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Fábulas: considerações sobre o gênero Maria José Nóbrega.

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Apresentação em tema: "Fábulas: considerações sobre o gênero Maria José Nóbrega."— Transcrição da apresentação:

1 Fábulas: considerações sobre o gênero Maria José Nóbrega

2 Características estruturais das fábulas Brevidade; Título composto pela referência às personagens; Narração em terceira pessoa; Personagens típicas;

3 Presença predominante de seqüências narrativas e conversacionais; Tempo e espaço imprecisos: os ensinamentos são apresentados como válidos para qualquer época e lugar; O desfecho, a moral da história, assume a forma de um aforismo ou provérbio.

4 Origem da palavra fábula A palavra latina fábula deriva do verbo fabulare, conversar, narrar. É dessa mesma palavra latina que vêm o substantivo português fala e o verbo falar.

5 A relação entre fábula e oralidade A fábula é um gênero prosaico próprio da fala cotidiana: é um ato de fala que se realiza por meio de uma narrativa.

6 A fábula e os atos de fala Na fábula, o narrar está a serviço de vários atos de fala, como censurar, recomendar, aconselhar... O enunciador serve-se de uma narrativa como instrumento de demonstração.

7 A fábula segundo os fabulistas Fedro (séc. I d.C.) - A fábula tem dupla finalidade: entreter e aconselhar. La Fontaine (séc. XVII) – A fábula é uma pequena narrativa que, sob o véu da ficção, guarda uma moralidade.

8 A fábula na perspectiva do enunciador e do enunciatário Na fábula, há um discurso alegórico: a narrativa ancora outro significado. Interpretar uma fábula é como decifrar um enigma.

9 Moral apresentada para a fábula A raposa e as uvas por uma criança da 2ª série do Ensino Fundamental Quando precisar pegar algo que está no alto, chame um adulto!

10 Da prosa para o verso Jean de La Fontaine ( , séc. XVII), poeta francês, além de compor suas próprias fábulas, também reescreveu em versos muitas das fábulas de Esopo (séc. VI a.C.) e de Fedro (séc. I d.C.).

11 As fábulas no improviso do cordel

12 Severino José. Introdução e seleção: Luiz de Assis Monteiro. São Paulo: Hedra (Biblioteca de Cordel). A cigarra e a formiga Aquele que trabalha E guarda para o futuro Quando chega o tempo ruim Nunca fica no escuro.

13 Durante todo o verão A cigarra só cantava Nem percebeu que ligeiro O inverno já chegava E quando abriu os olhos A fome já lhe esperava.

14 E com toda humildade À casa da formiga foi ter Pediu-lhe com voz sumida Alguma coisa pra comer Porque a sua situação Estava dura de roer.

15 A formiga então lhe disse Com um arzinho sorridente Se no verão só cantavas Com sua voz estridente Agora aproveitas o ritmo E dance um samba bem quente.


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