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RUPTURA DO TENDÃO FIBULAR TERCEIRO DURANTE MONTA NATURAL 1 Mestranda em Saúde Animal – Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária – FAV/UNB*

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Apresentação em tema: "RUPTURA DO TENDÃO FIBULAR TERCEIRO DURANTE MONTA NATURAL 1 Mestranda em Saúde Animal – Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária – FAV/UNB*"— Transcrição da apresentação:

1 RUPTURA DO TENDÃO FIBULAR TERCEIRO DURANTE MONTA NATURAL 1 Mestranda em Saúde Animal – Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária – FAV/UNB* 2 Residente do Hospital Escola de Grandes Animais da Granja do Torto – FAV/UnB; 3 Professor Adjunto de Clínica e Equinos –FAV/UnB ; 4 Professora Adjunta de Cirurgia de Grandes Animais – FAV/UnB. O tendão fibular terceiro caracteriza-se por ser uma estrutura músculo-tendínea de grande resistência, sendo componente importante do aparelho recíproco, mantendo flexões e extensões coordenadas das articulações társicas e femoro-tibio-patelares. Sua ruptura é relativamente rara, podendo ocorrer devido à hiperextensões traumáticas do tarso e manifesta como sinal clínico clássico, a capacidade de extensão da articulação társica com a articulação femoro-tibio- patelar flexionada, indicando a perda da integridade do aparelho recíproco, além de enrugamento do tendão comum do calcâneo na região caudo-lateral da coxa. Como opção de tratamento, o repouso completo parece ser o mais eficaz, por meio de confinamento em baia por 4 a 6 semanas, seguido de exercício controlado na guia durante 8 semanas. Observando-se que na maioria dos casos, o prognóstico é favorável, conseguindo-se a movimentação normal do membro e, se adequadamente condicionado, o retorno ao trabalho habitual Introdução Relato de Caso Conclusão O diagnóstico de ruptura do tendão fibular terceiro pode ser facilmente realizada por meio de exame clínico e o repouso por aproximadamente 70 dias seguido de exercícios controlados mostrou-se efetivo para resolução total desta afecção, porém, a intervenção rápida e adequada é fator determinante para o sucesso do tratamento Brasília/2010 Luis Fernando O. Varanda 1 ; Cinthia Beatriz da S. Dumont 1 ; Ana Lourdes A. A. Mota¹; Mariana Damazio Rajão 2 ; Fernanda A. Fonseca 2 ; Ernane P.F. Novaes 2 ; Antonio Raphael T. Neto 3 ; Roberta F. de Godoy 4 Foi atendido no Hospital Escola de Grandes Animais da Universidade de Brasília, um garanhão da raça Mangalarga Marchador, com 09 anos de idade e 410 kg, com histórico de queda sobre os membros posteriores durante a intenção de realizar cobertura. Ao exame clínico, observou-se claudicação grau III, um enrugamento na região do tendão comum do calcâneo com o animal ainda em estação, que se tornou ainda mais evidente no momento em que se levantou e estendeu caudalmente o membro. Foi notado que a articulação társica permitia a realização de extensão enquanto a articulação femoro-tibio-patelar permanecia flexionada. O diagnóstico foi de ruptura do tendão fibular terceiro. O animal foi imobilizado com bandagem compressiva e mantido em baia. Para controle da dor foi utilizado fenilbutazona (4,4mg/kg IV) durante 05 dias. Aos 14 dias de internação, recebeu alta sob recomendação de repouso por 60 dias seguido de retorno gradual às atividades. Figura 1- Extensão da articulação tarsica com grande facilidade, enquanto a articulação femoro-tibio-patelar permanece flexionada. Figura 2- Enrugamento na região do tendão comum do calcâneo (seta).


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