hamas. Esta organização pede a liberação de 1000 palestinos presos em Israel por graves delitos de terrorismo ou contra civis indefesos. Mas os israelenses não chegam a um acordo, nem sobre isto. 22% se opõem a este acordo de um em troca de mil. São, entre outros, os sobreviventes e familiares de vítimas de atentados terroristas. Porque o valor da vida tem outro sentido e é o da defesa das vidas dos cidadãos pelo exército. Este, dizem, foi criado para defender em primeiro lugar os civis, e só depois aos próprios soldados. E Guilad, com 20 anos de idade quando foi capturado, era jovem, era doce e amava a sua mãe. Mas era um soldado, e não um civil. Não deixa de ser um argumento forte. Não deixa de ser um dilema. Dilema, por definição, é um problema, nenhuma de suas soluções é desejável. Mas se trata de um dilema perverso, no qual o Hamas conseguiu enfrentar a vítima com a vítima. Os israelenses discutem a ponto de esquecer quem é o vitimário, e a quem devem estar dirigidos os dardos da crítica e a condenação unânime, tanto em Israel como no mundo. Guilad foi sequestrado pelo Hamas. O Hamas deve prestar contas. O Hamas deve garantir condições humanitárias a seu prisioneiro, de acordo com as normas do direito internacional que todos defendemos. O Hamas deve cessar sua sistemática violação aos direitos humanos de próprios e alheios, buscar a paz, abandonar o terrorismo e liberar o Guilad Shalit."

36 36 1. Qual é a reclamação que fazem Aviva e Noam Shalit ao governo de Israel? 2. Por que creem que este orador diz que o dilema que enfrenta a sociedade israelense é "perverso"? 3. Por que expressa que o "Hamas conseguiu enfrentar vítima contra vítima"? 4. Que valores mantêm o exército unido e forte? O que ocorre quando se rompem estes valores? 5. O que discute a sociedade israelense neste caso? Quais são os argumentos do grupo que opõe ao acordo com o Hamas? E dos que apoiam este acordo?

37 37 11/10/2011 NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA!!! Foi confirmado pelo Primeiro Ministro Netanyahu - Informação atualizada 20:15 (hora argentina). Guilad Shalit será liberado. Segundo os meios jornalísticos israelenses, o Governo liderado por Binyamin Netanyahu e o grupo terrorista Hamas teriam chegado a um acordo. Israel liberaria prisioneiros em troca do soldado sequestrado, Guilad Shalit, que voltaria a casa. O Primeiro Ministro israelense e altos oficiais do Hamas confirmaram o acordo assinado hoje e que teria como condição a liberação de 1000 palestinos.

38 38 Guilad, bem-vindo a casa Dentro de alguns minutos descerá as escadas e irá para casa. Acompanhamos você com emoção, com lágrimas nos olhos, como o coração cheio de alegria. Vimos você pálido mas em pé, e nos levantamos junto a você. Recuperamos você, e nos recuperamos nós mesmos. As crianças de Israel e os soldados de Tzahal saboreiam junto a você o gosto da liberação, o sabor da pátria. Seus pais lutaram pelo seu regresso noite e dia, com amor, com convicção e com honra. Você esteve solitário no cativeiro. Mas não estava sozinho. O povo inteiro estava com você, temendo pelo seu destino, orando pelo seu regresso. Enquanto descia do helicóptero, você foi acompanhado com os olhos lacrimejantes, com orgulho. Há poucos minutos telefonei para o Primeiro Ministro e lhe disse: "Você tomou uma decisão determinante. Assim como foram imensas as dificuldades para tomá-la, imensos são o seu valor e seu significado. Você tomou essa determinação em face a considerações dolorosas. Principalmente, ante a profunda dor das famílias que perderam seus filhos, famílias que são tão queridas por nós." Cidadãos de Israel, não é a festa dos terroristas o que determinará nosso destino, mas a justiça de nossos valores e a valentia de nossos soldados. Querido Guidal, sua palidez passará, sua coragem ficará. Bendito seja. Shimón Péres Presidente do Estado de Israel 18/10/11 Guilad, bem-vindo a casa Dentro de alguns minutos descerá as escadas e irá para casa. Acompanhamos você com emoção, com lágrimas nos olhos, como o coração cheio de alegria. Vimos você pálido mas em pé, e nos levantamos junto a você. Recuperamos você, e nos recuperamos nós mesmos. As crianças de Israel e os soldados de Tzahal saboreiam junto a você o gosto da liberação, o sabor da pátria. Seus pais lutaram pelo seu regresso noite e dia, com amor, com convicção e com honra. Você esteve solitário no cativeiro. Mas não estava sozinho. O povo inteiro estava com você, temendo pelo seu destino, orando pelo seu regresso. Enquanto descia do helicóptero, você foi acompanhado com os olhos lacrimejantes, com orgulho. Há poucos minutos telefonei para o Primeiro Ministro e lhe disse: "Você tomou uma decisão determinante. Assim como foram imensas as dificuldades para tomá-la, imensos são o seu valor e seu significado. Você tomou essa determinação em face a considerações dolorosas. Principalmente, ante a profunda dor das famílias que perderam seus filhos, famílias que são tão queridas por nós." Cidadãos de Israel, não é a festa dos terroristas o que determinará nosso destino, mas a justiça de nossos valores e a valentia de nossos soldados. Querido Guidal, sua palidez passará, sua coragem ficará. Bendito seja. Shimón Péres Presidente do Estado de Israel 18/10/11

39 39 Para encerrar! Escolham uma das seguintes propostas para que sejam incorporadas no nosso jornal escolar. Sugerimos que tenham em conta os critérios que enunciaremos a seguir. Boa sorte! 1.Vocês são familiares de Guilad Shalit. Deverão escrever uma carta do leitor agradecendo sua liberação. 2.Vocês são pais que perderam seus filhos em diferentes atentados terroristas ocorridos em Israel. Deverão escrever uma carta do leitor pedindo a não negociação com os palestinos. 3.Vocês são sobreviventes da Shoá e perderam toda a sua família. Deverão escrever uma carta do leitor opondo-se ao recebimento das indenizações da Alemanha ao Estado de Israel. 4.Vocês representam o grupo político que apoia David Ben Gurión. Deverão escrever uma carta do leitor defendendo sua postura em relação ao recebimento das indenizações da Alemanha pela Shoá. 5.Vocês moram na área da Cisjordânia e possuem uma loja onde foi construído o Gueder HaBitajón. Deverão escrever uma carta solicitando sua anulação devido aos problemas econômicos ocasionados já que seus principais compradores são os palestinos. 6.Vocês moram na Cisjordânia e pedem a continuação da construção do Gueder HaBitajón porque têm medo dos atentados terroristas.

40 40 Critérios a serem levados em consideração para escrever uma carta do leitor. "Sobre um dilema que a sociedade israelense enfrentou ou ainda enfrenta". CATEGORIACRITÉRIOCOMO REALIZEI? Excelen- te Muito bom Acei- tável Deve melhorar FORMATOA carta tem data A carta tem um cabeçalho A carta tem remetente: nome completo, número de documento PROPÓSITO DA CARTA Explicitação do propósito: Apresentar uma reclamação e/ou pedido Dar uma opinião ESTRUTURA DA CARTA DO LEITOR 1. Introdução A carta possui uma introdução básica na qual: 1.O autor expõe o tema que o motiva a escrever a carta 2.O autor explica seu ponto de vista ou opinião sobre o tema em questão 2. Argumentação O autor da carta explica em que se baseia sua opinião sobre o tema em questão 3. Conclusão A carta inclui uma conclusão na qual o autor retoma, sustenta e reforça sua opinião. CONTEÚDOA carta contém informação verdadeira, relacionada como o contexto e com os componentes do dilema. TRABALHO GRUPAL Os integrantes contribuem de forma ativa com o grupo de trabalho. REDAÇÃO DE ORAÇÕES E VOCABULÁRIO A carta apresenta orações bem construídas e sem erros gramaticais ou de ortografia. O escritor utiliza palavras e frases variadas que exprimem ideias importantes estudadas.

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42 42 Domínio Britânico Segunda Guerra Mundial: Holocausto na Europa O Primeiro Congresso Sionista Mundial é convocado por Teodoro Herzl na Basileia, Suíça; é fundada a Organizaçã o Sionista Mundial. -400 anos de domínio otomano terminam com a conquista britânica. -O ministro de Relações Exteriores britânico Balfour promete o apoio para o estabelecime nto de um “lar nacional judeu na Palestina”. Grã-Bretanha recebe o Mandato sobre a Palestina (Terra de Israel) da “Liga das Nações” A Transjordânia é estabelecida sobre três quartas partes do território, ficando apenas um quarto para o lar nacional judeu. A ONU propõe o estabelecime nto de um estado árabe e outro judeu na Terra. Criação do Estado de Israel. 14 de maio: Finaliza o Mandato Britânico. O Estado de Israel é proclamado. 15 de maio: Israel é invadido por cinco países árabes. São estabelecida s as Forças de Defesa de Israel (FDI). É escolhida a primeira Knéset (Parlamento). Israel é admitido como 59º membro nas Nações Unidas. Maio, 1948 - Julho, 1949: Guerra da Independência. Guerra dos Seis Dias; Jerusalém reunificada. 1968-1970: Guerra de Desgaste do Egito contra Israel. Guerra de Yom Kipur. O Likud assume o governo depois das eleições para a Knéset. Fim de 30 anos de governo trabalhista. Acordos de Camp David que constituem um marco para a paz no Oriente Médio e uma proposta de governo autônomo palestino. É assinado o Tratado de Paz entre Israel e Egito. A Operação “Paz para a Galileia) afasta os terroristas da OLP (“Organizaçã o para a Liberação da Palestina”) do Líbano.

43 43 1984 1985 1987 1989 1991 1992 É formado um governo de Unidade Nacional (Likud e Trabalhistas). Operação Moisés: imigração dos judeus da Etiópia. É assinado um Acordo de Livre Comércio com os Estados Unidos. Ampla violência (Intifada) começa nos territórios administrados por Israel. Uma iniciativa de paz de quatro pontos é proposta por Israel. Israel é atacado por mísseis iraquianos SCUD durante a “Guerra do Golfo Persa”. Chega ao poder um governo liderado por Itzjak Rabín, do partido Trabalhista. A Declaração de Princípios sobre os acordos interinos de governo autônomo é assinada por Israel e pela OLP, como representante do povo palestino. Implementaçã o do governo autônomo palestino na Faixa de Gaza e Jericó. É assinado o Tratado de Paz entre Israel e Jordânia. Rabín, Peres e Arafat recebem o “Prêmio Nobel da Paz”. É implementada a ampliação do governo autônomo palestino na Margem Ocidental e na Faixa de Gaza; é escolhido o “Conselho Palestino”. Escalada do terrorismo árabe fundamentalist a contra Israel. Represália pelos ataques terroristas de Jizbalá contra o norte de Israel. Israel e AP assinam o “Protocolo de Hebrón”. Israel celebra o Cinquentenário. Israel e a OLP assinam o Memorando do rio Wye para facilitar a implementação do Acordo Interino. Fim das negociações. Segunda Intifada palestina. Israel começa a construir a barreira de segurança na Cisjordânia. Mais mortes em Gaza. Fim da ocupação em Gaza. Hamas chega ao poder. Golpe contra uma base israelense. Capturam o Guilad Shalit. Guilad Shalit foi liberado em 18/10 em troca de 1000 prisioneiros palestinos.

44 44 Cartão Nº1 a. A Muralha da China A enorme muralha é uma antiga fortificação chinesa construída e reconstruída entre o século V a.C. e o século XVI para proteger a fronteira norte do Império Chinês durante as sucessivas dinastias imperiais contra os ataques dos nômades Xiongnu da Mongólia e da Manchuria.

45 45 Cartão Nº2 b. Muro de Berlim O Muro de Berlim (denominado "Muro de Proteção Antifascista" pela socialista República Democrática Alemã e "Muro da Vergonha" pela opinião pública ocidental) fez parte das fronteiras alemãs desde 13 de agosto de 1961 até 9 de novembro de 1989, separando a República Federal Alemã da República Democrática Alemã.

46 46 Cartão Nº3 c. Muro “fronteira EUA – México” O muro da fronteira entre os Estados Unidos e o México, conhecido coloquialmente no México como "Muro da Tortilha" é uma muralha física construída pelos Estados Unidos em sua fronteira com o México. Seu objetivo é impedir a entrada de imigrantes ilegais procedentes do sul no território dos EUA. Sua construção começou em 1994 com o programa de luta contra a imigração ilegal conhecido como "Operação Guardião".

47 47 Cartão Nº4 d. O Gueder HaBitajón em Israel Em 2002 o governo de Israel, através de seu Primeiro Ministro Ariel Sharón, aprovou formalmente os planos de construir uma barreira de segurança como medida defensiva para evitar que os terroristas palestinos atingissem seus objetivos civis no interior de Israel.

48 "É um sofrimento cotidiano", se lamenta Naila Saik, uma operadora de câmara palestina que trabalha em Tel Aviv. "Cada manhã me levanto para ver se o passo está aberto, porque é habilitado quando eles querem. Estamos todos destruídos pelos pontos de controle. Ficamos muito nervosos". 48 Testemunhos contra a construção do Gueder HaBitajón Hassan Jarub tem aproximadamente 50 anos. É um homem de negócios com pele cetrina, movimentos enérgicos e está sempre dando ordens aos seus funcionários do viveiro ou atendendo seu telefone celular sem parar de andar em círculos e controlar que os vasos estejam perfeitamente alinhados com suas tangerinas e laranjas, acomodados em tendas brancas de 25 metros de comprimento. Em Qalqilya diziam que era o dono do melhor viveiro do Oriente Médio, a 5 quilômetros do Mar Mediterrâneo. Era, só isso. A maior parte de seu campo, cerca de 5 hectares, ficou atrás do muro. Sua própria casa está no centro do invernadouro, a apenas 10 metros do muro. Jarub, olhando para o muro uma e outra vez, diz: "antes se podia ver o mar daqui. Agora não só não posso vê-lo, já não posso chegar lá". Hassan Jarub está ressentido. Tinha vários viveiros, poços de água e sistemas de irrigação que as máquinas demoliram em um segundo. "Espero viver em paz algum dia, mas não será enquanto "isso" esteja separando as minhas terras" assegura à equipe de Clarín - Telenoche que o entrevista à sombra do muro. "Em 1948 tiraram as terras dos meus avós, em 1967 dos meus pais e agora tiram as minhas terras. O que vai ficar para os meus filhos?" pergunta.

49 49 Micky Kratsman é um fotógrafo judeu que vem retratando as alternativas do conflito entre israelenses e palestinos desde 1986. Conhece muito bem Qalqilya antes e depois da barreira. "O que fizeram não é ingênuo, porque se milhares de famílias estão desalojando Qalqilya e se mudando para outros povoados no interior da Cisjordânia é porque o muro fez a sua parte. Tenho medo de que se o sistema de Qalqilya funciona, seja aplicado em outros lugares" avisa. Kratsman é um desses poucos israelenses que acreditam que a paz chegará quando Israel devolva os territórios ocupados e derrube o muro. “Moro perto da fronteira com os Estados Unidos. Em Tijuana, Tecate e Mexicali existe um muro muito similar. Estou completamente em desacordo com a construção dessas muralhas que só aumentam as diferenças entre um lado e outro. O que devem construir e fortificar é a paz e o diálogo". Ricardo Meza, Ensenada, Baja California, México.

50 50 Em uma madrugada do ano passado, um adolescente palestino atravessou os campos vizinhos a Qalqilya antes de acionar o detonador do anel de explosivos que rodeava sua cintura, apenas um quilômetro e meio mais para lá, em um posto de gasolina, que paradoxalmente se chama “Encontro pela paz”. O terrorista e 2 estudantes do grupo que esperava o ônibus -um deles Elirán Rozemberg, filho de um argentino- morreram e outros ficaram inválidos. Ainda atravessado pela dor, o pai de Elirán defende a construção do muro: "Se houvesse estado o muro, você e eu não estaríamos falando sobre isso agora, nem teríamos nos conhecido, e meu filho estaria vivo e eu seria um homem feliz", diz com infinita tristeza nos olhos. Testemunhos a favor do Gueder HaBitajón “Estou a favor do muro. Foi demonstrado que diminuíram as tentativas de atentados. Isso significa que salva vidas. Além disso, qualquer país democrático faria o que faz Israel para se defender de loucos extremistas". Michael, Assunção, Paraguai. “Israel tem muita coragem para defender seus cidadãos do terrorismo e dos assassinos de jovens. Se o muro é um obstáculo que salva vidas, não há lei mais importante que contemplar". Facundo, Buenos Aires, Argentina.

51 51 “Se serve para evitar que terroristas palestinos ataquem civis em Israel, então: viva o muro! E deveríamos condenar esses ataques e não o muro. É como o muro que rodeia minha casa. Ajuda a proteger a minha família dos ladrões de gente que é uma ameaça para a segurança da minha família. Se não fosse assim, eu o derrubaria”. J. Panuco, EUA “Todos os países têm o direito e a obrigação de proteger seus cidadãos. Esta premissa está por cima de se é ilegal ou não. Pergunto o que teriam votado os integrantes da corte da Haya, se nas suas cidades os terroristas dinamitassem veículos, restaurantes públicos, etc… com a frequência com que o fazem em Israel”. “Sem dúvida foi e é uma medida de defesa e de proteção adequada”. Morris Yaffe, Montevidéu, Uruguai.


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