A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

PLEUROPNEUMONIA EM EQUINO POR PASSAGEM DE SONDA NASOGÁSTRICA POR VIA ERRÁTICA 1- Médico Veterinário Residente HVET-UnB; 2- Professor FAV-UnB; 3- Professor.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "PLEUROPNEUMONIA EM EQUINO POR PASSAGEM DE SONDA NASOGÁSTRICA POR VIA ERRÁTICA 1- Médico Veterinário Residente HVET-UnB; 2- Professor FAV-UnB; 3- Professor."— Transcrição da apresentação:

1 PLEUROPNEUMONIA EM EQUINO POR PASSAGEM DE SONDA NASOGÁSTRICA POR VIA ERRÁTICA 1- Médico Veterinário Residente HVET-UnB; 2- Professor FAV-UnB; 3- Professor UFMG; A pleuropneumonia séptica é uma enfermidade clinicamente relevante na medicina eqüina, apresentando diversos fatores predisponentes. Caracteriza-se por colonização do parênquima pulmonar e extensão do processo infeccioso até a pleura visceral e espaço pleural (DECHANT, 1997). O sucesso terapêutico é dependente da identificação precoce, associada à instituição de terapia adequada (RAIDAL, 1995). Em geral, os eqüinos acometidos apresentam febre, letargia e intolerância ao exercício. Com o avanço da doença, pode-se observar descarga nasal mucopurulenta e sons pulmonares anormais (WILKINS, 2003). A ausência de tratamento ou a utilização de protocolos inadequados resultam em doença crônica, caracterizada pelo envolvimento de bactérias anaeróbicas e uma fraca resposta à terapia. Na pleuropneumonia anaeróbica, os principais achados post-mortem da incluem: abcessos pulmonares ou subpleurais, necrose pulmonar e liquefação, fístulas bronqueopleurais, acúmulo de exsudato e efusão pleural (RAIDAL, 1995). Palavras- chave: pleuropneumonia, toracocentese, sondagem nasogástrica Introdução Relato de Caso Conclusão Com os achados da necropsia juntamente com o histórico e a clínica do animal, foi diagnosticado pleuropneumonia necropurulenta induzida por trauma por sonda nasogástrica e aspiração. Brasília/2010 Fonseca, F. A.1; Godoy, R. F.2; Ximenes, F. H. B.2; Maranhão, R. P. A.3; Rajão, M. D.1 Um eqüino macho da raça Brasileiro de Hipismo com dez anos de idade foi recebido no Hospital Veterinário de Grandes Animais da UnB. O histórico era de um episódio de obstrução esofágica há cerca de seis dias, diagnosticada e tratada por médico veterinário autônomo. Na propriedade, foi realizada a desobstrução esofágica por meio de sondagem nasogástrica, repetidas vezes e iniciada antibioticoterapia com penicilina em subdose e oxitetraciclina. Após dois dias, o animal apresentou anorexia que se estendeu por mais quatro dias até ser encaminhado ao Hospital Veterinário. Durante o exame físico, o eqüino encontrava-se em estação, apresentando depressão, desidratação, escore corporal 2 (0 a 5) (CAROLL EHANTINGTON, 1988), sialorréia, odor pútrido no ar expirado e secreção nasal bilateral de odor pútrido e coloração castanha escura associada à presença de estrias de sangue. O animal apresentava ainda taquicardia (108 bpm), dispnéia grave, ruído traqueal exacerbado e sibilos, crepitação e estertores úmidos na área pulmonar brônquica. Apresentava mucosas congestas, indicando toxemia. O hemograma revelou hipoproteinemia e hematócrito de 53,6%. A taxa de leucócitos apresentou-se normal, porém após correção da desidratação notou-se uma leucopenia com neutrofilia relativa. O animal também apresentou uma leve alcalose respiratória, O exame ultrassonográfico da cavidade torácica revelou efusão pleural em grande quantidade e presença abundante de depósito de fibrina e espessamento da pleura. O tratamento instituído foi flunixin meglumine na dose antiendotoxêmica (0,25 mg/kg QID), sulfadoxina e trimetoprima (30mg/Kg) e fluidoterapia para correções hidroeletrolíticas. Foi realizada toracocentese bilateral para drenagem da efusão pleural, revelando uma efusão de odor pútrido, turva e coloração marrom escura, o volume obtido foi de aproximadamente 10 litros no lado direito. No lado esquerdo obteve-se mais ou menos 5 litros de efusão amarelo- alaranjada turva. Devido a gravidade do caso foi optado pela eutanásia do animal. Durante a necropsia, a mucosa da porção final da traquéia apresentou coloração cinza-esverdeada, com presença de conteúdo mucoso acinzentado e de odor pútrido. Na porção caudal do lobo cranial do pulmão direito, foi observada uma ruptura de aproximadamente 5cm de diâmetro. Esta ruptura apresentou comunicação com o brônquio principal direito, indicando possível ruptura por sondagem traqueal. Em toda esta região, o parênquima pulmonar tinha coloração cinza-esverdeada, odor fétido, com presença de conteúdo purulento no interior dos bronquíolos e de consistência friável. A superfície pulmonar estava coberta de fibrina e havia aderência na superfície parietal torácica. O pericárdio estava coberto por fibrina e espessado com consistência firme. Os achados histopatológicos evidenciaram pleura visceral com acentuado infiltrado neutrofílico, com algumas células mononucleares e necrose difusa com deposição de fibrina. Observou-se acentuado infiltrado pulmonar neutrofílico na luz dos alvéolos, com quantidade moderada de macrófagos espumosos. Também foram encontrados alguns alvéolos com fluido proteináceo na luz (edema) e alguns com fibrina, áreas de necrose e acentuado edema no tecido conjuntivo interlobular. Figura 1- ultra-som revelando grande quantidade de efusão, espessamento da pleura e depósito de fibrina, bem como descontinuidade do parênquima pulmonar direito. Figura 2- aspecto da cavidade torácica e do pulmão durante a necropsia, evidenciando ruptura no parênquima pulmonar.


Carregar ppt "PLEUROPNEUMONIA EM EQUINO POR PASSAGEM DE SONDA NASOGÁSTRICA POR VIA ERRÁTICA 1- Médico Veterinário Residente HVET-UnB; 2- Professor FAV-UnB; 3- Professor."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google