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DEPARTAMENTO DE VETERINÁRIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA IMPORTÂNCIA DA DESMITE DO LIGAMENTO SUPRAESPINHOSO NOS DIAGNÓSTICOS DE LOMBALGIA EM EQUINOS.

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Apresentação em tema: "DEPARTAMENTO DE VETERINÁRIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA IMPORTÂNCIA DA DESMITE DO LIGAMENTO SUPRAESPINHOSO NOS DIAGNÓSTICOS DE LOMBALGIA EM EQUINOS."— Transcrição da apresentação:

1 DEPARTAMENTO DE VETERINÁRIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA IMPORTÂNCIA DA DESMITE DO LIGAMENTO SUPRAESPINHOSO NOS DIAGNÓSTICOS DE LOMBALGIA EM EQUINOS MARCHADORES NO ESTADO DE MINAS GERAIS Daniel Queiroz França 1 ; Brunna Patrícia Almeida da Fonseca 2 1- Estudante de graduação e bolsista de Iniciação Científica PROBIC/CNPq, Universidade Federal de Viçosa 2- Professora Adjunta / Orientadora, Universidade Federal de Viçosa INTRODUÇÃO MATERIAIS E MÉTODOS RESULTADOS E DISCUSSÃO Com a grande procura por animais de sela destinados ao lazer familiar e a competições, observa-se um aumento no nível de exigência atlética dos mesmos. Devido à tal fato, associado à característica das provas de marcha exigir resistência, condicionamento e esforço físico do animal, uma alta incidência de afecções do sistema locomotor é notada, podendo a dor lombar representar 4,35 a 32% dessas afecções. A desmite do ligamento supraespinhoso (LSE), dentre as lombalgias, é uma lesão que acomete mais comumente os segmentos entre T14 e L3 da coluna vertebral de equinos atletas. O tamanho e a anatomia funcional complexa, conjuntamente com a alta exigência dos ligamentos que estabilizam a coluna vertebral toracolombar durante a prática das modalidades esportivas, parecem estar relacionados às causas dessa afecção. Entretanto, limitações no diagnóstico e tratamento devido à dificuldade de realização do exame clínico e exploração das estruturas que compõem a região toracolombar são associadas a um considerável custo e possuem um grande impacto na indústria do cavalo. Diante disso o objetivo do presente trabalho foi avaliar a prevalência da desmite do ligamento supraespinhoso em equinos marchadores no Estado de Minas Gerais ressaltando a necessidade da padronização de um exame físico e do emprego de exames complementares que possibilitem o diagnóstico mais preciso quanto ao local e característica das lombalgias. No presente trabalho foram utilizados 14 animais marchadores em atividade, com idade entre 4 e 17 anos, de ambos os sexos e com histórico de claudicação e/ou diminuição de performance. Os animais foram atendidos no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Viçosa ou em regiões e municípios adjacentes. Em cada atendimento os equinos eram submetidos ao exame físico da região toracolombar (figura 1), composto pela inspeção, palpação, testes de mobilidade e análise do animal em movimento, segundo o protocolo de Fonseca (2008). Posteriormente realizava-se o exame ultrassonográfico utilizando um transdutor linear de 7.5 MHz. Para tal era feita uma preparação da área a ser acessada, umedecendo os pelos com álcool etílico e aplicando gel de contato hidrossolúvel para melhor contato com o transdutor. Foram obtidas imagens longitudinais e transversais à linha axial dorsal para se obter total acesso às estruturas, como sugerido por Denoix (1999) e Fonseca (2008). As alterações do LSE foram, então, caracterizadas em relação à ecogenicidade e paralelismo das fibras. O LSE possui um padrão ecóico mais fibroso na região lombar; apresenta fibras longitudinais paralelas, que se tornam levemente oblíquas em sua inserção no ápice dos processos (figura 2A). Lesões hipoecóicas do ligamento supraespinhoso são compatíveis com desmites agudas (figura 2B). Focos hiperecóicos, com ou sem sombras acústicas, podem ser visualizadas no ligamento supraespinhoso e refletem desmopatias crônicas (figura 2C). Desmites de inserção podem ser identificadas por irregularidades na superfície dos processos espinhosos, com alterações na ecogenicidade e orientação das fibras do ligamento (figura 2D). CONCLUSÃO O exame detalhado da região toracolombar é de extrema importância no diagnóstico de desmite do ligamento supraespinhoso, concordando com a literatura de ser esta a lesão mais prevalente dentre as enfermidades toracolombares em equinos atletas. Os resultados do presente trabalho mostraram que 12, ou seja, 85,7% do total de animais examinados, apresentaram algum grau de lesão no ligamento supraespinhoso compatível com o diagnóstico de desmite. Resultado similar também foi encontado por Henson et al. (2007) em um estudo realizado com 39 equinos. Os autores relataram que todos os animais examinados apresentaram pelo menos uma imagem sugestiva de desmite no LSE durante avaliação ultrassonográfica dos mesmos. Os autores não encontraram diferença entre os grupos de equinos estudados, independente se eram atletas ou apresentavam sinais clínicos de dor lombar. Em relação a distribuição das lesões encontradas, 43,2% acometiam os segmentos entre T14 e T18 da coluna vertebral (gráfico 1), concordado com os dados encontrados por Jeffcott (1980), em um estudo de 443 casos; Henson et al. (2007) e Alves et al. (2004). FIGURA 2 – Imagens ultrassonográficas longitudinais do LSE e lesões (setas) compatíveis com desmite. (A) padrão normal do LSE; (B) foco hipoecóico; (C) pontos hiperecóicos; (D) irregularidade da superfície óssea. FIGURA 1 – Testes de mobilidade realizados durante o exame físico dos animais. Nº de Lesões Local das Lesões (A)(B)(C) (D)


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