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Trabalho Escolar de Filosofia Diálogo Sobre a Ciência - Parte 4.

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1 Trabalho Escolar de Filosofia Diálogo Sobre a Ciência - Parte 4

2 Itens a discutir: O método experimental: a observação e a indução Definição de dedução A indução e a dedução:comparação Objecções às críticas à indução O probabilismo

3 Críticas ao método experimental: 1ª crítica à observação Constata-se que a observação dos factos não é o ponto de partida da Ciência, pois já existem expectativas e noções prévias do que se vai observar que vão interferir na própria observação, por exemplo: uma imagem pode ser interpretada de várias maneiras, dependendo da formação que cada pessoa possui.

4 2ª crítica à observação: A segunda crítica é feita à questão da imparciabilidade da observação: as observações não são imparciais. Estas não o são, visto que se verifica em cada observação que se faz uma infinidade de interpretações do material que está em estudo. Por exemplo, esta foto pode representar várias tubos de ensaio com ácido para uma pessoa com formação, e pode ser um conjunto de tubos com rolhas para outra.

5 3ª crítica à observação: Esta baseia-se na seguinte teoria: a observação é sempre selectiva. Para que haja observação é necessário que haja um objecto escolhido, do qual centramos o nosso interesse. Num contexto científico, os cientistas escolhem apenas os aspectos da situação que lhes interessam para o seu estudo.

6 Críticas ao método experimental: crítica à indução: A indução é um tipo de argumento, no qual se faz, a partir de um determinado número de factos observados, uma generalização, permanecendo universal ou não. É esta crítica que se faz, pois as hipóteses confirmadas numa experiência não obriga a que essa hipótese seja verdadeira. Por exemplo: se numa experiência feita a várias casas se verificar que todas são castanhas, conclui-se então que todas as casas são castanhas, sendo esta hipótese verdadeira ou não. A indução não oferece segurança absoluta na tese feita.

7 Definição de dedução: A dedução caracteriza-se por ser um argumento que parte de certas premissas consideradas verdadeiras e universais e chega a uma conclusão que se segue logicamente das premissas. Por exemplo: 1ª premissa: Todos mamíferos são animais; 2ª premissa: Os cavalos são mamíferos; posso concluir então que Todos os cavalos são animais.

8 A indução e a dedução: comparação O primeiro ponto a esclarecer é este: os argumentos dedutivos dão-nos a garantia que os indutivos nunca poderão dar. Do seguinte modo: se as premissas do exemplo anterior são ambas verdadeiras, e o argumento é válido tem de ser verdade que todos os cavalos são animais. Ou seja, se o argumento for válido é impossível as premissas serem verdadeiras e a conclusão falsa. É por isso que se diz que os argumentos dedutivos preservam a verdade.

9 A indução e a dedução : comparação (continuação) Quanto aos argumentos indutivos, estes realizam sempre generalizações, cuja verdade é duvidosa. Basta um simples caso diferente para negar a conclusão feita em milhares de outras observações. É por isso que se pode dizer que os argumentos indutivos não são totalmente fiáveis.

10 1ª objecção às críticas à indução: Na prática, a indução parece funcionar, esta não pode ser posta em causa, pois a própria Ciência se baseia no princípio desta, visto que graças a este método foi possível prever e fazer acontecer tantos feitos. Ex: Foi através da Ciência que foi possível mandar sondas a Marte.

11 2ª objecção às críticas à indução: A indução é o melhor método que temos, visto que se trata do melhor tipo de argumentação na qual se pode prever melhor o futuro e a chegar a ideias nunca antes reflectidas.

12 Resposta à 2ª objecção às críticas à indução: A petição de princípio é um tipo de falácia, em que se afirma na conclusão algo que já estava aceite como verdadeiro nas premissas.Neste caso, conclui-se que a indução é fiável com base na premissa que mostra que este argumento é um argumento fiável. Resposta: petição de princípio

13 3ª objecção às críticas à indução: A conclusão de um argumento indutivo não é absolutamente certa, mas pode-se dizer que é muito provável que seja verdadeira.

14 O probabilismo: O probabilismo é um argumento muito utilizado para defender a indução. Este argumento também não é perfeito como o anterior. Pelo número de vezes que algo tenha acontecido sucessivamente, é provável que esse acontecimento se repita sempre, ao pensarmos assim cometemos o mesmo erro: confiar na indução para justificar a confiança na indução. O probabilismo é então um argumento circular.

15 Trabalho realizado por : Carina Máximo, nº3, 11ºA Carlos Cheoo, nº4, 11ºA Carolina Lourenço, nº5, 11ºA Rui Grande, nº24, 11ºA


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