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EDUCAÇÃO INCLUSIVA. ESCOLA PARA TODOS Conceito abrangente de Escola Para Todos Desviar a atenção da problemática individual para o conjunto de recursos.

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Apresentação em tema: "EDUCAÇÃO INCLUSIVA. ESCOLA PARA TODOS Conceito abrangente de Escola Para Todos Desviar a atenção da problemática individual para o conjunto de recursos."— Transcrição da apresentação:

1 EDUCAÇÃO INCLUSIVA

2 ESCOLA PARA TODOS

3 Conceito abrangente de Escola Para Todos Desviar a atenção da problemática individual para o conjunto de recursos que poderão (ou deverão) estar à disposição de qualquer criança ou jovem que em qualquer altura do seu percurso escolar tenha necessidades educativas.

4 ESCOLA PARA TODOS Ação da escola Mobilizar e interagir com os recursos disponíveis e a disponibilizar Exigindo uma dinâmica em que todos os professores, técnicos da comunidade escolar local e pais se envolvam, mobilizados e responsabilizados.

5 EDUCAÇÃO PARA TODOS Possíveis caminhos para o atendimento à diversidade: Construir propostas pedagógicas baseadas na interação com os alunos. Reconhecer os tipos de capacidades presentes na escola.

6 Sequenciar conteúdos e adequá-los aos diversos ritmos de aprendizagem. Utilizar metodologias diversificadas e motivadoras. Optar por um paradigma de avaliação processual e emancipadora.

7 Inclusão

8 O conceito de necessidades educativas especiais traz consigo uma mudança na perspectiva da construção da resposta adequada a cada situação específica.

9 São consideradas alunos com NEE: Podem ser identificadas em diversas situações de dificuldade de aprendizagem, como decorrência de condições individuais, econômicas ou socioculturais: Crianças com condições físicas, intelectuais, sociais, educacionais e sensoriais diferenciadas Crianças com deficiência e bem dotadas Crianças trabalhadoras distantes ou nômades Crianças minorias lingüísticas, étnicas ou culturais Crianças de grupos desfavorecidos ou marginalizados

10 Atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, consta na Política Nacional de Educação: Portadores de deficiência mental, visual, auditiva, física e múltimpla Portadores de condutas típicas (problemas de conduta) Portadores de superdotação

11 A escola regular terá de ser uma escola inclusiva e um pólo dinamizador da resposta para cada criança ou jovem.

12 Peculiaridades vigentes em seu cotidiano (condições de saúde, de alimentação, de sono, de cansaço, condições emocionais, eventos sociais, experiências de significação subjetiva, etc.) Tais características, determinam, então, necessidades educacionais específicas, peculiares a cada aluno. Variáveis em constante movimento e interação, produzindo, através do processo de elaboração ativa do aluno, características de sua individualidade: algumas, mais consistentes e estáveis (conquanto em constante processo de desenvolvimento) enquanto que outras, mais circunstanciais e episódicas.

13 ENSINAR PESQUISANDO Significa buscar conhecer cada aluno: suas características pessoais, seu processo de aprender, antes e durante todo o processo de ensinar. Significa elaborar um plano de ensino voltado para os alunos que realmente temos em nossa sala de aula (grupo não é uma massa sem identidade). Significa estarmos atentos às respostas de aprendizagem que cada aluno dá às atividades de ensino.

14 Significa buscarmos identificar os problemas que ocorrem no processo de ensino e aprendizagem, através de um olhar bidirecional

15 Esta estratégia metodológica que usei não favoreceu a aprendizagem deste, ou destes alunos... Por que será? O que está acontecendo da parte do aluno? O que ele já sabe a esse respeito? O que consegue fazer sozinho? O que consegue fazer com ajuda? O que eu posso fazer a respeito? Que outra(s) estratégia(s) posso utilizar?

16 Significa fazer modificações em nosso planejamento, em função das respostas obtidas. Significa reajustar para atender às peculiaridades e necessidades educacionais específicas de cada um e de todos os alunos da sala. Significa buscar suporte técnico-científico na instância adequada da comunidade escolar. Significa buscar suporte no estudo de literatura especializada.

17 Significa participar de eventos e de oportunidades em que possamos compartilhar nossa experiência e sermos expostos à experiência de outros colegas. Significa registrar nossas experiências e procurar socializá-las em veículos de comunicação da comunidade educacional e escolar.

18 ENSINO O ensino deve ser oferecido de uma forma que complemente as características de aprendizagem dos alunos Resultado = Aprendizagem mais motivadora e fácil

19 Processo que facilita o processo de aprendizagem Conteúdo pode ser apresentado em diferentes abordagens: 1- Método do TODO 2- Método PARTE-TODO 3- Método PARTE-PROGRESSIVA

20 1- Método do TODO É adotado quando a habilidade a ser aprendida for relativamente simples ou composta por poucas partes Recomendado para alunos que têm mais dificuldade com a aprendizagem conceitual e não são capazes de relacionar as diversas partes de uma habilidade ao seu todo

21 Indicado para alunos com dificuldade de concentração e para os que aprendem melhor pela imitação Requisito: método em que o aprendiz seja capaz de se lembrar da habilidade que está sendo aprendida, das especificidades e seqüência

22 2- Método PARTE-TODO Requer que os educandos aprendam habilidades praticando uma parte delas de cada vez, para em seguida combinar essas partes a fim de executar a habilidade como um todo Funciona melhor com educandos que conseguem se concentrar em pequenas tarefas e realizá-las Não é recomendável para os que têm dificuldades para interagir as várias partes em um todo, mesmo com orientação do educador

23 2- Método PARTE-TODO A tarefa completa é dividida em partes significativas = ANÁLISE DE TAREFAS Cada parte deve ser um fim em si mesma, proporcionando sensação de sucesso mesmo que o aprendiz não consiga dominar toda a tarefa nem atingir o objetivo final Encadeamento inverso = começa com o produto final e trabalha retroativamente

24 3- Método PARTE- PROGRESSIVA Envolve o ensino da parte fundamental da habilidade e, partindo dessa base, a apresentação da parte seguinte Duas primeiras partes aprendidas, elas são combinadas; acrescentam-se a elas partes subseqüentes, até que a habilidade como um todo seja dominada

25 3- Método PARTE-PROGRESSIVA O educador deve estar alerta aos problemas que podem ocorrer se o aluno não aprender uma parte da seqüência, e deve fazer com que cada parte represente uma oportunidade de sucesso Método que permite que os alunos dominem uma habilidade em seu próprio ritmo, praticando as partes mais difíceis e, ao mesmo tempo, progredindo em direção ao objetivo geral

26 ANÁLISE DE ATIVIDADES Ao analisar uma atividade o educador deve considerar - Ponto de vista fisiológico: Posições do corpo que são necessária durante a realização da atividade Partes do corpo utilizada Ações corporais realizadas Padrões de movimentos fundamentais incorporados Coordenação necessária Nível exigido de aptidão física Sistemas sensoriais usados

27 TÉCNICAS ORGAZACIONAIS E METODOLÓGICAS Individualizar o ensino em equipe Ensino de apoio Ensino por colegas Ensino por pessoas de idades diferentes

28 ENSINO EM EQUIPE Trabalho em equipe: - outros professores -Alunos da sala -funcionários

29 ENSINO DE APOIO Essa abordagem é importante para o aluno que está no início do processo de inserção: facilita a adaptação e permite que o aluno se concentre no conteúdo ensinado Auxiliar, assistente, voluntário

30 ENSINO POR COLEGAS-TUTORES E POR TUTORES DE DIFERENTES IDADES Tutores da mesma faixa etária – amigos de sala Tutores com idades diferentes (exemplo ensino médio)

31 APRENDIZAGEM Como a criança aprende? Cada criança tem seu jeito de aprender Primeiros anos de vida: sentidos e da ação motora sobre o ambiente Através dos esquemas de ação – descobre prazer de fazer acontecer Aprender a fazer algo e sente prazer – repete ação O prazer de CONSEGUIR FAZER é o motor da aprendizagem

32 Crianças com deficiência, em função das dificuldades físicas, sensoriais e outras limitações, muitas vezes se satisfazem com a conquista motora e a repetição mecânica de determinados movimentos que se tornam hábitos Dificulta o planejamento de uma ação e a tomada de consciência da ação

33 Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina! Cora Coralina

34 Acessibilidade

35 O que é acessibilidade? Segundo o Aurélio, Acessibilidade (Lat. accessibilitate), s.f. qualidade de ser acessível; facilidade na aproximação, no trato ou na obtenção. Acessível adj. a que se pode chegar facilmente; que fica ao alcance.

36 Estatística: segundo IBGE no Brasil 180 milhões de habitantes; 24,3 milhões de pessoas deficientes; 15 milhões de pessoas com mais de 65 anos; 5,4 milhões de pessoas com mais de 65 anos e que já possuem alguma deficiência.

37 Lei de acessibilidade Decreto n° de 2 de dezembro de 2004 Art. 47. No prazo de até doze meses a contar da data de publicação deste Decreto, será obrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos da administração pública na rede mundial de computadores (internet), para o uso das pessoas portadoras de deficiência visual, garantindo-lhes o pleno acesso às informações disponíveis. § 1o Nos portais e sítios de grande porte, desde que seja demonstrada a inviabilidade técnica de se concluir os procedimentos para alcançar integralmente a acessibilidade, o prazo definido no caput será estendido por igual período.

38 Quem precisa? Juca, sem visãoMandy, sem visão e braços

39 Quem precisa? Jeff, dificuldades motoras Bruno, paralisia cerebral

40 Quem precisa? Lucas, baixa visãoAnne, baixa visão e dificuldades motoras

41 Jack e Lara com dispositivos limitados Quem precisa?

42 Max, inseguro e com pouca experiência Crianças, linguagem em desenvolvimento

43 Quem precisa? Google, bilionário cego!!!

44 Tecnologias assistivas Tecnologia Assistiva (ou de apoio) é um software ou hardware projetado para apoiar pessoas com deficiência em atividades do cotidiano. (W3C, 1999)

45 Switch Mouse Teclado virtual do Windows Ponteira de cabeça Acesso ao computador via voz Painel de controle do leitor de telas Jaws para Windows Sistema Operacional DOSVOX Lente de Aumento do Windows Linha braile Impressora braile

46 Leitores de tela utilizados no Brasil Virtual Vision Jaws for Windows Windows Bridge DOS VOX

47 Iniciativas de acessibilidade W3C The power of the Web is in its universality. Access by everyone regardless of disability is an essential aspect. Tim Beners-Lee Áreas de atuação –Garantir que as tecnologias Web suportem acessibilidade –Desenvolver recomendações de acessibilidade –Melhorar ferramentas para avaliação e reparo da acessibilidade Web –Desenvolver materiais para educação e extensão –Coordenar pesquisa e desenvolvimento

48 Técnicas de Construção de Sistemas com Acessibilidade Textos e textos com hyperlinks Tabelas Teclas de atalho (accesskey) Formulários Scripts e eventos Tecnologias Estrutura de páginas Navegação - Utilizar um estilo consistente de apresentação Frames Imagens e imagens com hyperlinks Fabio Gameleira –Cartilha de acessibilidade - lupa.kit.net

49 Técnicas: estrutura de páginas Estruture a página de forma lógica. Tenha sempre em mente que a navegação será efetuada através do teclado, principalmente através da utilização da tecla TAB. O deslocamento do foco nos links e objetos da página, por padrão, se dará de cima para baixo e da esquerda para direita.

50 TECNOLOGIA ASSISTIVA

51 CONCEITO: conjunto de artefatos disponibilizados às PNEs, que contribuem para proporcionar-lhes uma vida mais independente, com mais qualidade e possibilidades de inclusão social. Tecnologia Assistiva

52 Leitores de Telas Sites de revendedores: ou Painel de Controle do Virtual Vision Site do fabricante: Gratuito para correntistas deficientes visuais do Bradesco ( ) ou do Banco Real ( ) Jaws Virtual Vision

53 Leitores de Telas Desenvolvido pela NV Access, (organização australiana sem fins lucrativos) Sw com código aberto, para Windows Síntese em diversos idiomas, incluindo o português-Brasil. Além da versão para instalação, possui também uma versão para viagem, que pode ser executada de um CD ou PenDrive Download gratuito em: NVDA

54 Leitores de Telas Na versão 7.04 do Ubuntu, o Orca já é inicializado automaticamente, aparecendo na área de trabalho do usuário. Quando ativo, em sua tela de abertura, são apresentados dois botões que permitem editar as preferências do leitor ou encerrá-lo. Outra funcionalidade do Orca são as opções de ampliação de tela (lente de aumento) e alto contraste Orca

55 Interface Especializada Dosvox (http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox)http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox Dosvox

56 Navegador Lynx Navegador web que exibe o conteúdo das páginas em modo texto. Criado por um grupo da Universidade de Kansas. Foi desenvolvido para o sistema Linux, mas apresenta versões também para Windows. A navegação no ambiente é realizada pelas teclas, especialmente as setas de movimentação.

57 Equipamento eletrônico ligado ao computador por cabo, que possui uma linha régua de células Braille, cujos pinos se movem para cima e para baixo e que representam uma linha de texto da tela do computador. O número de células braille da régua pode ir de 20 a 80. Os terminais de acesso em Braille geralmente são encaixados a um teclado comum de computador. Linha Braille

58 Reduzido Ampliado De Conceitos Para uma mão Teclados Ergonômico Fonte:

59 Roller Mouse - AD Mouse e Acionadores Switch Mouse - AD (http://www.clik.com.br/shs_01.html)http://www.clik.com.br/shs_01.html Plug Mouse - AD (http://www.clik.com.br/clik_01.html#acionador)http://www.clik.com.br/clik_01.html#acionador Acionadores de Mouse TASH - AM (http://www.clik.com.br/clik_01.html#acionador)http://www.clik.com.br/clik_01.html#acionador Acionador PuxeClik Acionador de Pedal - AM

60 Pulseira e Teclado Fixado - ADPulseira c/ ponteira p/ digitação - AD Haste fixada na cabeça - ADSopro pelo microfone - AM Adaptações Físicas (órteses)

61 Mouse Ocular Fundação Paulo Feitosa - HeadDev Manual do programa e Download freeware:

62 Motrix Download freeware: Usuária do Motrix:

63 Elementos para os testes Usabilidade: produtividade, eficiência de uso e funcionalidade do ambiente – facilidade de acesso para TODOS –Uso de cores para diferenciar recursos e eventos –Poluição Sonora –Atalhos –Orientação e auxílio para navegação –Legibilidade de Informações, Redimensionamento e Contraste

64 Elementos para os testes Comunicabilidade: processo de comunicação desenvolvedor- usuário; o usuário compreendeu cada evento contido na interface? Os dados/informações constantes na mesma foram transmitidos com clareza? –Qualidade da etiquetagem de links, botões, frames, animações, imagens... –Conteúdo geral do ambiente

65 Acessibilidade Leitura Incompleta ou perda do foco de leitura Barra com botões para ativação/pausa do vídeo em Libras UsY: Será que não teria como etiquetar esses botões? O Play, o Pause... Porque o Virtual Vision chega até eles mas não lê, aí eu não sei em qual dos botões devo ativar. Eu vejo uma coisa piscando porque enxergo um pouco, mas e quem não enxerga nada?

66 Acessibilidade Perda do Controle do Usuário Eduquito – Ferramenta Informações Urgentes UsX: Como faço para navegar com o teclado nessas caixas? UsY: Aqui nessas caixas não tem como a gente navegar! Caixa de Contexto

67 Usabilidade Poluição Sonora UsV: Tem muita poluição sonora aqui... Ele repete muito, fala muita coisa para o mesmo conteúdo! UsZ: Por que ele lê sempre: "Link gráfico" na frente dos links? Eduquito – Tela de Abertura

68 Usabilidade Atalhos UsV: Mas não fez nada o atalho. P: É que após teclares "Alt M" no Internet Explorer, é preciso acionar o "Enter" também. Já no Mozilla Firefox, não há a necessidade de teclar o "Enter". UsV: Ah, mas isso teria que informar, eu, por exemplo não sabia. UsZ: A existência desses atalhos é bem importante, pois reduz bastante o tempo de leitura, mas é melhor explicar que é preciso teclar "Enter" também para que funcionem no Internet Explorer. Eduquito – Tela de Abertura

69 QUE ASPECTOS SÃO CONSIDERADOS FUNDAMENTAIS PARA QUE AMBIENTES VIRTUAIS ATENDAM À ACESSIBLIDADE, USABILIDADE E COMUNICABILIDADE PARA COM DEFICIENTES VISUAIS?

70 Descrição clara, simples, significativa e sem erros ortográficos de todos os elementos não textuais: imagens, mapas de imagens, links, botões, caixas de listagem, frames, animações em Flash (etiquetando inclusive os controles internos) - oferecer alternativas para todo e qualquer conteúdo transmitido de forma visual Disponibilizar arquivos também em formatos DOC ou TXT, com todo o conteúdo não textual (tabelas, gráficos, imagens, organogramas,...) devidamente descritos/adaptados Separar completamente layout de conteúdo (permite a leitura em navegadores textuais e evita verborragia) Permitir a navegação via teclado em todos os elementos da página (inclusive JavaScript, Flash, caixas combinadas, caixas de contexto...) No que tange à Acessibilidade

71 Não recorrer apenas à cor para transmitir informações, bom contraste, opções de ampliação Fornecer atalhos do tipo Ir para Menu, Ir para conteúdo, Ir para a Página Principal, Voltar para a Página Anterior e âncoras para locais específicos da interface Fornecer feedback – localização do usuário na página No que tange à Usabilidade aplicada na Acessibilidade

72 Orientação por blocos – onde cada um esteja devidamente identificado, referindo inclusive onde iniciam e findam Avisar o usuário (de forma acessível) quando da inserção de elementos novos na interface ou informações ainda não visitadas Fornecer Mapa do Site e Dicas de Navegação No que tange à Usabilidade aplicada na Acessibilidade

73 Especificar por extenso cada abreviatura quando de sua primeira ocorrência Oferecer um título apropriado a cada frame Identificar claramente o destino de cada link Descrição com qualidade (clara, precisa, objetiva, sem erros ortográficos, com a pontuação correta e que realmente descreva o conteúdo que agrega) de quaisquer elementos não textuais Em todo o site/portal é preciso utilizar linguagem clara e simples, sem erros ortográficos e com a pontuação correta No que tange à Comunicabilidade aplicada na Acessibilidade


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