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11º Ano Questões preparação para exame Soluções. 8. Argumentação, retórica e Filosofia (p.197) Exercício 1 1 - A ; 2 - B; 3 - A; 4 - D; 5 – D; 6 – C;

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1 11º Ano Questões preparação para exame Soluções

2 8. Argumentação, retórica e Filosofia (p.197) Exercício A ; 2 - B; 3 - A; 4 - D; 5 – D; 6 – C; 7 – C; 8 – C; 9 – A; 10 – D. Exercício 2 1. Argumento de autoridade. Neste argumento apela-se a uma autoridade para justificar determinada posição (a de apoio à teoria da evolução). Neste caso, são os «biólogos reputados».

3 Exercício 2 (cont) 2. Argumento por analogia. O argumento por analogia parte normalmente de uma comparação e justifica, a partir daí, a conclusão. Neste caso, parte da comparação entre o homem e o animal e do comportamento semelhante em caso de queimadura. Por analogia, conclui-se que, assim como o homem sente dor nessa circunstância, também o animal nessa circunstância a sente.

4 Exercício 2 (cont) Argumento indutivo, previsão. No argumento indutivo a verdade da conclusão nunca está assegurada, mesmo que as premissas sejam verdadeiras. Pode-se partir de casos particulares e generalizar para o universo total –generalização- ou partir de alguns casos passados e concluir para o futuro – previsão. Neste caso, admite-se que o que tem acontecido no passado de modo regular – relação entre o aumento de impostos e o desemprego - aconteça igualmente no futuro.

5 Exercício 3 (cont) 4. Argumento por analogia. Baseia-se na comparação entre o estado e um grande organismo. Aquilo que vale para o organismo (a realidade mais conhecida), vale para o Estado, (a realidade menos conhecida). Tal como num organismo saudável cada órgão cumpre bem a sua função, assim também num Estado saudável, cada cidadão deve cumprir bem a sua função.

6 Exercício 4 - Falácias 1. Falácia ad hominem. 2. Falso dilema. 3. Petição de princípio -pressupõe-se o que está em questão; toma-se como um dado – descreve-se o aborto como um assassínio cruel - o que se quer provar – que é imoral. 4. Apelo à ignorância 5. Falso dilema.

7 Exercício 5 – Retórica e Filosofia 1. O problema da utilidade da retórica. 2. Não. Quem tem conhecimento, se pretende persuadir quem o não tem, precisa da argumentação e da retórica para obter a adesão. A argumentação e a retórica supõem um contexto comunicativo, uma posição a defender com a finalidade de obtenção da adesão do auditório. Nota: Atualmente pode-se acrescentar - A retórica é usada num contexto comunicativo, tendo um papel fundamentalmente de esclarecimento de um assunto acerca do qual pode existir mais do que um ponto de vista. Numa boa argumentação – argumentação racional - os argumentos utilizados terão de ser pertinentes, fortes e credíveis, a persuasão pode ser denominada como racional e o auditório é respeitado na sua racionalidade e liberdade.

8 A Retórica e a Filosofia (cont) 3. Este uso da retórica (utilizar a persuasão em lados opostos de uma questão) não é para ser utilizado, ao modo sofístico, como um treino habilidoso para ludibriar (enganar, manipular), consoante as conveniências. Mas convém conhecer essa possibilidade, para uma melhor compreensão dos dois lados de uma questão, vendo mais claramente e desenvolvendo maior capacidade de argumentação e contra-argumentação (de refutação). Pode haver um mau uso da retórica, como o autor reconhece, porque se pode argumentar «desonestamente», quer dizer sem ser ao serviço da verdade (era esta aliás, a crítica de Platão ao uso da retórica pelos sofistas). Também por isso, conhecer as estratégias argumentativas é uma defesa contra os que a usam desonestamente. NOTA : Platão, ao associar a retórica à prática dos sofistas estabeleceu um conflito entre a retórica e a filosofia. O conflito entre Platão (na sequência e através da figura de Sócrates) com os sofistas representava o ponto de vista de confronto entre a pesquisa pelo conhecimento – racional e universal – do filósofo e a diversidade das opiniões num mundo de aparências onde o conhecimento não era possível. Além disso, Platão associava o conhecimento, a verdade e o Bem, sendo este o objeto superior da pesquisa filosófica. Assim, diferentemente da visão aristotélica, há uma visão fundamentalmente negativa da retórica no pensamento socrático-platónico.

9 Retórica e Filosofia (cont) 4. Segundo o autor do texto há o reconhecimento de que a retórica pode ser mal utilizada, o que não a desvaloriza sob o ponto de vista da sua utilidade. Além disso, considera que a verdade e a justiça têm «tendência natural» para prevalecerem, o que faz com que os oradores que a defendem tenham vantagem sobre os outros, pois terão mais facilidade em persuadir.

10 9. Actividade cognoscitiva 1 – B; 2 – B; 3 – D; 4 – C; 5 – A; 6 – A; 7 – C; 8 – D; 9 – A; 10 – B.


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