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MARIO SÉRGIO CUTAIT Diretor-Adjunto Depto. Insumos DEAGRO/COSAG FIESP Presidente do Sindirações e da Feed Latina Membro Board da IFIF AUDIÊNCIA PÚBLICA.

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1 MARIO SÉRGIO CUTAIT Diretor-Adjunto Depto. Insumos DEAGRO/COSAG FIESP Presidente do Sindirações e da Feed Latina Membro Board da IFIF AUDIÊNCIA PÚBLICA COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL CÂMARA DOS DEPUTADOS Brasília/DF

2 CONTEÚDO 1.ABORDAGEM FIESP/DEAGRO a) PIB do Agronegócio b) Balança Comercial do Agronegócio 2. ABORDAGEM SINDIRAÇÕES a) Cadeia de Produção/Valor b) Mercado de Alimentação Animal c) Produção e Exportação do Complexo carnes d) Ração e Sal Mineral – Composição e Custo 3. ABORDAGEM SETOR INSUMOS AGROPECUÁRIOS a) Inflação dos Alimentos b) OGM c) Greves e Burocracia da Importação d) Carga Tributária

3 PARTICIPAÇÃO DO PIB AGRONEGÓCIO NO PIB TOTAL Fonte: CEPEA/ESALQ/USP E IBGE

4 Fonte: CEPEA/ESALQ/USP PIB DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO VARIAÇÃO %

5 AGRONEGÓCIO BALANÇA COMERCIAL (U$ bilhões FOB) Fonte: SRI/MAPA

6 BALANÇA COMERCIAL DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS Fonte: MDIC Incomex, MDIC Aliceweb, Sindag, Sindan, Sindirações, Simprifert, ABIMAQ, ANFAVEA

7 Macro Micro Ração Completa Premix DO CAMPO À MESA DA MESA AO CAMPO FAMI-Qs DINÂMICA DA CADEIA DE VALOR/PRODUÇÃO Rastreabilidade Sustentabilidade BPF Sindirações Fertilizantes Sementes Adubos DISTRIBUIÇÃO

8 Fonte: Sindirações ALIMENTAÇÃO ANIMAL PARTICIPAÇÃO MERCADO 2007

9 Fonte : Abef e Revista Safras & Mercados *Previsão Produção de Carnes Brasil

10 Fonte: Safras & Mercados e CNPC BRASIL CONSUMO CARNES/PER CAPITA Kg/pessoa

11 Fonte: ABEF CARNE FRANGO PRODUÇÃO E EXPORTAÇÃO (mil tons) * Projeção

12 Fonte: Abipecs CARNE SUÍNA PRODUÇÃO E EXPORTAÇÃO (mil tons) * Projeção

13 Fonte: Sindirações – Formulação Hipotética Média COMPOSIÇÃO MÉDIA

14 Fonte: CONAB, ANDIFÓS, Claudio Bellaver – Embrapa/Concórdia PRINCIPAIS INSUMOS DEMANDA 2008 (milhões tons)

15 VARIAÇÃO % DE CUSTOS Janeiro a Dezembro 2007 Fonte: Sindirações, CEPEA

16 Frango Vivo (U$ centavos/kg) Consumo interno (kg/habitante) Custo Ração (U$ centavos/kg) Fonte: IBGE, UBA, Sindira ç ões

17 Frango Vivo (U$ centavos/kg) Custo Ração (U$ centavos/kg) Fonte: IBGE, UBA, Sindira ç ões

18 CURVAS DE TENDÊNCIA Frango Vivo, Consumo interno, Custo Ração Fonte: DIEESE

19 VARIAÇÃO DO CUSTO DA RAÇÃO HIPOTÉTICA ÍNDICES EM R$ e U$ DÓLAR

20 RAÇÃO PARA FRANGO DE CORTE COMPOSIÇÃO % DO CUSTO Fonte: Sindirações – Composição Custo Hipotético

21 Fonte: Sindirações – Ração formulação Hipotética RAÇÃO PARA FRANGO DE CORTE PRINCIPAIS INSUMOS (CUSTO %)

22 Fonte: ASBRAM – Composição Custo Hipotético SAL MINERAL COMPOSIÇÃO % DO CUSTO

23 Fonte: ASBRAM – Composição Custo Hipotético SAL MINERAL VARIAÇÃO DE CUSTO (nov/07 a jun/08)

24 FERTILIZANTES DEMANDA GLOBAL DEMANDA

25

26 THE END OF CHEAP FOOD FEED FOODFUEL FIBER CORN

27 ENXOFRE ÁCIDO SULFÚRICO FÁBRICAS ÁCIDO FOSFÓRICO FOSFATO PECUÁRIO 3,6 milhões tons ÁCIDO FOSFÓRICO Brasil ROCHA FOSFÁTICA CALCINAÇÃO FILTRAÇÃO MINAS FOSFATO FOSFATOS FLUXO DE PRODUÇÃO E GARGALOS OFERTA LIMITADA AUMENTO DA DEMANDA AUMENTO DO PREÇO PRODUÇÃO 90% CAPACIDADE 10% demanda FERTILIZANTES 90% demanda Fonte: IFA, CRU Group e Bunge Fertilizantes

28 FOSFATOS DINÂMICA DOS PREÇOS Em 1 ano o enxofre subiu de U$ para U$ Cada dólar de enxofre significa U$ 1.00 no custo do ácido fosfórico A rocha fosfática subiu de U$ para U$ Cada dólar de rocha fosfática significa U$ 2.00 no ácido fosfórico

29 ENXOFREE ROCHA FOSFÁTICA PREÇO MÉDIO (U$/ton FOB) TOP PERFORMING COMMODITY 313% price increase Fonte: Canada´s Scotiabank ENXOFRE ROCHA FOSFÁTICA

30 Fonte: ANDIFÓS DEMANDA FOSFATOS/BRASIL SAL MINERAL E NÚCLEOS (mil tons)

31 ALIMENTAÇÃO ANIMAL QUANTIDADE PRODUZIDA E CUSTO RAÇÃO HIPOTÉTICA U$/ton 43,4 47,2 48,4 53,5 40,7 141,26 147,26 154,64 182,00 240, milhões de tons Custo (U$/ton)

32 RAÇÃO PRODUZIDA (U$ billion) e IMPORTAÇÃO DE ADITIVOS (U$ million) 12,9 9,0 8,0 8,9 8, raçãoaditivos

33 ALIMENTAÇÃO ANIMAL 2007 EVOLUÇÃO MONTANTE (U$ bilhões) 1,5 1,4 1,2 8,8 12, Desvalorização do dolar Quantidade adicional Aumento do custo de MPs 2007

34 INFLUÊNCIA NO CUSTO EXCETO QUANTIDADE ADICIONAL Desvalorização Dolar 52% Matéria-Prima 48%

35 PAÍSES E REGIÕES PRODUÇÃO RAÇÃO 2007 Milhões de tons Fonte: World Feed Panorama – Feedinfo (Adaptado) EUA153 UE CHINA96 BRASIL54 CANADÁ46 MÉXICO25 JAPÃO24 RÚSSIA18 CORÉIA16 ÍNDIA15 ARGENTINA11 TAILÂNDIA10 OUTROS99 TOTAL680

36 PROJEÇÃO – PRODUÇÃO RAÇÕES 2008 ESTIMATIVA PARA 2010 = 70 milhões de toneladas

37 ORGANISMOS MELHORADOS GENETICAMENTE - OGM 1) LIBERAÇÃO E IMPORTAÇÃO DEFINITIVA DOS EVENTOS MELHORADOS GENETICAMENTE a) PLANTIO b) INDUSTRIALIZAÇÃO c) CONSUMO 2) ELIMINAÇÃO DA IMPRESSÃO DO NO RÓTULO

38 28/03/ H16 UE permite milho transgênico importado, mas proíbe cultivo Fonte: UOL Bruxelas, 28 mar (Lusa) - A Comissão Européia (braço executivo da União Européia) autorizou a importação de milho transgênico GA21, mas manteve a proibição do seu cultivo no bloco. Em comunicado, a UE informou que amplia a autorização da importação aos grãos do milho geneticamente modificados GN21, sendo que já estava autorizada a compra de alimentos e rações para animais com o produto. Este tipo de milho transgênico é comercializado pela empresa suíça Syngenta e foi autorizado pela Autoridade Européia de Segurança Alimentar. O organismo considerou que a importação não implica riscos para a saúde humana e animal, nem é prejudicial para o meio ambiente. A questão já tinha sido analisada em outras oportunidades pelos Estados-membros do bloco europeu, que nunca chegaram a um acordo sobre o assunto e delegaram uma decisão na Comissão Européia. A autorização de importação concedida é válida por dez anos e obriga a que a etiquetagem de qualquer produto derivado do GA21 cumpra as normas européias.

39 ESCASSEZ DE INGREDIENTES BULLETIN – China Shutdown Announcement

40 Empresas enfrentaram 442 dias de greve em três anos Fonte: Gazeta Mercantil As empresas que operam na área de comércio exterior conviveram com 442 dias de paralisações de diversos segmentos entre 2005 e Esse total corresponde a cerca de 1 ano e 2 meses de greves que envolveram fiscais da Receita Federal, meio ambiente, Marinha Mercante e vigilância sanitária. A paralisação dos auditores da Receita Federal, que completou ontem 22 dias, compõe a rotina de prejuízos para empresas, importadores e exportadores brasileiros. De acordo com José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), a greve dos auditores fiscais em curso tem reflexos importantes nas exportações, principalmente na dos manufaturados, que podem ser substituídos por outros fornecedores no mundo. A greve dos auditores deverá levar à paralisação, a partir de amanhã, da fábrica da Ford de Pacheco, Argentina. As peças necessárias para a unidade estão nos caminhões parados há uma semana em Uruguaiana e São Borja (RS), Guarulhos (SP) e Resende (RJ). Na Zona Franca de Manaus sobe para 17 o número de fábricas paradas por falta de insumos importados. Os números apurados pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) apontam que a indústria paulista contabiliza prejuízos da ordem de US$ 450 milhões em mercadorias retidas nos portos e nos aeroportos. A Associação Brasileira de Transportes Internacionais (ABTI) registrou 900 caminhões no terminal aduaneiro do porto seco de Uruguaiana. O presidente da ABTI, Luiz Alberto Mincarone, estima que as perdas das empresas ultrapassem US$ 10 milhões. Os escritórios de advocacia representam o recurso viável para as empresas liberarem suas mercadorias. A advogada Valdirene Lopes Franhani, do escritório Braga & Marafon, irá a Manaus nos próximos dias para atender a empresas em dificuldades. "Os prejuízos são altos e o impacto financeiro chega a dezenas de milhões de reais", afirma o advogado Paulo Henrique Gomes de Oliveira, do Gaia, Silva e Rolim. De acordo com o Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal, soma R$ 1 bilhão o total de cargas retidas no Porto de Paranaguá, no Paraná. Em todo o estado trabalham 600 auditores, sendo 400 na capital. Segundo o sindicato, 50% dos auditores aderiram à greve. GREVES

41 IMPORTAÇÕES BUROCRACIA DO DESEMBARAÇO

42 IMPORTAÇÕES BUROCRACIA DO DESEMBARAÇO

43 CARGA TRIBUTÁRIA PIS/COFINS – 9,25% TAXA RENOVAÇÃO MARINHA MERCANTE – 25% sobre frete IMPOSTO IMPORTAÇÃO VITAMINAS PURAS (A, D3, B1, B2, B6, C) – 2% VITAMINA B12 DILUÍDA – 8% VITAMINAS PREPARAÇÃO – 8% DL-METIONINA – 2% L-LISINA – 12% CLORETO DE COLINA – 8% NICOTINAMIDA – 14% ÁCIDO FOSFÓRICO – 10% FOSFATO BICÁLCICO – 10%

44 CONVÊNIO CONFAZ ICMS Porém o Convênio 29/2008: "Dispõe sobre a adesão dos Estados da Bahia e Sergipe e do Distrito Federal às disposições do Convênio ICMS 74/07, que autoriza os Estados de Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina a revogar benefício fiscal de ICMS previsto no Convênio ICMS 100/97, que dispõe sobre benefícios fiscais nas saídas de insumos agropecuários." Em síntese o convênio possibilita a adesão desses Estados citados ao convênio 74/07 que autoriza expressamente: "Autoriza os Estados de Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina a revogar benefício fiscal de ICMS previsto no Convênio ICMS 100/97, que dispõe sobre benefícios fiscais nas saídas de insumos agropecuários". Isso quer dizer que apesar do convênio 100/97 estar prorrogado até , os Estados de Goiás, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Sergipe e Distrito Federal poderão revogar os benefícios fiscais estabelecidos no convênio prorrogado. Então, as empresas estabelecidas nesses Estados, ficam na mão dos Governos locais, sem a proteção do convênio 100/97. REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA – CONVÊNIO 53/2008 – Prorrogação do Convênio 100/97 somente até D.O.U CONVÊNIO 24/2008 prorroga Convênio 100/97 até

45 EXPECTATIVA DEAGRO DIANTE DA FIESP/DEAGRO - VISÃO DO AGRONEGÓCIO INTEGRAÇÃO DA CADEIA DE PRODUÇÃO - PROJETO LOGÍSTICO E MATRIZ PORTUÁRIA - REFORMA TRIBUTÁRIA E ISONOMIA - CONVÊNIO 100 – ICMS - PIS/COFINS - TAXA RENOVAÇÃO MARINHA MERCANTE - PROCEDIMENTO LINHA VERDE - DUPLA ANUÊNCIA (MAPA e ANVISA) DEAGRO FIESP

46 EXPECTATIVA SINDIRAÇÕES DIANTE DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA -FLEXIBILIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO NA IMPORTAÇÃO (VIGIAGRO) - MAIS RECURSOS PARA REGULAMENTAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E PUNIÇÃO - AUMENTO DA REPRESENTATIVIDADE ADIDOS AGRONEGÓCIO NAS PRINCIPAIS EMBAIXADAS SINDIRAÇÕES MAPA

47 CONCLUSÕES SETOR COM CAPACIDADE PARA: 1. ATENDER A DEMANDA 2. GARANTIR SEGURANÇA ALIMENTAR DEMANDAS: a) MAIS RECURSOS PARA O MAPA b) UNIÃO DOS ELOS DA CADEIA DE VALOR c) AGILIDADE NA INOVAÇÃO (OGM, NANOTECNOLOGIA, SUBSTITUIÇÃO IMPORTAÇÕES) d) DESBUROCRATIZAÇÃO NAS IMPORTAÇÕES e) CARGA TRIBUTÁRIA ZERO


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