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Seqüestro de Carbono - Um Caminho para Mitigação das Mudanças Climáticas.

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Apresentação em tema: "Seqüestro de Carbono - Um Caminho para Mitigação das Mudanças Climáticas."— Transcrição da apresentação:

1 Seqüestro de Carbono - Um Caminho para Mitigação das Mudanças Climáticas

2 O que é o efeito estufa? O que é o efeito estufa?

3

4 Os gases componentes do efeito estufa Os gases componentes do efeito estufa Contribuição percentual dos diferentes gases-estufa para o aquecimento global, verificada na década de Contribuição percentual dos diferentes gases-estufa para o aquecimento global, verificada na década de 1980.

5 As origens do efeito estufa As origens do efeito estufa

6 O ciclo do Carbono O ciclo do Carbono

7 Os gases causadores do efeito estufa Os gases causadores do efeito estufa Concentrações de CO 2 na atmosfera medidas em Mauna Loa, Havaí, a partir de 1958.

8 As fontes do excesso de CO 2 As fontes do excesso de CO 2

9 AQUECIMENTO GLOBAL Aumento da temperatura média da Terra entre 1,4 e 5,8 °C até 2100 Aumento da temperatura média da Terra entre 1,4 e 5,8 °C até 2100 Efeitos climáticos extremos Efeitos climáticos extremos enchentes, tempestades, furacões e secas, alterações na variabilidade de eventos hidrológicos aumento do nível do mar, mudanças no regime das chuvas, avanço do mar sobre os rios, escassez de água potável e colocando em risco a vida na terra (ameaça à biodiversidade, à agricultura, à saúde e bem-estar da população humana) enchentes, tempestades, furacões e secas, alterações na variabilidade de eventos hidrológicos aumento do nível do mar, mudanças no regime das chuvas, avanço do mar sobre os rios, escassez de água potável e colocando em risco a vida na terra (ameaça à biodiversidade, à agricultura, à saúde e bem-estar da população humana) Os países industrializados são responsáveis por cerca de 71% da emissão global de CO 2. Os países em desenvolvimento, com 80% da população mundial, produzem aproximadamente 18% da emissão total Os países industrializados são responsáveis por cerca de 71% da emissão global de CO 2. Os países em desenvolvimento, com 80% da população mundial, produzem aproximadamente 18% da emissão total

10 Ritmo de aquecimento do planeta Ritmo de aquecimento do planeta

11 Temperaturas médias globais nos últimos mil anos e previsões dos cientistas participantes do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudança Climática (PIMC). Temperaturas médias globais nos últimos mil anos e previsões dos cientistas participantes do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudança Climática (PIMC).

12 Alternativas Alternativas Descarbonização Descarbonização Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL) Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL) Seqüestro de Carbono Seqüestro de Carbono

13 Descarbonização Descarbonização 1. Viabilidade econômica o preço de liquefação o preço de liquefação localização de reservatórios seguros para a estocagem localização de reservatórios seguros para a estocagem impacto ambiental impacto ambiental custos de produção, transporte e armazenamento dos componentes custos de produção, transporte e armazenamento dos componentes

14 Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) créditos de carbono créditos de carbono aumento da eficiência energética aumento da eficiência energética diminuição do uso de combustíveis fósseis diminuição do uso de combustíveis fósseis potencial fonte de recursos para nações em desenvolvimento potencial fonte de recursos para nações em desenvolvimento

15 Sequestro de Carbono Sequestro de Carbono Tema controverso Tema controverso tentativa de minimizar os efeitos do aquecimento global tentativa de minimizar os efeitos do aquecimento global retirada do CO 2 em excesso da atmosfera retirada do CO 2 em excesso da atmosfera

16 O papel da vegetação no seqüestro de Carbono O papel da vegetação no seqüestro de Carbono retirada do CO 2 da atmosfera retirada do CO 2 da atmosfera liberação de O 2 liberação de O 2 manutenção do equilíbrio bioquímico na atmosfera manutenção do equilíbrio bioquímico na atmosfera

17 O Seqüestro de Carbono O Seqüestro de Carbono

18 Os prejuízos ambientais oriundos do desmatamento Os prejuízos ambientais oriundos do desmatamento responsável pelo lançamento anual de aproximadamente 2Gt de carbono na atmosfera responsável pelo lançamento anual de aproximadamente 2Gt de carbono na atmosfera entre 1850 e 1985 o desmatamento foi responsável pelo lançamento de 100 a l3OGt de carbono na atmosfera entre 1850 e 1985 o desmatamento foi responsável pelo lançamento de 100 a l3OGt de carbono na atmosfera os ecossistemas florestais cobrem uma área de 4.1 bilhões de hectares os ecossistemas florestais cobrem uma área de 4.1 bilhões de hectares 42% desse total encontram-se na região tropical 42% desse total encontram-se na região tropical o Brasil possui cerca de 10% dessas florestas o Brasil possui cerca de 10% dessas florestas

19 Entre 1978 e 1994 a área desmatada na região amazônica passou de 78 mil Km² para 470 mil Km² 12% da área florestal original Entre 1978 e 1994 a área desmatada na região amazônica passou de 78 mil Km² para 470 mil Km² 12% da área florestal original

20 A relevância da vegetação no balanço hídrico A relevância da vegetação no balanço hídrico

21 40% da vegetação original do cerrado já foi desmatada 40% da vegetação original do cerrado já foi desmatada

22 A área de remanescente florestal da caatinga dos estados do nordeste foi reduzida em cerca de 47% A área de remanescente florestal da caatinga dos estados do nordeste foi reduzida em cerca de 47%

23 Mata Atlântica abrangia 17 estados brasileiros, cobrindo uma área de Km², tem hoje apenas 9,02% da área original Mata Atlântica abrangia 17 estados brasileiros, cobrindo uma área de Km², tem hoje apenas 9,02% da área original

24 CONVENÇÃO-QUADRO SOBRE MUDANÇA DO CLIMA Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima – 1988 – Toronto – Canadá Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima – 1988 – Toronto – Canadá Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima: 09 de maio de 1992, Nova York: participação de 150 países Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima: 09 de maio de 1992, Nova York: participação de 150 países Rio 92: adesão de 154 países e Comunidade Européia Rio 92: adesão de 154 países e Comunidade Européia Principal meta: estabilização das emissões de gases causadores de efeito estufa, em níveis que evitem a interferência antrópica perigosa no clima mundial Principal meta: estabilização das emissões de gases causadores de efeito estufa, em níveis que evitem a interferência antrópica perigosa no clima mundial Princípio da responsabilidade comum, porém diferenciada Princípio da responsabilidade comum, porém diferenciada Obrigações assumidas: inventários nacionais de emissões de gases de efeito estufa e ações para mitigá-los, formulação e implementação de programas nacionais para o controle da mudança do clima, treinamento e conscientização pública sobre mudança climática, adoção de medidas especiais para limitar a emissão de gases de efeito estufa Obrigações assumidas: inventários nacionais de emissões de gases de efeito estufa e ações para mitigá-los, formulação e implementação de programas nacionais para o controle da mudança do clima, treinamento e conscientização pública sobre mudança climática, adoção de medidas especiais para limitar a emissão de gases de efeito estufa

25 CONVENÇÃO-QUADRO SOBRE MUDANÇA DO CLIMA Brasil aderiu à Convenção de Mudanças Climáticas no ano de 1992, Decreto 001/1994 Brasil aderiu à Convenção de Mudanças Climáticas no ano de 1992, Decreto 001/ : criação da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima, formada pelos Ministérios das Relações Exteriores, da Agricultura, dos Transportes, de Minas e Energia, do Orçamento e Gestão, do Meio Ambiente, da Ciência e da Tecnologia, do Desenvolvimento e da Indústria e Comércio e da Casa Civil da Presidência da República e pelo Gabinete do Ministro de Estado Extraordinário de Projetos Especiais 1999: criação da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima, formada pelos Ministérios das Relações Exteriores, da Agricultura, dos Transportes, de Minas e Energia, do Orçamento e Gestão, do Meio Ambiente, da Ciência e da Tecnologia, do Desenvolvimento e da Indústria e Comércio e da Casa Civil da Presidência da República e pelo Gabinete do Ministro de Estado Extraordinário de Projetos Especiais Dezembro de 2001: ratificação por 186 Estados Dezembro de 2001: ratificação por 186 Estados

26 PROTOCOLO DE KYOTO 3ª Convenção das Partes da Convenção de Mudanças do Clima – COP-3, realizada em dezembro de 1997 em Kyoto, Japão 3ª Convenção das Partes da Convenção de Mudanças do Clima – COP-3, realizada em dezembro de 1997 em Kyoto, Japão Quorum mínimo: 55 Partes da Convenção, contabilizando pelo menos 55% das emissões totais de dióxido de carbono emitidas em 1990 Quorum mínimo: 55 Partes da Convenção, contabilizando pelo menos 55% das emissões totais de dióxido de carbono emitidas em 1990 O Protocolo foi aberto para assinatura de todas as Partes em 16 de março de 1998 e acabou entrando em vigor somente em 16 de fevereiro de 2005, após a entrada da Rússia, que ratificou-o em novembro de O Protocolo foi aberto para assinatura de todas as Partes em 16 de março de 1998 e acabou entrando em vigor somente em 16 de fevereiro de 2005, após a entrada da Rússia, que ratificou-o em novembro de O Brasil assinou o Protocolo em 29 de abril de 1998, ratificando-o em 23 de agosto de O Brasil assinou o Protocolo em 29 de abril de 1998, ratificando-o em 23 de agosto de Estados Unidos e Austrália até hoje não ratificaram o Protocolo, mas estão cumprindo internamente metas de redução dos GEEs com políticas próprias. Estados Unidos e Austrália até hoje não ratificaram o Protocolo, mas estão cumprindo internamente metas de redução dos GEEs com políticas próprias.

27 PROTOCOLO DE KYOTO Ações básicas: reforma dos setores de energia e transportes, promoção do uso de fontes energéticas renováveis, eliminação dos mecanismos financeiros e de mercado inapropriados aos fins da Convenção, limitação das emissões de metano no gerenciamento de resíduos e dos sistemas energéticos, proteção das florestas e de outros sumidouros de carbono Ações básicas: reforma dos setores de energia e transportes, promoção do uso de fontes energéticas renováveis, eliminação dos mecanismos financeiros e de mercado inapropriados aos fins da Convenção, limitação das emissões de metano no gerenciamento de resíduos e dos sistemas energéticos, proteção das florestas e de outros sumidouros de carbono Obrigações criadas pelo Protocolo: aumento da eficiência energética, proteção de sumidouros e reservatórios, formas sustentáveis de agricultura e de energia, políticas fiscais que tenham por fim a redução das emissões de gases de efeito-estufa Obrigações criadas pelo Protocolo: aumento da eficiência energética, proteção de sumidouros e reservatórios, formas sustentáveis de agricultura e de energia, políticas fiscais que tenham por fim a redução das emissões de gases de efeito-estufa Redução de GEE em pelo menos 5% abaixo dos níveis de 1990, entre os anos de 2008 e 2012 Redução de GEE em pelo menos 5% abaixo dos níveis de 1990, entre os anos de 2008 e 2012 Educação, conscientização púbica e treinamento sobre assuntos do clima Educação, conscientização púbica e treinamento sobre assuntos do clima Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas – FBMC, criado em junho de 2000 Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas – FBMC, criado em junho de 2000

28 PROTOCOLO DE KYOTO Ações de redução de GEE: não-doméstica – ações empreendidas por um país em face de outro, com benefício ambiental substancial indireto ao país-parte auxiliador; doméstica ações empreendidas por um país em seu próprio território, com benefício ambiental substancial direto a si mesmo Ações de redução de GEE: não-doméstica – ações empreendidas por um país em face de outro, com benefício ambiental substancial indireto ao país-parte auxiliador; doméstica ações empreendidas por um país em seu próprio território, com benefício ambiental substancial direto a si mesmo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – MDL Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – MDL Requisitos de elegibilidade (compliance) do MDL: participação voluntária aprovada por cada Parte envolvida; benefícios reais, mensuráveis e de longo prazo, relacionados a mitigação do clima, e reduções de emissões que sejam adicionais às que ocorreriam na ausência da atividade certificada de projeto Requisitos de elegibilidade (compliance) do MDL: participação voluntária aprovada por cada Parte envolvida; benefícios reais, mensuráveis e de longo prazo, relacionados a mitigação do clima, e reduções de emissões que sejam adicionais às que ocorreriam na ausência da atividade certificada de projeto

29 PROTOCOLO DE KYOTO Compromissos subsidiários ao MDL: viabilização da transferência de tecnologias mais limpas, ambientalmente seguras e sadias, facilitar ou financiar a transferência ou acesso a tecnologias, know how, práticas e processos ambientalmente seguros relativos à mudança do clima Compromissos subsidiários ao MDL: viabilização da transferência de tecnologias mais limpas, ambientalmente seguras e sadias, facilitar ou financiar a transferência ou acesso a tecnologias, know how, práticas e processos ambientalmente seguros relativos à mudança do clima Certificados de Emissões Reduzidas – CER – Certified Emission Reductions Certificados de Emissões Reduzidas – CER – Certified Emission Reductions A constatação e mensuração das reduções de emissões devem-se dar por meio de certificação efetuada por entidade operacional designada pelo órgãos supremo da Convenção, ou seja, Conferência das Partes - COP A constatação e mensuração das reduções de emissões devem-se dar por meio de certificação efetuada por entidade operacional designada pelo órgãos supremo da Convenção, ou seja, Conferência das Partes - COP Aquisição de crédito de carbono no mercado financeiro Aquisição de crédito de carbono no mercado financeiro Transferência de crédito Transferência de crédito

30 Projetos Realizados no Brasil Projetos Realizados no Brasil Projeto de co-geração de energia através do bagaço da cana-de-açúcar ganhou o apoio da ONU - Bionergia Cogeradora, do Grupo Balbo, localizada em Sertãozinho, que adotou uma produção ecológica, sendo o maior produtor mundial de açúcar orgânico, comercializado com a marca Native Projeto de co-geração de energia através do bagaço da cana-de-açúcar ganhou o apoio da ONU - Bionergia Cogeradora, do Grupo Balbo, localizada em Sertãozinho, que adotou uma produção ecológica, sendo o maior produtor mundial de açúcar orgânico, comercializado com a marca Native Estudo de Viabilidade de Projeto de Implantação de Florestas Fixadoras de Carbono: Instituto Ecoplan em parceria com a UniversidadeFederal do Paraná e com a Ecowood Assessoria Ambiental através do edital 09/2001 do Fundo Nacional do Meio Ambiente – Ministério do Meio Ambiente – Governo Federal. Municípios de General Carneiro e Bituruna, localizados no extremo- sul do Estado do Paraná, região tradicionalmente conhecida como "Cinturão da Fome" Estudo de Viabilidade de Projeto de Implantação de Florestas Fixadoras de Carbono: Instituto Ecoplan em parceria com a UniversidadeFederal do Paraná e com a Ecowood Assessoria Ambiental através do edital 09/2001 do Fundo Nacional do Meio Ambiente – Ministério do Meio Ambiente – Governo Federal. Municípios de General Carneiro e Bituruna, localizados no extremo- sul do Estado do Paraná, região tradicionalmente conhecida como "Cinturão da Fome"

31 Projetos Realizados no Brasil Projetos Realizados no Brasil Reserva da Serra do Itaqui: região de Guaraqueçaba e Antonina (Paraná): com o apoio técnico da TNC e financeiro da empresa de energia do Texas, American Electric Power, tem como meta a recuperação de 7 mil hectares de área degradada e ser uma ação para combater as mudanças climáticas. Foi iniciado em junho de 2000 e atualmente conta com 17 funcionários envolvidos na manutenção da área, produção e plantio de mudas. Reserva da Serra do Itaqui: região de Guaraqueçaba e Antonina (Paraná): com o apoio técnico da TNC e financeiro da empresa de energia do Texas, American Electric Power, tem como meta a recuperação de 7 mil hectares de área degradada e ser uma ação para combater as mudanças climáticas. Foi iniciado em junho de 2000 e atualmente conta com 17 funcionários envolvidos na manutenção da área, produção e plantio de mudas. Projeto de Restauração da Mata Atlântica - Desenvolvido na Reserva Natural Morro Azul, localizada ao longo da bacia do Rio Cachoeira, município de Antonina. Com o apoio técnico da TNC e financiado pela montadora General Motors, o projeto foi iniciado em julho de 2001 e tem como meta a recuperação de 12 mil hectares e também ser uma ação de combate às mudanças climáticas. Projeto de Restauração da Mata Atlântica - Desenvolvido na Reserva Natural Morro Azul, localizada ao longo da bacia do Rio Cachoeira, município de Antonina. Com o apoio técnico da TNC e financiado pela montadora General Motors, o projeto foi iniciado em julho de 2001 e tem como meta a recuperação de 12 mil hectares e também ser uma ação de combate às mudanças climáticas.

32 BIODIVERSIDADE E AQUECIMENTO GLOBAL A biodiversidade será afetada na medida em que as espécies terão que se adaptar a novos regimes climáticos, usarão da migração para procurar locais mais adequados ou mesmo se extinguirão. A biodiversidade será afetada na medida em que as espécies terão que se adaptar a novos regimes climáticos, usarão da migração para procurar locais mais adequados ou mesmo se extinguirão. O aquecimento global causa a migração de espécies, não só de fauna como de flora, como vem acontecendo com as florestas boreais, que avançam sobre o círculo ártico sobrepondo-se à tundra. Algumas espécies não sobreviverão à migração forçada e às mudanças súbitas de temperatura, fazendo com que sejam extintas. O aquecimento global causa a migração de espécies, não só de fauna como de flora, como vem acontecendo com as florestas boreais, que avançam sobre o círculo ártico sobrepondo-se à tundra. Algumas espécies não sobreviverão à migração forçada e às mudanças súbitas de temperatura, fazendo com que sejam extintas. A extinção de espécies, tanto vegetais quanto animais, além das conseqüências graves para o equilíbrio natural, trazem também a possibilidade da perda dos serviços ecossistêmicos, do patrimônio genético e dos conhecimentos tradicionais, o que acarreta prejuízos à saúde, pois muitos medicamentos valiosos para as indústrias farmacêutica e química perdem-se definitivamente sem ao menos terem se tornado conhecidos. A extinção de espécies, tanto vegetais quanto animais, além das conseqüências graves para o equilíbrio natural, trazem também a possibilidade da perda dos serviços ecossistêmicos, do patrimônio genético e dos conhecimentos tradicionais, o que acarreta prejuízos à saúde, pois muitos medicamentos valiosos para as indústrias farmacêutica e química perdem-se definitivamente sem ao menos terem se tornado conhecidos.

33 BIODIVERSIDADE E AQUECIMENTO GLOBAL Junto com esse patrimônio da humanidade, desaparecerá a possível cura de tantas doenças para as quais os cientistas procuram princípios ativos em plantas e animais. Junto com esse patrimônio da humanidade, desaparecerá a possível cura de tantas doenças para as quais os cientistas procuram princípios ativos em plantas e animais. A diminuição da biodiversidade também poderá trazer problemas de segurança alimentar. A diminuição da biodiversidade também poderá trazer problemas de segurança alimentar. As modificações climáticas poderão levar a transtornos nas correntes marítimas, as quais deixarão de levar nutrientes às costas da Antártida, prejudicando o crescimento do krill, crustáceo minúsculo que é a base da cadeia alimentar dos oceanos. Isto poderá levar à diminuição da biota marinha e à baixa oferta de alimento a comunidades tradicionalmente consumidoras de pescado e/ou frutos do mar (NOVACEK e CLELAND, 2000). As modificações climáticas poderão levar a transtornos nas correntes marítimas, as quais deixarão de levar nutrientes às costas da Antártida, prejudicando o crescimento do krill, crustáceo minúsculo que é a base da cadeia alimentar dos oceanos. Isto poderá levar à diminuição da biota marinha e à baixa oferta de alimento a comunidades tradicionalmente consumidoras de pescado e/ou frutos do mar (NOVACEK e CLELAND, 2000).

34 BIODIVERSIDADE E AQUECIMENTO GLOBAL Grande variedade de animais e plantas sofre redução significativa em suas populações a cada episódio do El Niño, especialmente durante as variações verificadas atualmente, cada vez mais severas para o clima. Grande variedade de animais e plantas sofre redução significativa em suas populações a cada episódio do El Niño, especialmente durante as variações verificadas atualmente, cada vez mais severas para o clima. Floração, ocorrendo mais cedo devido à elevação das temperaturas, leva a problemas de adaptação de espécies animais. Floração, ocorrendo mais cedo devido à elevação das temperaturas, leva a problemas de adaptação de espécies animais. As modificações climáticas ocorrem com maior intensidade nas temperaturas mínimas, que tendem a aumentar mais. Estas modificações causam nas plantas uma vulnerabilidade maior à invasão de espécies exóticas e uma menor resistência a secas e queimadas. As modificações climáticas ocorrem com maior intensidade nas temperaturas mínimas, que tendem a aumentar mais. Estas modificações causam nas plantas uma vulnerabilidade maior à invasão de espécies exóticas e uma menor resistência a secas e queimadas. Determinados parasitas podem ter maior incidência com o aumento das temperaturas, levando à diminuição de espécies ou mesmo sua extinção. Determinados parasitas podem ter maior incidência com o aumento das temperaturas, levando à diminuição de espécies ou mesmo sua extinção.

35 BIODIVERSIDADE E AQUECIMENTO GLOBAL Recentemente foram constatadas mortes massivas entre leões, sapos, pássaros, cães selvagens, caramujos, mexilhões, cegonhas, águias, corais e diversos tipos de plantas, todas causadas por patógenos. Recentemente foram constatadas mortes massivas entre leões, sapos, pássaros, cães selvagens, caramujos, mexilhões, cegonhas, águias, corais e diversos tipos de plantas, todas causadas por patógenos. Fungos e vírus são especialmente sensíveis a mudanças climáticas e podem rapidamente entrar em crescimento quando a temperatura se eleva, especialmente se esta elevação for acompanhada de aumento da umidade. Fungos e vírus são especialmente sensíveis a mudanças climáticas e podem rapidamente entrar em crescimento quando a temperatura se eleva, especialmente se esta elevação for acompanhada de aumento da umidade. Os fungos e insetos têm sua atividade aumentada e podem ser responsáveis pela eliminação de espécies inteiras de árvores. As verminoses e parasitoses tanto no gado quanto em animais silvestres também são grandemente aumentadas com as temperaturas mais altas (HARVELL et al, 2002). Os fungos e insetos têm sua atividade aumentada e podem ser responsáveis pela eliminação de espécies inteiras de árvores. As verminoses e parasitoses tanto no gado quanto em animais silvestres também são grandemente aumentadas com as temperaturas mais altas (HARVELL et al, 2002).

36 BIODIVERSIDADE E AQUECIMENTO GLOBAL 24/05/07 - Corais caminham para a extinção nas Filipinas: Os cardumes que se alimentam os arrecifes de coral serão prejudicados 24/05/07 - Corais caminham para a extinção nas Filipinas: Os cardumes que se alimentam os arrecifes de coral serão prejudicados 28/05/07 - Aquecimento dos mares leva tartarugas ao Reino Unido: Um número recorde de tartarugas tropicais chegou ao litoral britânico, em conseqüência do aumento da temperatura nos mares, informou neste domingo, 27, o jornal The Sunday Times. 28/05/07 - Aquecimento dos mares leva tartarugas ao Reino Unido: Um número recorde de tartarugas tropicais chegou ao litoral britânico, em conseqüência do aumento da temperatura nos mares, informou neste domingo, 27, o jornal The Sunday Times. 23/05/07 - Temporada de furacões de 2007 será mais forte que o normal: Há 75% de chance de a temporada de furacões do Atlântico prevista para ocorrer entre 1º de junho e 30 de novembro deste ano seja mais forte que o normal. Estão previstas de 13 a 17 tempestades tropicais, sete a dez furacões, sendo de três a cinco furacões de grande magnitude. 23/05/07 - Temporada de furacões de 2007 será mais forte que o normal: Há 75% de chance de a temporada de furacões do Atlântico prevista para ocorrer entre 1º de junho e 30 de novembro deste ano seja mais forte que o normal. Estão previstas de 13 a 17 tempestades tropicais, sete a dez furacões, sendo de três a cinco furacões de grande magnitude. As previsões são da Agência de Pesquisa Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa) As previsões são da Agência de Pesquisa Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa)

37 BIODIVERSIDADE E AQUECIMENTO GLOBAL 22/05/07 - O herói gelado das mudanças climáticas: tempo urge para os ursos polares com o derretimento do gelo sob as patas. Restrições à caça mantiveram estáveis as populações dos animais do Ártico, mas seu futuro é incerto. No entanto, o risco de extinção o colocaria como herói da mudança do combate ao aquecimento global nos EUA. Até 25 mil ursos vivem no Ártico - no Canadá, Rússia, Alasca, Groenlândia e Noruega. Haverá grande redução na calota polar - conta Jon Aars, especialista nos animais do Instituto Polar Norueguês no fiorde em Longyearbyen, a mil km do Pólo Norte. 22/05/07 - O herói gelado das mudanças climáticas: tempo urge para os ursos polares com o derretimento do gelo sob as patas. Restrições à caça mantiveram estáveis as populações dos animais do Ártico, mas seu futuro é incerto. No entanto, o risco de extinção o colocaria como herói da mudança do combate ao aquecimento global nos EUA. Até 25 mil ursos vivem no Ártico - no Canadá, Rússia, Alasca, Groenlândia e Noruega. Haverá grande redução na calota polar - conta Jon Aars, especialista nos animais do Instituto Polar Norueguês no fiorde em Longyearbyen, a mil km do Pólo Norte. Muitos estudos científicos projetam que o aquecimento global derreterá a calota polar no verão. Previsões estimam o fim total do gelo para depois de O terreno preferido para a caça pelos ursos é a beira do gelo, onde usam o pêlo branco como camuflagem para capturar focas. Sem gelo, não há como pegar focas - resume Sarah James, do Conselho Internacional Gwich'in. Muitos estudos científicos projetam que o aquecimento global derreterá a calota polar no verão. Previsões estimam o fim total do gelo para depois de O terreno preferido para a caça pelos ursos é a beira do gelo, onde usam o pêlo branco como camuflagem para capturar focas. Sem gelo, não há como pegar focas - resume Sarah James, do Conselho Internacional Gwich'in.


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