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1 DEZ TESES SOBRE A SOCIEDADE DO CONHECIMENTO mário murteira, Julho 2006 A economia do conhecimento vem antes da sociedade do conhecimento.

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1 1 DEZ TESES SOBRE A SOCIEDADE DO CONHECIMENTO mário murteira, Julho 2006 A economia do conhecimento vem antes da sociedade do conhecimento

2 2 User GuideUser Guide Note on the KAM Technical Notes Data Sources Regions HDI Categories Income CategoriesNote on the KAMTechnical NotesData SourcesRegionsHDI CategoriesIncome Categories KAM Home Page > KAM Modes Page > Regions > Countries > Chart Open chart in a separate window CountryKEIEcon. Incentive RegimeInnovationEducation Information Infrastructure Sweden Finland Norway Iceland USA Netherlands Austria Japan Ireland Hong Kong Spain Portugal Hungary Poland Brazil Mexico China India Angola Knowledge Index (most recent)1995 HDI Average Income Average SearchSearch | Index | Feedback | Help | WB HomeIndexFeedbackHelpWB Home © 2002 The World Bank Group, All Rights Reserved. Terms and Conditions

3 3 Em três séculos, a população mundial cresceu dez vezes Houve crescimento demográfico, crescimento económico e «desenvolvimento humano» Há (muitas) mais pessoas que, em média, vivem mais, melhor e sabem mais O «Progresso» faz sentido (ainda) Primeira tese a História como crónica de «desenvolvimento humano»

4 4 Segunda tese O ESPAÇO DE LIBERDADE INDIVIDUAL É MAIOR DO QUE NUNCA O ser humano está mais liberto da superstição, da comunidade local, da família tradicional, do estado e do partido A promoção da mulher é talvez o facto mais marcante do início do séc. XXI Promove-se a «liberdade cultural para o desenvolvimento humano» (ONU) A mensagem de «Os Lisboetas» No Ocidente, passou-se da era do político, depois do social, à era do cultural (Alain Touraine)

5 5 Terceira tese Maior liberdade e transparência podem todavia conduzir a maior frustração A globalização acentuou desigualdades, a nível internacional e intra-nacional As novas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) tornaram o mundo mais transparente; hoje, como nunca «os reis vão nus» Aumentaram as distâncias entre o que se deseja e o que se consegue, entre aspirações e expectativas A dimensão ideológica da amarga conjuntura portuguesa actual exprime este efeito

6 6 Quarta tese O maior «espaço de liberdade individual» permite a auto-gestão do conhecimento Apesar dos efeitos negativos da globalização Apesar das ameaças ao «modelo social europeu» Está ao alcance dos «trabalhadores do conhecimento» um processo continuado de aprendizagem gerido pelo sujeito do conhecimento Maior esperança de vida permite novas ocasiões para «começar de novo»

7 7 Quinta tese É necessário conjugar empregabilidade com flexibilidade na «nova economia do trabalho» O jovem trabalhador é muitas vezes forçado a aceitar «ganchos, tachos ou biscates»(Machado Pais) Entretanto, na prática, procuram-se novos modelos de coesão social na Europa A «Economia do Trabalho» do apogeu da social democracia encontra-se em transição para uma «Nova Economia do Trabalho» Procuram-se vias de «flexi-segurança» no emprego

8 8 Sexta tese Na prática, estamos mais perto da economia do que da sociedade do conhecimento (Peter Drucker) O conhecimento geralmente procurado é o conhecimento valorizado pelo mercado Um «mercado de conhecimento» ocupou o lugar do «mercado de trabalho» na acumulação de capital O emprego possível. muitas vezes, não coincide com o projecto de vida do sujeito do conhecimento Confunde-se com frequência o desejo com a realidade nas análises da «sociedade do conhecimento»

9 9 Sétima tese Pode fazer-se, ou tentar-se, a construção do próprio emprego «baseado no conhecimento» Isso é possível, em sintonia com o projecto pessoal de construção do sujeito do conhecimento Mas é um exercício arriscado ( como o «jóvem ousado do trapézio voador» num famoso conto de William Saroyan) Requer espírito empreendedor, capacidade para enfrentar o risco e a incerteza Os chamados sistemas nacionais e regionais de inovação apoiam tais iniciativas As universidades «empreendedoras» podem (devem ) também ajudar

10 10 Oitava tese O domínio das novas TIC é condição necessária mas insuficiente do êxito É necessário «aprender a nadar» na emergente economia do conhecimento, mas são variados os mares e oceanos no mercado global Basta imaginar e comparar, por exemplo, os contextos da América do Norte, da Finlandia ou Dinamarca, China, Cabo Verde, Moçambique …e Portugal Também aqui se diz que os caminhos, como as pessoas, «fazem-se fazendo-se»

11 11 Nona tese O potencial luminoso destas perspectivas apela para «outra globalização» mais justa e solidária Um relatório recente duma comissão criada pela OIT, liderada pelos Presidentes da Tanzania e da Finlandia e também editado em Portugal, propõe vários objectivos, «Por uma globalização justa» Mas há hoje toda uma incipiente «cidadania global», ainda que confusamente, a lutar por isso na economia do séc. XXI A UE deveria contribuir activamente para tanto, procurando ao mesmo tempo adaptar e renovar o seu «modelo de coesão social» A «Estratégia de Lisboa» relançada corrigiu a excessiva ambição e a ingenuidade da formulação inicial, e espera-se que permita melhores resultados

12 12 Décima tese Portugal atravessa uma fase decisiva na sua transição para a EBC Portugal tem uma trajectória recente de divergência no seio da UE Ao mesmo tempo, apresenta perfis conhecidos de desigualdade na repartição do rendimento, de exclusão social e de atraso no acesso ao conhecimento que são preocupantes As perspectivas económicas a curto e médio prazo são incertas e não é mais previsível um grande impulso externo para o «bom caminho» É pois necessário tornar credível o esforço de transição para a economia «baseada no conhecimento» para que também seja credível a aproximação da «sociedade do conhecimento»


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